Ironia do Destino

9 Droga de Noite!


Notas iniciais
Hy pessoal, eu sei demorei muitoooo mesmo para postar, por favor não me matem, até por que se estiver morta não vou poder terminar de escrever a fic pra vocês, okay? Então um dos motivos pelos qual eu demorei muito foi falta de criatividade, estava sem saber como continuar a fic e minha imaginação entrou em ferias geral, porem algum milagre aconteceu comigo...Aleluia º/...E eu consegui continuar a escrever, outro motivo que já nem é novidade pra vocês foi a droga da minha escola, cara entramos em semana de projeto, foi a maior loucura, fora que tinha dever, mini teste,unificado, simulado, OBF (Olimpíada Brasileira de Física pra quem não sabe), enfim foi tenso, e fora que estamos em semana de prova agora (é minha vida é muito divertida ¬¬) e não tinha como eu postar nada, aah mais uma coisa, rezem por mim para que eu passe direto por que se eu não passar e acabar ficando de paralela em alguma matéria vou ter que ficar mais um tempinho sem postar, então vibe positiva pra mim tudo bem, e peço que caso isso aconteça para que não desistam da minha fanfic please! Vou parar de falar então pra vocês poderem ler haha, aproveitem :)

Eu tenho todo o direito de fazer isso, afinal quem chegou primeiro ali fui eu.

– Ei, se vocês dois querem se comer dane-se o problema não é meu, mas será que da pra ir para um motel em vez de fazer isso na minha frente? — Gritei irritada.

Os dois pararam de se pegar e começaram a me encarar, ouve silencio por alguns segundos até que a "pedra preciosa" quebrou ele.

– Olha não é que a nerd teve una buena idea! — Ela disse com aquele sotaque mexicano dela e beijou o Chase.

– Pera ai, você me chamou de nerd sua lambisgoia do México? — Ai que ódio, odeio que me chamem de nerd, que culpa eu tenho se tiro notas melhores que algumas pessoas da minha sala?

Quando ela ouviu o insulto parou de beijar o Chase e se virou pra mim.

– Do que você me chamou? — Ela disse com raiva.

– Você ouviu, não me diga que além de lambisgoia é surda também? — Disse a encarando.

– Você esta muerta garota! — Ela gritou e veio pra cima de mim como se fosse uma leoa e eu um cervo, mas antes que ela conseguisse me agarrar com aquelas unhas postiças dela o Chase puxou-a pela cintura e a segurou.

– Iaí já se acalmou? — Ele perguntou pra mexicana barraqueira.

– Eu só vou me acalmar quando meter a mão na cara dela! — Ela gritou.

– Ui que medo. — Provoquei-a tremendo as mãos.

– Deveria ter mesmo. — Ela me ameaçou.

– Acho que você perdeu alguma coisa? — Falei normalmente

– O que? — Perguntou ainda com raiva.

– Seu sotaque paraguaio! — Disse e sorri de canto o que deixou ela com mais raiva.

E de novo a leoa da América do Norte tentou me atacar com suas garras cor de sangue, mas o seu domador a segurou com mais força impedindo-a de chegar até mim, a leoa se sacudia e tentava se soltar mas o domador era firme e diga-se de passagem muito mais forte que ela, e eu o cervo indefeso assistia tudo e achava até um pouco engraçado, seria mais cômico se ela tentasse atacar o Chase ao invés de mim, porem como eu era a presa e não estava com um pingo de medo a única coisa que podia fazer era esperar essa palhaçada toda acabar, e como no reino animal quem sempre vence é o macho alfa, o domador conseguiu amansar a fera.

Incrível! Em menos de 06:00 horas a minha vida virou um zoológico, o dia hoje não podia ser melhor...falando nisso tenho que parar de assistir National Geographic, credo. Chase já tinha colocado Rubi sentada ao seu lado, ela me olhava de cara feia.

– Olha querida cara feia pra mim é fome. — A provoquei novamente.

– Então você deve morrer fome. — Ela rebateu.

– A anoréxica aqui não sou eu! — Disse — Acho até que as criancinhas na Nigéria tem mais carne que você, isso é, se você sabe onde fica a Nigéria né, por que na minha opinião o que te sobra de peito falta de inteligência! — Sorri falso.

– Olha aqui sua... — Rubi ia me insultar mas foi cortada pelo Chase.

– Tá legal chega, acabou a briguinha! — Chase disse nervoso, nós paramos e ele se virou pra mexicana — Gata vaza. — Falou um pouco mais calmo.

