Notas iniciais
Desculpe o atraso a responder os comentários, pessoinhas amadas. Capítulo dedicado para a linda da Pam que deixou uma recomendação pra fic linda. Mal começou a fic e já tem 4 recomendações, eu estou muito feliz pelo reconhecimento. Obrigada a todos que comentam também. ♥

Tony: Pessoal, se o Bucky ficará aqui, ele tem que permanecer aqui na ala F.

S: Tony!

Hill: Ele está certo, Steve. Acabamos de nos livrar de uma epidemia que dizimou 35% das nossas crianças, não dá para ele ficar entre todos nós como se fosse normal.

S: Ele pode ser testado, como Natasha foi.

H: É, é isso que os médicos farão, mas até os resultados, ele permanecerá aqui e temos o protocolo de mantê-lo aqui por pelo menos 72 horas para observação.

Hill olhou para Natasha que estava de frente para a câmara de Bucky, o observando dormir.

H: Natasha, você concorda?

Natasha concordou com a cabeça.

N: O que for melhor para todos.

Natasha desviou o olhar para Steve.

N: Eu tenho certeza que ele está bem.

Steve concordou com a cabeça.

T: Bom, então estamos todos de acordo. Eu preciso voltar para o centro de comando. Steve, também preciso de você, tudo ficou mais complicado sem a Sharon e o Sam no Centro de Comando.

S: O Sam... Onde ele está?

T: Se você que é amigo não sabe, imagine eu.

H: Eu também vou subir, você vem, Natasha?

Natasha cruzou os braços e voltou a fitar Bucky Barnes.

N: Eu vou ficar aqui.

S: Eu queria ficar.

T: Precisamos de você lá.

S: Você vai ficar bem?

Steve perguntou para Natasha, mas ela demorou a notar que a pergunta foi pra ela. Depois de alguns segundos, Natasha fez positivo com a cabeça.

Steve ficou durante o momento de silêncio, observando a forma como Natasha olhava para Bucky. Como ela se importa tanto com ele agora? Tá certo que ele ajudou ela e o James, mas toda essa preocupação que ela está, esse olhar de quem precisa ajudar Bucky... Era no mínimo estranho, já que antes, ela também queria vê-lo morto ou atrás das grades. Claro que ela podia ter enxergado que Bucky na verdade é uma pessoa boa, como ele sabe que ele é, mas... Não há mas... Ou há? Será que eles tiveram alguma coisa quando ficaram juntos no Bunker Sul? É possível? É totalmente possível, ela é linda e atraente, Bucky é um cara legal e bem bonito também, mas não, ela tem um filho, ela não poderia ter ficado com Bucky. Poderia? Eu estou com raiva? Por que?

Steve entrou no elevador com Hill e Tony, e continuou a observar Natasha até as portas se fecharem.

Dentro do elevador, Hill parecia ter refletido sobre algo e a expressão dela demonstrava isso.

T: O que?

H: Eu estive pensando...

Steve olhou para Maria Hill.

H: Eu não vejo o Sam há mais de duas semanas.

S: Eu não lembro a última vez que o vi. Toda vez que penso em procurar ele, alguma coisa aparece e eu me distraio.

T: Eu o vi essa semana. Eu me atrasei para a refeição e o encontrei no refeitório, eu estava terminando de comer e o refeitório estava com poucas pessoas. Ah e eu lembro que já tinha acabado a hora da comida, e ele queria comer e disseram que não iam servir, mas eu intervi e pedi pra liberarem a refeição pra ele.

S: Isso é estranho, ele não veio falar comigo depois do acidente com o Hulk. Ele estava bem?

T: Parecia normal pra mim.

S: Você se importa que eu passe antes no dormitório dele?

T: Na verdade sim, temos assuntos urgentes para resolver no centro de comando.

H: Eu posso ir checar ele, Steve, vai ajudar Tony.

S: Eu agradeço, Hill. Diga a ele para me procurar o mais rápido possível.

