Isabella Potter
18 Trocada
Notas iniciais
Boa leitura.
No capítulo anterior …
- Rosalie eu já te disse várias vezes que a Bella é da familia e nós protegemos a nossa familia. E Bella quer queiras, quer não nós vamos ajudar-te nesta batalha e nem vale a pena contestares isso, já está decidido. – Carlisle disse.
Era só o que me faltava, e agora como é que eu faço para não os meter no meio desta batalha? Talvez Rosalie tenha razão e eu tenha mesmo prazer em ver os outros morrer …
P. O. V. Rosalie (N/B: Eh aposto que por este ninguém esperava)
Como é que ela se atrevia?
Ninguém, mas ninguém, fala assim comigo Rosalie Halle! Muito menos uma humanazinha que só porque sabe alguns feitiços pensa que é boa, eu devia era tê-la morto quando podia, isso sim, ter-me-ia poupado de muitas dores de cabeça eu garanto! E o pior não é isso, é que a MINHA familia prefere ficar do lado daquela insignificante do que do meu, que sempre fiz parte da familia, que sempre os tratei bem. Eles deviam ter ficado do meu lado e não terem apoiado a mosca morta que a única coisa que fez foi trazer problemas para esta casa e por todos nós em risco por ela.
O Edward é muito mais burro do que eu pensava, com tanta vampira por ai, ele tinha logo de se apaixonar por uma humana aquele idiota, ainda por cima ela nem sequer é bonita ou algo de especial, muito pelo contrário é feia e nem sequer sabe andar sem cair. A única decisão esperta que ele tomou desde que está com ela foi a de deixá-la mas claro, ele a seguir, feito o perfeito idiota que é, teve que voltar para ela, feito cão sem dono. Por mim tínhamos ficado com os Denali e nunca mais voltado, pelo menos não enquanto a humana fosse viva, ele podia perfeitamente ter ficado com a Tanya, ela até gosta dele! E é vampira.
Já fazia duas horas que estava fora de casa, tinha vindo atá à floresta e afastando-me o suficiente para o idiota intrometido não ler os meus pensamentos, abati uns quantos alces e agora estava sentada numa pedra a olhar o meu reflexo no rio.
Como é que ela pode dizer que eu sou uma pedra que não pensa em mais ninguém sem ser nela própria? É claro que eu me preocupo com os outros, até me preocupo demais! Eles não mereciam sequer um terço da minha preocupação, não depois da maneira como me têm tratado, pondo sempre a humana em primeiro lugar deixando-me para segundo, por amor a Deus eu sou bem mais importante que ela! Mas não, aposto que eles devem ter ficado lá a consolar a coitadinha, por isso é que nenhum deles se dignou a vir ver como eu estava. Eu é que fui atacada, ela atacou-me, insultou-me, tratou-me mal e … nada. Mais uma vez preferiram ficar com ela do que vir ter comigo para ver como estou! E ainda tiveram a lata de ralhar comigo, como se eu tivesse dito alguma mentira quando na verdade tudo o que eu disse foi a mais pura verdade!
Ah eles ainda se vão arrepender, ah se vão. Um dia vão olhar para trás e perceber que eu é que estava certa, que devíamos ter morto a humana logo ao início, que ela apenas foi um fardo, um pedregulho nas nossas vidas! E ai vão ter de me implorar pelo meu perdão, pois porque não vai ser fácil eu dar-lhos, ou eles pensam que é fácil para mim saber que estou certa mas ter de aturar a minha própria familia a chamar-me de egoísta, egocêntrica e a defender a mosca morta?
Pois não é, e eu vou fazer com que eles me implorem e muito, até de joelhos, para conseguirem obter o meu perdão!
De repente ouvi um barulho vindo da esquerda e automaticamente virei-me para lá pondo-me em posição de defesa.
Vi uma figura encapuzada sair das árvores e parar a alguns metros de mim.
- Ora, ora o que temos aqui? Uma vampirinha perdida? – ele falou num tom de escárnio.
- Quem és tu? Diz-me! – ordenei-lhe.
- Isso interessa mesmo? Eu posso ajudar-te a ter uma coisa que tu queres muito, sabes? – ele falou.
Que eu quero muito? Que coisa?
— Responde-me! Quem és tu? E não há nada que eu possa querer de ti. – rosnei-lhe.
Ele baixou o capuz, revelando a cara, se é que se podia chamar de cara aquilo. Tremi da cabeça aos pés, mas não abandonei a minha posição de defesa. O homem era assustador, tudo na sua cara era, mas o mais arrepiante eram os olhos que se pareciam com os olhos das serpentes.
- Quem eu sou não te interessa, apenas te interessa o facto de que eu te posso conceder uma coisa que há muito tempo desejas. – ele voltou a falar.
- Não há nada, mas absolutamente nada, que eu possa querer de si! – voltei a rosnar-lhe.
- Se eu fosse a ti não teria tanta certeza, afinal pelo que eu sei, tu queres Isabella Potter fora da tua vida e da tua familia, não estou certo?
