Notas iniciais
HEY!
Tudo bem?
Fiz esse capítulo na pressa, então não deve ter ficado muito bom, enfim, espero que gostem:

POV.Bianca.

Suspiro, eu não devia ter me metido nessa, se não está entendendo nada, eu explico, e para isso, prefiro um flashback, então olhem para o nada e deixem-me contar:

FLASHBACK ON:

Haviam me chamado na casa Grande e eu estava me dirigindo até lá, eu só esperava que não tivessem descoberto o que fiz no Verão Passado.

–Tinanca – diz Sr.D.quando chego a Casa Grande – senta ai.

–Tinanca? – pergunto – passou longe, meu nome é Bianca.

–Sim, sim, tanto faz, agora me diga, aceita uma missão?

–Missão pra que?

–Achar semideuses.

–E os Satiros? Não podem fazer isso?

–Satiros só servem pra comer latas.

–Tá – digo – eu vou.

–Certo, fale com o Quíron.

FLASHBACK OFF.

E por isso eu estava naquela situação, alias, se um dia me vir na rua, eu sou assim:

http://images2.fanpop.com/images/photos/5200000/Olivia-Wilde-actresses-5236018-1968-1996.jpg

Tenho olhos verdes-mar que mudam de tom, cabelos negros e pele meio bronzeada. Alias, me chamo Alexis Bianca Studart e tenho 17 anos, sou filha de Poseidon e uma das maiores infratoras do acampamento, acho que isso basta pra me conhecer.

Suspiro, a minha frente tinha uma placa, por conta da minha dislexia demoro um pouco pra ler, ou tentar ler. Por fim, concluo que na placa devia estar escrito :

"Bem-Vindo a Boston!"

Pego o papel que Quíron havia me dado e olhos fixamente para ele, Quíron havia me dito : "Vá a Boston, quando chegar lá olhe neste papel, ele lhe dirá o que fazer, ele será seu guia" eu estava mais perdida do que cego em tiroteio, pra mim aquilo era só um papel que você poderia comprar em qualquer esquina. Desvio o olhar por um momento e, quando volto a olhar o papel vejo escrito em grego perfeito:

"Margareth Jent

Filha de Marte"

Sorrio, então era isso, o mapa me mostraria o que fazer, desvio o olhar novamente, na esperança de quando voltar a olhar no papel ver pelo menos o endereço da meio sangue, mas quando olho de novo, não vejo nada novo.

–Ah! Então, vai ser assim? — pergunto para o nada.

"Sim" diz uma voz em minha cabeça, que reconheço como o velho bêbado, Sr.D "te vira, só vamos dar essas informações, agora esta por contra própria" é, delicadeza é de família.

Começo a andar com a van pelas ruas de Boston, sem rumo. Estaciono a van em um estacionamento de um shopping ou algo assim e saio da van, travo as portas e guardo as chaves no meu bolso.

Ando um pouco, sem ver nada estranho ou fora do comum, eu via pessoas apressadas, pessoas sem rumo, mendigos, e mendigos que voam, também conhecidos como pombos.

Sento em um banco qualquer e começo a pensar, se era uma meio sangue devia estar em uma escola, já que era dia de semana, se era meio sangue já devia ter sido expulsa de muitas escolas, se era filha de Marte devia ter algo a ver com guerra, um colégio militar, talvez, algo assim, com certeza.

Ando mais, eu não conhecia Boston, isso era ruim, pra mim.

Paro em frente a um lugar, uma escola, uma escola particular, como eu sabia que era particular? Bem, tenho inteligência fora do comum, mas o fato de estar escrito bem grande, em preto no branco "ESCOLA PARTICULAR DE BOSTON" também ajudou um pouco.

Sinto que devo entrar lá, e assim o faço.

A escola tinha uns armários bonitinhos e umas pessoas uniformizadas andando por ai. Ando mais até uma parte onde tinha menos gente e paro de andar, tinha umas mesas para 2 e uns bebedouros, uns 30 metros em frente aquele lugar estava uma grande porta de vidro que dava acesso a uma quadra gigante, analiso o lugar até que uma sinto alguma coisa em meus pés, olho para baixo e vejo um papel, me abaixo e pego o papel, olho para ele e vejo uma cena de guerra, sangue e matança desenhados nos mínimos detalhes, sem assinatura.

