Ironias do Amor
22 CAP 22 Compromissos Irônicos
A manhã estava surgindo com uma promessa de recomeço. O sol ia ganhando força alcançando as folhas nos galhos das árvores que as deixavam num dourado majestoso, os orvalhos reluziam como pequenos diamantes o perfume fresco do alvorecer invadia as narinas do homem exausto no sofá que se mexeu levemente, percebendo onde se encontrava e que o pesadelo que andara submetido há algumas horas havia passado. Sentiu uma onda de alívio.
Embora soubesse que Rey a essa altura dormia tranquilamente no apartamento que dividia com sua amiga, por insistência dela, pois, por Ben estaria em seu lar. Ainda sim sentia que aquilo não havia acabado e que ela e seu filho corriam perigo.
Levantou-se do sofá, e esticou seu tronco num alongamento com a finalidade de colocar os músculos e ossos no lugar, sentia falta dela, caminhou calmamente até a copa.
Na cozinha, enquanto preparava um dejejum reforçado, enumerava mentalmente tudo que faria ao longo do dia. Pensava na garota e todos os infortúnios que enfrentou com tamanha coragem, mesmo se mostrando forte ele precisava ter certeza que estava tudo bem com ela e o bebê, portanto, a primeira coisa que faria era levar a mãe de seu filho ao consultório de Lis, mesmo que ela se declinasse. Riu ao pensar na obstinação de Rey.
(...)
Apesar de toda a insistência da médica ou mesmo de Benjamin tentando convencê-la de ficar na casa de qualquer um deles, todavia ela preferiu ir para seu lar com sua amiga, dormir em seu quarto, assim concordaram, porém, deixaram Rose em alerta, caso qualquer coisa anormal acontecesse a Rey ou fora do imóvel avisasse imediatamente a eles, com tudo acertado Jakkes pode ficar onde desejava.
Em seu apartamento pequeno e modesto, Rey adentrava em seu quarto todo organizado que Rose tão esmeradamente arrumou, Rey estava exaurida.
O local estava belamente ornado com seus bichinhos de pelúcia enfileirados na prateleira, com seus livros e seus bonecos colecionáveis, sua vista caminhou por todo o ambiente, tudo era muito familiar aos seus olhos, então fixou seus orbes numa caixa de cor amadeirada em cima de seu criado-mudo, dessa feita sentou suavemente na cama e se espreguiçou e tocou seus pequenos dedos no objeto.
Puxou ele para junto de si o pousando no colchão, com isso passou a mexer no seu interior e retirou roupinhas de bebê e umas meiazinhas tão pequeninas. Comprou assim que soube que seria mãe, lembrou desse dia com alegria quando avistou a loja e não resistiu entrou no estabelecimento e trouxe os objetos consigo. Adormeceu abraçada as peças de roupa. Seu sono estava ausente de sonhos.
Sentiu o cheiro adocicado de panquecas invadir o ambiente tentava abrir lentamente as pálpebras que pesavam. Piscou algumas vezes para conseguir mantê-los abertos. Aos poucos eles se ambientavam com a claridade do local, embora as cortinas se mantinham cerradas. Olhou a sua volta e sentiu alívio por ter certeza que estava novamente em sua casa.
O dia estava radiante com um sol brilhante e nuvens branquinhas suspensas que pareciam ter sido desenhadas e colocadas no céu. A manhã estava fresca e odor das flores preenchiam o cômodo, aliás, foram muitas que Rey havia recebido de Ben. Nesse ínterim Rose adentra onde sua amiga repousava com uma bandeja de café-da-manhã.
— Hora de acordar! Tomar seu dejejum. — Pontuou sorridente. A garota pálida apenas abanou a cabeça recusando o alimento, estava muito nauseada e zonza. Tico apoiou a bandeja na mesinha de estudos.
