Intocável - Hiatus Temporario

2 Eu não sou a esposa perfeita.


Notas iniciais
Olá. Queria agradecer ao comentários de vocês e palas favoritaçoes. Obrigade mesmo, fico muito grata que tenham gostado, e eu disse que ia postar domingo passado, mas não deu muito certo, pois meu not pivou, e o capítulo tava lá, ainda tá, eu perdi o capítulo 4 que já estava pronto. Mas bom, vamos a leitura né?! Espero que gostem

Sou obrigada a entrar novamente no quarto. Eu não tenho o que fazer. Seu quarto já está arrumado. Incrivelmente arrumado.

– Sua cama está arrumada – Jeanine fala baixo – Ele não fez nada a você? Ele não tocou em você?

Apenas nego com a cabeça. Não sei o porquê de estar tremendo. Talvez pelo medo do que vai acontecer comigo. O que vai acontecer ao John. Ele deveria ter me usado. Mas não usou, e agora, vou sofrer a consequência.

Jeanine pega bruscamente o meu braço, e me leva para fora do quarto. Encontro Chris no batente da porta olhando para mim e para Jeanine assustado. Ela está me tocando, ela está desrespeitando a regra. Só John pode me tocar, não ela.

E a primeira vez que eu sinto um toque. — E exageradamente macio, e completamente estranho — E ele não é muito agradável. Meu braço dói pela força que ela está usando para me segurar. Eu quero gritar para ela me largar, mas não posso. — não quero — E a primeira vez que eu sinto dor, e eu quero me focar nela. E espero que essa seja a ultima.

– Jeanine – Chris anda em nossa direção – Largue-a.

– Ela o enfeitiçou para não usa-la – Ela aperta ainda mais o meu braço – Ela precisa saber o que acontece quando enfeitiçam John.

– John não queria usa-la – Chris explica – Ele quer que para ela seja especial.

– Não me importa isso – Jeanine me chacoalha – Não tiveram piedade comigo, por que ele tem de ter com ela? Por que ele?

– Porque eu quis Jeanine – John aparece no corredor atrás deum homen formoso, não é muito velho que nem Chris, nem muito novo que nem John. Seu rosto e suave, mas também é algo duro, como se ele podesse comandar apenas pelo olhar.

– Sr. Juan – Exclama Jeanine, levando-me até ele – Está intocável enfeitiçou o nosso John.

– Enfeitiçou como, Jeanine? – Pergunta ele

– Ela conseguiu fazer ele não usa-la – ela explica – Ele nem mesmo a tocou.

O silencio tomou conta do local. — e o medo tomou conta de mim — Olho para o pai de John. Ele está o encarando, como se o que Jeanine disse, esteja certo. Começo a seguir o seu olhar até em John, que me olha sem expressão.

Meu braço ainda dói. Jeanine ainda não o soltou. E a cada minuto que Sr. Juan passa quieto, mas forte ela me aperta. Meu braço está tomando outra cor. Não a sua cor natural. Minha pele branca está se tornando uma cor escura, misturada com verde.

Quero que ela me solte. Quero que o meu castigo passe logo. — Quero que Jonh faça alguma coisa — Nunca serei uma boa esposa, muito menos a esposa perfeita. Não quero ficar vendo John me olhando deste jeito. Não quero que ele me odeie pelo que eu fiz.

– Solte-a Jeanine – Ele anda em minha direção – Solte-a agora.

Seu pai apenas observa o que acontece. Não sei o que se passa pela sua mente, ele deveria castigar Jeanine por tocar em mim. Deveria fazer um belo estrago em meu rosto, mas ele apenas observa seu filho tentando tirar-me de Jeanine.

– Está intocável enfeitiçou você – Explica ela – Ela precisa ser castigada.

– Ninguém me enfeitiçou, Jeanine – ele diz – Eu só acho certo não fazer isso com ela agora.

– Você nem a encostou – Jeanine levanta o meu braço.

– Ora, não seja por isso – John tira a mão de Jeanine no meu braço, e com cuidado o segura para ver como está.

– Está doendo muito? – Pergunta ele

Eu o encaro. Ele está sendo bom de mais para mim. — desde que cheguei aqui -Seu toque e como se eu tivesse sendo tocada por anjos. — algo que quero sentir mais vezes — Ele realmente está preocupado comigo, consigo ver isso em seus olhos.

Ele ainda me olha esperando uma resposta. Eu apenas nego com a cabeça, não sei se consiguirei falar. Não quero parecer fraca na frente de todos. Principalmente na frente de Juan, ele é quem decide o que é o melhor para o seu filho.

– Satisfeita Jeanine? – Pergunta Sr. Juan – Ele a tocou

– Mas não a usou – Ela reclama

– Quem decide isso é ele – Juan dá um passo á frente e faz a mesma coisa que Jeanine fez comigo – Agora, eu vou decidir o que eu vou fazer com você, por você ter a tocado.

