Irmãos de Sangue
5 Capítulo 5 - O Outro Salvatore
Notas iniciais
- E ao que devo a honra dessa ilustre companhia?! Cebola cuspiu as palavras.
-Você sabe que eu sou uma pessoa que gosta de chamar a atenção... Mas você sabe, eu não gosto de cidades pequenas... Elas são tão entediantes, nada de bom acontece, é muito parado... Enfim, pequenas. Mas é claro... Eu não poderia deixar de visitar o meu pequeno irmãozinho – DC deu AQUELE sorriso sarcástico que só poderia ser feito por ele.
- Do Contra... Fazem já 500 anos...
-Sobre Sarah?! Não irmão, eu não guardei nenhum rancor, você só roubou a mulher da minha vida e ainda a matou – Do Contra se segurou para não voar no pescoço do irmão... Ainda.
- Eu não a matei, você sabe muito bem o que aconteceu, você sabe... eu a amava também. – Cebola teve que parar para respirar, até continuar – Mas esse não é o motivo pelo qual você está aqui...
- Eu estou aqui pelo mesmo motivo que você está aqui. E esse motivo tem nome e sobrenome: Mônica Souza.
- Mônica é copia fiel de Sarah. – Dc sorri – Realmente idênticas.
- A historia não vai se repetir, Dc. Você sabe muito bem como terminou a ultima vez, e eu não estou a fim de ficar me culpando por mais 500 anos.
-Irmão, não sei se você anda lendo o jornal, mas por acaso você não viu que andam acontecendo assasinatos de animais pela região, né?! Ah irmão, sua dieta de coelhinhos e outros animais fofinhos não foi o suficiente, voltou ás origens? Tem que admitir, Cê, sangue humano é muito mais gostoso, além de ser mehor para você, não percebeu como eu estou muito mais forte ( e sexy ) que você?
-Voce sabe que eu não bebo sangue humano. – Cebola se recusou a cogitar a idéia de tomar sangue humano. – Sem muito esforço Cebola se tocou de que DC era o assasino. E não precisou falar nada.
-Essa cidade andava muito parada mesmo, eu precisava animar um pouco as coisas
Então DC fechou os olhos, posicionou-se ereto e seus braços se esticaram completamente em cada lado do seu corpo e depois, DC subitamente se jogou da janela do terceiro andar, de costas e de olhos fechados. Lentamente ele pousou como uma pluma no chão gelado.
Cebola riu.
‘Nunca despensa uma saída triunfal` Cebola pensou, sabendo que agora, se quisesse, DC já estaria no México.
Mônica andava lentamente em direção ao cemitério.
Mônica tinha sombras do passado no cemitério
“ mas me recuso a pensar
Mônica deixou uma rosa branca sobre o tumulo de cada vitima, depois de um breve sinal da cruz.
O que era feito pela mesma por qualquer motivo, costume, educação. Mas Mônica nunca foi uma seguidora de nenhuma religião.
Mônica na verdade havia perdido a fé.
...
A garota caminhava enquanto observava as lápides, mas se recusava a ver os nomes cravados.
- Hey, garota
Mônica parou fria. Depois deu um grito agudo.
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