Insight

2 Capítulo 2


Notas iniciais
Obrigado! Ao meu novo amigo Murillo de Lima.. Valeu pela coloboração... E curtam lá a Fic dele tambem agradeceria muito... http://fanfiction.com.br/historia/431040/The_Demigod_Game/ Agora o Segundo Capítulo!

Estavam todos em volta da mesa, eu, papai e mamãe, ela conversado com ele sobre o seu dia de trabalho na lavoura de alimentos, o abastecimento de hoje no bloco da segurança, é também sobre a minha expectativa no teste vocacional de amanhã, mas eu não escutava muito eles estavam muitos juntos conversado, só escutavam finais de frases e palavras, no mesmo momento que eu se esforçava para ouvir mais da conversa deles papai olha em direção a mim com um olho curioso e misterioso que ele tem.

– Oi David? Como está sua vigília do teste vocacional?

– Ah, papai estou muito nervoso, mas porque a pergunta?

– Por nada meu filho, só curiosidade.

– Pai voce estava nervoso no seu teste?

– Estavam muito, passei à tarde inteirinha sentado na cabeceira da cama estudando e estudando, é foi muito difícil minha caminha até o Bloco dos Ajudantes...

– Pai me contem mas sobre esta tal caminhada!

– Vou sim filho, mas não agora tenho que recrutar ajudantes para o teste de amanha. mas se de tempo eu conto essa historia pra voce, certo?

– Claro Pai, seu trabalho é mas importante.

– Sinto em dizer isso filho, desculpa!

– Sem problemas.

– Mas me responda uma pergunta cadê o seu amigo Luiz?

– Eu nãos sei pai, parece que ela tá com raiva de mim não veio, mas aqui, dá pra voce passar lá na casa dele e pedir para ele vir aqui, to precisando conversa com ele.

– Claro, ia passar lá mesmo, pensando nisso ele já tem 18 anos não é?

– é sim.

– Ótimo, ele daria um ótimo voluntário.

–Também acho.

– Então deixe me ir, já to atrasando para seguir pelas vilas do bloco dos Ajudantes é uma caminha muito brusca principalmente na parte sul do Bloco.

Pai se levantou e saiu em direção ao seu quarto para tomar um banho e vestir roupas novas, ele sumiu a sua direita com um rastro de cheiro de alecrim do campo de Alimentação, é gosto muito desse cheiro, me lembrar uma vez que eu e o Luiz saímos escondidos pela floresta fugindo para ver o treinamento do bloco da segurança, é foi muito bom mas deste dia ele não falou comigo mas, não gosto nem de lembrar mas vamos deixar isso no passado e esquecer. Depois de alguns longos minutos papai saiu do quarto e venho em direção a sala de jantar, deu um beijo na mamãe e deu um beijo a cima da minha cabeça e saiu batendo a porta longo atrás dele, deixando eu e mamãe sozinho na sala de jantar.

O silêncio se quebrou com um batido na porta!

Mamãe se levantou e saiu em direção à porta se curvando para desviar dos candelabros e dos objetos de decoração da casa. Depois de alguns segundos ela volta com um ser alto de cabelos pretos e de roupas básicas de ajudantes. É estava turva minha visão, mas eu sentia alguma coisa pelo aquele ser, não sei o que era, mas eu me lembro muito bem que aquela pessoal me fazia muito bem.

é era sim, era o Luiz!

Ele caminhou em minha direção com seus braços estendidos em um arco de amor e alegria.

– Senti sua falta David!

– Eu também Luiz, o que foi que voce não veio, mas aqui?

– Problemas na Escola Técnica.

– Claro, acho que sei como dever ser.

– é muito puxando o "Trampo".

– Então, voce já jantou?

– Já sim, estavam acabando de jantar quando seu pai bateu lá na porta de casa.

– Então, voce vai se voluntario nos Testes de Amanhã?

– Vou sim, tem dos tempos livres amanhã, que coincidência cai bem na hora dos testes, como está sua véspera de teste?

– Bem, estava estudando há poucas horas lá no meu quarto.

– Ah, sei.

– Então, que conversa sobre alguma coisa?

– To precisando mesmo conversa com voce Luiz?

– Ok.

– Vou só terminar aqui meu prato, mas se quiser pode ir longo para o quarto acho que vou demorar aqui um pouquinho preciso falar algumas coisas com a mamãe, certo?

– Certo. Estou indo. Espero-te lá.

– Ok.

Luiz subiu as escadas em direção ao meu quarto com seu corpo sumindo dentro a escuridão do corredor. Eu me viro em direção à mamãe e começo:

– Mãe, posso te fazer uma pergunta?

– Claro meu filho. Diga!

– Mas se eu te contar uma coisa, voce seria capaz de não gostar, mas de mim?

– Claro que não meu filho, eu sou sua mãe e nunca vou deixar de gostar de voce.

– Mas eu acho...

– O que meu filho?

– Eu acho que eu gosto do Luiz.

– Mas eu sei disso meu filho, vocês sempre foram muito unidos deste de crianças.

– Não é desse jeito mãe, eu acho que estou gostando muito dele, é eu não sei como explicar isso pra mim, e nem pra ele.

– Mas meu filho, se voce gostar tanto dele assim, é por que vocês tem um laço de amizade muito forte.

– Eu sei disso mãe, mas não é por isso...

– Então, e por quê?

– Se lembra daquele dia que eu e ele fugimos de casas para ver o treinamento do Bloco da segurança na floresta...

– Sei muito bem, aquela atitude não foi de esperar de um filho.

– eu sei mãe, mas foi o que aconteceu lá.

– Como assim o que aconteceu lá, os seguranças viram vocês, voce sabe que eles não permitem outras pessoas vierem o seu treinamento.

– Mas não sou isso, eu......

– O que filho?

– Eu... Eu... Eu... Eu beijei o Luiz na Floresta!

– Como assim beijou o Luiz na Floresta?

– Mãe, eu e o Luiz beijamos do mesmo jeito que voce é o papai se beijar.

– Isso é muito estranho, voce não achar meu filho?

– Acho que sim.

– Mas por que vocês se beijaram?

– Não sei muito bem, só sei que estávamos em certo momento olhando para o treinamento dos seguranças e eu acabei olhando pra ele de certa forma diferente e ele me beijou.

– Não se preocupe filho, vamos conversa sobre isso outra hora, o Luiz ainda te espera no seu quarto. Por favor, filho não faça nenhuma besteira naquele quarto, Por Favor!

– Claro que não mãe.

– Então vá, ele está esperando.

– Ta certo, já estou indo. Mãe caso ele durma hoje aqui, não diga o papai que ele dormiu aqui, não se preocupe vamos apenas conversa sobre coisas de Adolescentes nada, mas, mas voce sabe o Luiz não pode voltar tarde demais para casa, é eu acho que essa conversa vai demorar!

– Ta certo, Filho, só não conta nada sobre isso. certo?

– Ta certo mãe.

– Promete?

– Ta eu prometo mãe.

– Eu te amo meu filho, vou te apoiar sempre em suas escolhas, só não deixar essa amizade tão linda virar em pó de ódio de uma hora para outra.

– Tá, mas agora preciso ir. Boa Noite!

– Boa Noite!

Sai em direção as escadas que levariam para o meu quarto, onde estaria o garoto que acabei de falar para minha mãe que tinha beijando ele, é agora sim seria uma tarefa muito difícil explicar para ele o motivo de tanta demora. Então chegou no meu quarto respirou fundo e girou a maçaneta com o ruído de sempre.

Notas finais
Muito Obrigado Murilo de Lima...!