–Olá? — exclama uma voz um pouco doce e fofa. Levanto meus olhos em direção a voz e vejo uma garota com cabelos loiros escuros e olhos azuis marcantes.

POV.Margareth.

Estava sendo um dia chato na escola particular de Boston, estava na bora do intervalo e eu estava sentada em uma mesa perto da porta de acesso as quadras desportivas, eu estava terminando um desenho, era uma cena de guerra, minha mãe era estrategista militar, eu acho que era por isso que eu gostava de desenhar essas cenas, que eram desprezadas por todos.

–Desenhando isso de novo?! — pergunta Lyra, uma patricinha que odiava meus desenhos.

–Sim — respondo, fria — gosto de desenhar, tem algum problema com isso?

–Muitos — ela diz — deixa de ser estranha garota, isso — ela pega meu desenho — é um desenho muito ruim, você não tem talento — ela solta o desenho, que em consequência ao vento que soprava pela grande porta de vidro foi empurrado por alguns metros. Eu tinha perdido tanto tempo desenhado aquilo! Ignoro o sorriso "maligno" de Lyra e corro atrás do meu desenho. Ele havia voado e estava aos pés de uma garota que tinha se abaixado e pegado o desenho, eu não conseguia ver seu rosto, mas dava para ver que ela analisava o desenho atentamente.

–Olá? — pergunto. A menina ergue os olhos e sorri e se levanta. A menina tinha cabelos negros que caiam em seu rosto em uma franja e olhos verdes-mar que pareciam mudar de cor, um bonito sorriso.

–Foi você que desenhou? — pergunta, ela voz era um pouco rouca, mas parecia daquelas pessoas que cantavam bem.

–Sim — digo — fui eu, também acha detestável? — pergunto, um pouco desanimada.

–Não — ela diz, sorrindo- é muito..legal — ela diz, meu rosto se ilumina.

–Serio?

–Tem talento — ela elogia — qual é o seu nome?

– Margareth — digo e me aproximo estendendo a mão- Margareth Jent — a menina parece um pouco chocada ao ouvir meu nome, mas aperta minha mão.

–Meu nome é Alexis Bianca, só Bianca, por favor, prazer — ela diz e solta minha mão.

–Estuda aqui? — pergunto, eu havia simpatizado com aquela garota.

–Não, eu vim aqui, pra procurar alguém — ela diz, seria.

–Quem veio procurar?

–Você, exatamente você.

–Eu?! — pergunto exaltada.

–É — ela diz — poderia vir comigo? É por uma boa causa.

–Pra nãl ter que ficar nesse inferno eu faço tudo — digo sorrindo.

–Então, vamos — ela diz e se vira, começando a caminhar.

–Hey! — ela se vira de novo — posso pegar minhas coisas? — ela assente — e a saída e por ali — aponto para o lado oposto do qual ela estava.

–Eu sabia — ela diz — só estava testando você, vai pegar suas coisas, te espero aqui — corro até a mesa em que eu estava e recolho meus lápis e papeis, boto e, minha bolsa e corro de volta. Se eu sabia por que estava saindo da escola em horário de aula com uma estranha? Não, eu não sabia.

–Devolve meu desenho? — pergunto.

–NO! — diz abraçando o mesmo — ele é meu agora — reviro os olhos e assinto, soltando uma risada, ela sorri e guarda o desenho no bolso da mochila que carregava nas costas — vamos,

Saímos da escola e andamos um pouco.

– É esse — ela diz apontando para uma van de morangos — é improvisado, ok? — ela diz vendo minha expressão de incredulidade. Ela destrava as portas e nos entramos.

–Entããão, hãn, você...conhece as histórias de mitologia? Os deuses, os semideuses, os monstros? — Bianca pergunta.

–Sim — digo — sou fã de mitologia — ela sorri.

–E o que você acharia se eu dissesse que tudo aquilo é real?

