Notas iniciais
Amores, eu peço imensas desculpas pela demora, dois meses é inaceitavel mesmo.Mas antes de me matarem lembrem-se que, se o fizerem, a fic acaba porque a ju e a lissah vao ficar de luto então também ja nao postam, por isso baixem as facas e as armas, larguem as pedras e parem com as bruxarias.Este capitulo foi escrito metade por mim, metade pela Ju - salvadora das causas perdidas.Ah no final tenho um pedido muito importante para vos fazer por favor leiamCapitulo dedicado a IsabellaCullenSwanMalik (adoro a parte do Malik) que fez uma recomendação lindaEnjoy

No capítulo anterior …

– Eu prometo que amanhã passo o dia inteiro apenas contigo na nossa clareira.

Sorri e antes de adormecer murmurei:

– Eu amo-te.

Não sei se ele respondeu ou não porque assim que acabei de falar cai num sono profundo onde nenhum pesadelo foi permitido, apenas sonhos felizes, agora que eu estava de volta ao lugar onde pertencia, aos braços do meu amor.

P. O. V. Bella

Ainda não conseguia acreditar, mas era verdade.

Depois de todas as emoções das semanas anteriores, na sua maioria negativas, finalmente um raio de luz conseguiu atravessar as nuvens cinzentas dando-nos forças para continuar a lutar e esperanças de um futuro melhor.

Esse raio de luz era perfeitamente notável hoje de manhã quando sai de casa dos Cullen e Edward veio-me por a casa. Assim que o viram, os Weasley saíram de casa a correr e, praticamente, fizeram a festa toda. Abraços, beijos, felicitações, até Charlie que nunca tinha ido muito com a cara de Edward ficou feliz em vê-lo e deu-lhe um abraço.

E agora aqui estou eu, em frente ao guarda-fatos a tentar encontrar algo decente para passar o resto do dia com Edward enquanto ele estava na sala a falar com o Lupin e o resto dos homens.

– Hum … o que achas deste vestido Bella? – Ginny perguntou mostrando-me um vestido vermelho super justo ao corpo, com um decote que revelava e muito e que eu não fazia ideia do porquê de o ter.

– Acho que … não é apropriado para o sítio onde vamos. – respondi-lhe, o que não deixava de ser verdade, se eu fosse vestida com aquele pedaço de pano para a clareira, confortável era a última coisa que iria estar.

– E que tal se usares a blusa cor-de-rosa de alças com uns calções brancos? – Hermione perguntou-me.

– Não fica mal mas … sei lá, apetecia-me ir diferente hoje, surpreende-lo.

Surpreende-lo, isso iria ser uma missão praticamente impossível, nós tínhamos lançado um feitiço à volta do quarto para que ninguém nos ouvisse mas não podia fazer nada que impedisse Edward de ler as mentes de Hermione e Ginny.

Hermione sorriu.

– Ok, é como quiseres, apenas temos de continuar a procurar, tenho a certeza de que encontraremos alguma coisa especial.

Continuamos a vasculhar armários e gavetas até que ouvi Ginny soltar um gritinho.

– Encontrei! É perfeito. – disse mostrando-me um vestido que Renée me tinha oferecido no verão passado e que eu nunca tinha usado.

– Tens razão, é perfeito, exatamente o que andava à procura.

O vestido era mesmo muito bonito, era um cai-cai com decote em coração na cor creme e todo rendado tendo um cinto preto com um laço a marcar a cintura.

Sorri para elas, peguei o vestido e fui tomar um banho rápido.

Assim que acabei, coloquei o vestido e sorri ao notar que me assentava na perfeição, fui para o quarto encontrando-o vazio e calcei uma sandália simples castanha. Para completar o visual coloquei um anel com uma rosa e um colar que Edward me tinha oferecido no nosso primeiro aniversário de namoro, tinha o formato de um coração de vidro com os nossos nomes inscritos.

