Innocent ... Or Not?
3 Capítulo III
Notas iniciais
MUITO OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS ♥ EU SURTEI COMO LOUCA =D Eu amo vocês *-*
E desculpem o atraso ^^' Mas aqui está ;D o penúltimo capítulo... Ou não huhuhuhuhu ;)
Agora o bagulho (?) vai esquentar XD
Nos vemos nas notas finais =)
Boa Leitura ;)
Lá estava ela, parada em frente à porta de sua própria casa, hesitante. Fechou os olhos e tomou coragem, girou a maçaneta, seu coração batendo dolorosamente forte no peito em expectativa. Fechou a porta atrás de si e deu um passo. Nada voou em sua direção e a casa estava inteira, nada fora do lugar. Levou as mãos ao peito quase que em uma reza. E ela não estava sendo dramática demais.
Ok! Ela estava sendo sim. E aquilo tudo era desnecessário. Não era como se Natsu resolvesse se vingar dela ou algo parecido.
Descalçou os sapatos e andou sorrateiramente até o quarto e tadan! Lá estava ele!
Esparramado em sua cama olhando para o teto como se ele fosse realmente muito interessante. Apostava que se o teto fosse uma garota, ela teria corado tamanha a intensidade ao qual era encarada.
Ela teria.
Incrivelmente e absurdamente.
Droga!
Ela *pirragueou para chamar-lhe a atenção, mas ela tinha certeza que ele ficara consciente da presença dela desde o momento em que ela girara a maçaneta, até mesmo antes disso.
Ele não a olhou.
Ora, aquilo era ridículo. Estava sendo ignorada dentro de sua própria casa! Uma veia saltou em sua testa, porém logo procurou se acalmar. Ela estava tentando fazer as pazes com ele, não piorar as coisas.
Sorriu forçadamente.
–Etto... Natsu? -Chamou e ele surpreendentemente continuou a ignorá-la. Se ela não o conhecesse podia jurar que ele estava perdido em pensamentos. Pff. — Gomene... Sabe, não foi minha intenção te chutar e-
–YOSHI! -Ele tomou impulso, pulando da cama á assustando e abrindo um enorme sorriso. Colocou as mãos atrás da nuca e deu-lhe as costas indo para a cozinha.
Fácil assim? Mas o que diabos estava acontecendo? — Tá perdoada! Só não faça mais isso hehe!
E logo pôde ouvir sua geladeira sendo aberta e assaltada pelo rosado. Geralmente ela iria gritar e reclamar, dizendo para ele ir comer em outro lugar e que aquela era sua casa, mas ela estava perplexa demais para sequer se mover, quem dirá dar-lhe um sermão.
Lucy havia acabado de lhe pedir desculpas por uma coisa ao qual não deveria, esperando que ele também lhe pedisse para que tudo voltasse ao normal, mas ele não o fez. E Happy não havia lhe dito que ele estava deprimido a ponto de nem querer ir para a guilda?
A verdade a atingiu como um soco. Era tudo mentira dos dois! E o pior, ela caiu direitinho na encenação fajuta de uma gato! Naquele momento ela sentiu vontade de bater sua cabeça contra a parede, no mínimo umas dez vezes.
O som de algo pesado caindo no chão a tirou do estado de choque a fazendo ir ate a cozinha, mas a destruição de sua preciosa cozinha foi prontamente ignorada.
–Oeee! -Ah! Ela estava furiosa. — Você não tem que pedir desculpas também?
–Ué, por que? -Ele a olhou confuso, tirando um último naco de carne do osso e o jogando em algum canto. Ela anotou mentalmente que o faria lamber o chão da cozinha depois. — Are... -Olhou em volta. – Hehe! Se é por isso, então desculpe.
Natsu sorriu abertamente nem um pouco constrangido ou arrependido.
–Não estou falando disso! — Uma gota escorreu por sua nuca. — Estou falando da-...- Corou involuntariamente ao se lembrar da noite passada. — Da-daquilo.
