Notas iniciais
Yeey, pessoal! o/ Saudades de vocês! Eu sei que demorou bastante, e que talvez não esteja tão bom, mas foi o que pude fazer... Não postei antes porque estava escrevendo o especial de Natal (SasuSaku, pra quem gosta) que estará disponível aqui no Nyah! a partir do dia 23 de dezembro. Não sei se consigo postar o capítulo 9 antes disso, mas prometo que vou tentar!! Boa leitura! Obs.: "pensamento" // *expressão*

Tentava organizar o cômodo catastrófico sem se perder no meio das tantas roupas, livros e acessórios espalhados pelo chão e por cima dos móveis. Era incomum para ser uma cozinha, mas pegando hospedagem na casa de Shikamaru não esperava menos.

— Isso aqui está terrível! – disse com uma pilha de livros que acabara de recolher em mãos.

— Porque você ainda não viu o banheiro lá de trás... – comentava tentando chegar até ela.

— E nem quero! Toma isso... – entregou-lhe os livros. – Você REALMENTE nunca limpa esse lugar?

— Bem, não vou dizer que não estava precisando de uma limpeza, mas me sinto melhor assim...

— Na bagunça?! – indignou-se. – Como um gênio estrategista como você consegue viver nesse lixo?

— Olha como fala! – rebateu. – Ainda está hospedada aqui!

— Até parece que me colocaria pra fora... – debochou de sua tentativa de assumir o controle. – A propósito, as correntes de ar circulam muito bem por aqui, não acha?

Não estava dando muita atenção à discussão mínima, até uma sensação fria roubar-lhe a calma e deixa-lo estático por dentro quando percebeu a ameaça. “Realmente perigoso estar sozinho com uma mulher”, comentava consigo mesmo, “Mas... Que problemático!! Em que estou pensando? É só uma garota e suas complicações...”

— Deve estar se questionando sobre como se meteu numa situação tão complicada...

— Ora, deu pra ler pensamentos agora, Problemática? – estremeceu com as propensões femininas ao sobrenatural.

— Eu bem que gostaria, mas não – terminava de apanhar algumas roupas e jogá-las num pequeno cesto no corredor. – Só acho estranho alguém suar tanto quando lá fora não passa dos dezoito graus – fechou a janela e sentou-se à mesa.

— Err... Acho melhor aquecer tudo de novo... Perdemos uma hora arrumando essas coisas – coçava a cabeça.

— Não precisa – analisava as próprias unhas. – Não estou com fome...

— Mas você não vai trabalhar?

— Vou – afirmou como sendo algo desimportante.

— Se não comer algo vai ficar difícil se concentrar em qualquer coisa.

— Ah, ainda tenho uma hora e meia. Posso pensar nisso depois...

— E em quem está pensando agora? – provocou-a enquanto preparava uma xícara de café.

— Em ninguém! Que espécie de pergunta pra se fazer!

— Opa! Parece que acertei! – ria-se observando o rubor de sua face aumentar pelos cantos dos olhos.

— Você não me conhece! Cale a boca! – virou-se para o lado a fim de não ser observada diretamente.

— Hey, está tudo bem – repousava uma xícara quente sobre a mesa. – É melhor que fique pensando em mim do que nas minhas “estratégias” de organizar a casa... – o tom e as palavras a irritaram. Por mais que parecesse verdade.

— Ah, seu...! – voltou-se para ele pronta para usar um de seus leques (N.E.: ou frigideira) se necessário, porém foi detida pela imagem à sua frente.

Utilizando a pia como encosto, ele sorria de forma intimidadora. Qualquer uma diria que era um belo sorriso, mas apenas ela, tinha conhecimento disso, permaneceria estática e confusa de maneira tão singular. O rubor em seu rosto diminuía como se seu olhar pudesse acalmá-la, para logo depois retornar quando percebesse o contato prolongado.

— Tenho que trabalhar! – erguera-se rapidamente tentando escapar de algo mais embaraçoso.