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Olhei-me ao espelho e decidi deixar o cabelo solto visto que ele, não sei como, tinha ganho alguns caracóis ao longo da sua extensão.

Sai do quarto e fui para a sala, onde estava toda a gente.

– Uau Bellinha, estás um espanto. – George disse assim que me viu.

– Até fico magoado, para nós nunca te vestiste assim. – Fred comentou com cara de ofendido fazendo-me revirar.

– Estás muito bonita Bella. – Mrs Weasley disse, ignorando o comentário do filho.

Corei perante toda aquela atenção.

– Obrigada.

No segundo seguinte Edward, que estava do outro lado da sala, estava ao meu lado.

– Vamos? – perguntou estendendo-me a mão.

Apenas assenti pegando-lhe na mão.

– Até logo. – despedi-me.

– Adeus.

– Protejam-se, não quero ser tio tão cedo. – claro que um comentário destes só podia vir de Fred.

Fomos para o carro dele e como sempre Edward abriu-me a porta indo depois ocupar o seu lugar, dando a partida para a clareira logo de seguida. O caminho até à clareira foi sossegado, apenas com algumas conversas amenas.

– Há uma coisa com a qual eu não concordo. – Edward disse franzindo a sobrancelha.

– O quê?

– Os Weasley disseram que tu estavas bonita e essa apreciação está tremendamente errada. – comecei a ficar preocupada, será que ele não gostou do vestido? Se calhar, ao contrário do que pensei, fica-me mal e eu fico horrível nele. – Tu não ficas bonita vestida assim. – oh bolas, será que ainda dá para voltar atrás e ir trocar de roupa? – Ficas perfeita.

Quase soltei um suspiro de alívio com as suas palavras, afinal ele tinha gostado. E como não podia deixar de ser, corei com as suas palavras e olhei para ele sorrindo.

Já me tinha esquecido de como o tempo passava depressa quando estava com Edward, porque quando dei por mim já estava na clareira e metade do dia já se tinha passado. Não fora um dia mal aproveitado, longe disso. Eu e Edward aproveitamos o tempo para matar as saudades que, ao longo das semanas, se iam acumulando. Desde o início, o seu namorado tinha sido conturbado, cheio de confusões com vampiros, com a ameaça de Vitória sempre a pairar no ar e Bella sempre tivera o receio de Voldemort a descobrir, agora que tudo o que podia acontecer de mal já tinha ocorrido eles sentiam-se estranhamente aliviados, como se todo o peso que antes estava sob os seus ombros, tivesse desaparecido e finalmente tivessem a oportunidade de aproveitar a companhia um do outro.

Ficamos em silêncio durante uns momentos, apenas olhando um para o outro, tentando decorar todos os traços do outro, naquele momento não havia palavras, afinal há instantes em que um simples gesto pode dizer muito mais que uma palavra.

Como se tivesse lido os meus pensamentos, Edward levantou o braço encostando a mão à minha cara, fazendo-me deitar a cara nela e sorrir, sorriso esse que logo esmoreceu.

– Tive tanto medo de te perder, quando me disseram que te tinham levado foi como se tudo tivesse parado. Eu não conseguia acreditar, não queria acreditar. Porquê, se estava ali tanta gente, porquê que tinham de te levar logo a ti? Senti-me tão culpada, não conseguia deixar de pensar se eu estivesse mais atenta, se não tivesse saído de ao pé de ti, nada daquilo tinha acontecido, tu ainda estarias comigo. Foi horrível, foi como se aqueles meses em que estivemos separados tivessem voltado só que piores, porque desta vez tu não te tinhas ido embora para me proteger mas sim por minha causa. Durante grande parte do tempo eu não conseguia reagir, parecia que tinham arrancado uma parte de mim sem a qual eu não conseguia mais viver, só passado algumas semanas é que percebi que não podia continuar assim, como é que eu esperava ter-te de volta se nem eu mesma reagia, se ficava apenas ali parada a olhar para a janela à espera que tu aparecesses em algum momento a rir e a chamar-me de pateta por ter acreditado naquela brincadeira.