– Mas... Por que gato? — Ela disse espantada.

– Por que eu não aguento mais essa briguinha de mulher, e o irmão dela me deixou de babá.

– Meu irmão? Babá? Você acha que eu tenho quantos anos, cinco? E eu não te... — Fui cortada por ele também.

– Anabella cala a boca e deixa que eu resolvo isso. — Ele disse me olhando com uma cara de "fica quieta garota ou eu vou até ai te fazer ficar", e eu não queria saber como faria isso. Me calei e fiquei encarando-o, queria ver até onde isso ia. — Olha Rubi, você tem que ir mesmo, o idiota do irmão dela me pagou pra cuidar dessa nerd. — Olho-o de cara feia — E disse que se houvesse confusão tomaria o dinheiro, e eu quero essa grana. — Falou com jeitinho.

– Tudo bem lindo. — Ela disse com expressão de decepcionada, de repente tira um papelzinho rosa de dentro do decote. — Lláma me. — Disse com seu sotaque falso, ainda não acredito que ela tirou aquilo do decote, imagino quantos desse tem ali.

– Talvez. — Chase disse, ela chegou perto dele e falou algo no seu ouvido, ele sorriu safado, ela beijou sua boca e se levantou para ir embora, andou um pouco e parou do meu lado me encarando, eu a encarei também, ela se virou para o Chase, sorriu e fez sinal de "me liga" com a mão balançando-a, e foi embora.

– Irmão? Babá? Serio isso? — Disse encarando-o.

– Você não sabe dizer obrigado? — Ele me encarou.

– Oh! Chase muito obrigada por sentar na minha mesa, fazer ela virar point de piriguete, me meter em confusão e me fazer parecer uma criança de cinco anos. — Hello ironia.

– De nada, mas a confusão você arranjou sozinha! — Sorriu de lado.

– Não teria acontecido se você fosse pra outro lugar, e também aquela latina peituda me provocou. — Ele riu um pouco e parou.

– Já sei. — falou sem entusiasmo.

– Sabe o que? — Perguntei.

– Por que você é assim, te falta duas coisas, 1ª) um namorado.

– Quem disse que eu não tenho um? — Estava mentindo obvio.

– 2ª) sexo, ou vai me dizer que nunca fez? — Ele arqueou a sobrancelha.

– Cla-Claro que j-já. — Gaguejei.

– Então prova! Por que eu não estou acreditando muito em você.

– Co-Como assim provar? — Estava apreensiva com a resposta, ele levantou e foi em minha direção, parou na minha frente e fez sinal para eu chegar pro lado, estava desconfiada mas fiz o que ele pediu, Chase sentou do meu lado e de repente colocou a mão na minha coxa e começou a alisa-la.

– Acha que já entendeu como. — Olhou fixamente para mim e sorriu maliciosamente, arregalei os olhos e corei, tirei sua mão da minha coxa e o empurrei forte, ele caiu de bunda no chão e começou a rir.

– Você por acaso é maluco? — Morrendo de raiva gritei com ele, então o Chase começou a rir e obvio eu fiquei sem entender nada.

– Eu sabia que teria essa reação! — riu mais um pouco e parou — Uau, quer dizer então que é virgem raridade hoje em dia. — disse me zoando e se levantou do chão ficando de pé na minha frente, levantei a cabeça para falar com ele.

– Idaí se eu sou virgem, melhor do que ser uma vadia que dorme com qualquer um por ai. — Falei irritada.

– Só não sei como seu "namorado" — Ele fez aspas com as mãos — Aguenta essa castidade, falando serio agora, ele é gay?

– Quer saber, já deu, eu não tenho namorado, sim eu sou virgem, e você não tem nada a ver com isso!

– O fato de não ter namorado eu não posso resolver, já a sua virgindade eu posso dar um jeito nisso. — Eu não acredito que ele disse isso, eu estava completamente furiosa e só pensei em uma coisa, me levantei, fiquei na sua frente e dei um tapa com toda a força na cara dele que a virou, ele colocou a mão na bochecha e olhou para mim, peguei minha bolsa e o empurrei para sair da minha frente.

...

Notas finais
Isso ai gente espero que tenham gostado desse capitulo, virão muitos outros por ai, e não desistam de jeito nenhum da minha fic queridos e queridas, agradeço muito a todos que estão acompanhando, favoritaram e comentam a minha fanfic, isso me deixa muito feliz e é um dos motivos pelo qual eu gosto mais ainda de escreve-la, bjuus de luz e até o próximo cap ^^