Insomnia

4 Capítulo 4: Surprise!


Notas iniciais
Olááááá ! Notas finais por favor :)

Quando eu cheguei a casa, fui direto para o escritório e eu tive uma surpresinha... Havia um homem lá dentro, aparentemente tinha uns 40 anos.

_ Sabia que viria – ele disse e me encarou. No mesmo segundo pus minhas presas pra fora – não se preocupe, não vou te machucar... Não agora!

_ quem é você?

_ isso não é importante agora, my dear.... O que importa é que finalmente você veio ao meu encontro – ele levantou e eu me preparei pra atacar, ele deu um risinho e fez um movimento com a mão e eu não conseguia me mover. E aí eu finalmente percebi que estava muito ferrada.

_ me solta imbecil – falei entre os dentes

_ calma princesinha – ele passou a mão pelo meu rosto – não fique nervosa, e se você tentar me atacar algo muito ruim irá acontecer com a sua amiguinha e seu namoradinho – ele se aproximou mais de mim e sussurrou no meu ouvido – algo como o sol – eu congelei, eu não tinha menor ideia de quem é esse homem, não sabia o que ele seria capaz de fazer comigo, mas algo me dizia que Claire e Campanaro estavam em sérios problemas caso eu fizesse algo – toquei seu ponto fraco não é? – ele riu – você é uma vampira, mas seus sentimentos ainda são humanos, eu reparei isso em você.

_ estou aqui há meio minuto – eu falei com raiva

_ quem disse que hoje é a primeira vez que te vejo? Você não sabia da minha existência, mas eu sempre soube da sua. E te observava, de longe, vendo todas as suas fraquezas, estudando toda sua personalidade, devo conhecer você melhor que seu amado Campanaro.

_ o que você quer?

_ o que eu quero? Oh minha doce garota, eu quero você! — eu fiquei sem reação, eu não sabia se sentia raiva ou se ficava assustada. Com outro movimento das mãos, ele me soltou do feitiço e eu voltei a me mexer normalmente. O olhei de cima a baixo, guardando suas fisionomias, talvez esbarrasse com ele novamente e não hesitaria em mata-lo, e me virei no mesmo instante a porta bateu – onde você pensa que vai?

_ hum... Embora? – ele novamente riu

_ não meu amor, você não vai embora... Você é minha agora e ninguém vai tirar você de mim.

_ serio você tem problemas mentais, problemas sérios! Eu não sou sua, eu não sou de ninguém. E eu vou embora, tchau – me virei e abri a porta, quando eu cheguei ao jardim, ele gritou da porta:

_ acho melhor você esconder muito bem aqueles dois Lefreve, quando a luz do sol os pegar... – ele gargalhou. Eu bufei e continuei andando, peguei um atalho para a cidade, precisava achar alguém para rebocar o carro para eu continuar atrás de Nikole. Eu voltaria a aquela casa outro dia! Na cidade, havia algumas pessoas na rua e elas me encaravam, eu passei por uma casa onde tinha uma senhora sentada, quando ela me viu fez uma cara de espanto. Eu arqueei a sobrancelha e vi-a chamar o filho, que imediatamente saiu e a pos pra dentro! Olhei-me, não estava suja de sangue nem nada, afinal, não tinha nem caçado. Continuei andando e as pessoas continuaram me olhando, estava ficando irritada com isso tudo.

Entrei em um bar onde só havia homens, alguns extremamente bêbados mexeram comigo, outros me olhavam intrigados. Sentei-me no bar e logo o barman veio falar comigo.

_ Srta, me desculpa, mas esse bar não é permitido entrada de mulheres.

_ não te perguntei se é permitido ou não, quero um whisky e um reboque por favor.

_ Srta, eu sinto muito, mas...

_ meu querido olha só, se eu quiser mato todos desse bar inclusive você, então me da logo a porra do whisky e liga para um reboque ir buscar meu carro na estrada.

_ Srta eu terei que chamar a policia – eu arqueei a sobrancelha, pulei o balcão e o peguei pelo colarinho da blusa o levando para o fim do bar, mais precisamente para o estoque.

_ Olha só, você faz o que eu mandei ou... – pus minhas presas pra fora e ele estremeceu

_ s-s-sim Srta – o larguei no chão e voltei para o bar como se nada tivesse acontecido, voltei a me sentar no bar, o barman ligava para o reboque quando um cara com chapéu e sobretudo sentou do meu lado.

_ você sabe que aqui não é permitido damas não é mesmo? – eu bufei de novo essa historia.

_ olha, eu não vim aqui ver um bando de homem gordo, bêbado e sem sexo, ok? Eu só quero um reboque pro meu carro que a propósito, o barman está conseguindo.

_ eu posso te levar em muitos lugares – ele me olhou de cima a baixo com um sorriso malicioso e eu tive que gargalhar.

_ não, obrigada... Sua companhia é muito desagradável – me levantei — hey dude, já chamou o reboque?

_ eles estão indo Srta – o barman respondeu assustado

_ certo – sai andando e o tal carinha veio me seguindo

_ sabe, eu não sei seu nome...

_ e nem vai saber!

_ deixa de se fazer de difícil garota, eu sei que você quer...

_ realmente, eu quero arrancar seu pescoço pra não ter que ouvir tua voz. Desinfeta daqui lesma! — ele me segurou pelo braço e me virou pra si

_ se não vai na boa, vai na força – e tentou me agarrar, no mesmo segundo eu dei um chute em seu “amiguinho” e ele caiu no chão, olhei pros lados, a rua estava vazia, então eu simplesmente quebrei o pescoço dele. Menos um babaca no mundo

_ eu não vou nem me preocupar em te drenar, porque é capaz do teu sangue me matar. – e sai andando como se nada tivesse acontecido.

Cheguei ao carro e o reboque ainda não tinha chego, como os humanos são lerdos, santo Caim... Fiquei encostada no capô esperando, até que o mesmo cidadão da casa apareceu na minha frente.

_ não acredito! Hoje é dia de eu encontrar gente podre né? Só pode!

_ calma minha princesa...

_ olha cara, é melhor você sumir da minha vida, sério... Porque só de olhar pra tua cara eu tenho vontade de vomitar!

_ oh vejo que minha princesa está irritada...

_ já disse que não sou sua princesa – pus minha presa para fora e no momento em que ia finalmente atacá-lo, o reboque chegou e o cara simplesmente sumiu.

_ foi você que chamou o reboque moça? – o rapaz perguntou, eu olhei de um lado para o outro e então respondi:

_ é né, acho que sou a única com uma Hillux sem combustível no meio da estrada – ele ficou meio sem graça e começou a prender o carro no caminhão.

_ leva pra onde – olhei pro relógio, não daria tempo de abastecer e voltar para a estrada.

_ me deixa no posto de gasolina mais próximo da floresta – eu entrei no carro e ele começou a dirigir.

Ao chegar ao posto, paguei ao guri e comecei a por gasolina no carro. Em minutos amanheceria, se não achasse uma caverna para dormir estava perdida. O dia começou a amanhecer, não havia lugar escuro, o único lugar era a mala do carro! É, que decadência, me escondendo na mala de uma Hillux. Escrevi um bilhete rápido e colei no para brisas, abri a mala e deitei. Em minutos, o sol nasceu completamente.

Notas finais
Oláááá novamente! Então, eu disse que postaria com mais frequencia, e não estou postando. É, eu sei! Me perdoem por isso, mas é que eu tenho estado com bloqueio de criatividade e o capitulo começou a fluir há poucos dias. Vou tentar me esforçar mais, ok? Obrigada por lerem :)