Fiz uma pequena pausa para secar as lágrimas que a esta hora já corriam livremente pela minha cara e depois continuei:

– Depois, quanto te vi nas masmorras na casa dos Malfoy, estava feliz porque estava outra vez contigo, tu estavas demasiado debilitado mas mesmo assim estavas ali, ao meu alcance, já não estavas em parte incerta. Claro que essa alegria acabou depressa quando Carlisle me deu a notícia de que tinhas morrido, ai não aguentei mais, nem quando te perdi das duas vezes senti uma dor tão grande, se antes tinham arrancado uma parte de mim, naquele momento era como … sei lá, nem dá para descrever tamanha a dor que sentia, eu só sei que eu só queira que Voldemort aparecesse e me matasse – senti Edward ficar tenso -, era a única maneira que eu via de eliminar a minha dor. Edward num mundo em que tu não existires eu também não tenho lugar, tu és, e sempre vais ser, tudo para mim. Eu amo-te mais do que a qualquer coisa.

Senti os lábios dele juntarem-se aos meus num beijo lento, terno, que demonstrava todo o nosso amor. Cedo demais ele afastou-se de mim, encostando a sua testa à minha e suspirou.

– Eu não posso dizer que não compreendo o que estás a dizer, porque entendo e muito bem. Quando me trancaram naquela masmorra todos os meus pensamentos estavam voltados para ti, em como estarias, ao início fiz de tudo para sair de lá, tentei sair pela janela mas eles tinham posto um feitiço que me impedia de sair, tentei ataca-los mas ele já vinham preparados para caso eu fizesse isso, todas as minhas tentativas de fuga foram frustradas e rapidamente eles fartaram-se e acorrentaram-me, depois disso vinham todos os dias até à minha cela para me torturar, umas vezes era para tentar obter informações sobre vocês e como se estavam a preparar, que técnicas estavam a desenvolver, mas outras vezes eles iam só para se divertirem. Foram várias as vezes em que pensei em, simplesmente, desistir mas todas as vezes em que um desses pensamentos me ocorria era logo substituído por uma imagem do teu rosto, pelo teu sorriso e imediatamente o pensamento de desistir era varrido da minha mente, porque eu sabia que precisava de ficar vivo, por ti, nem que fosse apenas para ter a oportunidade de olhar nos teus olhos uma última vez, eu não podia desistir. Enquanto eu estava lá, não parei de pensar em você, era isso que me dava forças, sempre que aquela bruxa me torturava eu lembrava do seu rosto, dos seus olhos, do modo engraçado que você ri, ou do seu sorriso, as vezes no meio de toda aquela dor eu me pegava sorrindo vendo minhas lembranças de você me olhando desse seu jeito. Basicamente, posso dizer que foste tu que me mantiveste vivo. E depois quando ouvi a tua voz pensei que estava a alucinar, achei que a vontade de ver era tanta que o meu cérebro já me estava a pregar partidas mas não me importei muito, afinal era partida muito boa poder ouvir a tua voz. Mas não era mentira, tu estavas mesmo ali e finalmente pude permitir-me sentir alguma alegria, eu sei que devia ter ficado mais entusiasmado mas um lado de mim não conseguia parar de pensar que, por muito bom que fosse ter-te ali, não me conseguia esquecer que isso também significava que estavas em perigo.

Dei um pequeno sorriso, era tão … Edward. Nem mesmo nos momentos de pura aflição ele deixa de se preocupar comigo.

– Bella, tu és todo o meu mundo, perder-te significaria morrer para mim, eu amo-te mais do que à minha própria vida. – nesse momento vi um brilho de determinação passar pelos olhos de Edward, como se ele tivesse acabado de decidir algo.

Do nada, Edward pôs-se de pé, puxando-me com ele.