–Hum? Daquilo? — Alisou seu queixo pensativo. — Aquilo o quê?
O quêêêêê!!!???
–Ora... Aquilo! O que aconteceu a noite! — Virou o rosto corando.
–E o que aconteceu? – Ela virou o rosto em direção a ele tão rápido que pôde jurar que ouviu algo estralar. Arregalou os olhos ao perceber que ele parecia aparentemente confuso.
Ele só podia estar brincando! Impossível que ele não soubesse do que se tratava. Ou ele era muito inocente, ou era um grande mentiroso, digno do título.
–Você sabe! – E começou a fazer gestos e mímicas indecifráveis, que nem mesmo um profissional do assunto entenderia, só que Natsu não era qualquer um e muito menos um profissional, mas ele arregalou os olhos e sua face exalou compreensão.
–Oh!~ Aquilo. – Ele se encostou na parede cruzando os braços e a olhando de modo sério. – Mas por que eu deveria pedir desculpas? – Fechou os olhos e acenou com a cabeça, concordando com suas próprias palavras.
–Você só pode estar brincando. –Afirmou com uma carranca.
–Eh!? Por quê? O que aconteceu não é normal? Digo – apoiou o queixo com a mão olhando para cima como se estivesse se lembrando de algo. – Igneel disse que aconteceria. –Disse aquilo mais para si mesmo, ela o fitou curiosa por não ter ouvido. – Afinal somos parceiros, não é?
E sorriu.
Aquele sorriso enorme que geralmente a desarmaria e a faria esquecer o porquê de estar brava com ele, mas não hoje.
–Somos, mas isso não quer dizer que-
–Então está resolvido! – A interrompeu.
–Claro que não está! Somos parceiros, mas isso não quer dizer que... Que você... Que aquilo podia acontecer... Não é normal... Er... — Não sabendo como dizer aquilo, olhou para baixo, para os lados, para cima, mas quando finalmente olhou para frente ela não estava preparada aquilo.
Ele a encarava de perto com uma carranca profunda. Os olhos vidrados nos dela, pareciam querer ler sua alma. O Calor do corpo dele quase a fazia suar e toda aquela proximidade a deixava – mesmo contra sua vontade – constrangida. Seu coração começou a bater furiosamente em seu peito e ela podia sentir a respiração quente dele acariciando seu rosto.
–Luce sua estranha. -Hun? Como ele podia...? Argh! E não, ela definitivamente não esperava alguma declaração ou algum beijo cinematográfico, mas ele apenas disse aquilo e deu-lhe as costas pela segunda vez no dia.
E não.
Ele não usou a porta para sair.
~*~
O sol desaparecia no horizonte e a loira ainda não acreditava nos últimos acontecimentos. Até ontem tudo estava normal, Natsu destruindo coisas, Gray comprando briga, Erza os ameaçando, Wendy tentando evitar a morte eminente dos dois e Lucy sendo Lucy.
Sem pensar em seu companheiro de equipe mais do que devia, ou se perguntando por que diabos seu coração acelerou estupidamente quando ele chegou perto demais de si.
Francamente!
O que ela estava fazendo? Só estava pensando mais e mais no rosado hiperativo e aquilo não ajudaria em nada e para piorar seus pensamentos estavam seguindo um caminho perigoso e sem volta.
Quis afundar seu rosto em suas mãos, mas o ato a fez perceber que seus dedos começavam a enrugar devido o tempo excessivo que ficara na banheira.
Esticou seu braço alcançando a toalha branca, enquanto saía da banheira e logo se enrolava nela.
Não se demorou ao fazer sua higiene e nem ao menos ao se trocar. Já que logo iria dormir apenas colocou seu habitual pijama. Uma blusa de alcinha e uma calcinha confortável.
Olhou no espelho e deu uma pequena voltinha se admirando, piscou para sua imagem e começou a cantarolar uma das músicas de Lyra para ocupar sua mente.
