Insanity

29 Capítulo 28 - O misterioso R


Notas iniciais
Mais mistérios! SPOOOKY

Amber

Estava receosa em rodar aquele programa. Afinal, de acordo com o pequeno livro no qual eu tinha, o script iria criar outro universo… Então decidi entra no tal site, para pelo menos, não causar nenhum problema dimensional.

No site não havia muita coisa além de mais comandos complicados e extensos, então decidi dar uma olhada no livro mesmo…

…

Bem, depois de um tempo consegui pegar o jeito da coisa. Não era uma linguagem realmente difícil. Decidi criar um programa que não fizesse nenhum estrago na linha universal.

Queria ver uma lista de dimensão, por sorte dentro do manual de YAP tinha uma série de entidades e objetos em geral. Para poder ter acesso à uma entidade ou objeto, você simplesmente tem que saber o nome no comando e vir com dois traços no começo e no final, mais ou menos --assim-- para então usar um comando “acc” antes do mesmo, por exemplo: acc (--user), isso me daria acesso para eu mesma. Então procurei um pouco sobre outros comandos e consegui fazer essa programação básica:

~YAP Start {

crt (var UniverseNum);

crt (var UniverseLst);

acc (--UniverseList--);

}

~YAP Update{

var UniverseLst = --UniverseList--;

var UniverseNum = --UniverseList--*num;

print (var UniverseNum);

print (var UniverseLst);

}

Eu escrevi isso em um bloco de notas, pelo jeito era o jeito mais seguro e eficiente de guardar a programação. Mas só o bloco de notas em si não faria o trabalho. O que realmente fazia o script rodar era NWED (Nemesis Water Engine Descompiler).

Então eu o abri. Tudo certo, tinha um HUD bastante amigável com apenas dois botões: Um era de compilar (o que não faz sentindo de ter Descompiler no nome), e o outro era um ativador de scripts em YAP. Percebi uma pequena mensagem no lado direito inferior: “Versão segura”. Isso quer dizer que aquilo não era tudo que o programa realmente poderia fazer, anida teria um provável descompilador e uma Engine inteira, isso eu esperava.

Bem, chega de pensar nisso, vamos ver quantos universos existem… Oh… OH… OHHHHHHHHHHH… Têm bastante universos… Acho que se alguém fosse ler aquilo levaria 99 anos… Por sorte o programa contava com um scroll down, se não, nem caberia na tela.

De repente uma mensagem estranha aparece na minha tela: “Esse programa não está simples demais?”

Percebi que era um chat…

A mensagem estava escrita mais ou menos assim:

[R]--Esse programa não está simples demais?

Eu comecei a digitar numa área em branco que era usada para as respostas.

[A]--Eu comecei a programar agora…

[R]--Mesmo assim, acho que esse programa não tem muita utilidade…

[A]--Perai, como você sabe disso tudo?

[R]--Eu estava te observando

[A]--Como assim? Quem é você?

[R]--Você não vai querer saber…

[A]--Agora que estou pensando… Como esse computador consegue identificar meu nome? Afinal, tem um ‘A’ no início das minhas mensagens…

[R]--Na verdade isso é algo padrão, não se preocupe… Mas recomendo você achar um Computador apenas para você…

Eu desliguei o computador e tirei meu novo pen-drive. Não ficaria ali para discutir com aquilo…

…

Rumei para o quarto de Eisengard. Eu parei na porta, me lembrei de bater.

- Pode entrar — Ouvi a voz dele.

Entrei e ele estava sentado num computador, eu vi algumas linhas de programação.

- Você tem um minuto? — Perguntei.

- Claro, não estou fazendo nada mesmo

- Bem… Eu recebi essa carta estranha, nela tinham esse pen-drive com um rodador de scrpits para uma linguagem estranha.

- Espera, você sabesobre programação? — Perguntou ele surpreso.

- Sim…

- Mas você não tinha passado toda sua vida como orfã na rua? Como você aprendeu?

- Longa história…

De repente aparece uma mensagem na tela do Computador.


[R]--Acho que você foi um pouco mal educada… Sabe, desligar o seu computador não vai dar em nada...

Notas finais
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