–Eu diria que você é louca — digo.

–Então pode me chamar de louca — diz — porque tudo aquilo é real.

–Aham, sei, e daqui a pouco meu unicórnio vai chegar aqui e a gente vai cavalgar até a terra das esponjas pra conhecer o Bob Esponja — digo, sarcástica.

–Mas — ela diz — o Bob não mora na terra das Esponjas, ele mora na fenda do biquíni.

–Ah, poupe-me — digo saindo do carro.

–Desculpe — ela diz e eu vejo tudo apagar.

POV.Bianca.

Olhe, primeiramente, eu não queria deixar a menina inconsciente, ok? Foi preciso, eu apertei em um certo ponto do pescoço dela e ela apagou, nada demais.

–Droga! — exclamo — como é que eu vou saber pra onde levar a menina? Eu não sei nada dela! — pego a bolsa que ela estava levando e começo a revirar tudo, até que vejo um diário. Abro numa pagina aleatória e começo a ler:

"Querido Diario,

Hoje foi um dia como todos os outros, minha mãe não me deu atenção e então eu fui para a loja da minha tia, tentar descontrair escolhendo roupas.

Minha mãe é uma estrategista militar, ela sempre diz que eu tenho que trocar o vestido pelo uniforme de guerra, eu não gosto disso. Minha mãe trabalha no centro militar de Boston (N/A : Foi a primeira coisa que veio na minha cabeça de alga, tá?) e mal tem tempo pra mim.

E as meninas da escola vivem me chamando de estranha por desenhar cenas de guerra, mas eu gosto, eu apenas desenho a realidade, porque nosso mundo tem guerras, é um mundo violento, não posso mudar isso, ninguém pode.”

Aquilo bastava pra mim, ajeito a menina sentada no banco e começo a procurar pelo centro militar de Boston, demora, e muito, mas acabo achando o maldito centro.

Saio da van e travo ela, corro até a espécie que recepção que havia ali.

–Boa tarde – digo – hãn, eu estou procurando uma estrategista militar.

–O nome dela é? – pergunta a mulherzinha que tinha ali.

–Não sei o nome, apenas o sobrenome, o sobrenome dela é Jent.

–Otimo, veio na hora certa, a sra. Jent está no horário livre, você pode encontra-la na cantina – diz e eu balanço a cabeça seguindo as placas (N/A : Esse centro militar não faz sentido, mas tanto faz, tô com preguiça de fazer algo com sentido).

Vejo uma mulher loira com olhos azuis, a semelhança com Margareth era incrível, então aquela só podia ser a sra.Jent.

–Hum, senhora? – pergunto perto dela.

–Sim? – pergunta se virando pra mim – o que quer garota?

–Eu vim falar sobre a sua filha – digo e na hora seu rosto assume uma expressão de preocupação.

–Sente-se — ela aponta para uma mesa e eu e ela nos sentamos.

–Creio que a senhora saiba a verdade sobre o pai de sua filha, certo?

–Sim – ela diz – ele é um deus, Marte, o deus romano da guerra.

–É, por ai – digo – também sabe sobre o acampamento?

–É, acampamento Júpiter, correto?

–Era – digo – aconteceu umas coisas e o acampamento Júpiter não é mas o acampamento Júpiter, mas na verdade ele ainda é o acampamento Júpiter e… Bem, é complicado, o que realmente importa é que estou aqui pra levar a sua filha para esse acampamento.

–Está bem – ela diz depois de pensar – minha filha está no colégio.

–Não, não está.

–Sim, está – diz um pouco confusa.

–Na verdade ela está na van que estou usando.

–Sequestrou minha filha? – pergunta.

–É um termo que também pode ser usado – digo.

–Certo, gostei de você, então o que fazemos?

–Ela não acreditou em mim – digo, pensando – então acho melhor ela falar com você.

–Certo, a propósito, qual é seu nome?

–Bianca, filha de Poseidon.

–Certo, Bianca. Como está minha filha?

–Inconsciente – respondo imediatamente.

–Bem – ela diz massageando a testa – então acorde-a e traga ela aqui.

