Isis, Osiris e Hórus

4 Casa de Novas Relações


Notas iniciais
Só para corrigir o nome do ultimo capitulo, não que seja muito relevante, Casa de Um Novo Fim. e nas notas finas que eu escrevi enato ó para corrigir *então. Mais um cap.

–Poppy?!- dissemos em uníssono.

–Oi.

–O que está fazendo aqui?- perguntei surpresa.

–Eu estava procurando vocês- respondeu meio sem graça.

–Por que?- questionou Eddie.

–Bom é que... Eu quero que me ajudem. Pronto falei- ela disse rápido

–Ta- confirmei- com o que?

–Com história, eu estou indo mal e... Minha mãe me mata se eu for reprovada.

–E o que você está aprendendo exatamente?-perguntei

–Porque não foi pedir ajuda para o nerd do Faibian- disse Eddie com um certo desprezo ao dizer o nome do Faibian.

–Estou estudando Egito e... Acho que francamente sabem mais do que ele sobre isso, além do mais ele está fazendo exatas e vocês humanas.

Eddie e eu nos entre olhamos, Egito?! Será que o que o pessoal não pagou para ela nos espionar? Mas meu coração dizia que não, ele me dizia para confiar, eu não sei porque mas de repente nasceu um carinho por aquela garota, tão grande quanto de uma mãe para um filho.

–Sim- dissemos juntos- vamos te ajudar- completei sozinha.

–Olha a minha mesada é de US$40 então eu não posso pagar mai...

–Pagar?! Você realmente achou que íamos cobrar?

–Bom, na verdade sim.- ela disse meio confusa.- vocês não vão?

–Não -negou Eddie- claro que não.

–Sério?! Muito obrigada- disse animada.

–Então quando começamos- empolgou-se Eddie.

–O quanto antes- falou Poppy.

–Ok- dissemos juntos- que tal agora- completou Eddie.

–Legal-disse ela tirando um livro da mochila e colocando sobre a mesa.

Ela abriu o livro e ficamos estudando, passaram-se semanas assim, acabamos descobrindo que o falação era Ré, o Deus do sol, o gato representava Bast, também conhecido como Bastet, personificação da alma de Isis e protetora da sua magia, ela era representada como uma mulher com cabeça de leoa ou gato. Então Anubis, Ré, Bast e Neift iriam nos ajudar, a questão é; quem são eles?

Ele a pegou, tinha uma capa preta que cobria seu rosto.

–Isis- ela gritou desesperada- por favor me ajuda.-Poppy gritava por nós desesperada- Osiris

–Hórus!- eu disse- Seth deixe-a em paz.

–Não- disse a voz de um homem- eu avisei.

Estávamos em uma biblioteca, Poppy me abraçou.

–Por que eu? Hórus é um homem.-me perguntou.

–Por que?!-Eddie respondeu- porque Hórus é poderoso, precisava de alguém forte, alguém como você.

–Mas eu sou só Poppy Clark.

–Não-eu disse- você é Poppy Clark, a Horiana.

–Poppy- Eddie e eu acordamos dizendo seu nome.

Levantamos e lavamos o rosto.

–Como ela pode ser a representação de Hórus?!- eu disse

–Eu expliquei no sonho...- começou Eddie.

–Foi uma pergunta retórica-irritei-me- me desculpa, estou preocupada.

Eddie me abraçou e consultamos o relógio, já era de manhã, fomos tomar café e como estávamos só nós dois na mesa arriscamos a conversa.

–Não podemos dizer pra ela agora, ainda não sabemos quase nada- disse Eddie.

–Não- concordei- você está certo.

–Mas temos que contar, a questão é quando.-falou

–Que tal contar agora?- disse Amber, ficamos em silêncio e ela voltou a falar- do que estão falado?

–Bom isso depende- falei.

–Do que?- perguntou Patrícia.

–Do que é de quanto vocês ouviram.

–Ouvimos o suficiente- disse Alfie.

