Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro

8 Capítulo 8 - Aniversário de tirar o fôlego


Notas iniciais
- Quem é? ela olhou pra todos nós meio em duvida.
- O ... Thomas nessa hora o Thomas levantou e ficou do lado dela.
- É verdade, ela é minha namorada o Thomas disse.
- Serio, então quero ver vocês se beijarem como namorados. o Vinicius disse quase acreditando. A Miss virou pro Thomas e eles se beijaram, nessa hora eu fechei os olhos e quando abri o Vinicius não estava mais na sala e a porta estava fechada.

- Eu vim atrás de você. Você não pode terminar comigo e sair sem deixar eu falar o que penso – o Vinicius. Ele era alto e bonitão. – Eu ainda te amo.

- Danesse o que pensa, eu já terminei com você...

- Como terminou – ele disse entrando como se fosse de casa e olhando para cada um que estava na sala – E pelo jeito já deve ter me esquecido?

- Exatamente, agora dá o fora que você não foi convidado.

- Como não, minha namorada esta aqui, as amigas dela e os viadinhos daquela banda de quinta – ele disse pegando uma lata do refrigerante já aberta.

- Vinicius sai daqui. Eu não sou mais sua namorada e... e eu já to namorando outra pessoa.

- Como namorando outra pessoa? Espero que não seja nenhum desses viadinhos.

- Você é retardado, eu tenho que ficar repetindo tudo o que falo. – parecia que não tinha ninguém na sala, só eles dois. – É eu to namorando outra pessoa.

- Quem é? – ela olhou pra todos nós meio em duvida.

- O ... Thomas – nessa hora o Thomas levantou e ficou do lado dela.

- É verdade, ela é minha namorada – o Thomas disse.

- Então que dizer que esse viadinho é melhor que eu. Serio, então quero ver vocês se beijarem como namorados – o Vinicius disse quase acreditando. A Miss virou pro Thomas e eles se beijaram, nessa hora eu fechei os olhos e quando abri o Vinicius não estava mais na sala e a porta estava fechada.

- Vocês estão namorando mesmo? – "só podia ser" o Lanza.

- Claro que não – disse com uma voz exaltada e alta.

- Porque não? – o Thomas se virou e me olhou.

- Porque... a Miss não gosta de caras como você – disse me levantando.

- É verdade, não parecia – ele disse passando o braço pelos ombros dela.

- Quer saber de uma coisa, danasse você e ela. — peguei meu copo e sentei.

- Se você quiser continuar com essa brincadeira só falar – o Thomas disse rindo.

- Ta tranqüilo, acho que não vou precisar mais não – a miss disse se tirando o braço dela em volta dela e se sentando do lado da Mary.

Como esperado o dia foi incrível, tirando o acontecimento do Vinicius. Tomara que ele tenha voltado pro Rio tranquilo, ate parece.

- E ai gostaram do meu aniversário? – o Pelu disse todo orgulhoso e estacionando no aeroporto para deixarem as meninas.

- Foi foda, simplesmente – a Miss disse.

- Muito bom, legal, sinceramente foda – a Mary disse logo depois.

- Agora eu espero você lá – a Miss disse apontando pra mim.

- Mal posso esperar. Só domingo – eu disse.

- Vamos embora Miss, já chamaram nosso vôo duas vezes – a Mary disse. Nos despedimos de novo e elas foram embora.

- Vamos Bia já esta começando a ficar cheio isso aqui – o Pelu disse e voltamos para o carro.

[LETÍCIA NARRANDO]

Entramos no avião e ele levantou vôo.

- Mary, a Bia não ficou estranha quando o Pe Lanza perguntou sobre eu e o Thomas? – eu disse.

- É verdade e depois não falou mais com ele e ficou na dela quase o dia inteiro – a Mary disse me olhando – mas porque você não falou que era com o Pelu que estava namorando, vocês estavam tão grudados.

- Ah porque ele ia ficar todo retardadão, o Thomas entra na brincadeira mais fácil.

- E como foi aquele beijo lá?

