Irmãos Corujas - Fic Interativa
4 Londres
Notas iniciais
HEY!
Perdão pela demora.
Espero que gostem!
Perdão pela demora.
Espero que gostem!
-Estamos no chão — anuncia Apolo. Abro meus olhos e vejo que estavamos em plena Londres, na Inglaterra. -Eu não fico mais um segundo aqui — diz Maggie pulando do carro — Que saudade, chão. -E olha que eu que sou "inimiga" do Senhor Dos Céus — resmungo saindo no carro — Valeu pela carona, Apolo. -Sempre a disposição — ele responde — Menos nos dias que terminam com "A" e nos fins de semana — ele sorri e se manda. -A gente tem uma meio sangue pra achar — digo — Vamos? -Ah! Claro, pode ser — responde. Nós andamos pelas ruas de Londres, era uma cidade mais arrumada, nenhum mendigo nem mendigo que voa. -Pera! — digo e Maggie para, assustada — aquilo ali, é um McDonald's? -É — concorda. -Podemos ir lá? — pergunto. -Não. -Ah! — reclamo — deixa de ser chata! -Não podemos, temos uma meio sangue pra achar, lembra? -Aham, sei, não quer ir lá porque tá de dieta, isso sim. — acuso. -Não tô não! -Tá sim! Não quer ir lá porque não quer ficar gorda! -Aff! Quer saber, vai logo lá! — sorrio. Vou saltitante até o McDonald's e entro lá, tinha una mortais comendo e outro na fila. Por sorte, a fila para sorvetes não tinha ninguém! Isso é o wue eu chamo de dia de sorte. -Oi, eu queria um Top Sundae — digo quando chego lá. -Sssinto muito, Sssemideussa, mass esstá em falta — o que acontece depois é ruim, a atendente se transforma em uma dracena, mulheres que como pernas, tinham troncos de cobra. Ela pula por cima por balcão e eu engulo em seco, era um monstro, isso era um fato. E estavamos no meio do mundo mortal, a única coisa que impedia a todos de ver que eu provavelmente estaria matando uma mulher com pernas de tronco de cobra daqui a dois minutos iria ser a névoa, e eu não sabia o que os mortais veriam. Está bem, e primeira coisa que eu devia fazer era sair dali. Ando pra trás até sair da loja e voltar para a praça. Era uma praça simples, rua de pedra e no centro tinha uma ponte, em volta dessa praça tinham varias lojas. -Bianca? — pergunta Maggie de longe, ela estava sorrindo, mas seu sorriso murcha quando vê a Dracaena — o que, por Deus, é isso? -É um monstro, ué — respondo.POV.Jessica. Argh! Nesse mundo ninguém é inteligente? Bem, eu estava em uma lanchonete qualquer e pelo que me parece, ninguém naquela espelunca é inteligente o bastante para entender meu simples pedido. -O que, Srta? — pergunta uma atendente, confusa. -Eu disse, que quero um Caviar — repito. -Anh, acho que não temos esse prato aqui. -E eu acho que ninguém tem cérebro aqui — rebato — Quer saber? Vou embora! — sorrio sarcástica e saio daquele lugar, indo pra praça. Prazer, me chamo Jessica Campbell (http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://4.bp.blogspot.com/_EF7OQTu-YtE/TNcxES95dII/AAAAAAAABcI/0sy_EW-oG84/s400/Blair%2BWaldorf%2B2.jpg&imgrefurl=http://confetesdeseda.blogspot.com/2010/11/estilo-o-poder-de-blair-waldorf.html&h=400&w=300&sz=33&tbnid=Bndjm1icTVhxKM:&tbnh=90&tbnw=68&zoom=1&usg=__MYGo7HBRDdArszbNhciJsClLYyk=&docid=pJ0XCYW-0anmgM&sa=X&ei=qBkrUM_zJIXM9QTZooCQDQ&ved=0CF0Q9QEwAQ&dur=600 — Não pude colocar Hiperlink) tenho quase 16 anos, moro em Londres e nesse momento me encontro com fome em um lugar onde só tem pessoas carentes de intelecto. Ao chegar na praça, não vejo muita coisa interessante, bem, não de primeira vista. Ao correr os olhos pelo lugar vejo uma coisa um tanto incomum, eu podia estar longe, mas dava pra ver uma garota morena e uma loira, na frente delas havia um ser...Nojento, invés de pernas tinham troncos de cobras. O mais interessante nisso é que ninguém parecia estar notando além das duas meninas e de mim, tive que ir lá ver o que estava acontecendo. -É um monstro, ué — diz a morena quando me aproximo mais. -Um monstro? Um monstro? Garota, você diz isso como se estivesse olhando para um teletubbie! — grita a loira. -Teletubbies são legais — murmura a morena. -Não é hora pra falar sobre Teletubbies, Bianca! -Você tem razão — concorda a garota chamada Bianca — Os Teletubbies passaram de moda, não está na hora de falar deles — otimo, acho que encontrei um lugar onde as pessoas são mais burras do que aquela lanchonete.
