Notas iniciais
Esse ficou meio sem graça :/ mas no próximo prometp risadas u.u

Todos de volta a vã, Alice ainda não havia acordado, nos obrigando a levá-la para a parte de trás da vã, que era toda aveludada de vermelho e tinha um sofá de oncinha preto e prata onde a deitamos.

– Então, que que vocês acharam de tão interessante? — Pergunta Carol depois de alguns minutos de silêncio.

– Um mercado. — Bruna responde enquanto futuco os CDs.

– Pagode, pagode, funk, pagode, aaaah, não, esquece, é gospel.

– Tem rock não? — Me pergunta Rafa.

– Nas coisas do Magro não, mas tem um porta CD preto lá no fundo que está escrito "Musicas que prestam".

– Pega!

– Unh, pagode, pagode e mais pagode... Achei Ivete também. Dela eu gosto.

– Só você e a morgada aqui do lado! Procura melhor! – AAAAAAH, ACHEI! CDs do Gordo, que que tem aqui... Megadeath, Iron Maiden, Sex Pistols, Red Hot e, ah, Avengéd Sevenfuuuld!

– Odeio quando você chama eles assim! — Bruna briga comigo.

– Vou por esse. — Logo que coloco escuto a instrumental de "Critical Acclaim" e identifico o CD de mesmo nome da banda, a música contagiante fez com que todos começassem a cantar e acordou Alice.

– De onde esta vindo essa musica? — Pergunta ela pondo a mão na cabeça.

– Do radio. — Respondo voltando a cantar.

– Ah jura? Aaaah é Avengéd Sevenfuuuld!

– DÁ PRA PARAR! — Berra Bruna.

– Com o que? Com o Avengéd Sevenfuuuld? — Provoco.

– É! — Ela me responde com ódio na voz.

– Achei que Avengéd Sevenfuuuld fosse a sua banda predileta, Bruh, por que quer tirar o CD do Avengéd Sevenfuuuld? — Alice ajuda.

– Vocês duas são foda. — Bufa ela nos fazendo rir.

Fomos cantando até chegar ao mercadinho, Alice com aquele jeito costumeiro dela de quem não completou o curso de inglês, digamos apenas que ela põe palavras que existem na letra que não tem nada haver com a história e canta com convicção de que esta certa, atrapalha todo mundo.

Assim que chegamos digo:

– Todo mundo pra baixo. Vamos fazer o seguinte, — continuo assim que todos estavam na calçada — achem bolsas, sacolas, mochilas e encham de comida, valeu? Cada um segue seu rumo e daqui a 20 minutos quero todo mundo aqui dentro.

Entramos e já saímos pegando tudo que desse pra carregar comida, bolsas recicláveis, sacolas, até mesmo chapéus de praia, o que desse pra encher de comida enchíamos. Depois de vinte minutos nos encontramos na frente do mercado e aproveitamos pra encher o tanque da vã no posto que havia ao lado, certificando-se de que tínhamos enchido recipientes reservas o suficiente para pelo menos algumas semanas.

Pegamos a estrada torcendo para não dar de cara com nenhum E.T., por sorte a única coisa que achamos foi uma pequena cidade abandonada, todos deviam ter fugido de medo.

– Bem, é aqui que passamos a noite hoje! — Diz Bruna, ao perceber que já estava escurecendo.

Escolhemos uma casa e entramos.