Intenso
4 Sonhos ou realidade?
A floresta grita-me, as arvores chama-me, os animais caçam-me, estou louco e entregue a isso, pelado em meio a floresta encontro um livro e começo a lê-lo
A Lenda da Bruxa
Elisa era uma bruxa de grande beleza, a qual morava dentro de uma caverna na parte mais distante e bela, entre a floresta e o lago, seus poderes eram imensos, sua missão, era proteger todas as formas de vida ali presentes, já que seu clã havia há tempos sido exterminado por homens gananciosos, a pequenina, com isso, jurou tal missão aos deuses. Elisa era alvo de homens maus, os quais, desejavam possuir seu corpo, e usar seus poderes para beneficio e conquista própria, a grande bruxa tinha toda a floresta a seu favor, fazendo sua pessoa quase impossível de ser encontrar, Heitor, um soldado defensor da realeza local, em uma de suas muitas cassadas, num pleno dia de sol radiante, a contemplar a natureza, este, vislumbrou-se com a imagem de perfeição que encontrava-se a beira do lago a que aproximava-se, como uma brincadeira, peça, fatalidade do destino, Heitor e Elisa apaixonaram-se de forma inexplicável aos homens, mas, como poderia ela a grande bruxa, protetora da vida, permitir-se a entrada do jovem soldado ao seu mundo, a si mesma tão facilmente, precisaria ela, ter a certeza de que este, poderia ir ao seu encontro , certeza de que este, seria seu destinado, Elisa encantou a região a sua volta, transformando aquele ambiente em um labirinto em movimento, após o feito, retornou como um raio para a caverna onde vivia, Heitor havia desmaiado em colateral ao encantamento, ao acordar, notou que havia uma marca em sua mão, marca esta qual palpitava em dor, uma dor comparada intensas ferroadas das douradas vespas, quais ouvira em historias quando criança, e ao andar em certas direções, tinha-se o alivio dessas, Heitor se pós a correr pelas árvores em pânico e ansiedade, até avistar uma caverna, onde ao adentrar, viu a marca desaparecer, e a sua frente, a imagem que tinha em sua cabeça por todas as horas enquanto corria aparentemente sem rumo entre as arvores, ao deitar-se com Elise, a floresta celebrou a união dos destinados, os deuses tinham os unidos, e juntos eles protegeriam aquela terra. Heitor acabou tornando-se um lobo místico, qual podia mudar sua forma a qualquer instante, os filhos do casal acabaram por gerar uma linhagem de guerreiros e oráculos, todos os descendentes do Grande Heitor , os Heitorianos Nasciam ligados a outra alma, e esta por sua vez tornava-se um oraculo, as Estelas, assim o Heitoriano que possuísse o oraculo que se aproximasse mais do espirito da Primeira bruxa, ao unir sua alma com seu destinado, herdava a liderança e o controle dos seus vinculados sobrenaturais, carregando a missão de proteção e equilíbrio jurados por Elise a aquela terra.
E novamente segunda-feira, minha estreia no colégio novo foi bem interessante, e, aqui estou andando por todas estas árvores, indo para o meu “amado colégio” o trabalho dos meus pais está em alta, eles estão cheios de processos e encontros para finalizar, vendo a situação deles, eu preferi ir andando para o colégio, afinal por meio dessa “praça” o caminho não é tão longo e ainda tem essa paisagem maravilhosa, tão maçante... O tempo está fechado hoje, para todos os lados em que olho apenas consigo ver essa cortina de nuvens cinza, sem sol, sem chuva, estranhamente por sinal, não, o mais estranho aqui é esse calor anormal, para né, pelo clima deveria estar bem confortável aqui, fresco e suave, se ao menos eu estivesse com minha Bike,...
—Jason. – Escuto meu nome, como um sussurro dentre as árvores, paro de andar, olho para a direção de onde o sussurro veio, porém não encontro algum sinal de alguém ou de algo que pudesse fazer-me enganar, puts, estou ficando louco, essas árvores devem ser bem fumáveis, de boa mesmo-Gargalhadas-
—Jason, Elisa...