...

Hill foi até a Ala B, a ala de Sam Wilson e dela também. Hill foi até o quarto de Sam e bateu na porta.

H: Sam? Você está aí?

Sam: Sim.

Hill franziu a testa.

H: Está tudo bem?

Sam: Sim.

H: Nós estamos precisando de você no Centro de Comando. Você está sumido de lá tem um tempo, algo aconteceu? Está machucado?

Sam: Não.

H: Sam?

Sam: Sim.

H: Você poderia abrir a porta?

Houve uma longa pausa de resposta.

Sam: Sim.

Hill aguardou quase cinco minutos até Sam abrir a porta do quarto. Hill olhou pra ele.

H: Sam, você está doente?

Sam: Não.

H: Você...

Sam: Se eu estiver, você vai vir aqui dentro e cuidar de mim?

Hill estava com a mão sobre a arma dela, ela estava séria, achando o comportamento dele, antes de abrir a porta, muito estranho, mas agora que ele passou uma cantada nela e sorriu, ela ficou aliviada.

H: Idiota. Você me assustou. Você soube o que aconteceu com a Sharon?

Sam: Sim.

H: Steve ficou muito mal, por que você...

Sam: Eu tentei falar com ele, mas ele estava visitando ela e eu achei melhor deixar para outro dia.

Hill semicerrou os olhos e observou Sam, ela concordou com a cabeça, mas não estava acreditando muito nessa história de Sam e ele notou.

Sam: Você sabe, é difícil estar aqui...

H: Eu sei.

Sam: Eu acho que estou estressado demais.

H: Tudo bem, todo mundo está, é por isso que temos remédios que podem ajudar.

Sam: Eu tenho aqui, eu tenho tomado, eu só...

H: Precisa de espaço?

Sam: Sim.

H: Okay.

Sam: Mas eu irei trabalhar amanhã, eu já estou me sentindo melhor.

Hill deu um pequeno sorriso e se retirou da Ala B.

...

Após as 72 horas do isolamento de Bucky Barnes, foi constatado que ele estava com a saúde preservada, nenhuma doença foi detectada nele e ele foi liberado para integrar a comunidade do Bunker.

Quem foi buscar Bucky, foi Steve, para apresenta-lo as instalações do Bunker.

S: Você terá que ficar no meu quarto.

B: Qualquer lugar que eu puder ficar, estará ótimo.

Steve tocou no ombro do amigo e sorriu.

S: É bom ter você de volta.

Bucky sorriu e concordou com a cabeça.

B: Eu soube o que aconteceu com a Sharon e a filha de vocês, eu sinto muito.

Steve se silenciou e desviou o olhar. Ele ficava bem, contanto que ninguém tocasse no assunto.

Steve costumava uma vez por semana contar história para as crianças da escolinha do Bunker, mas ele parou depois da perda de Maggie. Qualquer menina o fazia lembrar de Maggie e o magoava imensamente.

Steve fechou os olhos e depois reabriu para afastar qualquer memória de filha perdida, ele tornou a sorri e olhar para Bucky.

S: Vamos, eu quero que conheça o Professor Xavier.

Steve apresentou Bucky ao professor Xavier e ao Dr. MacCoy, depois apresentou para Jean Grey, Scott e Vampira. Steve tentou apresentar para Logan, mas ele não parecia estar de bom humor. Como sempre.

Depois de fazer as devidas apresentações e de instalar Bucky no quarto dele, os dois se encaminharam para o refeitório, pois já estava na hora do jantar.

Enquanto os dois aguardavam na fila para pegar a refeição, Natasha se aproximava com James no colo.

N: Eu aposto que alguém vai ficar muito feliz em ver você, James.

Bucky e Steve se viraram para fitar Natasha. Bucky olhou para James e sorriu.

Bucky pegou James no colo, mas ele imediatamente começou a chorar.

J: Papai.

James estendeu os braços para Steve.