— Não posso deixar você sem se comer alguma coisa. — Sentou-se no lado dela. — Além do mais, minha cunhada comeria meu fígado se eu não fizer comer algo. — Ambas riram e, nisso ouviram a campainha tocar, Rey estremeceu.
— Não fique exaltada, querida. — Passou suavemente a mão na face dela, deve ser o Finn disse que passaria aqui. — Se levantou e antes de sair.
— Vou atender a porta e trago uma água para você. — Piscou e saiu.
O quarto tornou a ficar silencioso, mas foi quebrado quando ouviu o som familiar de risadas e conversa amena que vinha da sala queria ira até o amigo, contudo, ainda sentia o torpor no corpo (consequência) do que aquele verme havia aplicado nela, assim permaneceu sentada na cama.
Nisso a porta se abriu e seu amigo entrou a abraçou de modo terno e fraternal, como se há muito séculos não tivesse visto a figura feminina. Em meio as lágrimas e sorrisos se desvencilhou do afago.
— Que susto nos deu, hein?! — Alisava a bochecha da menina que sorria de volta aliviada por ter regressado para junto de seus amigos.
Finn se afastou um pouco de Jakkes e, pousou seu braço no ombro de Rose e a beijou carinhosamente o topo de sua cabeça, ela deu um sorriso tímido para a amiga. Rey já havia antecipado o que eles iriam contar para ela, notou que os dois estavam se entendendo muito bem.
— Rey, estamos namorando! — Rose falou com a face toda avermelhada e Finn era só alegria.
— Que notícia incrível! — Levantou com dificuldade e os abraçou forte. — Meus melhores amigos formando o melhor casal. — Em meio à festa do trio a comemoração foi quebrada ao ouvirem o som do bater na porta, com isso todos olharam para a direção do ruído.
— Quem será? — O rapaz falou um pouco apreensivo.
— Deve ser Ben Solo. — Rose falou naturalmente.
Rey se lembrou do acordo da noite anterior, em que ela dormiria em seu quarto desde que, Benjamin a levasse até Lis para fazer mais exames e em seguida na delegacia. Ela ficou tão dispersa que nem havia reparado que sua amiga tinha saído do ambiente. Quando regressou trazia consigo um rapaz muito sisudo.
Solo fitou a todos no quarto e pousou seus olhos no rapaz junto a Rey sua expressão era dura, se segurando para não cair na gargalhada adorava a sensação de medo que provocava no outro, Finn engoliu em seco ao mirar o sujeito carrancudo a sua frente. Deu umas tapinhas de leve no ombro da jovem e saiu rapidamente.
— Vou ver se Rose precisa de alguma coisa.
Rey sorriu para o amigo que mostrava evidente receio do homem que continuava a encará-lo. Ela voltou sua face para Ben e num meio sorriso.
— Bom dia senhor Solo.
— Voltamos as formalidades? — Seu rosto estava com um aspecto divertido. Ela deu de ombros fingindo ser indiferente a ele, no entanto, seu coração estava palpitando por causa do pai de seu filho ali na sua frente. Então, ele se abriu num sorriso sincero para ela.
— Estou aqui como havia combinado. — Olhou a garota de modo maroto. — Lembra-se? — Ela anuiu.
Caminhou pelo quarto diminuto da jovem mirou em todos os seus pertences e os colecionáveis na prateleira colocou a mão sobre o boneco de Kylo Ren e nas pelúcias, e tornou a caminhar, com isso, pousou sua vista na caixa que estava pousada sobre a cama. Sentou-se na beirada da cama e pegou numa roupinha de bebê. Ficou imóvel por alguns segundos como perdido em seus pensamentos, Rey o observava atentamente como que lendo por dentro dele, assim ela o tirou de seu transe.
— Bom acredito que o que tinha para lhe contar... — sentou-se na outra ponta da cama. — Você já saiba. — Abaixou a vista um pouco acanhada com a situação, pois, falar em voz alta concretizava a existência da criança e isso a deixava assustada.