Uma lâmina de arremesso fincou-se próxima à fechadura, emperrando a porta que dava acesso à saída. A jovem tentou removê-la, inutilmente.

— Você disse uma hora e meia... – encarava-a, agora frente a frente, apoiando o ombro esquerdo à parede e cruzando os braços.

— Tenho pena de seus pais. Como pode fazer isso com...

— Eles nem moram aqui... – cortou. – E está mudando de assunto – bombardeava palavras simples e autênticas, deslustrando o orgulho dos orbes verdes.

— Ora, vamos! Se quisesse mesmo me prender aqui já o teria feito com o seu jutsu Possessão da Sombra... – lançava um sorriso desafiador.

— Eu até poderia... – aproximou-se com um andar desleixado. – Mas pra quê?

Ela não compreendeu tamanha certeza, menos ainda quando uma de suas mãos insistia em tocar-lhe o queixo como se almejasse beijá-la. Talvez não entendesse por não querer entender.

— Pra que se... – abrandava a voz e a expressão. – Não quer ir por vontade própria?

O entrosamento mental quebrou-se quando a campainha tocou. Um sorriso adicional e livrou o pedaço de madeira do suposto sofrimento.

— Fique à vontade para ir embora quando quiser, mas tem alguém com quem quero que fale. Não sou bom com essas coisas... – voltou à mesa após guardar a kunai no bolso.

Sentia um batimento estranho, desconhecido. Desejava que aquilo não fosse uma declaração. Não o imaginava fazendo declarações; “ele é preguiçoso demais pra isso...”, lembrava sempre que um assunto dessa natureza passava-lhe a cabeça. Era apenas improvável, e mais que improvável, conseguir se apaixonar por alguém que a via pouco mais de três semanas por ano. Por orgulho, negaria se estivesse acontecendo. Pura soberba e nada mais.

Descera as escadas para descobrir quem faria uma visita com tão poucas horas de dia.

*~*~*~*

Após o período comemorativo, era de uns poucos conservadores de costumes o hábito de visitar parentes que já haviam partido, como uma homenagem, ainda que tardia. E lá estava ele, imponente sobre a paisagem formada por túmulos, em frente ao que fazia seu coração arder.

— Pai... – suspirou, ajeitando diante das escrituras as delicadas flores que trouxera.

Permaneceu por mais um tempo; sorrateira, a tristeza tentava brotar de seus olhos. Desviando seus pensamentos para outro ser, impediu-a, não sendo tal ato fácil tampouco menos doloroso. Não havia culpados em nenhuma das duas histórias que rondavam sua cabeça; entretanto, pelo menos em uma tomava parte da culpa: havia feito-a sofrer, mesmo contra a própria vontade. Algo imperdoável.

Voltou-se para a trilha que levava até a floresta próxima, adentrando o mar verde oliva e deixando-se envolver pela essência do local, em seguida roubada pela de uma moça, deitada no alto de uma árvore, poucos quilômetros à frente.

— O que quer aqui? – perguntava ainda de olhos fechados ao rapaz que a encarava por baixo.

— Os últimos anos a deixaram rude demais... – respondeu calmamente, com um ar de riso suave e superior.

— O que há de tão engraçado, Hyuuga? — ignorou o comentário, apoiando-se nos cotovelos para vê-lo melhor.

— Sua dupla personalidade me motiva a não ser mais tão formal com você. Mal leva a sério o que sente... – chegava perto sem muita cautela.

— É estúpido pensar que, só porque quase o perdoei, não vou cobrar explicações!

— Parecia bem real – sentou-se sob a meia-luz do local, esperando que ela descesse do tronco alto. — Real o suficiente para mim — concluiu, calando-a por um momento.

Passados segundos, acompanhando a desistência dela, esta se aconchegou ao seu lado e respirou profundamente.

— Conte-me o que aconteceu... – esperou, encarando a grama bem cuidada pelos insetos ao redor. – Por favor... – seu tom de súplica soava como algo melancólico.

