Internship In Crisis
1 Prólogo
Notas iniciais
Todos os jovens ali presentes encaravam seus pais, eles estavam na enorme mansão dos Dietrich. Amanda resmungava impaciente no sofá.
— O que vocês querem, falem logo – ela pegava uma pequena mecha de seu cabelo castanho enrolando e desviava de Clara e Souza que se batiam.
— Vocês vão para um internato – o Sr. Spaolonzi falou firme e ouviu risadas surgirem do enorme sofá onde estavam as meninas e claro, Negão.
— Agora conta uma novidade – Izza rolava seus olhos azuis e dava de ombros. Aquilo era verdade, eles já foram mandados em 14 internatos e nenhum deles adiantava para aqueles problemáticos.
— Mas ele não é qualquer, não é iguais aqueles que vocês já foram – Srt. Nunes sorriu – espera, é a mãe da Tati, é tanto Nunes – pá – e Tate riu sem humor.
— Nenhum deles vão adiantar, já sabe disso – Mesquita olhava suas unhas enquanto Sara quase arrancava seu lindo cabelo. — Sossega Verdan, porra.
— Vocês não têm jeito – Sr. Nishimura suspirou e fitou a Irmã mais nova de Amanda, seus olhos gigantes esverdeados estavam lacrimejados.
— Ah, então vão desistir – Suyane sorriu esperançosa e Srt. Lobão negou.
— Puta que pariu, foda-se. Nós vamos naquele caralho e vamos foder tudo, cacete! – Negão pulou do sofá e começou a sambar. Tatiane se levantou dando um tapa em seu amigo.
— Mais um? – Flávia resmungou e Suy riu abraçando de lado e lhe dando um beijo em sua bochecha arrancando um sorriso doce de Hoehene.
— Relaxa Flávia, já estamos craques nisso – Clara sorriu e Souza – antes que batia na loira – concordou e ficou mexendo nas madeixas de Clara.
— Maninha – a Irmã de Nishimura correu e foi abraçar a japa. Nishimura sorriu e começou a acariciar os enormes cabelos de sua irmã, ela chorava. Ela odiava cada vez que sua Irmã partia, para ela era divertido estar com ela e seus amigos malucos, ela os amava do fundo de seu coraçãozinho. Ela mal sabia o que era o que eles aprontavam.
— Vai ficar tudo bem, ok? Mamãe vai cuidar de você – Amanda se afastou e acariciou o rosto alvo de sua irmã que assentiu.
— E você também se cuide. Negãão! – a pequena chamou e Bruno a olhou. — Cuide dela – ela sorriu docemente e Negão sorriu assentindo.
— Awwn pequena, vou sentir sua falta – Marcela apertava suas bochechas e ela fazia careta.
— Vamos bitches, temos um internato para colocar fogo! – Negão foi saltitando até a porta.
— Gay – Souza resmungou.
— Seu cú, Amanda!
— Quando eles irão tomar jeito? – Srt. Akemi se jogou no sofá.
— Como a gente era terrível – Sr. Verdan sussurrou.
— Eles são piores! – Sr.Nunes – pai de Clara – exclamou e Sr.Dietrich concordou.
— Mal eles podem esperar para ver como é aquele lugar.
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