Ben intuindo o medo e as incertezas na face de sua amada a olhou ternamente afastando o boxe para se aproximar mais dela envolveu seus braços nela que aceitou o toque e se aconchegou no seu peito ouvindo a sua respiração tranquila.
— Confesso que gostaria de saber sobre isso vindo dos seus lábios. — A trouxe mais para junto de si. — Mas a notícia é feliz, não importa quem tenha sido o portador. — A futura mãe, mordeu o lábio inferior em um sorriso meigo.
Levantou o rosto de Rey para mirar os olhos.
— Quero que seja uma menina para ter um sorriso lindo igual ao seu. — Então tocou-lhe os lábios num beijo terno e carinhoso, sentiu através do toque que ela não tinha mais raiva dele, igual aquele dia fatídico no jardim na casa de Mark Tico.
Ao se desvencilhar da carícia ele notou a bandeja com o suco e panquecas jazendo em cima da mesa, nem sequer foram tocadas. A fitou de modo bondoso.
— Rey, tem que se alimentar!
— Estou muito nauseada essa manhã. — Sua voz soou manhosa. — Não consegui comer nada. — Ele sorriu para ela e encostou sua testa na dela.
— Mas você precisa! Esforce pela nossa pequena. — Rey se afastou sorrindo.
— Como assim pequena? — Numa falsa repreensão. — Já decretou senhor Solo qual será o sexo do bebê? — Sorriu para ela.
— Vamos tome o suco pelo menos. Seu dia hoje vai ser atarefado, vamos ver Lis e de volta à delegacia prestar depoimentos. — Revirou os olhos por causa do último compromisso que precisavam ir embora sabendo que não prenderiam o principal mandante desse crime, Armitage.
— Por que fizeram isso comigo? — Um rosto triste o encarava. Ele a envolveu num amplexo e como uma promessa.
— Eu juro que Hux vai pagar pelo que fez! — Beijou o topo da cabeça dela. — Juro pela vida de nossa Filha. — Ela cerrou as pálpebras e uma lágrima gorda rolou por suas bochechas.
Sabia que embora estivesse ali com Ben, e todos procurando ajudar a resolver tudo aquilo, ainda assim uma sombra de incerteza pairava sobre eles. Desse modo ela abriu os olhos e mirou o homem à sua frente e afagou o seu rosto ele se inclinou e tocou os seus lábios no dela ternamente.
— Vou sair um momento para você se arrumar. — Levantou-se. — Vamos comer no Niima’s, antes de irmos ao consultório. A garota assentiu docemente.
(…)
Na sala três pessoas completamente mudas estavam sentadas lado a lado. O cômodo parecia encolher a cada segundo. A garota sentia toda a tensão do ambiente. Numa tentativa de quebrar o silêncio e mudar aquela situação se levantou.
— Alguém quer alguma coisa para beber?
Sentindo que aquela poderia ser sua oportunidade para sair dali Finn olhou para a namorada num pedido de socorro.
— Aceito. — Se levantou e completou. — Vou contigo para te ajudar. — Ela voltou sua atenção para o sujeito calado sentado no sofá.
— Quer algo? Água? Chá? Café? — O rapaz levantou a vista e cordialmente respondeu.
— Sim, por favor um pouco de água.
A garota anuiu e foi em direção da cozinha. Na copa ela observou Finn totalmente tenso e enervado. Numa tentativa de o consolar, passou as mãos delicadas nos ombros do rapaz.
— Calma! — Sorriu. — As coisas poderiam ser piores. Assim o rapaz se aproximou mais de Rose envolveu seus braços na cintura pequenina da jovem e se inclinou para selar seus lábios nos dela, quando Solo cruza o cômodo e quebra o clima, e com um sorrisinho irônico.
— Minha água, prefiro com gelo, por favor. — Olhou para a dupla com um semblante divertido e, antes de sair. — Podem continuar o que estavam fazendo. — Retornando assim para o sofá meneando a cabeça e sorrindo.