Certo, novamente isso, e não tem ninguém por aqui, Elisa? Como assim, acho melhor sair daqui o mais rápido possível, minha avó sempre disse para eu tomar cuidado com as florestas, não é hoje que vou contraria-la.
—Elisa
Cara, socorro, não crêio, oque eu faço? Está certo, okay, vou entrar no modo garota do filme americano para ver se isso para.
—olá! Quem esta ai. — falei medroso, entretanto não largava minha pose de coragem, e novamente o sussurro.
—Elise. Dessa vez, conseguir ver algo entre os troncos das árvores, mesmo assustado, não consegui correr “novidade”, aquele detalhe entre as árvores me chamou atenção, não sei ao certo oque era, nem oque é, mas algo no que estava ali me atraia, e entre sons e vultos, acompanhei o ritmo, correndo entre os galhos secos e um tapete de folhas ao chão. Já cansado pela quase maratona, parei em meio a uma clareira gramada, pude avistar em seu centro uma tabua de pedra, e mais a frente uma caverna, em choque, tomado pela paisagem ,segui em direção a pedra, em delírios, provocados por esta tal paisagem, comecei a despir-me lentamente, primeiro os sapatos, meias, lentamente retirei meu cinto e deixei a calça seguir seu caminho por entre minhas pernas e estacionar-se no chão junto a minha cueca azul, onde ficara enquanto me aproximava da pedra, por fim tomado pela sensação de prazer e uma mistura de paz e guerra, joguei minha camisa para o lado e sentir o frio da pedra tomar o meu corpo por meus pés a cada degrau que conquistava ao elevar-me ao seu topo, já no meio da placa de pedra, vejo uma serpente com grandes proporções aproximar-se de local onde eu estava, mesmo incrédulo pelo tamanho que a serpente apresentava-se, sentia uma força protetora, aquele animal não me faria algum mal, dando oque parecia ser três voltas ao redor da pedra onde me encontrava o animal parou em minha frente, e estendeu seu corpo deixando sua cabeça monstruosa, com plumagens magnificas em frente a meu rosto, e com seu olhar penetrante nos meus, em vacilo, meus olhos desviaram-se para a paisagem ao fundo, capturando o exato momento , onde surgia entre as árvores lobos e outros animais como águias, cavalos, tigres, animais, porém diferentes dos que eu tinha visto em minha vida, na televisão e nos passeios ao zoológico, eram maiores e ferozes, com cores não convencionais da espécie.
—Elisa, Elisa... Preste atenção, entre nossas muitas vidas, coisas mudaram... Sua alma será disputada. – Esta frase foi a ultima que escutei, após ouvir a serpente falar comigo, senti-me fraco, minha visão começou a escurecer, meu corpo se apresentava pesado cada vez mais, até sentir-me cair sobre aquela pedra, poderosa e gélida pedra.
—Ei, garoto
—Oque?
—Oque faz aqui garoto? Já passa das seis da noite você não deveria estar aqui. – Ao ter consciência da frase dita a mim naquele instante, despertei como foguete, saltando do acento onde estava dormindo, “puta merda, como assim, a floresta e aquela serpente, foi um sonho? Como eu cheguei até aqui, minha farda esta em perfeitas condições”
—Nossa, desculpa, senhor, serio mesmo, desculpe-me, eu acabei perdendo a noção do tempo, nossa desculpa, preciso voltar para casa, até mais. — sai correndo do auditório onde não fazia a mínima ideia de como entrei e acabei adormecendo ali.
—Espera garoto! Não quer que liguemos para seus pais?
—Não precisa! Obrigado!