Tentou vê-la de perfil, detido pelas mechas escuras que se soltavam dos odangos[1] e caíam ao lado de seu rosto. Como um reflexo a sua queda, ajeitou-as fazendo com que orbes atentos fossem a encontro dos seus. O caráter que alimentava dizia para não demonstrar gentilezas dispensáveis, porém fugia-lhe o controle da vontade que tinha de tocá-la. Tão singela e casta quanto uma rosa que acabara de nascer.

Prolongada a proximidade visual, as pontas de seus dedos, delicadamente firmes, dançaram até sua mandíbula trazendo-a para perto de forma convidativa. Tomava para si a respiração quente, docilmente alterada, quase se unindo ao que mais queria... E parou.

— Eu... – ocupava-se com os olhos mais que abertos que transpunham os limites do que via. – Não posso... – sussurrou para ela, detido, tendo a mão empurrada com violência. Agora lhe restava a figura de costas, aborrecida, deixando-o sozinho. Agarrou-lhe a mão a tempo.

— Eu sei que não foi embora por causa de seu tio! – voltava a ver seu rosto, desvinculando-se de suas mãos novamente. – Menos ainda pela sua maldita posição na família secundária! É ridículo, não tem como acreditar em algo as...

— Proteção – cortou o fluxo de suas palavras, respirando pesadamente. – Foi para proteger alguém.

— De quem está falando? – inquiriu após assimilar tais termos. – Proteção contra o quê?

— Dor – olhou-a. – Ou loucura. Guarnecida por anos longe da única coisa que de fato se ama – convergia a visão novamente com o nada. – Ela não sofreria se o tivesse de volta.

— Ela quem? De quem, diabos, está falando?! – alterou-se, nervosa, encarando-o mais de perto.

— Vamos encerrar essa conversa por aqui, está bem...? – a seriedade tornou-se fria.

— Mas você ainda não disse...

— Não é ninguém que você conheça tão bem quanto eu! Já disse, não me questione mais sobre nada disso!! Eu voltei à vila, não espere que eu saia de novo por sua causa! – desviou-se dela, partindo para o interior mais escuro e arbustivo. Tomava-lhe a conformação. Era uma garota confusa, apesar de melhor esclarecida. O sol tomava o ponto das seis.

*~*~*~*

— Levem o segundo soro para o paciente no 707! – ordenava a mulher de branco do canto da recepção. – Os irmãos no 202 e 203, liberem o primeiro, o segundo apenas quando parar de cuspir bolhas de sabão...

— Mas que tipo de acidente leva alguém a isso? – questionava uma enfermeira, assinando a lista de prontuários sobre a mesa marmórea.

— Não engoliram porque quiseram, só tiveram a brilhante ideia de brincar com a máquina de lavar enquanto ainda estava cheia – dirigia-se ao quarto marcado em uma ficha. – Não sei onde esses moleques de hoje estão com a cabeça... – reclamava em frente ao elevador.

~*~

— Bom dia. Vim para analisar as funções vitais do pacien... Oh, Sakura! O que faz aqui? Pensei que já estivesse de folga...

— E estava, mas... – suspirou em frente à imagem do garotinho desacordado sobre a cama alva. – O Koi-chan ainda não melhorou... – mantinha um olhar doloroso.

— Admiro sua inquietude, mas sabe que não precisa se preocupar – chamou sua atenção. – Ele está em boas mãos aqui, vai ficar bom logo, logo. E... Sakura...

— Hum?...

— Seja lá onde quer que você esteja, se você se preocupa de verdade, seus sentimentos certamente chegarão até ele – sorriu, refletindo o gesto singelo no rosto da moça de cabelos róseos. Conectara uma bolsa de soro ao tubo polimérico ligado à agulha. Lembrou-se de um recado. – Ah, sim! Tem um garoto muito simpático querendo falar com você! Ele está lá embaixo, na recepção.

— Err... Tudo bem, eu acho que posso ir até lá... – deu mais uma olhada no rosto tranquilo de criança. – E... Senhora Tanaka... Obrigada!