Os olha de Jeanine se saltam quando e arrastada para longe de nós. Seu olhos estão focados em meu rosto, pedido socorro. Os dois somem de vista apôs virar o corredor, e ainda sinto que John ainda está me tocando. E com cuidado para não me machucar, ele me leva até o seu quarto com Chris atrás de nós.

– Pronto – John me faz sentar na cama – Não está doendo mesmo?

Não respondo. Apenas olho para o meu braço. Ele está extremamente colorido, e a um formato de dedos ao redor dele, não sei se são os de Jeanine ou os de John. — Só pode ser os de Jeanine. John não me machucaria.

– É obvio que está doendo – Diz Chris – Ela é uma intocável! Ela nunca sentiu dor, qualquer coisinha para ela e algo extremamente doloroso.

John não responde. Ele está rindo como se estivesse se lembrado de algo. Não consigo esconder o sorriso.

– Ela já se machucou – Responde John.

De fato. Mesmo que fosse extremamente proibido de sair do meu quarto, eu já me machuquei brincando. Estava pulando em minha cama, mas eu acabo-me desiquilibrando e caio por cima do meu braço o quebrando. Ele teve que curar-se sozinho, já que não poderia ver nem um homem – e as mulheres, não podem ter nem uma profissão, nem mesmo depois de casada-, e ninguém podia me tocar. Mas como John sabe disto?

O encaro. Seus olhos verdes estão com um brilho diferente. Queria muito saber o que passa em sua mente, gostaria de saber o que ele sabe.

Não tenho coragem de perguntar como ele sabe que já me machuquei. Talvez Cristina deve ter contado a John. Mais isto é impossível, Cristina cuida das intocáveis, e ela também não pode tocar em nem um homem, nem vê-lo, muito menos os maridos das intocáveis.

– O que vai acontecer com Jeanine? – Pergunto. Não quero que algo de ruim aconteça a ela. Mesmo ela que ela tenha machucado.

– Eu não sei – Responde John – Meu pai às vezes é imprevisível, nunca se sabe o que as passa pela sua mente, talvez ele a mande para a outra colônia, ou apenas a deixe de castigo.

– Por que... Por que ela... – Eu não sei mais como fórmulas as fases, nem sei o que estou perguntando. Nem mesmo sei se quero saber a resposta.

– Por que ela a tratou assim? – Balanço a cabeça positivamente – Bom...

– Ela é uma das mulheres satisfatória de John – Chris responde por ele – E digamos que ela nutriu um sentimento por ele. Algo que vocês foram criadas a não ter.

Eu também nutriria um sentimento por John. Ele é um tanto que misterioso, e isso me encanta nele. Não a como não nitrir um sentimento por um homem belo, e um tanto bondoso. Eu não mereço ser sua esposa.

Mesmo que sejamos criadas para não nutrir amor algum, não é possível. Cristina, sempre me dizia que nós não mandávamos no coração. — Toda vez que ela tocava neste assunto, eu chorava, este era o comentario da minha mãe -. Ele segue a sua própria regra. Mesmo que nós oponhamos outra, ele nunca a segue. Não podemos mandar nos sentimentos, não podemos mandar no coração, ele não nós ouve.

– Mas por que ela disse que não tiveram piedade com ela? – Lembro-me que ela falou isto. Jeanine não pode ser a intocável de John, eu sou sua intocável.

– Jeanine foi uma intocável descartada – responde-me John – No seu primeiro dia com o marido, ela já teve uma distração. E ele não a quis mais.

Paro de respirar. Hoje é o meu primeiro dia com John, e já ouve uma distração. Serei uma intocável descartada. Serei comprada para satisfazer outros homens. — Serei como Jeanine — Eu não quero isto para mim.

John percebeu a minha tensão. Ele passa seus braços ao redor de mim, e me puxa para si. Uma de suas mãos está descansada em minha cintura, e a outra esta no meu cabelo, o embraçando. Isto me transmitiu algo bom, — Algo que me fez sentir melhor — algo que eu quero para mim, quero John para mim, para sempre. Não sei o que fazer, apenas o imito.

– Eu nunca a abandonaria – sua voz rouca me faz rir, mas também me transmite segurança. Ele me puxa mais para si – Nunca permitirei que fique longe de mim. Nunca. Entendeu?

Ele toca doiz dedos em meu queixo e o levanta para encara-lo. Sempre me perco em seus olhos, ele é uma das coisas que me tramite segurança. Não faço nada, apenas aproximo meu rosto do seu peito, e consigo escutar a seu coração.

Seus dedos bagunçam ainda mais o meu cabelo. Respiro fundo e sinto o seu cheiro. Seu cheiro é doce, algo bom. Eu o quero para mim.

– Isabelle, eu faria qualquer coisa para ter você sempre ao meu lado – O escuto sussurrar antes de cair no sono.

Notas finais
Então, gostaram? Bom, eu acho que existe alguns erros, mas vou tentar arrumar. E se não sei se falei para vocês, que a fanfic/livro tem pessoas "diferentes", espero que gostem dessa ideia. Até mais.