Is Only Love And Nothing Else!
16 Capitulo 16
Notas iniciais
POV Pedro
– O que? — Perguntei não acreditando no tinha ouvido. Tomtom estava com a mão na boca e com os olhos arregalados. — Responde. — Pedi, Tomtom suspira e senta ao meu lado.
– A K gosta de você do mesmo jeito que você gosta dela.
– Tomtom por que você esta dizendo isso? Eu já te contei o que ela disse.
– Pê, ela mentiu, a K ta sofrendo como você ou até mais.
– Por que? Eu vou lá falar com ela. — Fiz menção em levantar mas Tomtom me puxou pelo braço.
– Olha bem nos meus olhos e responde. — Pediu ela e eu obedeci. — Você acha sinceramente que a K vai te falar a verdade?
– Não. — Confesso.
– Então, o que você vai fazer na casa dela?
– Não sei, queria vê-la. Mas espera ai, como você sabe disso tudo?
– O João me contou. — Responde
– Mas o João não é amigo dela, eles só brigam. Quem contou pra ele?
– O Cobra. — Falou me encarando.
– Desde quando você é amiga desses dois? — Pergunto. Tomtom bufa e me puxa. — Onde vamos?
– Esclarecer isso tudo.
Não perguntei mais nada, fomos ate a porta da casa da esquentadinha, Tomtom me pediu pra esperar, ela subiu e depois de uns minutos apareceu com João a tira colo.
– O que ele ta fazendo aqui? Achei que íamos conversar sobre a operação. — Sussurrou João.
– Operação? — Pergunto.
– Cala a boca os dois, venham comigo. — Falou Tomtom. Nos puxando. A pirralha nos levou ate o QG.
– O que? O que ele esta fazendo aqui? — Perguntou Cobra quando entramos. — Ja esta na hora? — Sussurrou no ouvido de Tomtom, mas eu ouvi.
– Na hora de que? — Perguntei
– Não, eu quero que conte pra ele. Tudo. — Falou Tomtom.
– Tem certeza?- Questionou Cobra. Tomtom assentiu.
– Tudo o que gente? — Perguntei confuso. — Parece que estão falando em código.
– Senta aqui Pedro. — Pediu Tomtom, e me sentei. Cobra sentou-se na minha frente e começou a falar que a K gostava de mim desde de o dia o atropelamento, por isso que ela nao me dedurou, disse que quando eu confessei que estava apaixonado por ela, Karina só saiu correndo por que não sabia como se declarar pra mim e disse também que ela só mentiu por que ela tem muito medo de se machucar, como acontecera no passado. Fiquei boquiaberto, eu já devia saber que a K não se entregaria tão fácil, ela não é igual as outras, eu também não devia ter desistido tão rápido. Sou um fraco. Eu fiz nos dois sofrermos. Mas eu vou consertar isso.
– Mas isso tudo não explica a "amizade" de vocês. — Falo
– Nós nos unimos para ajudar vocês a se reconciliarem. — Disse Tomtom.
– E como vocês iam fazer isso? — Pergunto.
– A gente ia prender vocês aqui, ate vocês se acertarem. — João explicou sorrindo.
– E vocês acham que iria funcionar? Eu sairia daqui dentro de um saco preto direto para o necrotério. — Eles riem.
– Eu disse que a K ia te matar mas o Cobra disse que não, e como ele conhece a K melhor que ninguem, resolvi acreditar. — Falou a pirralha olhando para Cobra que ria.
– Cara, a K não é psicopata. Tenho certeza que se você abrisse seu coração pra ela, ela iria se entregar. — Disse Cobra.
– Mas e agora? — Pergunto.
– Agora o que? — Pergunta João
– O que a gente faz?
– A gente? Agora é com você cara. Tu vai ter que reconquistar a confiança da Esquentadinha.
– João fica quieto — Diz Cobra. — Nos vamos te ajudar mané.
– Por que você esta fazendo isso Cobra? — Questiono.
– Por que eu amo a K e quero vê-la feliz. E se ficar com você fizer isso, eu vou ajudar. — Responde, Vejo sinceridade em seu olhar.
– Nossa! Não sabia que você gostava tanto dela. — Falei. — Vejo que é bem verdadeira a amizade de vocês.
– Ta bom, vamos parar com os declarações e vamos resolver o que a gente vai fazer pra domar a onça. — Fala João cortando o "clima".
– Ja vi que hoje não vai dar mais né. — Fala Tomtom — Se o Pê encontrar com a K vai dar com a língua nos dentes.
– Nem vou. — Me defendo.
– Pê eu te conheço, é melhor prevenir né.
– Ta bom. — Me dou por vencido. — Vocês ja tem algo em mente?
– Eu ainda acho que se vocês ficassem trancados aqui ou em qualquer outro lugar iria funcionar. — Cobra fala.
– Pode ate ser, mas primeiro o Pê tem que ir amolecendo a K. Por que se nos os trancasse hoje, o Pê não sairia vivo. — Tomtom explica.
– E então Pedroso, o que tu vai fazer pra amolecer a esquentadinha? — Pergunta João.
– Não sei gente, vou pensar, qualquer coisa falo com vocês.
– Ok — Disseram todos.
– Vamos Tomtom? Eu ainda tenho que desmarcar um encontro.
– ENCONTRO? — pergunta João e Cobra juntos.
– É gente, o babaca aqui ia sair com uma vaca qualquer, por isso que eu tive que trazer ele aqui. — Explica Tomtom
– Essa "vaca"se chama Juh, Pedro? — Pergunta João
– Chama — Sorrio — Mas ela não é vaca. — Olho bravo pra minha irmã que ri.
