Isis, Osiris e Hórus
6 Casa do fim?!
Notas iniciais
–Ora, parece que meio deuses vieram- ele nos desafiou com uma risada misteriosa.
–Achou que tivéssemos medo de você?- disse Poppy
–Seus pais não te ensinaram a respeitar os mais velhos?!- respondeu.
Ele correu até ela é antes que pudéssemos fazer algo ele a agarrou e saiu.
–Isis- ela pedia minha ajuda- Osisris- ela gritava desesperada.
Ela deu uma cotovelada nele, mas ele parecia não sentir nada, ele só ria, ela ficou invisível e Seth pareceu confuso, ele apalpava o ar a procura dela, senti algo me segurar por trás e me virei.
–Poppy- aliviei-me- ainda bem que está aqui.
Estendi minha mão e uma esfera luminosa o atingiu bem no peito, ele caiu no chão, mas depois se levantou, a esfera fosca de Seth me atingiu, eu me senti tonta e incapaz, tudo girava, eu vi um luz vermelha em minha direção e recuperei minha convivência de imediato, levantei-me e observei ao redor, a batalha começou, trocávamos tiros reluzentes, esferas iam e vinham, tudo o que elas atingiam era afetado, Alfie incendiou uma árvore, estava tudo confuso e eu tive uma ideia. Tudo parou de repente, segurei a mão do Eddie e ele entendeu, nos demos as mãos, todos nós, a luz forte chegava a iluminar todo o terreno, a única que não estava na corrente era Poppy, estava atrás de nós, eu e Eddie esticamos nossas mãos dadas em direção a Seth.
(N-Eddie)
Ele foi atingido no peito e caiu, continuamos na mesma posição, passaram-se creio eu umas 3 horas e nos continuamos lá, Seth levantou, foi correndo em nossa direção, a corrente se cortou e atrás de nós havia um buraco, um buraco como o que Rufos caiu a dois anos atrás, e Seth teve o mesmo destino, o buraco se fechou todos nós abraçamos, eles estavam comemorando e eu me ajoelhei ao lado do lugar onde a menos de cinco minutos meu pai havia caído, eu não posso negar que sinto muito por ter que fazer isso, ele era meu pai.
–Eddie- Nina chegou por trás e colocou a mão sobre meu ombro- sinto muito por ele.
–Eu também, queria que fosse só Seth, não o meu pai- uma lágrima escorreu- seria mais fácil.
Nina me abraçou, nos dois chorávamos, uma página em seu olho caiu sobre a grama em sincronia com a minha, mas não eram lágrimas quaisquer, eram lágrimas de ouro, eu ia tocá-la, mas eu sei lugar apareceu uma esfera, era do tamanho de uma bola de tênis, nela haviam rostos, e no momento em que a toquei todas as pessoas cujo aqueles rostos pertenciam apareceram diante de nós.
–Olá- disse uma delas, e eu a conhecia.
Eu conhecia todas elas, conhecia todas aquelas pessoas, dei um passo para trás automaticamente, vi que Nina fez o mesmo, segurei sua mão e estava suada, assim como a minha, eu queria gritar, queria sair correndo, eu estava confuso, não sabia o que estava acontecendo, lágrimas escorriam dos meus olhos, mas não eram de tristeza, eram de medo, eu me sentia uma criança assustada, com medo do monstro que fica de baixo da cama ou dentro do armário.
–Fiquem calmos- disse umas das vozes.
–KT- foi só o que Nina pode dizer.
Observamos todas as pessoas.
–Mãe, pai- Nina correu em direção a eles, mas não podia tocá-los e logo que percebeu andou para trás, pensei que ela iria correr e fugir, mas ela abraçou.
–Que bom que está bem Nina- disse o homem.
–Sentimos a sua falta querida- disse a mulher, e logo os dois sumiram.
Nossos olhares se voltaram para o Victor, ele sorriu, e foi a primeira vez que o vi fazer isso.
–Como...- eu tentei perguntar.
–O elixir foi trocado por algo parecido- ele explicou e também desapareceu.
Nina pediu desculpa a KT, mas ela sorriu e abraçou Robert.
–É bom estar perdi dele, Robert, meu bisavô, e eu fiz o que ele tentou fazer, eu os ajudei.
Ela é ele sumiram, junto à Sarah, em seguida uma mulher apareceu.
–MÃE- gritei.
–Sinto muito Eddie, ele me pegou.
E ela sumiu também, a esfera desapareceu.
–Eddie- disse Nina, ela estava em choque- sinto muito.
–Não sinta, ela estava ajudando.
–Meus pais- ela disse- por um momento eu pensei... Eu estava tão perto Eddie, mas eu não pude tocá-los, eu não pude. Tão perto- ela soluçava.
Abracei forte seu corpo, eu podia sentir sua tristeza.
O resto do ano foi bem chato, fui morar com a Nina no apartamento dela, a festa de encerramento foi divertida, nos despedimos do resto do pessoal, combinamos um encontro do grupo a cada 5 anos para não perdeu o contato, todos já haviam saído e Nina e eu esperávamos o táxi.
–Você acha que acabou?- perguntei, o táxi chegou.
–Nunca vai acabar- ele disse e entrou no táxi.
–É- entrei e coloquei me braço em volta do seu pescoço.
Nos beijamos brevemente.
–Eu te amo
–Eu também- ela disse.
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