Eu observava tudo abaixada atrás da fonte que tinha no meio da praça. Bianca arrancou um chaveiro em forma de onda que estava preso á sua calça jeans e o apertou, o chaveiro se transformou em uma espada. Sim, era uma espada. Ela jogou a espada contra o monstro, a espada atravessou as pernas — ou seja lá o que aquilo era — e o monstro não teve tempo dizer nem sequer uma ameaça vazia antes de se transformar em pó. Não sou do tipo de pessoa que é muito curiosa, mas eu tive de ir lá. -Com licença? — pergunto e as meninas se viram para mim — O que era aquilo? -Você viu aquilo? — pergunta Bianca, prendendo novamente o chaveiro á calça. -Sim — confirmo. As meninas se entreolham e dão um passo a frente ao mesmo tempo. -Viu aquele...monstro? — pergunta a loira. -Sim — repito — eu só queria saber por que aquilo estava aqui, e por que parecia que só nós estávamos a notando — as garotas se entreolham de novo. -Qual é o seu nome? — pergunta Bianca. -Jessica Campbell — digo estendendo a mão. -Sou Margareth Jent, mas me chame de Maggie — diz a loira apertando minha mão — e ela se chama Bianca Studart — Bianxa sorri. -Nos dê licença um instante — diz Bianca puxando Maggie pelo braço — Fique ai.POV.Margareth. Bianca me puxou pelo braço até longe da garota. -É a nossa menina — ela diz. -A filha de Zeus? -Sim — ela confirma. -E como fazemos agora? — pergunto. -Sugiro que a deixemos insconciente — ela diz. -E depois? -E depois improvisamos — responde. -Acha que improvisar vai dar certo? -Fiz isso a minha vida toda e cá estou eu — ela me puxa de volta pra perto da garota. Bianca faz seu chaveiro se transformar em espada e antes que Jessica pudesse dizer qualquer coisa, a morena lhe bate com a base da espada e Jessica desmaia. -Eu seria feliz se a van estivesse aqui agora — diz Bianca e não demora um segundo para que a van apareça a na rua mais próxima a nós — Uau, os deuses estão ficando mais rápidos — ela prende o chaveiro á calça e começa arrastar Jessica até a van como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ela não gosta de andar de avião mas arrasta uma pessoa no meio de uma praça publica sem problemas, vai entender. Quando chegamos perto da van, Bianca abre as portas e jogamos Jessica lá. -E agora? — pergunto. -Levamos ela pra casa dela e falamos com a família — responde — Rápido, fácil e indolor. -E como vamos saber onde ela mora? — pergunto. -Anh, eu não tinha pensado nisso. -Perfeito — murmuro. Nó encostamos na van e pensamos um pouco. -Ela deve ter um celular, né? — digo. -Celulares atraem monstros, talvez a mãe dela não desse um celular pra ela por causa disso. Mas não custa tentar — responde Bianca. Ela entra na van e volta com um celular. -É dela? — pergunto. -Sim — Bianca o analisa — Mas parece que é só pra emergências, se analisar que não está gasto e sem mensagens de "Você gastou 99 centavos com ligações" e blá blá blá. -Otimo, vê na agenda se não tem nada como : Casa. -Ok — ela olha pro celular um pouco e mexe em umas teclas, depois leva o celular até o ouvido — Oi! — ela fala no telefone — Aqui é a Bianca, amiga da Jessica — ela faz uma pausa, provavelmente outra pessoa estaria falando — é que a Jessica...ela... — Bianca olha pra mim, pedindo ajuda, faço uma cara desagradável e passo a mão pela barriga, ela deveria entender — A Jessica está passando mal, eu