— Você sabe que não precisa agradecer, querida – continuou seu trabalho, risonha, e igualmente esperançosa.

~*~

As portas metálicas fecharam-se atrás de si. Logo reconheceu a criatura trajada de verde que a esperava, próxima à entrada do hospital, severamente atormentado por um motivo óbvio.

— Sakura-chan! – gritou quando a viu, chamando-a com um aceno alto. Dirigiu-se a ele.

— Lee... O que faz aqui? Está com algum problema?

— Eu não! Você está!! – assustou-a com o tom desesperado, que controlou um tempo depois. – Err... Bem, eu não sei se ainda está, mas... No dia do festival, você foi embora sem dar notícia, mal pude vê-la... – envergonhou-se por trata-la com tamanha intimidade. – Só queria saber se está tudo bem.

— Hum... Está sim, Lee. O Koi-chan não acordou, mas suas funções vitais normalizaram. Ele precisou fazer uma cirurgia por causa de um problema na coluna, acho que sabe do que estou falando... – pressionava a cerviz com uma das mãos, inquieta.

— O quê? Mas... Quer dizer que ele...

— Eu prefiro não acreditar nisso – afastou qualquer tipo de pensamento relacionado. – Ele é um ótimo ninja, vai se sair bem – levantou o olhar de encontro ao amigo e sorriu. – Bem, se conseguimos com você, por que não, não é mesmo?

— Eu... Fico muito feliz de ser lembrado como alguma esperança – avermelhou-se. – Se um de vocês precisar de qualquer ajuda, podem contar comigo, Sakura-chan!! – a pose habitual de nice guy animou-a. Palavras não foram dadas como resposta. Um abraço fora suficiente como presente de gratidão por alguém que admirava tanto, e que agora, mais do que antes, tinha certeza disso.

~*~

— Ah, já vai! Já vai... – tornava-se impaciente enquanto caminhava até a porta. – Ah, então é você...

— Eu não deveria ter vindo tão cedo, desculpe-me – sentava-se em uma das cadeiras na cozinha, próxima à janela.

— Tudo bem, Shikamaru já esperava que viesse...

— E onde ele está agora?

— Andando por aí ou... – checou as entranhas da casa de longe. – Deve ter pegado no sono de novo. Aquele preguiçoso! – pareceu aborrecida por um instante. – Na verdade, ele te chamou aqui, mas quem deve falar com você sou eu.

— Que preguiçoso... – concordou. – É algo tão complicado assim? – riu rapidamente. – Alguma missão, imagino.

— Essa é a segunda parte. Primeiro, ele pediu para lembrar a você sobre a festinha que o nosso pessoal está tramando... É sobre o casamento do professor Asuma, ele gostaria que aquela galera antiga da Academia comparecesse e chamou outros também.

— Hum... Interessante... – olhava pela vidraça, pensativa.

— Não parece interessada – permanecia de braços cruzados encostada na pia. Tal posição lhe era bastante familiar. – Algum idiota incomodando?

— É, é um cara bem idiota... Discutimos essa manhã.

— Têm homens que são mesmo um lixo... – seu olhar chocou-se contra o da criatura que estava a sair de casa. Pura coincidência, mas fê-lo levar como indireta. Ela não se sentiu muito bem.

— Pelo visto, acabou de chegar... Você já deu os recados que pedi a ela? – referiu-se a ambas ordenadamente.

— Estou fazendo isso, mas não interrompa a conversa dos outros assim! – sua entonação era irritada. – Se estava de saída, siga seu caminho, não há nada que tenha que ouvir aqui! – virou a cara, não o vendo mais do que gostaria.

— Nossa, se já está assim a essa hora, não quero nem te ver à noite... Bem, já vou. Cuidado com a vida, Tenten! – acenava rapidamente antes de fechar a porta.

“Olha só quem fala...”, pensou indignada. — Er... Agora percebi que... Você pareceu um pouco fria com ele, não acha?