–Ta legal- me rendi.

Passamos a próxima hora conversando, contei tudo, exceto sobre Poppy.

–Eu sabia que tinha algo a ver com sibuna- disse Faibian.

–É- disse KT- nós todos sabíamos.

–Sentimos muito por mentir- eu disse

–Mentir sobre o que?- perguntou Mara que acabara de chegar na sala.

–Nada- disse Faibian enquanto ela dava um beijo em sua bochecha, depois ele retribuiu.

–Não vai me contar Faib?- perguntou.

–Não tem nada para contar- ele disse

–Está mentindo para mim Faibian?- irritou-se.

–Não, eu jamais faria isso- replicou.

–Ah que lindo, mas você não me engana Faibian Rutter, você é um mentiroso.

–Eu? Como se você fosse santinha- gritou.

Eles ficaram discutindo e eu comecei a me irritar.

–CHEGA- levantei da cadeira e bati na mesa- credo, parecem duas crianças brigando pelo brinquedo, qual é temos 18 anos não 5, isso é ridículo, sabe vocês ficam se magoando com essas brigas e como se não bastasse deixam todo mundo mundo louco, vocês não param de gritar, toda hora vocês estão brigando, não sei se notaram, mas vivemos em 12 adolescentes em uma casa, se não nos respeitarmos vamos começar uma guerra.- peguei minha bolsa e fui para a escola.

(N-Faibian- só dessa vez)

–Ela tem razão- falei.

–Tem mesmo- Mara concordou- acho que não podemos ficar brigando assim, mas eu não quero te perder.

–Mara só estamos nos magoando, e aos outros também, é melhor terminarmos, dessa vez, pra valer.

–Ta- ela aceitou e secou uma lágrima- tem razão.

Ela se levantou e foi embora.

(N-Nina)

Sentei em um pufe no teatro e logo Eddie chegou, eu achei que ele ia começar falar que exagerei, mas ele só sentou e me abraçou, uma hora depois Faibian veio gritando.

–Parabéns Nina, olha o que você fez.

–Do que está falando?- perguntei enquanto levantava.

–Mara e eu terminamos, definitivamente e a culpa é sua.

–Minha?-indignei-me.

–É, sua sim- retrucou- se não tivesse dito tudo aquilo...

–Eu não diria se não fosse verdade, além do mais não foi a minha intenção, não pode me culpar por ter derrubado o prédio se era você, quem estava com o caminhão.

–Você não entende, estar com a Mara é difícil e...

–Eu não ligo- gritei — eu-não-ligo, não sei se notou Faibian, que nos últimos dias a única coisa que tenho feito é dar o meu melhor para manter todos vocês vivos, agora você me vem com essa de que tem problemas com a sua namorada? Me poupe, Faibian você não tem ideia do Eddie e eu temos passado, passamos cada dia nos últimos meses na beira de um penhasco, não temos certeza de nada, e quando temos é que algo ruim está para acontecer, ou já aconteceu. Cada som, cada luz, cada movimento desconhecido nos faz tremer de medo da cabeça aos pés, a cada minuto Faibian, temos medo de que seja o último, nós estamos designados a uma missão à qual ninguém sabe se vamos sobreviver. E você me vê reclamar? Não. Então faça uma favor a si mesmo e fique quieto. Estou tentando garantir que vou pelo menos chegar viva até amanhã, para eu poder torcer para ficar viva até depois de amanhã, há coisas mais importantes na vida do que reclamar, você já pensou que esse pode ser o último dia que você estará respirando? Então pense, porque se fosse e eu estivesse no seu lugar, não perderia meu tempo reclamando.

