Isabella Potter
11 Vingança
Notas iniciais
Bem, quem é que quer saber os resultados do concurso?
Para as curiosas, aqui estão eles:
1º lugar - Ju Angel
2º lugar - Joana e dmariana
Parabéns a todas as concorrentes que comentaram.
Aposto que estão ansiosas para saber de quem é o pov misterioso então já não vos empato mais.
Boa leitura.
No capítulo anterior …
Desta vez eu não iria estar com Jacob só para passar tempo com o meu amigo, não, desta vez eu iria com Lupin tentar perceber porque é que eles são diferentes. Apenas não sabia como iria chegar ao pé deles e dizer-lhes que o Lupin também é um Lobisomem mas diferente, sem revelar que eu sou uma bruxa. Pelos vistos a coisa certa a fazer é contar mesmo, afinal se eu sei o que eles são e os vampiros já sabem o que eu sou, porque é que eles não hão-de poder saber também?
- Sabem, eu estive aqui a pensar e, esses tais Denali podem não ter aceitado ajudar-nos mas eu sei de uma Ordem inteira que estaria disposta a dar a vida por esta jovem aqui. – Lupin disse sorrindo. Era só o que me faltava.
P. O. V. Vitória (N/B: Hehe aposto que esperavam tudo menos este pov)
Como?
Como é que aquela garota, uma simples humana, pode-me dar tanto trabalho!
Mas uma coisa eu posso jurar, enquanto ela viver, eu não vou descansar. Vou até ao fim-do-mundo, faço tudo o que for possível e impossível para que ela morra e de preferência de uma maneira bem dolorosa.
Há mais de um ano que ando atrás dela, mas a garota arranja sempre uma forma de me escapar! Mas eu vou-lhe mostrar a ela e aquele vampiro intrometido do qual diz ser namorada, que não podem simplesmente matar o meu amor, o meu James e continuarem com a sua vida como se nada se tivesse passado, à se vou!
Naquele tempo eu não percebia porque é que ele estava tão interessado em persegui-la, afinal ela era apenas uma humana que nem sequer tinha nada de especial. Ok que o seu cheiro era um dos mais doces que eu já havia sentido e que a reação dos vampiros que estavam com ela tinha sido, digamos … interessante, mas mesmo assim alinhei no jogo dele, afinal caçar as suas presas era o seu jogo preferido e eu sabia que ele seguiria para a frente com a caçada com ou sem mim, por isso acompanhei-o e ajudei-o e no final … perdi-o.
Mas agora eu entendo, perseguir a vítima, causar-lhe medo, sentir o pânico a crescer dentro dela quando percebe que já não há maneira de fugir, tortura-la, vê-la implorar e matá-la … agora eu vejo o prazer que isto pode trazer.
Quando eu descobri que o James tinha morrido, que eles o tinham morto, apenas pensava em ir ter com ele, tirar a minha própria vida, não seria difícil provocar uma luta com um vampiro qualquer que me fizesse esse favor sem nem mesmo o saber, mas depois percebi que não era isso que eu queria, ainda não, antes tenho que equilibrar os pratos da balança. O leitor de mente tirou-me o meu companheiro então não há nada mais justo que eu lhe tirar a sua companheira, uma simples humana na qual não era preciso nem um terço da minha força para a conseguir esmagar. Seria tão fácil, mas não era isso que eu queria, não, eu quero tortura-la, quero que ela sofra e muito, quero fazê-la desejar nunca ter nascido, se não fosse ela James ainda estaria aqui comigo, vivo! Iria faze-los aos dois sofrer e a minha vingança estaria cumprida.
Já era de noite e eu estava escondida numa árvore na floresta em frente à casa dela, os Cullen são tão ridículos que nem perceberam que entrei no território deles e estava a poucos passos da sua queridinha.
O leitor de mentes estava no quarto dela, podia vê-lo através da janela, mas ela não me conseguia ouvir, estava a demasiada distância e ele estava distraído com a humana, ele nunca iria descobrir que estive aqui, estava a chover e a chuva eliminaria o meu rastro.
Seria tão fácil ir ao quarto dela agora e simplesmente matá-la, ele era só um vampiro e eu conseguiria dar conta dele, mas isso arruinaria os meus planos.