– Há já algum tempo que eu queria fazer isto, mas nunca encontrei o momento ideal, agora, depois de tudo o que passamos, percebo que não existe momento mais ideal do que o presente, porque nunca se sabe o que vai acontecer amanhã por isso é que se deve aproveitar sempre a vida ao minuto, não vivendo com medo do que o amanhã pode trazer nem adiar tudo o que temos de fazer para depois. Agora eu percebo que não é o momento que conta mas sim a pessoa com quem o compartilhamos.

Quando vi Edward apoiar um joelho no chão, o meu coração parou de bater por uns segundos para depois recomeçar a bater com o triplo da velocidade.

– Isabella Marie Swan eu prometo amar-te pelo resto da eternidade, prometo ficar ao teu lado durante os bons e maus momentos, prometo conceder todos os teus desejos e realizar todos os teus sonhos, concedes-me a extraordinária honra de casar comigo?

Fiquei em silêncio durante uns minutos sem saber o que dizer, na verdade estava petrificada no lugar onde estava, só quando senti Edward dar um leve aperto na minha mão é que percebi que já estava assim há demasiado tempo.

– Oh Edward …

– Edward não é resposta Bella, agora estás a deixar-me nervoso.

– O que é que tu achas? É claro que eu aceito casar contigo.

Sem nem o ver, senti Edward levantar-se e quando dei por mim estava a ser rodada nos seus braços, comecei a rir sendo acompanhada por Edward. Quando ele me pôs no chão nem sequer me deu tempo de respirar, pressionando os seus lábios nos meus num beijo de tirar o folego mas que ao mesmo tempo demonstrava todo o amor que sentíamos, e a felicidade daquele momento.

Quando ele interrompeu o beijo deixando-me respirar e passou a beijar-me o pescoço, lembrei-me de um pormenor.

– Hum … Edward? Não é por nada, mas não era suposto haver um anel?

Senti os lábios de Edward pararem de beijar o meu pescoço e ele suspirar antes de levantar a cabeça e olhar-me.

– Era, mas … bem … eu acho que me esqueci de comprar um, queria fazê-lo mas depois ouve aqueles problemas todos e eu acabei por me esquecer. – disse mexendo no cabelo num claro sinal de nervosismo.

Não aguentei mais e desatei a rir.

– Não vejo onde é que está a piada. – ele resmungou.

A muito custo consegui controlar-me e falar.

– É só que tu és o senhor memória perfeita, nunca costumas esquecer-te de nada amor, por isso tens de admitir que teres de te esquecido logo do anel de noivado até tem a sua piada. – disse e comecei a rir novamente.

– Ah tem piada é? – disse ele com uma cara de quem ia fazer alguma, instantaneamente parei de rir e fiquei a olhar para ele desconfiada.

Vi Edward começar a vir na minha direção e andei uns passos para trás fazendo-o sorrir.

– Bella, amor, já devias saber que podes tentar, mas não vais conseguir escapar.

– Vamos ver. – disse e comecei a correr.

Tal como esperava Edward veio atrás de mim, numa velocidade humana para não estragar a brincadeira. Ficamos nesta brincadeira durante uns minutos, correndo pela clareira, pelo meio das árvores até que tropecei na raiz de uma das árvores e quase fui dar um abraço ao chão se Edward não me tivesse segurado mas ao contrário do que pensei não me ajudou a voltar à posição vertical, em vez disso deitou-nos sobre a relva macia deitando-me por cima do seu corpo.

– Apanhei-te. – disse dando-me um pequeno beijo, apenas um roçar de lábios, enquanto me agarrava na cintura.

– Não, não, eu estou por cima então eu é que te apanhei. – falei fazendo-o erguer uma sobrancelha e depois rir.

– Sério? Então parece que temos de inverter a situação. – dizendo isto Edward rodou para o lado fazendo-me ficar por baixo dele, soltei um gritinho com a velocidade com que ele fez o movimento. – Estavas a dizer?