- Foi como de todos os garotos que já beijei, normal. A Bia teve sorte de beijar ele, porque ele beija bem, melhor que o Vinicius.Eu fique meio preocupada com a ela. Como ela ficou?

- Ela fechou o olho e só abriu depois que o Vinicius saiu todo nervosinho.

- Oi Mary, oi namorada do Ana Maria Braga – ouvi uma voz que a partir daquele momento eu passei a odiar.

- O que você esta fazendo aqui seu idiota – eu disse me levantando e olhando pra traz – não, não precisa me responder, só sai daqui que já vai fazer um bem pra humanidade.

- Oi Mariana, se essa louca der ataque eu estou aqui atrás – "Filho da mãe" pensei.

- A louca aqui vai dar ataque se você não sair da minha frente.

- Esta acontecendo alguma coisa aqui? – a aeromoça disse atrás de mim.

- Ta, esse garoto que fazer coisa que não presta comigo e com minha amiga. – eu disse fingindo estar desesperada.

- Senhor queira me acompanhar, por favor. – ela disse

- Eu não fiz nada senhora, ela que esta de palhaçada. Ela é minha namorada – ele disse.

- Poderia me acompanhar por favor – ela repetiu.

- Tudo bem, tchau Mary. Ah e pede pra Ana Maria Braga mandar um abraço pro Loiro José. – ele disse seguindo a moça.

- Que saco. É pior do que eu imaginava. Não sei como eu fiquei um mês com esse garoto ele é insuportável. Mary você não fala nada não?

- Falar o que?

- Sei lá, parece que eu sou doida falando sozinha, pelo menos concorda.

- Ta bom. Posso te perguntar uma coisa?

- Pode.

- Será que a Bia gosta do Thomas?

- Acho que sim. Se não gostasse, ela não ficaria daquele jeito lá na casa do Pelu.

- E também como ela contava pra gente quando ele a beijava parecia que ela gostava do que ele fazia – balancei a cabeça dizendo que sim e fomos dormir antes de chegar no Rio.

[BIA NARRANDO]

- Bia porque você ficou daquele jeito? – o Lucas me disse e eu não respondi – Bia você já esta dormindo? – fingi que estava, mas ele perturbava.

- Fala Luquinhas. – disse virando de frente pra ele.

- A Letícia não esta namorando o thomas, era uma brincadeira.

- A Miss é imprevisível hoje ela ta com um e amanhã com outro, mas eu já sabia.

- Então porque ficou daquele jeito.

- Não sei. Vamos dormir, amanhã eu quero beber todas – disse fechando os olhos.

- Ai garotinha você que é imprevisível tambem, dorme com os anjos. – e ele me deu um beijo na testa.

- Já falei que eu estou dormindo com um deles. – disse sorrindo.

- E os outros?

- Não existem.

- Bom sono lindinha.

- Pra ti também.

Levantei as nove e dez da manhã e fui ver teve na sala.

- Bom dia – o Lucas disse sentando do meu lado – Porque acordou cedo?

- Bom dia, não sei. – disse olhando pra teve.

- Quer comer alguma coisa, já comi, acho que ainda te ca...

- Quero comer agora não.

-Tudo bem.

- Que fazer o que hoje?

- Ir naquela balada que eu fui e encontra a Roberta.

- Que engraçada, você sabe que não vou deixar você ir lá de novo.

- Quem disse.

- Você não vai fazer isso de novo.

- Claro que não, você sabe.

- Que susto pensei que ia fugir de novo – ele disse rindo.

- Nossa que graça em. – ficamos lá vendo teve ate meio dia, a cada cinco minutos trocando de canal.

- Hoje eu vou falar com o thomas sobre aquele assunto. Ele vai vir aqui mais tarde.

- Quando ele tiver aqui fala pra eu sumir.

- Porque?

- Não quero olhar pra ele.

- Porque?

- Porque não quero ver você dando uns tapas nele e para de falar porque.

- Eu não vou bater nele — balançei a cabeça que sim, não sei porque, mas ele entendeu alguma coisa — Ta bom – me levantei – Vai onde?