B: Você não me reconhece mais, James?

N: Claro que sim, ele só precisa se lembrar.

B: Ele está tão grande agora.

Steve pegou James no colo e apontou para Bucky.

S: Está tudo bem, James, você não lembra dele? É o tio Bucky.

James deitou a cabeça no ombro de Steve, mas ficou de olho em Bucky o tempo todo.

Após pegarem suas bandejas de comida, os três foram se sentar em uma mesa diferente dos Vingadores, pois não havia vaga para Bucky e tanto Natasha, quanto Steve fizeram questão de ficar perto dele.

N: Aonde você vai ficar, James?

S: Hã? Ah, você está falando com o Bucky, eu não estou acostumado a ouvir alguém o chamando assim.

N: Você pode ficar comigo e com James se você quiser. Aqueles dormitórios gerais são um tanto desconfortáveis e fora que terá que dividir um banheiro com um monte de gente.

B: Não, eu estou no quarto de Steve.

S: Sim e ele não poderia ficar no seu quarto.

N: Por que não?

S: P-porque... Ele é homem.

Natasha ergueu os ombros e fez negativo com a cabeça, indicando não entender o sentido desse motivo.

S: V-você... Você precisa de privacidade. Você e James. E eu estou sozinho lá, não há problema.

B: Agora que estou me dando conta de que o James te chamou de pai... Isso é muito bom, já que ela não queria falar sobre o James de jeito nenhum pra você, mas eu sabia que ao chegar aqui, iam acabar descobrindo. Ele se parece muito com você.

Steve estava ainda com James no colo, enquanto Natasha dava comida na boca dele.

B: Sabe de uma coisa, James?

James olhou para Bucky.

B: Você tem os pais mais legais do mundo.

J: Ba...

James apontou o dedo para Bucky.

J: Baqui.

N: Bucky, James. É ele, seu tio Bucky.

J: Baquiiii.

N: Bucky!

Natasha olhou para Bucky.

N: Ao menos agora ele te reconheceu.

B: Baqui, hã?

Bucky estendeu a mão para James e James segurou no dedo de Bucky e sorriu.

Steve não sabia exato o que ele estava sentindo ao ver a mudança de humor da Natasha, ela estava muito mais contente agora que Bucky estava com eles, e James parece feliz de estar com ele de volta também.

Steve, de certa forma se sentiu excluído, eles pareciam como uma família, em que o pai viajou e está de volta agora. Bucky participou da vida de James desde o nascimento e ele não. E agora Steve não tinha nem mais uma família para ser formada, ele perdera a filha e a noiva, ele tinha a James, mas ele conviveu mais com o Bucky do que com ele, provavelmente vai querer ele como pai, provavelmente sempre o viu como pai.

Um pensamento estúpido, mas é o que Steve estava sentindo, misturado com a dor da filha que nunca chegou a nascer.

Enquanto Natasha queria saber os motivos de Bucky ter largado o bunker Sul, Steve passou James para o colo de Natasha e se levantou.

Natasha olhou para Steve, surpresa por ele ficar de pé tão repentinamente.

N: Steve? Você está bem?

Steve apenas concordou com a cabeça.

S: Eu só perdi a fome.

Steve olhou para Bucky.

S: Você lembra o caminho para o quarto?

Bucky fez positivo com a cabeça.

Steve pegou sua bandeja, devolveu no balcão da cozinha e se retirou do refeitório. Natasha observou cada movimento dele.

B: O que aconteceu?

N: Ele está chateado.

B: Isso eu notei, mas por que?

N: Acho que é por causa da filha que ele perdeu, não é a primeira vez que ele fica assim e ele não quer falar sobre isso.

B: Ele tem que melhorar. Ele precisa falar sobre isso.

N: Eu sei o que o ajudaria.

Bucky deu a volta na mesa e sentou no lugar de Steve. Bucky puxou James para o colo dele, que dessa vez não reclamou, ele realmente reconheceu Bucky.