Não falei nada, apenas endireitei-me e encarei-o confusa. Como é que ele sabia?
- Bem me parecia. – ele conclui com um sorriso.
- Como é que sabe? – consegui-lhe perguntar.
- Eu sei de muitas coisas minha jovem, mas nesta momento apenas lhe interessa que a vou ajudar a concretizar o seu desejo. – ele falou calmamente.
O que é que ele iria fazer?
- Porquê? – perguntei-lhe, afinal não conseguia arranjar nenhum motivo para um perfeito estranho querer ajudar-me.
- Digamos que Isabella é uma pedra no meu sapato à muito tempo.
Olhei para ele confusa, como é que ele sabe que quero a humana fora da minha vida e da minha familia? E como assim a humana é uma pedra no seu sapato à muito tempo? O que quererá ele dizer?
- Vejo que estás com duvidas, mas não entendo porquê. Ambos queremos que Isabella desapareça e eu posso fazer isso acontecer, mas para isso preciso da tua ajuda. – ele falou calmamente, como que a falar com uma criança.
- Porque é que precisa da minha ajuda?
- Ah minha querida, a resposta a isso é que tu podes aproximar-te dela sem impedimentos enquanto eu estou … digamos proibido de me aproximar dela, por isso preciso da tua ajuda para acabar com ela. E como tu queres o mesmo, porque não juntar o útil ao agradável?
Pensei por um bocado, se eu aceitasse a ajuda deste estranho podia ser que finalmente me livrasse daquela humanazinha sem sal, mas por outro lado eu não o conheço, sei lá se depois ele me vai fazer algo ou tentar livrar-se de mim também.
Fiquei durante uns minutos a pensar nos prós e nos contras até que tomei a minha decisão.
- Como? – perguntei.
Ele pareceu perceber o que estava a perguntar porque logo respondeu:
- Assim.
E apontou um ramo esquisito para mim. Nesse momento ouvi uma voz na minha cabeça e foi como se saísse do meu corpo.
P. O. V. Edward
Logo que Rosalie saiu a correr de casa abracei a Bella que parecia petrificada, quando a apertei reagiu.
- Oh meu Deus desculpem, eu não devia ter reagido assim, mas explodi. – ela disse tremendo.
- Shhh calma. – tentei acalmá-la.
- Não faz mal Bella, custa-me admitir mas a Rosalie andava a precisar de ser colocada na ordem, não te preocupes com isso. — Carlisle confortou-a.
- Mas eu não devia-lhe ter dito aquilo …
- Tem calma Bella, o Carlisle tem razão, a Rosalie andava a precisar de ouvir. – Emmett disse de cabeça baixa.
A Rosalie não o merece mesmo.
- Eh Bellinha pelos vistos continuas a mesma, sempre tiveste a língua afiada e pronta a por os outros na ordem. – o Fred, não o George, ou terá sido o Fred, ah paciência um dos gémeos disse fazendo-nos rir e desanuviando a tensão na sala.
Voltamo-nos a sentar e a conversar sobre o mais diversos assuntos menos eu e Bella que ficamos na nossa própria bolha, ela estava sentada no meu colo com a cabeça apoiada no meu peito e a brincar com os dedos de uma das minhas mãos enquanto eu, com a outra, lhe fazia festas, com as pontas dos dedos, nas costas e desenhava desenhos imaginários.
Já se tinha passado duas horas quando vi Rosalie correr na velocidade máxima até casa, mas não foi isso que me preocupou e sim os seus pensamentos:
“Eu vou mata-la, eu preciso de a matar, eu quero mata-la, é o meu desejo, eu vou mata-la, ela hoje vai morrer, de hoje não passa, já demorou até tempo demais, eu vou mata-la, eu vou mata-la, eu vou mata-la!”
Ela entrou em casa e, sem parar, saltou para cima de Bella arrancando-a do meu colo e fazendo-a cair no chão ficando por cima dela. Foi como se todos tivéssemos congelados, a surpresa e a reação da Rosalie fez-nos ficar paralisados a olhar para a cena. Rosalie estava erguer o braço com uma mão que mais parecia uma garra enquanto a Bella se debatia debaixo dela, tentando chegar a varinha que, com o impacto, tinha caído e estava um bocado afastada da mão dela.
Mas não foi isso que nos paralisou, foi também a expressão de Rosalie, a cara demostrava raiva, fúria, desejo de matar mas os olhos estavam sem brilho … vazios.
Notas finais
Espero que sim.
Aposto que acharam surpreendente o pov de Rosalie, bem agradeçam esta ideia aos vossos comentarios porque foi a ler que havia várias pessoas que queriam matar a Rosalie que tive a ideia de postar um pov dela.
Por falar em comentarios, comentem muito e por favor recomendem tambem, a tanto tempo que não recebemos uma recomendação, já sinto saudades ='(
Até ao proximo e Bjos
N/Ju:Hey galera linda e amada do meu coração, como estão, vejam só Que vontade de matar a Rosalieeeeee
Alguem protege a Bella pelo amor ao vampiro/Deus Grego.
Bjs Ju
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