–Ela tem razão Faibian- disse Eddie- você acha que estamos fazendo isso por nós? Estamos fazendo isso para todos, nós nascemos para protejer o mundo e faremos isso nem que seja última coisa que façamos, não temos tempo para reclamar ou para jogar joguinhos, cada dia nós nos damos o luxo de ter uma e meia de prazer, passamos uma hora ajudando Poppy a estudar e a outra meia hora passamos juntos, como um casal, dessa vez sibuna é diferente, se quiser fazer parte e ajudar então saiba separar sua vida pessoal, seus sentimentos e seus medos do que estamos fazendo, porque aqui, não temos tempo para isso, e se nós ficarmos vivos, ai sim, depois, poderemos fazer isso e não é que sejamos insensíveis, só queremos sobreviver, você acha que gostamos de estar cada segundo em dúvida da nossa própria vida?-ele disse essas palavras com indignação.

Faibian tomou fôlego para falar.

–Não perca seu tempo pedindo desculpas, vamos ao que interessa, se for ficar então vamos começar a pesquisar se não, vai embora.-disse

–Vou ficar.

Todos sentamos em uma roda, lemos, pensamos, mas como descobriríamos quem eram Anubis, Bast, Neift e Ré, quem seria Seth? E Eddie e eu escondemos sobre Poppy, depois das aulas nós dois fomos à biblioteca Frobisher, como de costume estudamos com Poppy por uma hora, depois passamos meia hora na floresta perto da escola, naquela meia hora esquecemos de tudo, éramos apenas nós dois.

–A vamos Eddie você é mais rápido que isso, eu sei que é- provoquei.

Ele me pegou e me prendeu no chão, ficou fazendo cócegas em mim.

–Para Eddie- eu disse rindo- para- eu estiquei minha mão em direção ao peito dele, uma esfera luminosa e meio amarela saiu da minha mão e ele foi arremessado longe, eu me levantei e preocupada fui até lá, ele estava inconsciente, me aproximei e comecei a chamar o seu nome, então...

–Bu- ele disse levando.

–Seu idiota, quase me matou do coração.- disse dando um leve tapa em seu ombro forte.

Nós rimos e de repente me levantei, sai correndo e subi para casa de Anubis, entrei no nosso quarto e ao passar no hall notei o pessoal na sala, que estavam estudando olhando para nós como se fôssemos loucos.

Assim que Eddie entrou no quarto eu tentei acertá-lo com uma bola luminosa, ele colocou a mão na frente do corpo como reflexo e uma esfera luminosa saiu de sua mão, a dele era vermelha, as duas esferas se chocaram e desapareceram, por algum motivo agimos como se aquilo fosse normal, porque as vezes é bom ignorar as coisas anormais, Eddie correu em minha direção e me prendeu na parede, ele segurava minha cintura com as mãos, seu corpo estava grudado ao meu, ele começou a me beijar, eu retribui, coloquei meus braços em volta de seu pescoço. O celular tocou a meia hora de prazer tinha acabado, desliguei o alarme. Tudo estava embaçado, senti minha cabeça bater no chão.

Eu estava em algum lugar, não sei onde, nunca o vi antes, espera, sim já o vi, o lugar onde fiquei e encontrei o pai do Victor, mas tinha algo diferente, na minha frente tinha um espelho de corpo inteiro, fiquei me observando, eu estava mais velha, lembrei de mim quando cheguei em Anubis, meu cabelo agora estava mais longo, os cachos bagunçados, eu não parecia mais uma criança, parecia uma mulher, uma mulher que aprendeu cedo os valores da vida, eu faço tudo o que faço, mas eu sou feliz, tenho o Eddie, Amber, todos eles, minha família, o espelho mostrava o reflexo do tempo, de repente estava ofegante, o reflexo parou de acompanhar meus movimentos, então me disse:

–Preste atenção Nina, saiba quem pode confiar, seus deuses de ajuda.-sua voz era pacífica, ecoava.

No espelho apareceu o Faibian, depois virou um cão, então sumiu, em seguida Patrícia, virou um gato e sumiu, Alfie virou um falcão, Amber parecia de luto, atrás dela aviam sarcófagos, então KT ela ficou parada, então ela começou a falar.