Já estava em cima daquela árvore há duas horas quando senti uma presença atrás de mim. Virei-me e vi que tinha alguém a observar-me. Não sei quem era, ele estava todo coberto com um manto negro e na cara tinha uma mascara. Senti um sentimento que há muito não sofria … medo. Sim, medo daquela figura encapuzada. Ele ergueu o braço e na mão segurava ramo que me apontou. Ele está mesmo a achar que aquele simples ramo vai-me aleijar?
- Incarcerous! – ouvi uma voz sussurrar.
- Mas que … — várias cordas saíram da ponta do ramo que o homem segurava.
Quando dei por mim estava no chão atada de uma forma impossível de se escapar, rosnei para a figura.
Quem era ele? Como fez aquilo? O que queria de mim? Tantas perguntas e nenhuma resposta.
- Ora, ora o que temos aqui? Mandam-me atrás da Potter e o que é que eu encontro? Uma vampira. – ele disse com escárnio.
- Solta-me! – rosnei.
- Não sem antes me dizeres porque estavas a observar a rapariga?
- Eu não tenho que dizer nada! – sibilei.
- Resposta errada.
Ele voltou a apontar-me o ramo.
- Crucio. – desta vez do ramo saíram luzes verdes, o que eu não esperava era o que senti quando elas me atingiram.
Dor.
Imensa dor.
Parecia que tinha voltado à noite em que fui mordida e com essa noite veio também a dor da transformação.
Tentei-me conter, gritar apenas mostraria fraqueza. E fraca é uma coisa que eu não sou. Mas foi impossível, a dor que sentia era imensa.
- AAAAAAHHHHHHHHHHH.
Parecia que a figura se divertia ao ver o meu sofrimento. Passados cinco minutos que mais pareceram horas parou.
- Então vampira, mudaste de ideias? É que se não o tiveres feito eu posso-te fazer mudar. – a mascara não me permitia ver a sua cara mas eu apostava que nela estava um sorriso sarcástico.
- Eu conto. – não queria demonstrar fraqueza mas a dor que senti era demasiada e não a queria voltar a sofrer. Sentei-me no chão, numa posição mais digna. – Estava a vigiá-la, há meses que ando à procura de uma brecha dos vampiros que a protegem para conseguir chegar até ela.
- E o que é que queres fazer com ela depois de a conseguir apanhar. – ele estava interessado.
Sorri de lado.
- Tortura-la, matá-la da maneira mais dolorosa que possa haver. – falei lentamente tornando as minhas palavras ainda mais ameaçadoras.
- Muito me contas vampira. Levanta-ta! Vamos fazer uma viagem.
- Eu não vou contigo a lado nenhum! – rosnei.
- Ah isso é que vens. Não tens escolha.
Quem é que ele pensava que era para mandar em mim assim?!
- Tenho, eu posso escolher não me mover daqui e não há nada que possas fazer contra isso.
- Isso é que tu pensas.
O homem agarrou-me no braço e quando dei por mim não conseguia respirar, estava a ser empurrada em todas as direções e tudo o que via era negro. Mas isso não era o pior, parecia que os meus olhos estavam a ser empurrados para dentro da minha cabeça tal como os meus tímpanos e não encontrava a minha voz para lhe pedir que parasse. Até que, depois do que me pareceu horas, tudo acabou.
O homem largou-me e eu cai no chão, respirando fundo várias vezes. Quando consegui regularizar a minha respiração olhei em volta e fiquei chocada … já não me encontrava na floresta, agora estava em frente a um portão de ferro todo trabalhado a atrás dele havia um jardim enorme com alguns pavões e mais atrás uma imponente casa de pedra negra.
Como é que eu vim aqui parar?
Olhei para o homem à procura de respostas e notei que ele tinha tirado a máscara e o capuz, permitindo-me ver a sua cara, o seu cabelo loiro e liso fez-me lembrar de James, mas não foi só isso, o olhar também. Aquele brilho de determinação que eu sempre via no olhar de James também estava presente no olhar deste desconhecido.
Ele olhou para mim e eu desviei o olhar.
- Levanta-te, temos de percorrer o resto do caminho até casa a pé.
Desta vez levantei-me logo, já tinha percebido que este estranho conseguiria fazer-me sentir dores que nem eu mesma imaginaria possíveis. As cordas que me atavam impossilitavam um bocado os movimentos mas consegui-me levantar.
— Vamos.