- Nossa papai eu não vou sair não, e se eu sair volto antes das nove. – disse subindo as escadas.

- Ta bom só não faz igual daquela vez que você voltou três da madruga e bêbada.

- Já disse que eu não estava bêbada – disse lá de cima. Tomei um banho, não queria sair mais ia ser necessário e de novo veio àquela pergunta na minha cabeça "Porque eu to assim com o cara?" e de novo ser a resposta. Desci e voltei a sentar no sofá. Olhei pela janela e o Thomas tinha chegado. – Vou indo Lucas o Thomas já chegou. – disse e ele estava na cozinha.

- Vai pra onde?

- Não sei, tchauzinho.

- Tchau – ele disse e sai. Apertei o botão do elevador e desci. Chegando lá em baixo do de cara com o Thomas "Era mais fácil eu ter descido de escada" pensei.

- Vai pra onde? – ele disse.

- Não interessa pro senhor – disse e sai do elevador indo em direção a porta de entrada.

- Ta com pressa, só espero que eu não vá te pegar de novo naquela balada – não disse nada e sai.

Não fui muito longe dali. Estava na praça e encontro a Roberta começando a correr.

- Oi Bia, que surpresa – ela disse tirando o fone do ouvido.

- Roberta que surpresa a minha. – disse.

- E ai vai pra noitada hoje?

- Queria muito, mas não vou não.

- Porque? — Tantos porquês na minha vida — Namorado?

- Ficou daquele jeito quando chegue três da madruga naquele dia.

- Depois acostuma.

- Tomara.

- Eu estou indo almoçar, vamos?

- Nem precisava pergunta, claro – entramos no carro dela e saímos por ai sem rumo tentando encontra um restaurante pra comer. — Chegamos, adoro comer aqui, acho que você também vai gostar – descemos do carro e entramos no restaurante

- Eu gosto de todo que tem comida. Minha atividade preferida...

- Comer. A minha também – sentamos numa mesa perto de um casal que pareciam estar brigando.

- O que as senhoritas querem? – um garçom muito gato diz pra gente. Pedimos e quando ele saiu os comentários saíram.

- Ele é muito gato desde o primeiro dia que começou a trabalhar aqui. – a Roberta disse mexendo no garfo.

- Acho que gato é pouco para isso tudo – eu disse.

- Bia você esta comprometida.

- Ele não esta aqui e não vai saber disso.

- Que é ele?

- Sei lá, nem conheço o cara.

- O garçom não o teu namorado – não sabia se contava ou não mas ela era de confiança e eu podia contar.

- Você tem que prometer que não vai contar pra ninguém.

- Já sei é famoso. Fala logo não conto.

- É o Koba da banda...

- Restart – ele disse alto.

- É.

- Desculpa não agüentei. Eu adoro o Pe Lanza

- Percebi.

- Como isso aconteceu?

- Historia muito longa. E não quero contar isso de novo não.

- Vai contar sim e temos a tarde toda – o garçom gato trouxe a comida e falei mais resumido possível. – guria que sonho isso.

- Eu sei, mas alguns sonhos viram realidade – ficamos a tarde toda juntas e o Lucas me ligando a cada cinco minutos, ta exagerei, a cada uma hora.

- Bom guriazinha, tenho que ir, tomara que a gente se veja de novo.

- Tomara mesmo. Se tudo der certo tavez eu esteja na balada mais tarde. – nos despedimos voltei pra casa do Lucas. Cheguei lá o carro do Thomas ainda estava na garagem. Fique um bom tempo conversando com o porteiro, ele era muito legal, falava cada besteira, nem parecia que tinha cinqüenta e seis anos. — Ai Seu Toninho, você é uma figura velho – disse sem parar de rir.

- Eu não sou velho – ele disse com cara de mau.

- Velho é uma gíria seu Toninho – eu adorava falar Seu Toninho.

- Assim, essa geração esta perdida.

- Você já disse isso umas dez vezes desde quando a gente começou a falar.

- Mais é verdade, né.

