Is dead
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Eugene e o grupo de homens se preparam, com seu singelo arsenal, para vascular os outros andares do pequeno e simples prédio. Eles sobem os lances de escadas com muito cuidado e atenção, cada um tem em mãos uma faca e alguns estão equipados com armas de fogo, que é pouco provável serem usadas em meio aquela situação. Eles entram nos dois primeiros apartamentos do corredor e vasculham o ambiente em busca de errante ou algo que seja útil.
– Ei pessoal, acho q encontrei alguma coisa – Braian retira uma lona preta que revela o que seria uma mina de ouro em tempos daquele.
– Um radio! Cara tira essas coisas da mesa vamos ver se ele funciona – Eugene corre com seu gingado desengonçado em direção a Braian e o radio.
Eles testam a coisa de todas as maneira e todas as suas estações, o Maximo que conseguem tirar do radio é um chiado irritante. Mesmo assim eles decidem levá-lo e alguns cobertores limpos.
Quando eles sobem mais um lance de escada eles escutam um ruído como se algo tivesse sido esquecido, deixado para trás ou preso. A cada paço a tensão só aumenta. Os ruídos eram calmos demais, porem constantes, como se algo tivesse incomodando. Eles não conseguem identificar de onde vem o ruído estranho. Tentam ser os mais cuidadosos possível indo em cômodo por cômodo de cada apartamento. E nada parecia estar errado. Não avia sinal de errante e o mais estranho o apartamento estava com tudo em seu devido lugar como se nada tivesse acontecido e como se a qualquer momento uma moça sairia da cozinha e ofereceria aos visitantes uma xícara de chá gelado com um ar amistoso.
Braian logo desiste de vasculhar o local e vai de encontro ao outro apartamento do andar. Ao se aproximar da porta ele percebe que ela ta emperrada como se algo estivesse a segurando. Com um chute Braian de Maike conseguem deslocar o armário que estava atrapalhando o bom funcionamento da porta, que agora se encontra entre aberta. Os dois então e observam todo o local, pegam o q é de útil no apartamento e calmamente se dirigem ate aporta quando um barulho no fim do corredor chama atenção deles, que deixam as coisa no pé da porta e vão em direção ao som.
A porta range. Os pés se aproximam. A porta treme. Os pés param. A porta se abre.
...
– Eu to preocupada com eles. O que será que eles vão encontrar? E se acontecer alguma coisa? – Fala Ella impaciente
– Bom, andar de um lado para o outro não ajuda muito.
– E ficar ai parada tomando café também não! – Ella olha para Ami brincando no quarto ao lado – Ah, me desculpe... eu sei que tenho que ficar calma mas é difícil ter que explicar certas coisas para uma criança – Ella faz uma pausa – ou ate pra se mesmo.
– eu sei, ta. Olha me desculpa também, essa é uma forma de, sei la, esquecer um pouco isso... isso tudo – Diz Lily agora em pé olhando para a mulher — mas, eu não acredito que eles estejam em apuros. Estão bem.
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