Desesperado, é como eu estava ao sair do auditório, correndo tão rápido quanto o flash, entre os prédios e os portões do colégio. Ao entrar no parque, e seguir a calçada cercada pelas arvores de um lado e pelo lago do outro, relaxando enquanto lembrava que meus pais iriam dormir fora e não levaria uma baita bronca ao chegar em casa, fui diminuindo o ritmo até estar dando passos suaves e flutuantes, mais a frente em um dos muitos bancos por aquele percurso , consigo ver encostada em uma árvore, uma Bike, e sim, era a minha amada, corri em direção a ela louco de saudades e preocupado com oque poderia ter-lhe acontecido, ao chegar próximo a ela, meu coração quase explode de alegria, nada, exatamente nada de errado, minha amada estava em perfeição, do mesmo jeitinho que o papai a deixou na cabana, sem me preocupar como ela estava ali, me esperando estrategicamente, peguei no guidom com firmeza e me preparei para montar, quando de repente, algo pula de cima da arvore onde estava, e se mantem parado atrás de mim, como se esperasse algum tipo de reação minha, ao tomar coragem suficiente para verificar quem estava ali, virei-me de vez, e enquanto tentava focar no rosto daquele estava ali, tive o pescoço capturado por suas mãos e pressionado contra a árvore, levantando meu corpo alguns centímetros do chão, senti meu corpo sendo sustentado pelo corpo que ali estava, não permitindo-me afastar, muito menos mover-me, desisti de gritar por ajuda no exato momento em que sua boca tomava o lugar de sua mão e seu corpo fazia posse do meu, seus dedos agora penteavam meus cabelos para trás com força enquanto seus dentes arranhavam minha pele, seus lábios em pressão com minha pele chupavam minha alma, suas mãos desciam por meu tronco até minhas adegas reivindicando-as como posse, enquanto uma energia faiscante preenchia meu corpo com luxuria, desejo, amor, ódio, uma mistura delirante, extasiante, intensa, não tinha escapatória, eu estava perdido, e aos poucos fui perdendo forças drenado pelo corpo que que tomava-me, eu iria apagar, e apaguei lentamente ao ouvir as palavras rastejadas do Brendan
—Não importa oque ela decidiu você é meu desde o inicio, nenhum outro irá te possuir.
Acordei em minha cama ao som do despertador digital, com as mesmas roupas quais imagino ter ido para a escola no dia anterior, minha cabeça lateja, não consigo lembrar-me de nada do dia anterior, um pesadelo talvez, bem, preciso apressar-me e ir para o colégio, logo, levantei-me da cama e andei em direção ao meu banheiro, escovei os dentes, tomei um banho rápido, peguei uma cueca nova, vestindo a camisa branca com a calça preta que complementa minha farda, após verificar se já tinha feito tudo oque era preciso em minha rotina matinal, desci as escadas lentamente, excitando-me com o cheiro de omelete que vinha da cozinha, minha mãe encontrava-se em casa, isso significa é claro que terei um maravilhoso café da manhã, ao adentrar a cozinha, avistei uma mesa bem posta, com todas as comidas que eu gosto, bolo de cenoura, suco de acerola, panquecas com chocolate, omelete de presunto e queijo, e pudim, sim, pudim! Ao perceber minha presença na cozinha, minha senhora abriu um sorriso considerável e espirituoso, abriu seus braços e veio abraçar-me, tão suave, tão quentinho, tanta paz... Os abraços de minha mãe sempre foram os melhores, são aqueles tipos de abraços capazes de retirar toda carga negativa de uma pessoa e enchê-la de boas vibrações, finalizando seu magnifico abraço com um beijo em minha testa, minha senhora voltou-se para as escadas em direção ao seu quarto ordenando-me que me apressasse, ferozmente, morto de fome devido o meu dia anterior que, provavelmente foi um longo e interessante sonho, ataquei aquele posto banquete, comendo tudo oque conseguia enfiar em sequencia em minha boca, assim que me senti satisfeito, levantei e corri para o banheiro do andar de baixo para escovar meus dentinhos –Risadinhas sapecas- ao terminar o enxague oral, corri do banheiro com um movimento rápido seguindo a voz da minha amada a qual me chamava para levar-me até o colégio, corri até a garagem abri rapidamente a porta da frente do carro e pulei no banco da frente com um sorrido cínico preso em meu rosto ao ver a reação de desagrado de minha senhora.