–Nina, me escuta, confie neles, mas cuida com Seth, ele é...-ela estava ofegante, nervosa- é o...

Um homem encapuzado apareceu atrás dela, o mesmo que eu vi pegando Poppy, ele bateu o cajado, ela caiu no chão sem vida.

–KT- eu disse assim que acordei, Eddie parecia preocupado.

Levantei e desci as escadas, fui até a sala.

–Vocês viram a KT? — perguntei desesperada.

–Não- respondeu Joy.

–Ela me disse que ia buscar um livro no quarto e ainda não voltou, faz uma hora- contou Patrícia.

Olhei para a cozinha e lá estava Trudy.

–Mais um- eu disse, ela pareceu aterrorizada.

Subi correndo e fui para o quarto de KT, todos os sibunas e Trudy subiram comigo, quando cheguei era o que eu temia, ela não respirava, não havia pulso, KT se foi.

–Não- eu disse despontada- KT, não.

Todos ficamos envolta do corpo sem vida de uma velha amiga, meus olhos encheram de lágrimas, fiquei com um nó na garganta.

–Trudy- eu disse me levantando- eu acho melhor,- mal conseguia falar, perdi uma amiga e era culpa minha- você ligar para os pais dela.-Amber, Alfie, Faibian, Patrícia não tem que ficar aqui, porque vocês não descem e dão a notícia ao pessoal? Depois podem ficar lá, vocês não tem que ver isso.

Assim que eles saíram e eu fiquei sozinha com Eddie parei de segurar o choro, abracei-o e chorei, ele colocou sua mão sobre minha cabeça, senti arder e me desvencilhei dos braços dele.

–Nina- ele disse olhando sua mão cheia de sangue- sua cabeça, deve ter sido quando você caiu.

Ele saiu dizendo que iria buscar primeiros socorros, ajoelhei-me ao lado de KT, minhas lágrimas caíram sobre seu corpo, eu a toquei, sua pele estava fria como gelo, ela estava pálida como neve, contudo algo em seu rosto fazia ela parecer feliz, ela sorria, segurei sua mão, senti algo raspar na minha, tirei um papel do bolso dela e o li.

"Estou morta, mas feliz, eu pude fazer o que meu bisavô tentou a vida toda, eu ajudei vocês

KT "

Eu sorri quando Eddie entrou, li a carta para ele enquanto fazia meu curativo.

–Eu a admiro por isso- disse Eddie.

Trudy entrou no quarto com os outros alunos, enquanto todos se lamentavam por KT, Trudy me chamou e saímos do quarto.

–Nina, isso é para você.- disse ela me entregando uma carta.

–O que é isso?-perguntei um tanto confusa.

–Não sei, eu não abri, mas tem seu nome e estava na mesa do Victor, ele deveria estar escrevendo quando morreu.

–Obrigada- eu disse sem graça.

Peguei a carta e coloquei no bolso da calça, eu não tinha coragem de ler, seja lá o que fosse pode ter sido o motivo da morte dele. Desci as escadas e já estavam todos lá, me surpreendi ao ver Mike e Patrícia abraçados, Eddie se levantou quando eu cheguei.

–Nina...

–Estou bem, depois falamos sobre isso, é complicado.

–Nem me fale, seja lá o que for, KT morreu e você viu isso acontecer- ele disse.

Olhei para baixo, me senti culpada, porque era verdade.

–Me desculpe- disse culpado- eu não quis...

–Não faz mal, eu sei.

Ficamos na sala o resto do dia, Eddie foi para a escola falar com o pai dele, eu subi para o nosso quarto e sentei na cama, peguei a carta e fiquei pensando com ela na mão, depois resolvi lê-la.

Nina,

Eu não tenho para enrolar, saiba que eu sempre te ajudei, jamais quis lhe causar mal, por isso vou te dizer quem é Seth, é o pai do Osiris, Seth é Eric Sweet.

Victor.