– Que tu és um grande batoteiro e que eu ganhei. — disse fazendo Edward olhar para mim e dar um sorriso malicioso.

No segundo seguinte, Edward estava com as mãos na minha barriga a fazer-me cócegas.

– Pa-para Ed-Edward por fa-favor. – tentava pedir-lhe para parar no meio das gargalhadas.

– Tu sabes o que fazer para eu parar, ou melhor, o que dizer.

– Não di-digo, n-não digo, n-não di-digo. – insisti, arrependendo-me de imediato quando Edward recomeçou com a sessão de cócegas. – Ok, ok t-tu ven-venceste. Apanhaste-me.

– Linda menina. – disse sorrindo.

Virei a cara para ele fazendo os nossos lábios ficaram a centímetros um do outro e o meu coração começar a bater forte de antecipação.

Edward baixou a cabeça transpondo os poucos centímetros que nos separavam. Este beijo foi diferente de todos os outros, claro que, tal como em todos os outros, continha amor mas nele também havia algo mais … desejo.

Senti a língua de Edward percorrer o meu lábio inferior pedindo autorização para entrar que prontamente foi concedida levando as nossas línguas a começar uma dança erótica que tão bem conheciam.

Senti a mão de Edward na minha perna, ao inicio apenas a tinha pousada no meu joelho até que ele deu a volta pondo-a na parte interior do joelho e subitamente puxou a minha perna para o seu quadril fazendo-me soltar um pequeno gemido. Quando precisei respirar Edward passou a beijar o meu pescoço e com a sua mão fazia circuitos desde o meu joelho até à coxa, o que não estava a facilitar nada a minha tarefa de respirar normalmente. Ficamos assim durante alguns minutos até que Edward parou de repente e afastou-se de mim, deixando-me ainda deitada na relva a tentar regularizar a respiração. (N/B: hehe quem mais reparou que eu não tenho jeitinho nenhum para descrever estes momentos mais íntimos, levanta a mão)

Quando finalmente consegui concretizar a minha missão de regularizar a respiração, ergui o tronco apoiando-me nos cotovelos, olhando para Edward, que estava de joelhos à minha frente e com os olhos fechados respirando fundo várias vezes.

– Edward? O que é passou? Porque é que paraste? – perguntei.

Ele abriu os olhos lentamente antes de me responder.

– Tu sabes bem porquê Bella. Se continuasse não iria mais conseguir parar. – respondeu-me com a voz séria.

– Eu não quero que pares. – disse num sussurro.

– Bella … — começou mas não o deixei terminar.

– Bella não, Edward. Lembraste do que disse ainda há pouco sobre aproveitar a vida a cada minuto porque nunca sabemos o que o amanhã nos reserva? – ele acenou com a cabeça – Então porque não o fazemos? Edward eu amo-te e tu também me amas, já temos o mais importante, que é o nosso amor, além disso estamos sozinhos, completamente sozinhos, o que é raro. Quem sabe quando voltaremos a ter uma oportunidade destas?

– Eu posso magoar-te Bella. – disse sussurrando, como se estivesse num conflito interior.

– Pois podes, mas eu sei que não vais. E além disso se me magoares eu posso muito bem te lançar um feitiço. – disse piscando-lhe o olho, fazendo-o soltar um riso curto. – Por favor Edward. – pedi abraçando-o pelo pescoço. – Eu amo-te e tu és tudo o que eu mais quero.

– O tempo é muito lento para os que esperam. Muito rápido para os que tem medo. Muito longo para os que lamentam. Muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eterno. William Shakespeare. — ele disse, para minha impaciência.

–Edward, eu não quero mais esperar, percebi que eu não posso viver sem você, mas uma guerra sem fim se aproxima, e eu sinto isso, não podemos mais esperar, pois talvez não vivamos muito mais tempo que isso. — eu admiti tristemente.