– Quantos horas gente? — Cobra pergunta de repente.
– São 16:21, por que? — Pergunta João
– Nossa gente, o tempo passou voando. Marquei de sair com a K. — Explica. Eu fecho a cara meio enciumado.
– Relaxa o Guitarrista. — Cobra ri da Minha cara.
– Espera ai, hoje não era o dia de colocar o plano em ação? — Pergunta Tomtom. — Por que você ia leva-la pra sair?
– Eu ia trazer ela aqui com a desculpa que esqueci algo, mas agora que não vai ter plano vou ter que leva-la ao cinema. Ou pra fazer qualquer outra coisa. — Se explica.
– Ata. — diz Tomtom.
Todos saímos do QG, João entrou em casa e eu Tomtom fomos para o restaurante. Estava morrendo de fome. Depois que comi liguei pra Juh que só faltou me bater quando disse que não ia dar pra sair. Depois fui tentar compor.
POV Karina
Cade o Cobra que não chega? Marcamos de sair e ele esta quase uma hora atrasado, mandei mensagem mas ele não me respondeu. Se ele me der um bolo vou ser obrigada a bater nele. Me deitei na cama por que ja estava morrendo de cansaço de ficar sentada. Ouço alguém bater na porta. Cobra!
Saio mancando do meu quarto e abro a porta, ja estava preparada para xingar ele.
– Antes que você me xingue eu te peço desculpas Loirinha. — Me interrompe quando faço menção em abrir a boca.
– Tudo bem vai, mas por que demorou? — Abaixo a guarda. Não consigo ficar brigada com esse idiota.
– Jade. — Explica. Reviro os olhos.
– Você parece um cachorrinho. — Debocho.
– É o amor — Ele suspira. Rimos.
– Vamos logo antes que eu desista. — Digo fingindo irritação.
– Como queira Madame. — Brinca.
Descemos as escadas, o carro de Cobra estava estacionado em frente de casa. Ele abre a porta pra mim e em seguida entra. Liga o carro e acelera.
– A-propósito, onde vamos? — pergunto.
– Onde você que ir?
– To com fome — Digo e ele ri.
– Quando não esta né. — Dou-lhe um tapa no braço. — Aii! Ate parece que eu menti.
– Cala a boca.
– Eu conheço um restaurante de comida japonesa ótimo.
– Seria maravilhoso Cobra, se não fosse 17:00 da tarde né. — Sorrio, Cobra bate a mão na testa. — Nem deve ta aberto.
– É mesmo novinha — Ele ri — Então você vai te que se contentar com um sanduíche, no shopping.
– Perfeito. — Rimos.
Liguei o som de seu carro, coloquei na pasta das musicas do Imagine Dragons e fomos todo o trajeto cantando, gritando, rindo e desafinando. Chegamos ao estacionamento e descemos. Pegamos o elevador e fomos direto para a praça de alimentação.
– Subway! — Dissemos junto e rimos.
Nos sentamos depois de pegar nossos pedidos, comemos e conversamos um pouco, depois fomos ver as vitrines. Era sempre o mesmo ritual quando vamos ao shopping, comíamos, olhávamos as vitrines, riamos, brincamos e depois íamos embora. Foi assim hoje.
Quando cheguei em casa meu pai e Dandara estavam a mesa jantando.
– Boa noite família. — Os comprimento.
– Boa noite minha linda — Responde Dandara.
– Boa noite filha. Que bom humor hein? — Diz meu pai. — Qual o motivo.
– Nenhum motivo. So estou feliz. — Explico.
– Saiu com o Cobra né? — Perguntou meu pai.
– Ahãm.
– Minha linda, você gosta desse rapaz? — Pergunta Dandara.
– Nã...
– Claro que não mãe, ela gosta é do Pedro. — João me interrompe. Como aquele nerd sabia??
– De onde você tirou isso João? — Pergunto irritada.
– Ah para K. Todos sabem. — Ele fala. E eu coro forte. Que nerd filho da mãe.
– Tchau João — Digo saindo e deixo ele rindo. Me jogo na cama e coloco meus fones. Droga!
POV Narradora.
– Por que você disse isso meu filho? A K e o Pedrinho não se dão. — Diz Dandara.
– So fachada mãe, eles são apaixonados um pelo outro. — João explica. Gael só ouvia confuso.
– Como você sabe disso garoto? — O mestre pergunta.
– Informação confidencial. — Fala João saindo da cozinha e voltando para o quarto.
– Volta aqui moleque. — Chama Gael.
– Calma amor. — Dandara o acalma. — O que tem de mais se a K e o Pedrinho se gostarem?
– Eu não quero minha filhinha namorando.
– Gael larga de ser antiquado. Ela já ta na idade.
– Vamos mudar de assunto Dandara. — Pedi Gael e Dandara ri.
Na casa do Pedro...
– Ta tentando compor pra K? — Pergunta Tomtom.
– Não sei, mas acho que sim, por que toda vez que eu penso em amor, é só ela que vem na minha cabeça.
– Aaawwwwn — Resmunga Tomtom abraçando um urso.
– Vai dormi pirralha — fala Pedro rindo.
– Ja pensou em como vai conquistar a K?
– Ainda nao.
– A melhor coisa que você pode fazer ta ai na sua mão. — Fala Tomtom
– Meu caderno?
– Não idiota, a composição. Faz uma musica pra ela. Tenho certeza que ela vai amar.
– É pode ser.
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