Notas iniciais
Eu sei que não é bom, eu fiz porque adoro TWD, sou fã dos Dixons.
Eu sou um Walker

Capitulo 3

O dia esta ensolarado, Daryl e Merle, estavam na rua atrás de armas e suprimentos, com Carlos ao seu lado ainda triste pela perda .

--Vamos pegar as armas e a comida e da o fora daqui—Diz Daryl

Eles se encaminham para a Delegacia, que iriam na tarde passada, mas encontram Carlos e sua Mulher que foi mordida.

--Sem fazer Barulho—Diz Daryl baixo que quase não da pra ouvir sua voz

--Merle, vá na frente, avise se tem algum Desgraçado lá dentro

Merle sai agachado de perto do seu irmão e vai em direção a delegacia

--Você, já usou uma arma na vida?—Pergunta Daryl pra Carlos

--Não—Diz Carlos com a mão tremendo

--Bom, tudo tem uma primeira vez, pegue isso

Daryl da para Carlos uma arma, que o mesmo quase a deixa cair no chão de tão nervoso que esta.

--Você tem que atirar na cabeça, entendeu?

Carlos balança a cabeça, ainda com não só a mão, mas o corpo todo tremendo.

--Pegue isso também

Daryl tira de dentro de um saco, uma faca grande bem afiada.

--Vamos

Os dois seguem em direção a Delegacia, agachados com o terror no rosto de Carlos.

Eles entram dentro, esta muito escuro.

--Merle—Chama Daryl

Merle aparece atrás de Carlos que o mesmo da um grito e pula pra frente.

--Oque achou?, tem algum desgraçado aqui?—Pergunta Daryl

--Não vi nenhum nessa área, talvez tenha atrás daquela porta—Diz Merle apontando pra uma porta.

Eles vão em direção a porta, Merle a abre.

A sala mal iluminada, cheia de armas.

--Porra, ainda bem—Diz Merle rindo

--Pegue o que puder, armas, munição. —Diz Daryl

--Você –Grita Merle em direção a Carlos

--Ajude, pegue essa sacola e a encha de munição e armas.

Carlos pega a sacola e sai pegando oque ver pela frente, armas, munição e até granadas.

--Ok, parece que não tem mais nada aqui, Vamos logo embora desse lugar—Diz Carlos.

--Não podemos ir agora, antes iremos a um mercado, precisamos de um carro e suprimentos. —Diz Daryl

Eles saem da delegacia e vão direto a um pequeno mercado, com as janelas quebradas.

--Vamos rápido—Diz Daryl

Eles entram no mercado, Daryl pega tudo enlatado, enquanto Merle pega bebidas.

Carlos esta na frente da loja, vigiando.

--O que vamos fazer com ele?—Pergunta Merle

--Como assim?—Pergunta Daryl

--Você vai querer levar ele com a gente?

--Não podemos deixa-lo aqui

--Cara, olha pra ele, ele nem sabe segurar uma arma direito, vai morrer em 1 dia

--Não deixaremos ele morrer

--Cara , eu quero que ele se foda, eu estou preocupado com a gente e não com ele—Diz Merle com raiva

--Não iremos deixar ele aqui e acabou, ele vai com a gente—Diz Daryl saindo de perto de Merle

Depois de pegarem oque deu pra pegar, eles saíram do mercado.

--Vamos pegar esse carro—Diz Merle apontando para uma caminhonete

--Precisamos de gasolina—Diz Daryl

--Eu estava vendo o carro, ele tem muita gasolina, e tem 3 Galões na mala.

--Da pra chegarmos em Atlanta.

Eles entram no carro, Merle vai dirigindo com Daryl ao seu lado e Carlos no banco de trás .

Eles viajam, sem falar nada, até que Merle quebra o silencio.

--Não falta muito pra chegarmos, logo, logo, estaremos longes desses desgraçados.

--Se é que lá não vai ter zumbis—Diz Carlos, ele não falava desde que tinham entrado no Carro.

--Como assim?—Pergunta Daryl antes de Merle

--Bom, uns dizem que lá esta totalmente sem Zumbis, já outros dizem que lá esta o mesmo jeito daqui, um inferno.

--Quem lhe contou isso?—Pergunta Merle Já ficando com raiva

--Eu, cara é um Apocalipse, o mundo todo virou um inferno

--Não acredito nisso—Diz Daryl

--Porra, é claro que lá esta seguro, eu tinha um radio, eles disseram que lá é seguro—Diz Merle já com raiva

--Eles só querem que o povo fique calmo, mas não da pra ficar calmo no fim do mundo.—Diz Carlos Calmo

--Nos iremos pra lá, e acabou a conversa—Diz Merle em voz alta com raiva

--Calma Merle, Escute nos iremos pra Atlanta, talvez você esteja enganado.

Carlos não o responde, permanece calado a viajem toda.

--Estamos perto—Diz Merle quebrando novamente o silencio.

Eles estão bem pertos de chegar a Atlanta.

--Olha, não disse, chegamos—Diz Merle com o sorriso

--Graças a Deus—Diz Daryl também sorrindo

Carlos coloca um grande sorriso no rosto a Chegar a Atlanta.

--Cadê o povo?—Pergunta Daryl

--Calma, maninho eles devem esta nas suas casas—Diz Merle ainda com um sorriso no rosto.

--Espera, oque é aquilo?—Pergunta Carlos apontando para um lugar com varias pessoas...pelo menos eles acham que são pessoas

Merle chega mais próximo, ao chegar perto eles vem oque não queriam ver.

--Puta que o pariu—Diz Merle com o sorriso sumindo do rosto

--Porra—Diz Daryl

--É Carlos você tem razão—Diz Daryl olhando pra Carlos

--Porra—Diz Merle gritando

Com o pânico no rosto deles, o que Carlos achava é real.

Atlanta não esta livre de Zumbis.

Notas finais
Obrigado, por lerem.