— Nada mais do que ele merece! – tinha uma expressão dura. – Ele acha mesmo que pode ir se chegando assim? É como eu acabei de te dizer, homens são como lixo!

— Acredite, não são todos eles... – uma imagem antiga lhe veio à cabeça e tão logo desapareceu. – Bem, eu já tinha confirmado com a equipe do professor Asuma que passaria o período de folga com eles na ilha, mas e quanto a tal missão, é algo importante? Tsunade-sama não me avisou nada.

— Pelo que entendi é mais um teste do que uma missão... – respondeu com naturalidade perante a repentina mudança de assunto. – Tem uma casa abandonada alguns quilômetros à frente do centro de treinamento 12. Ela sempre manda grupos até lá para treinar técnicas de ataque e defesa, e aproveita para dar fim a uns documentos sem importância, se é que os bilhetes de loteria dela enganam...

— E... O que eu preciso fazer? – tentava compreender o evidente.

— É bastante simples, basta bater em quem quer que encontre por lá até matar ou deixar desacordado, encontrar o pergaminho que ela escondeu e voltar para casa como se nada tivesse acontecido – falava como se tratasse de algo fatidicamente elementar.

— Se eu soubesse que era só isso... – deu um toque de ironia. – Nem teria perguntado – levantou-se a fim de ir embora. – A propósito, em que dia é a...

— As duas ocasiões são no mesmo dia, logo você e seu “oponente” vão ter eu se atrasar um pouco. Mas não faremos nada divertido sem vocês, confie em mim – brincou.

— Finjo que acredito – devolveu o riso. Já estava de saída.

— Ah... Tenten! – chamou-a, fazendo com que recuasse.

— Esqueceu-se de contar alguma coisa?

— É que... Sobre aquilo que falei... – mostrava-se séria. – Mesmo não o conhecendo muito bem, acho que o Neji não é esse tipo de homem – surpreendeu-a com o rumo inesperado da conversa. – Se ele fez algo que pareceu insensato ou errado, bem... É melhor se perguntar se os motivos dele são maiores do que os seus.

— Mas... P-Por que está dizendo isso pra mim? Eu não falei nada sobr...

— Não tem como você discutir com qualquer um ao ponto de ficar tão distante como está hoje. E nem pense em mentir, porque todos já perceberam.

Por um breve instante, algo parecido com culpa impulsionou-a por dentro. “Todos”, repetia silenciosamente. Apesar da aparência, não estava distante agora.

— Ponha mais fé naquilo em que acredita, não pode ser contra alguém que luta do mesmo lado que você! – finalizou, observando-a até o momento em que passou pela a porta e partiu, sem fôlego algum.

*~*~*~*

Trilhava o caminho de volta para casa com as palavras amigas martelando em sua cabeça. Não era a primeira vez que alguém lhe dizia para questionar os motivos dele. Uma vez que não havia sido claro o suficiente, poderia muito bem estar defendendo um inimigo – pensando de forma mais ousada –, porém, por outro lado, alguém que amava mais do que tudo. Na sua concepção, Hinata era a única que merecia esse cargo.

Mostrando-se insuficientes as questões sobre família tão polêmica para si, encontrou-a no meio do caminho, logicamente indo para a Mansão Hyuuga e sendo seguida por uma companhia um tanto desagradável, com a qual esbarrou, entregando-se ao chão.

— Ora, ora... Se não é a empregada que estava faltando! – a dama de vestes negras a encarou nocivamente, erguendo-se como um pilar de espinhos viperinos.

[1] Tipo de penteado referente ao uso de um ou mais coques, que pode ou não apresentar tranças ou mechas soltas.

Notas finais
As atualizações do panorama para este capítulo já estão prontas! Confiram também a capa do capítulo 3 ~que já estou devendo há um tempo...~; Link do blog (Panorama): http://japan11kawaii.blogspot.com.br/2014/05/fanfiction-innocence-panorama-by-mieko.html Agradeço a todos por lerem!!