Insight
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Estavam todos em volta da mesa, eu, papai e mamãe, ela conversado com ele sobre o seu dia de trabalho na lavoura de alimentos, o abastecimento de hoje no bloco da segurança, é também sobre a minha expectativa no teste vocacional de amanhã, mas eu não escutava muito eles estavam muitos juntos conversado, só escutavam finais de frases e palavras, no mesmo momento que eu se esforçava para ouvir mais da conversa deles papai olha em direção a mim com um olho curioso e misterioso que ele tem.
– Oi David? Como está sua vigília do teste vocacional?
– Ah, papai estou muito nervoso, mas porque a pergunta?
– Por nada meu filho, só curiosidade.
– Pai voce estava nervoso no seu teste?
– Estavam muito, passei à tarde inteirinha sentado na cabeceira da cama estudando e estudando, é foi muito difícil minha caminha até o Bloco dos Ajudantes...
– Pai me contem mas sobre esta tal caminhada!
– Vou sim filho, mas não agora tenho que recrutar ajudantes para o teste de amanha. mas se de tempo eu conto essa historia pra voce, certo?
– Claro Pai, seu trabalho é mas importante.
– Sinto em dizer isso filho, desculpa!
– Sem problemas.
– Mas me responda uma pergunta cadê o seu amigo Luiz?
– Eu nãos sei pai, parece que ela tá com raiva de mim não veio, mas aqui, dá pra voce passar lá na casa dele e pedir para ele vir aqui, to precisando conversa com ele.
– Claro, ia passar lá mesmo, pensando nisso ele já tem 18 anos não é?
– é sim.
– Ótimo, ele daria um ótimo voluntário.
–Também acho.
– Então deixe me ir, já to atrasando para seguir pelas vilas do bloco dos Ajudantes é uma caminha muito brusca principalmente na parte sul do Bloco.
Pai se levantou e saiu em direção ao seu quarto para tomar um banho e vestir roupas novas, ele sumiu a sua direita com um rastro de cheiro de alecrim do campo de Alimentação, é gosto muito desse cheiro, me lembrar uma vez que eu e o Luiz saímos escondidos pela floresta fugindo para ver o treinamento do bloco da segurança, é foi muito bom mas deste dia ele não falou comigo mas, não gosto nem de lembrar mas vamos deixar isso no passado e esquecer. Depois de alguns longos minutos papai saiu do quarto e venho em direção a sala de jantar, deu um beijo na mamãe e deu um beijo a cima da minha cabeça e saiu batendo a porta longo atrás dele, deixando eu e mamãe sozinho na sala de jantar.
O silêncio se quebrou com um batido na porta!
Mamãe se levantou e saiu em direção à porta se curvando para desviar dos candelabros e dos objetos de decoração da casa. Depois de alguns segundos ela volta com um ser alto de cabelos pretos e de roupas básicas de ajudantes. É estava turva minha visão, mas eu sentia alguma coisa pelo aquele ser, não sei o que era, mas eu me lembro muito bem que aquela pessoal me fazia muito bem.
é era sim, era o Luiz!
Ele caminhou em minha direção com seus braços estendidos em um arco de amor e alegria.
– Senti sua falta David!
– Eu também Luiz, o que foi que voce não veio, mas aqui?
– Problemas na Escola Técnica.
– Claro, acho que sei como dever ser.
– é muito puxando o "Trampo".
– Então, voce já jantou?
– Já sim, estavam acabando de jantar quando seu pai bateu lá na porta de casa.
– Então, voce vai se voluntario nos Testes de Amanhã?
– Vou sim, tem dos tempos livres amanhã, que coincidência cai bem na hora dos testes, como está sua véspera de teste?
– Bem, estava estudando há poucas horas lá no meu quarto.
– Ah, sei.
– Então, que conversa sobre alguma coisa?
– To precisando mesmo conversa com voce Luiz?
– Ok.
– Vou só terminar aqui meu prato, mas se quiser pode ir longo para o quarto acho que vou demorar aqui um pouquinho preciso falar algumas coisas com a mamãe, certo?
– Certo. Estou indo. Espero-te lá.
– Ok.
Luiz subiu as escadas em direção ao meu quarto com seu corpo sumindo dentro a escuridão do corredor. Eu me viro em direção à mamãe e começo:
– Mãe, posso te fazer uma pergunta?
– Claro meu filho. Diga!
– Mas se eu te contar uma coisa, voce seria capaz de não gostar, mas de mim?
– Claro que não meu filho, eu sou sua mãe e nunca vou deixar de gostar de voce.
– Mas eu acho...
– O que meu filho?
– Eu acho que eu gosto do Luiz.
– Mas eu sei disso meu filho, vocês sempre foram muito unidos deste de crianças.
– Não é desse jeito mãe, eu acho que estou gostando muito dele, é eu não sei como explicar isso pra mim, e nem pra ele.
– Mas meu filho, se voce gostar tanto dele assim, é por que vocês tem um laço de amizade muito forte.
– Eu sei disso mãe, mas não é por isso...
– Então, e por quê?
– Se lembra daquele dia que eu e ele fugimos de casas para ver o treinamento do Bloco da segurança na floresta...
– Sei muito bem, aquela atitude não foi de esperar de um filho.
– eu sei mãe, mas foi o que aconteceu lá.
– Como assim o que aconteceu lá, os seguranças viram vocês, voce sabe que eles não permitem outras pessoas vierem o seu treinamento.
– Mas não sou isso, eu......
– O que filho?
– Eu... Eu... Eu... Eu beijei o Luiz na Floresta!
– Como assim beijou o Luiz na Floresta?
– Mãe, eu e o Luiz beijamos do mesmo jeito que voce é o papai se beijar.
– Isso é muito estranho, voce não achar meu filho?
– Acho que sim.
– Mas por que vocês se beijaram?
– Não sei muito bem, só sei que estávamos em certo momento olhando para o treinamento dos seguranças e eu acabei olhando pra ele de certa forma diferente e ele me beijou.
– Não se preocupe filho, vamos conversa sobre isso outra hora, o Luiz ainda te espera no seu quarto. Por favor, filho não faça nenhuma besteira naquele quarto, Por Favor!
– Claro que não mãe.
– Então vá, ele está esperando.
– Ta certo, já estou indo. Mãe caso ele durma hoje aqui, não diga o papai que ele dormiu aqui, não se preocupe vamos apenas conversa sobre coisas de Adolescentes nada, mas, mas voce sabe o Luiz não pode voltar tarde demais para casa, é eu acho que essa conversa vai demorar!
– Ta certo, Filho, só não conta nada sobre isso. certo?
– Ta certo mãe.
– Promete?
– Ta eu prometo mãe.
– Eu te amo meu filho, vou te apoiar sempre em suas escolhas, só não deixar essa amizade tão linda virar em pó de ódio de uma hora para outra.
– Tá, mas agora preciso ir. Boa Noite!
– Boa Noite!
Sai em direção as escadas que levariam para o meu quarto, onde estaria o garoto que acabei de falar para minha mãe que tinha beijando ele, é agora sim seria uma tarefa muito difícil explicar para ele o motivo de tanta demora. Então chegou no meu quarto respirou fundo e girou a maçaneta com o ruído de sempre.
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