- Tem seus pontos altos e seus pontos baixos. Mas pra falar a verdade ta perdida mesmo.

- Quem é você pra falar sobre estar perdida ou não.

- Que isso Seu Toninho ta zoando comigo eu nasci no século vinte eu sei das coisas.

- Sabe demais – meu olho estava cheio de lagrimas – Ta chorando porque?

- To chorando velho – ele fez cara de mau de novo – Ta Seu Toninho não falo mais velho. Agora eu tenho que subir porque tive uma idéia e vou sair pra noitada.

- Igual aquele dia que você chegou carregada.

- Eu não estava bêbada já disse.

- Tava sim.

- Não estava. E hoje eu não pretendo chegar desse jeito...

- Viu você admitiu que estava bêbada.

- Ta bom, ta bom eu estava, mas não era nada de mais.

- Vai pra tua balada como vocês dizem.

- Já to lá – subi e entrei no apartamento. Na sala não tinha ninguém, na cozinha também não, quando fui pro quarto, aqueles dois vermes estavam mexendo no meu computador. – Muito bom – eu disse e eles levaram um susto.

- Bia, que surpresa. – o Lucas disse fechando o note.

- Não fecha não, quero ver o que vocês estão fazendo – disse e fui ate lá.

- Não é nada de mais, deixa pra lá – o Thomas continuava imóvel.

- Deixa pra lá não, deixa eu ver – estendi a mão para eles me darem.

- Eu já disse não é nada de mais.

- Se não é nada de mais me deixa ver. Não troca de janela não.

- Não é nada ele já disse – o Thomas se moveu, meu Deus milagre.

- Se não me deixarem ver eu saio daqui e vou na casa do Bruno Prado – falei Prado bem alto.

- Como assim? – o Lucas disse dando o computador pro Thomas.

- Eu descobri onde ele mora e é nessa rua aqui também. Eu adoraria conhecê-lo. — Não sei da onde eu tirei isso mas falei.

- Ta tudo bem, toma aqui – o Lucas pegou o note e me deu.

- Hum, que interessante. – eles estavam mexendo no meu editor de fotos, com as minhas fotos e fazendo montagens escrotas. – Que beleza em, espero que não tenham apagado nenhuma foto daqui, né.

- Não, nós não nos atrevemos a fazer isso. – o Thomas disse se levantando

- Que bom né. Mas mesmo assim eu vou na casa do Bruno. – disse fechando o note. – Agora desçam que eu vou ter que me arrumar. – sinceramente eu não sabia onde era a casa do Bruno.

- Você não vai mesmo. – o Lucas disse também se levantando.

- Quem esta dizendo essa barbaridade – disse colocando a mão na boca.

- Eu estou dizendo que você não vai.

- Papai, eu vou sim e se você quiser me levar eu aceito.

- Eu não vou te levar pra lá mesmo.

- Estão eu vou sozinha, papai agora podem descer porque a conversa aqui já acabou.

- E a promessa?

- Senão se lembra, a promessa dizia pra ti falar aonde eu iria não pra pedir permissão pra você. Qual é Lucas, que neorose é essa?

- Tudo bem me rendo, se você quiser ir vai, mas o Thomas vai com você – "que isso, eles não conversaram não. Era pra ele ficar longe de mim." Pensei.

- Não – o Thomas parecia o Jasper do crepúsculo imóvel desde àquela hora, o bichinho estava com problema

- Então você não vai

- Nossa Lucas você esta pior que meu pai, acho que você tá tendo aulas demais com ele, melhor parar

- Bia eu nunca falei tão serio.

- O que houve com ele – disse apontando pro Thomas, ele estava como uma múmia, sem se mexer

- É assim mesmo quando ele esta nervoso e não que falar ele fica sim, mais não muda de assunto, você vai com ele sim.

- Tá bom, ta tranqüilo, agora tira ele daqui porque ta me dando medo.