posso leva-lá para casa dela, mas preciso do endereço — ela assente algumas vezes — Ok, estou a caminho — ela desliga o telefone. -E ai? — pergunto. -Peguei o endereço — ela responde e faz uma coisa que eu não esperava; ela joga o celular no chão e começa a pisar em cima dele, depois pega os restos e atira em algum lugar. -O que foi isso? -Segurança em primeiro lugar, não queremos monstros nos seguindo, né? — assinto e entramos na van. Bianca dirigia rapidamente, mas mesmo assim aparentava estar confusa. De um jeito ou outro, chegamos em frente á uma mansão que tinham um tom azul claro. Eu e Bianca tiramos Jessica do carro e a levamos até a porta, tocamos a campainha e uma senhora atende. -Oh! — a senhora exclama e puxa Jessica de nossos braços, ela entra e nós damos de ombros e entramos, sem convite. A casa era grande e luxuosa. A senhora deitou Jessica no sofá e nos olhou esperando respostas. -E então? O que fizeram com a minha garotinha? -Primeiro, é a mãe dela? — pergunta Bianca. -Sou a babá. -Ah, sim — diz Bia — a mãe dela, já lhe contou algo sobre o pai da Jessica? -Ela disse que ele era um deus grego. -E você acreditou? — eu pergunto. -Sim — ela diz. -Otimo — diz Bianca — Nós também somos filhas de deuses, viemos aqui pra levar Jessica para um lugar onde nós, semideuses, possamos viver em segurança. -Por que devo acreditar em vocês? — pergunta, desafia ora ente. -Senhora, quantas pessoas batem na sua porta dizendo que são filha de seres divinos? -Tem razão — diz ela — o que fazemos agora? -Acordamos ela? — sugiro. -Eu faço isso — diz Bianca. Ela vai até Jessica e bate no rosto dela. -Ai! — ouço, Jessica tinha acordado. -Ela acordou — Bianca anuncia. -Serio? — pergunto — Ninguém tinha notado... A senhora se dirige até Jessica. -Você está bem, Jessy? — ela pergunta gentilmente. -Mais ou menos, Emma — ela responde. -Oi — diz Bianca postando-se ao lado de Emma — precisamos falar com sua mãe. -Há, ela não iria atender se eu ligasse — rebate Jessica. -Mas é importante, ok? Você descobriria que é seu pai... — murmura Bianca. -Não — diz Jessica, mas estava claro que ela estava quase caindo em tentação. -Sim, Emma, por favor, ligue pra mãe dela — diz Bianca de forma autoritária. -Tudo bem — diz Emma pegando um telefone sem fio e discando um número — aqui está, mas duvido que Catherine vá atender — diz estendendo o telefone. -Dou meu jeito — diz Bianca, levando o telefone até o ouvido — Seguinte, tia, noís tá com a tua filha e vamos matar ela se você não vier até a sua casa rapidamente, sacou? — a pessoa do outro lado da linha parece falar algo — Quer uma prova, ok! — Bianca cobre uma parte do telefone com a mão — Jessica, vou te dar o telefone e você grita, ok? -Não — responde. -Sim — insiste Bianca. -Não quero gritar. -Ah, é? — diz Bianca,ela coloca o telefone perto da boca de Jessica e pisa no pé da menina, que grita feito louca, depois a filha de Poseidon leva o telefone ao ouvido de novo — Isso basta? Foi o que pensei — então ela desliga o telefone — Agora é só esperar... Ficamos surpresas em como Bianca falou com naturalidade. Não entendo essa garota. Esperamos e algum tempo depois uma mulher praticamente escancara a porta. -Jessica! — ela grita. -Catherine? — pergunta Bianca — Fica tranqüila, sua filha está bem, só falei aquilo pra você vir. -Anh, e o que você