Ele suspirou, estava cogitando, nesta hora meu coração bateu mais rápido, quase não conseguia controlar minha respiração, repentinamente eu fui parar de baixo dele.

–Está muito nervosa?-ele perguntou brincalhão.

–Hum... Claro, Edward eu espero isso a muito tempo e de repente você começa a cogitar a hipótese. — eu disse verdadeiramente.

–Bella me de essa prazer, você sabe as minhas condições, apenas quero uma única coisa, casamento e a ideia que você mais repudia.- Ele disse.

–Eu lhe prometi Edward, assim que me conceder o meu pedido eu me caso com você. -eu falei quase implorando.

–Como vou saber que está falando a verdade?-ele perguntou e aquilo doeu, depois de eu ter feito tudo isso por ele e ele duvidava de mim, de novo senti as lagrimas voltando aos meus olhos.

–Duvida da luz dos astros, de que o sol tenha calor, Duvida até da verdade, Mas confia em meu amor.- eu disse escondendo meu rosto mais uma vez.

–Olhe só, criei um monstro, uma bruxa conhecida em todo mundo mágico citando Shakespeare para desvirtuar seu namorado vampiro. — ele brincou.- Não fique triste meu amor, não foi minha intenção lhe deixar mal, confio a você a minha existência, já lhe confiei meu coração, e se eu tivesse uma alma ela seria sua.

–Você tem uma alma Edward. E não tente demover-me do assunto. Minha alma, meu coração, minha vida e tudo inteiramente seu, mas quero ser sua por completo. — eu disse tinha certeza que estava totalmente corada naquele momento.

Então seus lábios grudaram nos meus, senti como se meu coração fosse do meu peito a qualquer pular a qualquer momento, o sangue corria nas minhas veias, o meu corpo a tanto tempo entorpecido pela dor estava em jubilo.

–Se quer realmente alguma coisa, tem que se acalmar. — ele brincou mais uma vez, mas sua respiração era tão irregular quanto a minha.

–Bella, eu tenho medo de te machucar. — desta vez num tom serio. Tinha me esquecido das suas oscilações de humor.

–Não tenha medo, pertencemos um ao outro.- E ele me beijou mais uma vez, suas mãos frias percorreram a frente da minha blusa, ele abriu os botões da minha blusa de linho e logo ela não estava mais no meu corpo, desta vez ele olhou nos meus olhos, e abriu a parte de trás do meu sutiã.

–Tão linda. — ele disse tão baixinho que eu pensei estar ouvindo coisa, e então ele levantou a mão e tocou-me com suavidade, tremi de prazer, Edward gemeu.

–Não sabe o quanto sonhei com isso. — eu disse com a voz tremula.

E num movimento rápido ele já tinha tirado a camisa, os músculos perfeitos me deixaram mais uma vez sem palavras, ele era tão lindo e perfeito, sua boca voltou para a minha.

O beijo se tornou urgente e os dois corpos se arquejaram numa sincronia perfeita, desabotoei o jeans e o tirei, Edward se desfez do dele em uma questão de segundos, enquanto eu a bruxa demorei um pouco mais.

–Você e absolutamente perfeita, não sabe o quanto EU sonhei com isso. — ele suspirou no meu ouvido e eu estremeci. -Bella, você quer ser minha?-ele perguntou a voz rouca.

–Para todo o sempre. — minha voz falhou por duas vezes.

Então com muito cuidado Edward tirou a lingerie preta com rendinhas, ele arfou e repetiu “tão linda”, ele voltou a beijar meus lábios com a mesma urgência, desta vez beijou meu pescoço, e estremeceu.

–Não vai me machucar eu confio em você. — eu falei. E ele desceu beijando os meus seios, e minha barriga e voltando todo o percurso.

–Não sei como fazer isso...-ele disse inseguro.

–Eu amo você. — eu simplesmente disse.

E ele penetrou-me, no começo doeu, me controlei afundado minhas unhas na pele fria dele mas logo a sensação de dor foi queimando em meio ao prazer eu eu arranhei as costas dele desta.