Mas aquilo definitivamente não aconteceria.
–MAS O QUE DIABOS ESTÁ FAZENDO AQUI! – Sentado com toda a dignidade existente na terra em sua preciosa e macia cama, estava Natsu. Parecia bem concentrado em um livro que parecia já estar no fim. Espera, aquele não era o livro que Levy-chan havia lhe emprestado? –Kyah! – Em um movimento rápido pulara em cima do Dragon Slayer tirando o livro de suas mãos e se sentando em frente á ele. – Por que estava lendo isso? E por que está só de cueca, seu tarado?!
– Luce, você já fez alguma dessas coisas escritas no livro? – Tantas perguntas... Todas prontamente ignoradas.
Ele a encarou esperando por uma resposta. Demorou alguns segundos para ela se dar conta da pergunta dele e demorou mais alguns segundos para ela parar de tossir e quase se recompor.
–C-c-claro que não! – Ele leu o maldito livro? Levy-chan... Por que foi me emprestá-lo? – Mas que pergunta! Digo, não sei! Eu nem sequer li o que está escrito aí.
Mentiu descaradamente.
–Hum... Bom. – Bom?
– Você não tem mais o que fazer não? –perguntou emburrada, enquanto se levantava e afastava os cobertores para logo em seguida se enfiar debaixo deles.
–Não. –Respondeu na lata* sorrindo e se enfiando debaixo dos cobertores também, fazendo-a arregalar os olhos.
– Ei! O que pensa que está fazendo? Vá pra casa!
–Não ‘to afim. – Declarou sorrindo ainda mais.
– Então pelo menos vista sua roupa! – Declarou ao notar que até mesmo o cachecol havia sido dispensando.
–Não quero! – Virou-se na direção dela, a abraçando como se fosse um ursinho. Fazendo-a ficar de frente para ele.
–Por que você está fazendo isso? – Dramatizou deixando umas lágrimas falsas saírem.
–Porque somos parceiros, não somos? – Perguntou desfazendo o sorriso. Não foi uma pergunta retórica. Ele realmente parecia quere uma resposta.
Ela o encarou um tanto surpresa pela seriedade repentina.
–... Hai.
Ele fechou os olhos por um longo momento e depois sorriu confiante.
–Lucy, eu me decidi.
–Decidiu o que?
–Que de hoje em diante você é minha.
.
.
.
Tsuzuku...
Notas finais
Querem me matar? Eu sei que sim XD
O que será que acontecerá no próximo capítulo? =3 Humm muahahahahahaha parei u.u'
Natsu, Natsu... u.u já decidindo as coisas assim xD seu apressado. =P
Bom, eu tenho dois finais alternativos (traduzindo: hentais alternativos)
um mais longo que o outro e um pouco mais trabalhado e_e' Quase perdi um fígado tentando escrevê-lo (?) (Exagerada lol)
Agora qual dos dois eu irei postar? =3 Só depende dos lindos comentários de vocês (chantagem faz parte da minha vida o/)
Mas lembrem-se u.u Não esperem muito açúcar, porque se trata de Natsu u.u Ou seja... Será, no mínimo, quente xD
P.s: OMG O_O 53 leitores estão acompanhando essa fic *o*
Então meus temores se concretizaram (?) eu tenho mesmo leitores fantasmas ò.ó
Pra vcs eu digo... Ò_ó Comentem ^^ não custa nada ;) favoritem ou recomendem ♥ se acharem que vale a pena ^^'
P.s²: Eu amo de coração essas lindas que comentam *-* vcs me fazem feliz *o*
P.s³: Obrigada a Megu-chan (posso te chamar assim? :3) por me avisar dos travessões e.e já arrumei umas três vezes, mas o Nyah! Resolveu comê-los u.u'
Agora, depois dessa big nota --' Eu me vou ;)
Bjão e até a próxima ♥
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