Não, pensei, não pode ser, Eddie estava falando com ele agora, e se tentasse fazer algo mal?

Me levantei e fui para escola correndo, procurei, mas não os encontrava, até que em fim, estava ofegante, Eddie estava na sala de seu pai, eles estavam brigando, Sweet tentava matá-lo com uma esfera grande e opaca, era preta, Eddie desviava, quando abri a porta uma passou por cima da minha cabeça, estiquei minha mão e de repente Eric caiu no chão, me aproximei e notei que ele ainda estava vivo.

–Vamos- Eddie pegou minha e me arrastou para fora da sala.

(N-Eddie)

Voltamos ao sótão e ao chegar lá Nina me disse.

–Seu pai é... Olha Eddie eu não queria, mas é ele, Seth.

–O que?- meu pai.

Meu pai era o homem que estava tentando me matar, meu pai, eu fervi de raiva, minha mãe sabia, por isso ela não queria que eu me envolvesse, ela podia ter me contado, dei um soco da parede e a tinta rachou, não acredito, porque o meu pai? Não, não era mais o meu pai, agora ele era só Seth, o Deus em forma humana que eu mataria, chega, ele não é mais meu pai e não merece que eu sofra por ele. Servi meu copo com a água da garrafa ao lado da cama, bebi, me sentei no colchão e Nina ficou ao meu lado.

–Sei como se sente-disse com cautela.

–Não, não sabe- retruquei sem ser grosso.

–Não Eddie, eu sei, perder os pais.

–Mas você, perdeu seus pais sabendo, que eles morreram tentando te ajudar, já eu, perdi meu pai porque ele me traiu.

–Não Eddie, ele não tem culpa, ele não escolheu isso, Seth o escolheu, seria coincidência demais, ser justamente seu pai, não, ele o escolheu porque estava próximo a você, por isso sua mãe sabia, porque antes de Seth tomá-lo totalmente ele disse a ela, mas ela não podia te contar, ele a mataria, por isso meus pais, KT, Sara, Robert, a mãe da Sara, por isso eles morreram, porque tentaram nos ajudar, assim como Victor- ela me entregou uma carta.

Eu li a carta e ela ficou em silêncio.

–Ele sempre esteve do nosso lado.- eu concluí.

–Sempre, e nós o julgamos mal.- ela disse.

–Minha mãe podia ter me contado depois que Victor morreu- indignei-me- ela sabia, o tempo todo.

–Não a culpe- disse Nina, tentando me consolar.

–Eu não estou- acalmei-me- só queria, eu só queria saber, queria que as pessoas me contassem as coisas, sempre me dizem que já contaram tudo, mas não é verdade

–Entendo, também me sinto assim- ela desviou o olhar- eles só querem ajudar.

Um tempo se passou em silêncio, mas algo me ocorreu, algo extremamente importante.

–E agora?- perguntei- o que vai acontecer? Agora que ele sabe que sabemos sobre... Isso, que sabemos quem ele é?

–Não sei- ela me olhou nos olhos- mas agora teremos que tomar o dobro de cuidado.

Descemos e colocamos na cama de cada sibuna uma carta, ela continha um endereço, um horário e um objeto, o local e a hora eram iguais, o objeto mudava de pessoa para pessoa.

Nina e eu levamos uma toalha e um tonel de lixo grande, fomos até a casa de Isis e deixamos um bilhete para Poppy. À noite estávamos todos lá, os sibunas e Poppy, ela levou seu objeto mais valioso, uma carta de seu pai, ele havia lhe mandado em um aniversario.

–Eu,- disse a garota- Poppy Clark, em sã consciência de meus atos, juro não mentir aos meus colegas, Amber Milinton, Alfie Lewis, Eddie Miller, Nina Martin, Faibian Rutter e Patrícia...- ela tentou lembrar seu sobrenome- e que irei guardar todos os segredos que aqui forem ditos- meio relutante ela jogou a carta no fogo.

Notas finais
está meio longo