Isabella Potter
8 Capítulo 8 - Horácio Slughorn
Notas iniciais
Pov Harry:
Estava esperando Dumbledore, não sabia porque a insistência de me acompanhar a toca, mas de acordo com a Isabella ele não queria correr o risco de que eu me encontrasse com algum comensal da morte!
Harry: Não entendi ainda, eu luto bem! – disse a ela como se não fizesse sentido o que ela disse, o que pra mim não fez!
Isa: Não se trata disso ele quer que aconteça na hora certa. – Me deixou mais confuso.
Harry: O que você sabe que eu não sei? – perguntei sério
Isa: Nada, ele não me contou ainda, mas essa missão é sua então não sei se ele vai dizer muito! Acho que só o suficiente pra te manter vivo, caso precise de ajuda. – Ela respondeu
Harry: Se o treco é tão complicado porque ele não te contou? – Eu perguntei, fazia sentido, não que eu não quisesse fazer.
Isa: Eu não sei, ele só me disse que você não ia ao acampamento ano que vem!- alem de tudo ia perder o acampamento, a situação lá provavelmente seria a mesma.
Harry: Eu só entendi que eu vou matar Voldemort, e manter o mundo em segurança, e que fui “o escolhido”.
Isa: Isso é bom não é? Digo você pode mata-lo, Harry só uma coisa use o feitiço que você quiser no fim ele vai estar morto, não precisa de Avada Kedavra, ou qualquer parecido
Harry: É claro, eu vou ver o que faço não pretendo usa-los, mas e você...
Isa: Eu vou cuidar de outra parte
Harry: Eu sei, mas... – me interrompeu novamente
Isa: relax, não vou me matar, ou ser morta! Não dessa vez.
Harry: Boa sorte então!
Isa: Você também – agente se abraçou, assim que algo se materializou na sala. Dumbledore e não estava sozinho.
Eduardo: Não me disse que ele vinha!
Harry: eu esqueci!
Dumbledore: Faz um tempo desde a minha ultima visita quando vim ver sua irmã.
Harry: Pois é, boa noite!
Dumbledore: Boa noite Harry, bom ver você sem nenhum arranhão – ele disse analisando através dos meus óculos.
Isa: Eu já vou, preciso acabar de organizar algumas coisas – ela me deu um abraço e sussurrou mais um boa sorte no meu ouvido, deu um oi casual ao Dumbledore, puxou o papai pelo braço e os dois desceram.
Dumbledore: Já se despediu de seus irmãos?
Harry: Sim, não vamos embora professor?
D: Certamente, mas primeiro há umas questões que precisamos discutir. E preferia não fazer isto ao ar livre. – ele pegou a varinha para puxar duas cadeiras, e voltou com ela para o bolso, mas havia algo estranho com sua mão, estava escura e enrugada, a pele parecia ter sido destruída por uma queimadura.
Harry: Professor... que aconteceu com sua...?
Dumbledore: Mas tarde, Harry. Sente-se, por favor. – Eu me sentei. – Bom Harry encontramos o testamento de Sirius onde ele lhe deixou todo o dinheiro da conta e sua casa!
Harry: não entendo e os meus irmãos?
Dumbledore: Deixou a eles objetos específicos.
Harry: Entendo, e você quer saber se ela pode continuar servindo como quartel para a Ordem?
Dumbledore: Sim.
Harry: Não tem problema algum. Podem ficar com ela. Eu não a quero. – Eu não ia querer me sentir culpado cada vez que entrasse lá.
Dumbledore: Um gesto generoso, mas por enquanto desocupamos o imóvel. Mas agora chega disso, se nos demorarmos um pouco mais chegaremos muito tarde n’a toca. E antes de ir passaremos em algum lugar. – ele disse e em um movimento rápido pegou minha mão. Aparatamos. – Mantenha a varinha na mão Harry.
Harry: Professor?
Dumbledore: Harry?
Harry: Ãã... onde estamos exatamente?
Dumbledore; No encantador povoado de Budleigh Babberton.
Harry: E o que viemos fazer aqui?
Dumbledore: Convencer um velho amigo, a voltar para hoguarts, lecionar lá.
Harry: E como vou ajudar o senhor?
D: Ah, encontraremos uma maneira- entramos e a casa estava toda revirada
Harry: Talvez tenha havido uma luta e o levaram embora
D: Acho que não – ele respondeu analisando uma poltrona excessivamente estofada e tombada de lado.
Harry: Você quer dizer que ele...
D: Ainda está por aqui? Isto mesmo – Inesperadamente Dumbledore se curvou e enfiou a ponta da varinha no assento da poltrona, que gritou:
- Ai
D: Boa noite Horácio – eu fiquei de queixo caído quando a poltrona se transformou em um homem, velho e gordo.
Horácio: Não precisava enfiar a varinha com tanta força, Doeu! – ele reclamou
D: Quer ajuda pra arrumar a sala? – mudou de assunto
Horácio: Por favor – Dumbledore agitou a varinha e tudo voltou ao seu devido lugar.
D: Este é Harry Potter. Harry este é um velho amigo e colega, Horácio Slughorn. – nos apresentou.
Horácio: Então foi assim que você pensou que ia me convencer? Pois bem, a resposta é não, Alvo. – eles começaram a conversar e finalmente Dumbledore decidiu ir
D: Vamos Harry?
Horácio: Vocês já estão indo?
D: Acho que sei reconhecer uma causa perdida quando a vejo.
Horácio: Perdida?
D: Bem lamento que não queira o emprego.
Horácio: Adeus então
Harry: Tchau! – estávamos na porta quando ele gritou
Horácio: Muito bem, muito bem, eu vou!
D: Vai interromper a aposentadoria?
Horácio: Vou, vou. Devo estar louco mais vou.
D: Maravilhoso. Então te vejo em Hoguarts. – Nós saímos e Dumbledore me disse:
D: Muito bem Harry!
Harry: Eu não fiz nada
D: Mostrou a ele o aluno que vai ganhar! – nos afastamos em silêncio da casa e aparatamos novamente.
D: antes de entrar vou dar uma palavrinha com você. Eu acho que está na hora de eu participar de sua educação.
Harry: Se vou ter aulas com o senhor...
Dumbledore: Não frequentará mais as aulas de oclumencia.
Harry: Que bom, porque elas foram um...
D: A palavra “fiasco” caberia bem. Vou deixar você, saiba que o lugar esta com proteção!
Harry: Entendo, Tchau. — Eu disse me despedindo, pronto para entrar n' toca, esse seria um ano diferente.
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