—Mais educação menino, foi assim que eu te eduquei? Mas oras- retrucou a minha senhora
—Ouch... Desculpa rainha, olha, já estou comportado, não precisa essa expressão carrancuda, olha as rugas nascendo ai na tua testa, olha. – Respondi de forma descontraída, tirando gargalhadas da minha mãezona que já dirigia em direção ao colégio.
Por todo o caminho até o colégio experenciei uma sensação estranha a mim, em relação ao ambiente, como se eu pudesse sentir toda a natureza que passava, das pedras no chão aos besouros nas copas dos pinheiros. Ao chegar à escola me despedi de minha mãe com um beijo em sua bochecha e pulei do caro
—Jason! Esqueci-me de lhe falar que eu e seu pai ficaremos na agencia em Solara até amanha, sobre a viagem para a nova filial eu falo com você por telefone, caso eu e seu pai fiquemos muito ocupados na finalização dos processos em Solara iremos direto, mas enfim eu te ligo para falar com você meu bebê. -Exclamou minha mãe em auto som chamando a atenção dos outros alunos que chegavam na escola deixando-me meio envergonhado.
—Mãe! Olha o gorila, por favor, senhora. — respondi enquanto via-a arrastar com o carro a gargalhadas.
Colégio...
Essa cidade é realmente muito estranha, falo isso, pois, acabo de sentir algo gelado em minha cabeça, e olhando para cima consigo ver os flocos de neve aproximando-se do chão lentamente como o cair de uma pena e ainda nem é inverno que louco, o engraço disso é que eu não estava com o frio que deveria sentir já que estava nevando, eu estava sentindo-me bem aquecido mesmo usando o fardamento padrão, qual não dava realmente para manter um garoto como eu aquecido...
—Jason! Jason! .- Gritou do portão da escola a Lara chamando minha atenção enquanto dançavam com movimentos estranhos quais eu nunca vira.
Alegre em ver minha mais nova B.F corri em seu encontro, envolvendo-a em meus braços num um abraço apertado e girando-a a poucos centímetros do chão, pondo-a novamente sobre o solo com um pequeno beijo em sua bochecha, ao por a Lara no chão assustei-me ao ver que seus olhos mudara para uma cor purpura cintilante e rapidamente já voltava ao normal, ao perceber minha expressão, Lara desviou o olhar e foi em cumprimento de seu namorado que acabara de chegar balançando a cabeça em minha direção em saudação, ao perceber a coloração dos olhos de sua namorada, o Gustavo exclamou para seu irmão que vinha mais atrás
—Veja Jean, temos uma guardiã aqui! Que maneiro
—Oi ?- perguntou o Jean meio perdido enquanto procurava alguma coisa em sua mochila
— A Lara é guardiã, falando nisso de quem paixão? Perguntou o Gustavo para a Lara segurando uma expressão estranha em seu rosto ao ver a cor purpura retornar aos olhos de sua namorada e vê-la pondo-se em minha frente como se estivesse a proteger-me, e por um instante, consegui perceber em meio aos muitos alunos que passavam, e no Jean que estava a minha frente, a coloração cintilante ocular de cor Negra com traços luminosos de cor verde travados em minha direção, por um momento parecia que tudo estava congelado, eu conseguia sentir toda aquela energia de tensão que apresentava-se ali, e em meio aquela cena congelada, consegui perceber um par de olhos diferente, com uma tonalidade azul marinho e traços luminosos de cor verde, ao fechar meus olhos por um momento, e ao reabri-los vi a imagem descongelando-se e os muitos outros ali seguindo seus caminhos normalmente como se nada tivesse acontecido, se aconteceu algo realmente. Passei o dia repassando o momento que vivi mais cedo pela manhã na entrada do colégio, isso tudo parece