Finn estava totalmente desconcertado com o que acabou de acontecer coçava a nuca em nítido movimento discorde afastando-se da namorada. Rose no que lhe concerne, estava acanhada, porém, deu um sorrisinho tímido e gracioso e avançou dois passos em direção do rapaz ficou nas pontas dos pés para alcançar os lábios dele que a princípio levou um choque e logo depois se entregou ao carinho e aprofundou seu beijo, friccionando-os seus lábios nos dela. A envolveu em seus braços enquanto sua língua pedia passagem e ela o permitia, assim ambas bailavam num ritmo gostoso e sôfrego.
Enquanto isso Rey Jakkes, encostada na ombreira da porta de seu quarto observava silenciosa, Solo que estava afundado no sofá absorto vendo uma foto que alguns instantes atrás estavam numa mesinha, agora estava pousada em suas mãos. Era dela fazendo uma caretinha abraçada com a amiga, Rose Tico. Ela o trouxe de seu devaneio.
— Essa foto foi tirada no dia que soubemos do resultado dos exames e ingressamos na faculdade. — Riu ao lembrar do momento. Ben devolveu o gesto. Pousando o porta-retratos de volta ao local.
— Dia comemorativo! — Reparou que ela ainda tinha uma toalha envolta da cabeça. Continuou. — Queria estar contigo nesse momento.
Ela sorriu sincera.
— Teria sido muito bom. — Gostava de vê-lo mais aberto e sem as “carapaças” que colocava como proteção sabia que ele às vezes exagerava, mas aquilo fazia parte de quem ele é e, constituía quem ele era. Ainda assim o amava, se surpreendeu ao concluir que não ficava mais amedrontada com seu modo taciturno, antes conseguia enxergar através de suas atitudes que ela o admirava, e que por todas as suas ações correspondiam que ele também a amava.
Caminhou até a poltrona onde ele se encontrava e se sentou ao seu lado colocou as mãos no joelho, porque não sabia o que fazer com elas que teimavam em querer ir ao rosto de Solo que a olhava intensamente. Ela mantinha o olhar nele, então desviou toda a tensão entre eles numa pergunta fora do contexto.
— Onde estão Rose e Finn? — Ele piscou um par de vezes como que acordando de um sonho, desviou do rosto da jovem e olhando na direção da cozinha.
— Acredito que na copa. — Pigarreou para disfarçar um risinho. — Fazendo café. — O fitou confusa devido a sua ironia. Assim tentou se levantar, contudo, Solo de modo delicado a impediu de ir até lá.
— Por que eu não posso ir até lá. Posso saber?
— Você até pode ir. — Sorriu divertido. — Mas “atrapalharia” os preparativos. — Ela arqueou uma das sobrancelhas em desconfiança.
Nesse ínterim, sua amiga surge na porta, toda vermelha com uma pequena bandeja e uma xícara pousada com um líquido escuro, e logo atrás o namorado totalmente acanhado. O advogado riu colocando a mão na boca aquela cena era muito engraçada, Rose nem havia notado que trouxera o pedido de Benjamin trocado. Finn olhava para o seu antigo patrão com vergonha e desconfiança. Ela ergue a bandeja em direção do convidado que não a corrige pedindo a sua água, antes ele retira a porcelana com suavidade.
— Obrigado, Rose! — Falava enquanto mexia o líquido. Rey observava tudo aquilo muito confusa, tinha a sensação de ter perdido alguma coisa, com isso, Ben a olhou. — Enquanto tomo o meu café, você termina de se arrumar para sairmos. — Meneou a cabeça concordando e se levantou para completar seus preparativos.
Solo voltou sua atenção para o casal que tinham as maças da face avermelhadas e uma atitude desconfiada, bebericou um pouco de sua bebida tépida depositou a xícara no pires e, com um sorriso amistoso.
