Invasão Extra-terrestre
10 EBA! Parquinho!
- Alice! Alice... Licinha Maçã... Acorda desgraça!
- Ahn, oi? Que, que houve? Ai meu Deus! Cadê as meninas? Elas estão bem?
- Sim amiga, calma! – Digo rindo depois de sair do banho e ter pego algumas roupas emprestadas da dona da casa, um short e uma camiseta branca, sendo mais precisa. – Estamos bem, Bruna esta tomando banho... Ficamos meio meladas.
- Ai graças aos céus! Cadê o bicho? – Aponto para o monte de gosma e ela estufa as narinas. – Eca!
- Ele é alérgico a água. – Diz Rafael rindo.
Depois que todos estávamos prontos, de banho tomado e com roupas dos outros entramos no Puteiro Móvel e rumamos para o mais longe possível daquela cidade.
- Nossa...
- Que foi Carol? – Pergunto gentil.
- Que jeito tosco de morrer!
- Ahn? – Dessa vez veio de Rafael.
- O E.T. morreu aguado...
- Pois é... Estranho. – Digo.
- Ih, uma parque! – Diz Rafa animado?
- OI? – Pergunta Alice. – A gente quase morreu e você está procurando parques?
- A gente virgula, eu e a Clara!
- Você entendeu!
- Não gente! – Diz Rafa dando fim ao início da briga. – Olhem ali do lado! Um parque! Borá lá! Pegar arminha d’água!
- Pra quê?
- Pra gente matar os E.T.s né, Alice!
- Ah tá.
Bruna deu meia volta e foi para o parque.
- “Parque de Diversões Horrores e Sustos”. Amei! Vamos entrar!
- Claro que você amou, sua psicopata matadora de velhinhos!
- Alice, já te disse, se você quer sobreviver vai ter de matar alguém!
- Ah Clara, mas por que um velhinho? Ele era tão bonitinho!
- AHAHA ALICE É VELHOFILA!
- Cala a boca, Rafael!
Entramos no parque apesar dos protestos de Alice e Rafael, dois medrosos, e estacionamos o Puteiro Móvel próximo a entrada.
- Vamos! – Chamo quando Bruna estaciona.
- Nunca tive um parque todo para mim... – Ela comenta.
- Nem eu! Vamos, vamos, vamos!
- Olha só, nós viemos aqui atrás de arminhas d’água! – Adverte Alice.
- Cala a boca, Alice! – Diz Carol descendo da vã.
Lá dentro era um mundo, e todos os brinquedos tinham como objetivo assustar, até mesmo o túnel do amor tinha cupidinhos zumbis, fomos até a cabine de operações e ligamos os brinquedos, e a mágica começou.
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