- Tá, bora Thomas para de graça – "finalmente me livrei deles, o Pai, o que eu fiz pra merecer isso, agora eu tenho que ter um treco e dormir pra sempre." Pensei. Eles desceram e eu fui pro banheiro. — Bom amanhã é meu ultimo dia aqui – disse pra mim mesma – então não vou poder fazer muita coisa de noite. Hoje praticamente é meu ultimo dia aqui podemos dizer – continuei falando – vou me livrar do encosto e vou para aquela mesma balada. Meu plano diabólico é esse. Tomara que eu encontre a Roberta – tomei um banho e me arrumei.

- Tudo isso pra ver o Bruno – o Lucas disse quando cheguei na sala.

- Qual é o teu problema com ele? – eu disse sentando no braço do sofá.

- O cara é supergente fina, mas você e ele junto podem fazer o mundo acabar.

- O mundo acabar seria legal, mas vamos logo to com pressa. – disse indo ate a porta. Não sei se o Thomas levantou depois que eu sai. Cheguei na portaria e nem sinal dele descer. Fique esperando uns dez minutos lá em baixo e finalmente ele aparece. — Velho, tava fazendo o que, descarregando no banheiro. – disse.

- Bora logo, sem blá blá blá. – ele disse indo direto pra garagem

- Claro, melhor ainda. – sinceramente cada dia mais ele estava me surpreendendo. Entramos no carro e ele começou a falar, claro que o que aconteceu era um sono. Ele não ia ficar sem dar seus palpites.

- Qual o seu problema? – ele disse.

- Nenhum.

- Porque você foi falar aquilo pro Koba?

- Você já não falava, eu só disse com quem era.

- Não era pra fazer isso – ele disse colocando a mão do rosto. – Posso te perguntar uma coisa?

- Não dá pra escapar, manda ai.

- Você sente alguma coisa por mim? – "sim" primeira palavra que veio na minha cabeça.

- Sim – ele ficou todo esperançoso – você é um puta de um amigo mas irrita muito.

- Não é isso que eu estou querendo dizer. Eu estou falando sobre sentir o que você sente pelo Koba...

- Pêra ai Thomas, isso ai já é outra coisa. Se você quer saber se eu tenho algum sentimento de amor por você não, eu não tenho – "pelo menos eu acho" pensei.

- Então porque você ficou daquele jeito, quando eu beijei a Letícia na casa do Pelu? – de novo essa pergunta.

- Você que saber, todo mundo quer saber, eu não sei, foi um impulso. A Letícia é minha amiga e eu não queria que você ficasse com ela.

- Porque eu não poderia ficar com ela?

- Bom senhor juiz, eu não sou culpada ta bom. Agora podemos sair a gente ainda esta na garagem e eu quero ainda fazer muita coisa.

- Eu sou um idiota mesmo.

- Nossa percebeu agora – falei muito baixo, ele nem percebeu e continuou falando como se eu não tivesse ali.

- Como eu posso gostar de uma garota dessas – "filho da mãe" pensei – tão... tão...

- Tão o que? Não para esse carro aqui que eu vou descer. Ta muito irritante – Já tinha estragado a minha noite agora só um banho de cachaça que me livraria disso. Ele não parou, então eu abri a porta, com o carro andando, e ia pular, sair, não sei como eu ia fazer aqui, só sabia que eu ia me machucar feio. Quando ele viu a porta aberta e eu quase me jogando na rua, me puxou e parou o carro.

- Você piro garota. Bebeu alguma coisa. – ele disse olhando pra mim e parando o carro.

— Obrigada – me soltei da mão dele de desci do carro. Ele também desceu e veio atrás de mim.

- Ô garota, volta aqui – ele estava gritando no meio da rua que nem um louco.

- Thomas, Thomas, Thomas, — três garotas milagrosas apareceram, não sei da onde, mas pelo menos me livraria do encosto, virei em uma esquina e a ultima coisa que vi foi o Thomas parado lá no meio da rua com as garotas.

- Obrigada meninas – disse agradecendo o que elas fizeram por mim.

Notas finais
Valeu mais uma vez por lerem,
em breve vou colocar mais capítulos.
Comentários serão bem vindos também.