–Ok – digo e saio correndo do centro militar, destravo as portas para achar uma Margareth me fuzilando com os olhos.

–Precisava me sequestrar? Sabe que é doida?

–Sei, agora vamos, temos de ter uma conversa, tá? Pode confiar em mim – ela parece pensar, mas assente com a cabeça.

–Ei – Margareth diz, quando chegamos em frente ao centro – aqui é onde minha mãe trabalha!

–É – concordo – e ela quer conversar com você, vamos – noa fazemos o percurso todo e voltamos á cantina, onde sentamos com a sra.Jent.

–Oi, mãe – fala Margareth, desanimada.

–Oi filha – responde a sra.Jent, gentilmente – vamos logo ao ponto, sei que conhece mitologia, tudo nela, é real.

–Mais uma doida? – pergunta.

–É real – confirmo – nunca viu nada de estranho? Monstros, nada?

–Sim, já vi algumas coisas bem estranhas – ela confirma.

–Isso faz parte da mitologia – a mãe dela diz – seu pai é Marte, o deus romano da guerra. Bianca também é uma semideusa – confirmo com a cabeça.

–Sou filha de Poseidon – digo – agora acredita?

–Tem como provar que tudo realmente existe? – questiona. Pego o copo de água da sra.Jent e faço a água sair do copo e bater no rosto de Margareth.

–Agora acredita, Margereth?

–Sim, acho que agora sim – ela diz um pouco perplexa – e, por favor, me chame de Maggie.

–Beleza, agora, o próximo passo é convencer ela a ir para o acampamento – digo para sra.Jent.

–Eu tô ouvindo – Maggie diz – e que acampamento é esse?

–É um acampamento para semideuses, lá todos vão te entender, lá você vai estar segura de monstros, você pode ir agora e ficar o ano todo, ou ir agora e ficar até o final do verão, para voltar em todos os verões.

–Então, se eu quiser passar o ano todo, eu não vou ter que ir para a escola? – pergunta, esperançosa.

–Não, e você irá ter irmãos – digo e seus olhos brilham .

–Quero ir para o acampamento – ela diz, ou melhor, grita.

–Ok, vamos ir na sua casa, você faz as malas e nós partimos, pode ser? – pergunto.

–Partir hoje? – pergunta a sra. Jent e nós assentimos – não, já está ficando tarde, Maggie, pegue suas malas na casa de sua tia e hoje vocês dormem em minha casa – ela diz – isso não é um pedido, é uma ordem.

–Por mim tudo bem – digo logo.

–Tudo bem, então, mas amanhã cedo partimos, tá? – Maggie diz.

–Sim, vamos lá – digo e levanto.

–Bianca, vá com Maggie para a casa da tia dela, peguem as coisas e vão para minha casa, Maggie te dá o endereço.

–Certo – assinto – vamos, Maggie?

–Vamos – ela diz. Nós duas vamos para a van do acampamento e ela me guia pelas ruas de Boston. Chegamos em poucos minutos a uma casa em tom rosa, simples, mas muito bonita.

–Fica aqui, tá? – ela diz e eu assinto – não vou demorar. Vou fazer as malas e me despedir da minha tia – ela saí da van e eu fico brisando um pouco, Carol, minha amiga filha de Marte iria gostar de saber que tinha uma irmã, pelo menos eu acho. Uns 30 minutos depois Maggie volta, guarda a mala no porta-malas, abre a porta e senta no banco, ela estava com os olhos um pouco vermelhos.

–Tudo bem? – pergunto – foi difícil, se despedir?

–Sim, tudo bem, e é, foi muito difícil, vamos logo – eu assinto, acho que ela não queria falar sobre isso, ela me guia de novo e logo chegamos a uma casa branca, que parecia uma mansão, ela saí da van e eu pego a mochila e saio também. A gente caminha por entre um jardim com rosas e paramos em frente a uma porta, Maggie procura algo no bolso e tira dele uma chave, ela coloca na fechadura e gira, então a porta abre.

–Tcharãããã – ela diz entrando.