queria? — pergunta a mulher, Catherine. -Falar sobre o pai da sua filha, contar a verdade. Vamos leva-la para um lugar seguro, o Acampamento Meio Sangue, um lugar para chamar de casa — diz Bianca, que parecia ter ensaiado muito para dizer aquilo. -Quem é você? — pergunta. -Bianca, filha de Poseidon. Aquela é Margareth, filha de Marte — diz Bianca. -Certo, contemos a verdade, então — diz Catherine. Nós nos sentamos no sofá — Jessy, lembra que eu sempre disse que seu pai morreu em um acidente de carro? -Sim, e eu sempre tive um vazio por não ter pai — murmura Jessica. -Bem, era mentira, seu pai está vivo, bastante vivo — diz Catherine. -E onde está ele? Por que ele nunca veio me conhecer? Por que? — pergunta. -Por que seu pai, é um deus. -Ah, e esse é o meu pônei maldito, comprei ele na Loki há da Inês, Inês Xistente! -É serio — digo — Também somos filhas de deuses. -Sabe a mitologia greco-romana? — pergunta Bianca — todos os "mitos" são reais. -Acredite em mim — diz Catherine. -Ok, acho que acredito, se todas vocês estão falando. Então, nós somos exatamente o que? — pergunta Jessica. -Semideuses — responde Bianca — ou Meio Sangues. -Tá, me convenceram, e agora? -Vamos leva-la pra um lugar seguro, onde não existam monstros, onde tenha gente igual a você, o Acampamento Meio Sangue — diz Bianca, mais uma vez, parece que ela havia ensaiado — vem connosco? Lá todos vão te entender, vai viver aventuras, talvez se torne uma grande heroína, um dia.
-Eu vou! — ela exclama. Nós sorrimos — Emma, arrume minhas malas! — Emma assente e sobe as escadas. -Sugiro que se despeça de sua mãe — digo. -Ok — Jessica e sua mãe sobem as escadas. -Nem foi tão dificil, né? — pergunta Bianca. -Nãão — digo em tom de sarcasmo. Bianca revira os olhos. Em pouco tempo, Emma já havia feito a mala de Jessica com todo o cuidado. Jessica e Catherine haviam acabado de descer as escadas, ambas não tinha, as melhores expressões nos rostos, mas Jessica estava sorrindo minimamente e parecia animada em saber que iria conhecer pessoas iguais a ela. -Bom, senhora — diz Bianca — desculpa pelo susto, precisávamos da sua atenção. Jessica vai estar segura connosco. -Sim, não se preocupe — reforço. -Tchau, mãe — diz Jessica dando uma abraço na mãe. Nó acenamos e saímos da casa sem mais cerimonias, colocamos a mala de Jessica no porta-malas da van e entramos na mesma. Ao entrar na van, eu e Bianca nos permitimos relaxar, tinha sido um dia cansativo para nós, com muitas emoções. Mas eu tinha de admitir, meu primeiro dia como meio sangue fora cheio de aventuras, que talvez um dia dessem boas histórias para contar.
Notas finais
Desculpem pelos erros, eu estou posta te pelo IPad, ai não deu pra formatar muito bem e não deu pra revisar melhor.
Vocês querem :
A) Que eu faça todas as buscas pelos maios sangues, as apresentações e tal.
B) Que eu faça logo elas no acampamento e apresente os meios sangues lá.
Espero que tenham gostado.
Leiam minhas outras fics.
Comentem muito e eu queria uma recomendação!
Beijos
Vocês querem :
A) Que eu faça todas as buscas pelos maios sangues, as apresentações e tal.
B) Que eu faça logo elas no acampamento e apresente os meios sangues lá.
Espero que tenham gostado.
Leiam minhas outras fics.
Comentem muito e eu queria uma recomendação!
Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
Fale com o autor