Ele abriu o portão e percorremos o caminho até à casa em silêncio. Chegando lá, entramos e parámos num grande hall de entrada.
- Espere aqui. E seu eu fosse a você não me atreveria nem sequer a pensar em fugir. – ele falou e entrou na maior porta que havia no hall.
Fiquei parada onde ele mandou, apesar de ser muito rápida começava a pensar que era impossível fugir deste estranho. E para ser sincera, também porque não queria voltar a sentir nenhuma das dores que ele já me tinha infligido.
Passados alguns minutos o homem voltou.
- Entra, o Lord das Trevas quer conhecer-te.
Lord das trevas? Quem é esse?
Segui-o e entrei pela mesma porta por onde ele tinha entrado antes. Ela dava para um enorme salão em que ao fundo, sentado numa poltrona a olhar para a lareira, se encontrava um homem. Ele é que devia ser o tal de Lord das Trevas.
Em nenhum momento enquanto percorria o caminho até ele, o homem olhou para mim, quando já estava a apenas uns passos parei.
- Com que então esta é que é a vampira que também quer matar Isabella, Lucius. – a voz do homem era fria, cortante, arrepiante.
- Sim, meu Lord. – respondeu o homem que me trouxe, Lucius.
Finalmente o tal Lord olhou para mim e eu juro que, se o meu coração ainda batesse, ele teria parado no momento em que o vi.
Seu eu pensava que o Lucius era a coisa mais assustadora quando me apareceu à frente todo encapuzado e com máscara, eu estava muito enganada! Este tal de Lord, homem, serpente, seja lá o que ele seja era bem pior. Só a sua cara metia medo ao susto.
- Pelo que Lucius me contou você está determinada a matar Isabella de uma maneira bem dolorosa e que fará de tudo para o conseguir, é verdade?
- S-sim. – bolas, eu tinha mesmo de gaguejar!
- E porque é que uma vampira tem tanta vontade de matar Isabella?
- Ela foi a responsável pela morte do meu companheiro. – consegui falar mais firme.
- Hum … interessante. Sempre é verdade que os vampiros se tornam extremamente vingativos quando o seu companheiro é morto. – ele falava para si mas eu conseguia ouvir – Eu tenho uma proposta para ti vampira. – ele falou num tom mais alto.
- Proposta? Não vejo nada que eu possa querer com você.
- Ai é que te enganas minha querida, há uma coisa que ambos queremos.
Ergui uma sobrancelha, não via nada que eu e aquele estranho poderíamos querer em comum. Mas algo me dizia que, se queria continuar viva, era melhor não recusar qualquer que fosse a sua proposta.
- A morte de Isabella. Ela é um obstáculo no meu caminho que eu quero tirar rapidamente e de preferência de uma maneira bem dolorosa. – ele sorriu maldosamente.
Sorri também, agora sim, começávamos a entender-nos.
- Eu aceito.
Depois daquela noite, tudo iria mudar. Eu sabia que aquele homem seria um forte aliado na minha luta contra Isabella e que finalmente eu iria ter a minha tão merecida vingança.
Ah Bella, Bella. Se eu fosse a ti aproveitava a tua vidinha enquanto podes porque brevemente ela vai chegar ao fim.
Notas finais
Aposto que ficaram surpreendidas pelo pov.
Bem meninas, nós tivemos a ver e ficamos um bocadinho desiludidas porque a maioria das leitoras não ligou ao nosso concurso então pensamos, como nos temos 77 leitoras e 18 leitoras têm a nossa fic nos favoritos, só voltamos a postar quando tivermos pelo menos 15 comentários e uma coisa eu posso garantir, no próximo capitulo vamos ter a reação dos Quileute e cá para mim está a ficar muito interessante.
Tirando chantagens à parte, espero realmente que tenham gostado do capitulo.
Bjos
P.S - Recomendações também apressam capitulos.
N/Lyssah: Olá meninas!
Gostaram do capitulo??? Eu adorei! *-*
Achei muito surpreendente!
Nunca imaginaria um pov da Victória!
Esperamos comentários sim???
Beijos!
♥
*N/Ju:Ha ha eu li primeiro que vocês!!!
Espero que todos vocês gostem, e comentem muito, porque tal como a Bia já disse, o próximo capitulo só virá depois de 15 comentários (recomendações também são bem-vindas), ok?
Robsten Is Unbroken!
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