maluquice, devo estar mesmo é tornando-me um esquizofrênico, necessito urgentemente ir a um psicólogo. Ao ouvir o sinal de termino das aulas sou acompanhado por Lara pelos corredores até a entrada do prédio onde estávamos em aula, a Lara não falou muito hoje, normalmente ela não para de falar, porém hoje, hoje ela se manteve mais calada e pude observar também que ela sempre estava com um olho em mim, enquanto a Lara esperava o Gustavo, resolvi ir até o banheiro térreo para me aliviar, estava apertado precisava muito ir ao banheiro, fiquei tão perdido em minhas loucuras durante o dia que não percebi que precisa ir aliviar-me, informei a Lara de que iria ao banheiro e retornaria ao mesmo lugar para que pudéssemos ir para casa juntos pela praça do Lago, ao assentir de cabeça da Lara, vendo que o Gustavo já aproximava-se de nós, virei-me e fui em direção ao banheiro, agoniada com a necessidade, entrei no primeiro box que vi, desabotoei a calça e puxei meu zíper para baixo em um único movimento deixando o liquido qual tocava uma melodia ao bater na agua do sanitário libertar-se do meu membro, realizado e liberto dirigi-me até a pia para lavar minhas mãos
—Permita-me clamar-lhe. Ouvi alguém falar do canto do banheiro, porém não dei atenção e virei-me em direção a porta de saída, quando, sinto uma mão puxar-me pelo ombro fazendo-me cair e batendo minhas costas contra uma parede.
—Renda-se, entregue o poder. Disse a pessoa que acabara de empurrar-me na parede em que me encontro assustado sem entender oque estava a acontecer ali.
—Oque você quer? Não sei do que você esta falando, e nem mesmo eu sei quem você é, por favor, deixe-me ir, você deve estar enganado. — supliquei ao ver seus olhos tomarem-se por um negro absoluto e vendo aquela pessoa desconhecida aproximar-se de mim com seus dentes alongando-se continuamente, e tudo oque conseguia fazer no momento era ouvir uma cobra que aparecera em meu pescoço mostrando suas pesas perigosamente enquanto mandava-me chamara-los,
—Foque a cor, concentre-se na cor dela. — a cobra repetia continuamente, sem alternativas e seguindo uma intuição desconhecida, fechei meus olhos visualizando uma paisagem, uma linda paisagem purpura, como os olhos da Lara naquela manhã, porém logo me vi caindo em meio a um oceano de cor azul marinho denso, e afogando-me nele abri meus olhos para ver ele, o Brendan agarrando o garoto pelo pescoço e o jogando-o contra a parede e andando em sua direção alongando suas unhas que tornavam-se garras, e com um movimento desenhou no braço do rapaz encurralado um símbolo qual não consegui identificar pelo sangue que começava a descer, terminando o símbolo que fazia no braço do garoto, Brendan levantou-se e caminhou em minha direção, com seus dentes também alongando-se em caninos, parou em minha frente com seus olhos presos aos meus
—Me aceite agora e não precisará passar por isso novamente. — Disse em um tom serio e firme o Brendan aproximando-se de mim a cada folego que eu tomava, antes de estar consideravelmente próximo a mim, estático, sem reação, em transe, apenas pude ver quando a Lara adentrou o banheiro e levantando sua mão fez com que o Brendan retraísse seus dentes e garras e fugisse dali pela janela como o diabo foge da cruz.
Levantando-me pela mão, a Lara me direcionou para a saída olhando para o garoto que se encontrava no chão falando:
—Menos um. — com uma expressão seria em seu rosto. Foi a ultima coisa que vi antes de sentir minha cabeça atingindo o chão e ver tudo ficar escuro.
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