–Legal – falo maravilhada, a casa parecia um palácio, tinha escadas e uma sala de estar maravilhosa.

–Oi, meninas – diz a sra.Jent descendo as escadas.

–Oi, mãe.

–Oi, senhora.

–Gostariam de jantar? – pergunta ela, sorrindo.

–Eu sim – diz Maggie.

–Eu, não estou com fome – digo.

–Certo – diz a sra.Jent e me olha – você parece cansada, que tal ir dormir? Irei te levar ao quarto de hospedes – ela faz sinal para eu a seguir, nos subimos as escadas e vamos até uma porta branca – é aqui, qualquer coisa avise – ela me deixa em frente a porta e desce as escadas de novo. Eu giro a maçaneta e entro no quarto, fecho a porta com o pé.

O quarto de hospedes era lindo, tinha uma grande cama de casal com lençóis brancos, um criado mudo em cada lado; em frente a cama, encostado na parede havia um móvel, também branco que tinha uma TV 42 polegadas, um armário encostado na parede ao lado direito da cama havia um armário e do lado esquerdo do móvel com a TV estava uma porta que dava acesso para um banheiro muito legal, com banheira e tudo.

Jogo minha mochila na cama e vou até o banheiro, onde tomo um banho e visto uma camiseta folgada e uma calça jeans larga, deito na super cama e durmo, sem sonho nenhum.

_De manhã_

Acordo de manhã e olho no relógio que estava em cima do criado mudo, 08:00 da manhã, odeio acordar cedo.

Vou até o banheiro e tomo banho, visto uma roupa qualquer e desço as escadas com a mochila nas costas, encontro Maggie e sua mãe sentadas no sofá, elas falavam baixo.

–Bom dia – cumprimento, ela se viram pra mim, ambas estavam com os olhos vermelhos.

–Bom dia – respondem em uníssono.

–Vamos? – pergunto.

–Pra que tanta pressa? – pergunta a sra.Jent – tomem o café da manhã, pelo menos.

–É que ainda temos que buscar outros semideuses – Maggie faz uma careta, não parecia estar acostumada a falarem coisas desse tipo – a viagem será cansativa, e vai demorar, mas acho que dá pra tomar o café da manhã.

–Otimo – diz Maggie – eu já tomei café, vou ficar aqui com minha mãe – assinto com a cabeça e vou até a sala de jantar, onde tinha variações de comida, chocolate quente, café, pães etc (N/A: Escrever Tanto Cansa) , tomo chocolate quente e como um pedaço de bolo de chocolate (N/A: ME GUSTA *_*). Quando volto para a sala vejo Maggie e sua mãe abraçadas.

–Já temos que ir – digo. Elas se separam.

–Tem mesmo que ir? – pergunta a sra.Jent.

–Lá ela estará segura, e não vai ser pra sempre, ela pode te visitar, o acampamento é seguro.

–Sei que o acampamento é seguro – diz – o que me preocupa é saber que ela rodará o pais inteiro com você – ela diz.

–Relaxa, tia, tá comigo tá com os deuses – digo e abro a porta, vou até a van e fico encostada nela, minutos depois Maggie aparece com uma mala e a guarda no porta malas.

–Pra onde temos que ir? – ela pergunta.

–Vou checar – tiro o papel da minha mochila e espero as informações aparecerem. E logo elas aparecem:

“Londres

Jessica Campbell

Filha de Zeus”

Olho para Maggie, que me fitava com expectativa.

–Vamos para Londres.


Notas finais
Espero que tenham gostado!
Bem, a decisão foi dificil, mas por fim eu consegui escolher os personagens, quem não apareceu nesse vai aparecer nos outros, e os personagens que colocaram na história como chegaram ao acampamento só vão aparecer depois que a "missão" terminar.
Quero a opnião de vocês! O que querem ?
a)Mais Ação.
b)Mais drama.
c)Mais comedia.
Vocês escolhem!
Quero saber que todos os personagens o seguinte:
Qual o nome do seu pai/mãe mortal?
Okay, só isso, comentem, lembrando que todos os personagens tem que comentar!
Beijos