Notas iniciais
Bom.. Obrigado!! 5 comentarios em 1 cáoitulo!! Wow.. Obrigado á todos principalmente ás que me deram criticas construtivas!! Obrigado!
BoA Leitura..
Até mais!

-Hum.. Interesante.. – Trocou um olhar com Jane e a mesma tentou me atingir com seu poder. – Oh.. Como consegue isso Isabella?

- Não entendo Aro!

- Você tem algum don criança? Você e humana?

-Sim sou humana, metade humana para ser mais sincera.

-Quem são seus pais?

-Não sei. Fui criada por humanos. – Corei com minha mentira.

- Para quê tanta curiosidade na humana, senhor? – Perguntou alguém da guarda.

- Sabe que está informção não lhe e de direito!

- Desculpe-me senhor.

- Alec, vá chamar Didyme. – Falou Marcus.

Alec saiu e um minuto depois voltou com uma mulher que exlavá felicidade, enquanto que em seus olhos continham uma estranha dor. Ela nem nos olhou tratou apenas de ir fazendo uma reverência e ficar ao lado de Marcus. Com á cabeça baixa. Logo atrás dela ia entrar uma mulher mais Aro disse:

- Corin. Não se importe, ela está conosco.

- Bom, Isabella. Concordo que você se parece muito com um certo bebê que á 18 anos me livrei. Ou ao menos fui enformado que teve um fim.

- O quê deseja com isso Aro? Bella não tem nada a ver com nosso mundo. Deixe-nos ir.

- Caro Edward. Se forem concretas minhas suspeitas creio que Isabella não se ausentara do Castelo. Mas como sempre lhe disse, temos um lugar para você em nosso Clã.

-Didyme, minha querida. Se lembra da sua imprudencia cometida a alguns anos atrás?

- Sim, senhor.

- Sabe que não precisa me tratar como senhor. Eis minha irmã;

-Desculpe-me.

- Mesmo assim se lembra daquela velha bruxa que te consedeu ser mãe, em troca da Eternidade?

-Sim.

-Se lembra do feitiço? Que você ficou um mês sendo humana.

-Sim. Só não entendo onde pretende chegar!

- Se lembra da sua bebê daquela que deveria ter sido morta? Parece que não fizeram o serviço do jeito que deveria ter cido feito. Olhe está critura á sua frente. – Então seu rosto que estavá contorcido em dor, se levantou e ela me olhou. Choque se passou por seus olhos vermelhos. – Acho bom se despedir dela logo,por quê logo ela terá o fim que á 18 anos não á derão.

Marcus o olhou chocado e apenas o disse:

- Você quer uma guerra novamente? Você sabe o quê ouve da última vez. – Senti alguém atrás de mim e percebi ser Edward. Alice estavá ao nosso lado e derepente seus olhos sairam de orbita e ela paralisou.

Os vampiros presentes á olharam.

-O quê você vê Alice? – Caius perguntou. Enquanto seus irmão Um de frente para o outro se olhavam como se descutissem mentalmente.

- Vejo que uma guerra agora não faria bem a ambas ás pates. Só traria mortes e o enfraquecimento da guarda.Volterra seria atingida e outros tomariam o poder.

- Nunca! — Os olhos de Aro transmitiam ambição. Aro me olhou com raiva e voltou á sua cadeira.

Percebi que Didyme tentava se aproximar, mas meu escudo não deixavá, recolhi o escudo e ela se aproximou. Mais antes que estivesse á minha frente senti uma dor, que consumia meu corpo.. Soltei gritos agudos, e logo percebi que era Jane. Ela sorria vitóriosa para mim, Aro também sorria. A dor era tão forte que nem meu escudo conseguia se levantar. Edward e Alice não sabia o que fazer.. Didyme apenas á olhou e correu até ela lhe pegando pelo pescoço fazendo Jane perderá concentração e me tirar de seu poder.

Didyme sabia que contra ela, por mais que Jane quisese á matar, não poderia fazer nada.

- Jane se você tentar algo assim com Isabella ou Didyme, pode ter certeza que seus dias imortais acabam.

-Você está bem Bella? – Me perguntou Edward.

-Estou Edward.

-Aro, podemos ir? – perguntou Alice.

-Você e Edward sim. Mas Isabella fica.

- Não. Bella tem que voltar!

-Isabella não volta mais rapaz se conforme.

-Marcus, você mais do que eu sabe que eles se amam. Deixe pelo menos Bella se resolver. Você sabe que para o bem de todos ela não pode sumir, não podemos deixar pistas sobre nosso mundo aos humanos. – Falou Didyme.

-Certo. Mais Isabella só vai se Alec á acompanhar.

- Não será preciso, temos um Clã com 7 vampiros em Forks. Segurança não faltara.

- Isabella só sai de Volterra se alguém á acompanhar.

-Eu posso ir. Disse Didyme.

** Corin: sua tarefa de mais importância na guarda é proteger as esposas de Aro e Caius: Sulpicia e Athenodora. Sua função é manter as esposas, com seu dom, calmas e conformadas pelo fato de estarem aprisionadas para sua própria segurança. O dom de Corin faz com que uma pessoa se sinta contente nas circunstâncias em que se encontram. Porém, se sua habilidade é usada em excesso numa pessoa, esta fica viciada no sentimento produzido, não conseguindo viver sem ela; é como uma droga. Por este motivo, Aro é cuidadoso para não expor excessivamente sua esposa e a de Caius, ao dom de Corin.