–Nesse momento não sabe o quanto eu queria ser feito de carne.-ele disse

Nossos corpos se moviam num ritmo alarmante e igual, e fomos atingidos por uma bola gigante de prazer, eu gemi de satisfação e Edward me acompanhou.

–Eu... te amo. — eu falei tremulamente.

–Também te amo. — ele disse.

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Nós dois já estávamos vestidos, o sol que nos tinha abençoado estava desaparecendo, eu sorri, dando adeus a ele, Edward brincava com meu cabelo. Estava tudo perfeito, havia sido tudo maravilhoso, ele havia contido o vampiro e eu a bruxa, tinha sido apenas Bella e Edward.

–Se eu soubesse que para te fazer ficar calada por tanto tempo eu teria feito amor com você a muito tempo. — ele ironizou, eu fiz algumas faíscas com a ponta da varinha.

–Não esqueça que eu sou uma bruxa meu amor!-eu disse.

Ele suspirou, eu me apoiei no cotovelo para olhar para seu rosto.

–Edward todo esse tempo que você ficou “fora” eu não parei de pensar em você, não estou falando do recente desaparecimento e da sua morte, estou falando de muito antes, quando me deixou, eu me apoiei em Jacob, mas faltava algo...-Eu parei e respirei fundo.- E agora essa possível guerra se aproxima. Se...-Ele colocou o indicador nos meus lábios.

–Não pense nisso, pelo menos não por agora. — ele me acalmou, e deitou-me cuidadosamente em seu peito e eu sem senti protegida.

–Imagine se a Alice tiver visto isso, ela deve estar arrancando os olhos. — ele riu mas nervoso.

–Ah credo nem diga isso. — eu falei.

–Bem agora temos que voltar ao mundo real, devem estar sentindo nossa falta. E a hora de sairmos do conto de fadas. — ele suspirou me ajudando a levantar.

–Quem precisa de contos de fadas, sou uma bruxa, você e um vampiro, e felizes para sempre. — eu disse.

–Para sempre.- Ele me beijou com amor.

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N/B: Pessoal, eu sei que não tenho nenhum direito a pedir-vos o que quer que seja, mas isto é mesmo muito importante para mim.

Aposto que todos vocês sonham em conhecer o vosso idolo, aquele cantor, ator o que quer que seja que vocês amam, não é?

Bem, eu não sou excepçao à regra e acontece que esse sonho está quase ao meu alcance mas para ele se realizar preciso mesmo muito da vossa ajuda.

Os meus idolos sao os One Direction e eles vêm a Portugal no dia 26 então tá a haver um concurso para que 5 fãs os conhecam pessoalmente e é ai que eu preciso da vossa ajuda.

Preciso que vão a este link:

https://www.facebook.com/beatriz.lucas.562?ref=tn_tnmn

Lá aparece uma ligação a um concurso da cidade fm, por favor cliquem nessa ligação e votem na imagem que diz By: Beatriz Lucas.

Este é o meu maior sonho, eu sei que pode parecer um bocadinho fútil mas é tudo para mim, mas para se tornar realidade preciso de imensos votos, no minimo 70 e só com a vossa ajuda é que conseguirei chegar a essa quantidade e até excede-la.

Por isso por favor votem, nem sequer um minuto demora e vão estar a fazer alguem mesmo muito feliz o que vai se refletir na fic que vai ter capitulos muito mais frequentes e quem sabe até uma segunda temporada.

É tudo o que vos peço amores agora a decisão de me ajudar ou não fica a vosso encargo.

Bjs

N/Amaya:

Espero que tenham gostado desse momento romantico de Beward, desculpem a demora somos autoras ocupadas XD

E votem na nossa autora favorita, para conhecer o 1D em galera vamos ajudar, uma autora feliz e igual a capitulos mais rapidos.

Bjs

AmayaCullen