— Muito bom o seu café, Rose. — Avaliava o homem ao lado da irmã do seu amigo. — Vamos até a sua cunhada para que a Rey possa fazer uma checagem mais detalhadas para saber se ela e o bebê estão realmente bem. — Voltou sua vista para ela. — Querem ir conosco? — Soou natural.
— Obrigada! — Sorriu a garota olhando para Finn que se remexia na poltrona desconfortável. Mantinha seus olhos fixos em seus pés.
— Ótimo!
Nesse instante, surge a garota mais radiante que os olhos de Ben poderia contemplar, Rey estava lindamente arrumada com um vestido leve de verão num “evasé” que acentuava as suas curvas delicadas, uma sapatilha confortável e os cabelos soltos na altura dos ombros ainda um pouco úmidos. Ele a fitava com devoção. Quando a voz dela o trouxe para realidade.
— Vamos? Estou pronta! — Estava com um sorriso brilhante.
Tico se levantou rapidamente.
— Espera que irei pegar minha bolsa. — Finn coçou sua cabeça um pouco incomodado, no entanto, estar com sua namorada e amiga era mais importante que qualquer desconforto.
(...)
No Niima’s depois de terem degustado as panquecas mais saborosas que já provaram Rey, já não sentia mais tanto enjoo e Finn não estava mais tão acanhado como no princípio, apesar de a antipatia do começo entre ambos esta ia sendo minada pouco a pouco à medida que se ofereciam uma oportunidade de se conhecerem. Rey estava muito feliz ao observar que o pai de seu filho, ou quem sabe filha se esforçava em ser amistoso com os seus amigos.
No término da refeição em meio a risos descontraídos como costume deles começaram a fazer o rateio de quanto ficaria para cada um. Ben espreitava a algazarra dos amigos de modo divertido e se lembrou que há muito tempo não fazia isso, então entrou na conversação.
— Eu pago apenas esse “item”. — Apontava para a comanda nas mãos de Rose. Todos olharam para ele e um silêncio preencheu a mesa, com isso completou para quebrar o gelo. — Sim, está bem. Confesso essa água mineral eu também pedi. — Fazia um ar de falsa consternação, assim todos caíram na gargalhada. Jakkes apanhou a garrafa e deu um gole.
— Assim é melhor agora que ela está paga!
Desse modo acertaram a conta a ser paga no restaurante e rumaram em direção ao automóvel de Ben Solo. Com isso o telefone dele vibrou em seu bolso, sacou ele e o levou até seus ouvidos.
— Alô, Solo falando. — A voz soou seca. Apenas ouviu por alguns instantes, então respondeu. — Estarei aí dentro de dois ou três dias. — Desligou o aparelho sem mais nenhuma explicação, Rey olhou preocupada para ele.
— Algum problema?
— Nenhum. — Sorriu. — Foi minha assistente me passando os recados e avisando que Snoke quer me ver.
A garota estremeceu ao ouvir aquele nome sempre lhe despertava um mau pressentimento ao falar sobre aquele advogado. Ficou pálida. Ele se aproximou dela passando a mão suavemente em sua face macia sentindo toda a apreensão dela.
— Não se preocupe ele vai ficar sabendo do que Hux fez com você. Terá o castigo que merece. — Os olhos dela estavam vidrados nele, incrédula em ouvir as palavras que saiam de sua boca, quando Rose falou quebrando o seu transe.
— Mas se ele estiver envolvido nisso tudo? For o mandante? — Sua voz soou inocente, então todos se voltaram a atenção para a jovem que indagou, com isso Solo respondeu.
— Então é isso que preciso averiguar. — Completou. — Vamos entrem no carro precisamos nos apressar para ir ao consultório de sua cunhada, Rey precisa fazer os exames.
Ben olhou para o grupo e esboçou um breve sorriso, assim todos entraram no veículo rumando para os seus compromissos, a garota grávida suspirou fundo e fez uma prece para os céus para que ele visse a verdade que era tão óbvia.
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