N: James?

Tanto Bucky, quanto James olharam para Natasha, mas ela estava falando com o Bucky.

N: Será que você poderia terminar de dar a comida dele? Eu vou falar com Steve.

B: Claro. Nós comeremos tudo, não é, James?

N: Se vocês terminarem e eu não estiver de volta, pode leva-lo para o quarto de Steve que o busco lá.

B: Tem certeza? Ele só me reconheceu agora, ele vai chorar.

N: Ele não irá, ele te ama.

Bucky olhou para James, que estava batendo a mão na mesa.

B: Okay.

N: Obrigada.

Natasha deixou o refeitório e foi até o quarto de Steve, ela sabia que ele iria pra lá.

Natasha bateu na porta e entrou.

N: Steve?

Steve estava sentado numa cadeira com os braços debruçados na mesa e a cabeça sobre os braços. Natasha sabia que ele estava chorando e o coração dela não suporta vê-lo sentindo dor.

S: James está com você?

Steve perguntou, sem erguer o rosto para olhar Natasha.

N: Eu o deixei com Bucky.

S: Eles se dão bem, não é?

N: Sim.

Natasha se aproximou da cadeira de Steve, ela esticou a mão na direção das costas de Steve, mas não teve coragem de tocá-lo.

S: Isso é bom para James.

N: É sim. Steve?

S: Eu estou bem.

N: Você não está, eu sei que está sofrendo, você precisa falar sobre isso.

S: Não.

Natasha se agachou ao lado de Steve.

N: Você se sentirá melhor se você falar.

S: Ela não teve a menor chance.

N: Não foi justo com ela, eu sei.

Steve já não estava mais chorando, mas seus olhos vermelhos indicavam que esteve, ele ergueu a cabeça e fitou Natasha.

S: Eu não queria que me visse desse jeito, eu sei que sente falta do Bucky, você devia estar com ele e James.

Natasha fez negativo com a cabeça.

N: Ele não vai a lugar nenhum, eu estou preocupada com você, eu ficarei com você.

S: Eu realmente não quero conversar.

N: Ok.

Natasha se levantou, caminhou até a cama de Steve e se sentou. Steve achou que ela ia embora e ficou surpreso dela ter ido se sentar.

S: Eu disse que...

N: Eu sei. Não temos que conversar, mas eu também não tenho que deixar você.

Steve a olhou e depois olhou para a mesa, ele fez positivo com a cabeça e depois de alguns segundos sorriu.

S: Você lembra quando treinávamos juntos?

N: Claro.

S: Você acha que...

N: Sim, podemos fazer isso.

S: Amanhã?

N: Agora.

S: Agora?

N: Tem algo melhor a fazer?

S: Mas e o James?

N: Ele está bem com o James... Bucky... Que seja.

Natasha sorriu e se levantou e Steve logo em seguida.

S: Damas primeiro.

Steve abriu a porta do quarto para Natasha.

Depois de saírem do quarto, os dois foram até os elevadores.

S: Nós podemos usar a Ala E. Tony transformou em uma espécie de simulador 5D.

N: Ótimo, eu preciso disso. E você também.

Steve e Natasha desceram até a Ala E.

Assim que chegaram, Natasha visualizou três grandes salas com computadores na frente, para programar o tipo de treinamento, se iniciante, moderado ou avançado.

Natasha também notou uma sala pequena com uma espécie de saco de boxe, improvisado.

N: Você fez aquilo?

S: Sim. Por mais que tenhamos toda essa tecnologia, eu preciso do meu bom e velho boxe.

Natasha sorriu.

S: Quer experimentar?

Natasha fez positivo com a cabeça.

Os dois entraram na sala e Natasha analisou o saco de boxe.

N: O que usou para fazer isso?

S: Areia e tecidos.

N: Parece bom.

Natasha desferiu um golpe contra o saco de Boxe e ele mal se moveu.

N: O que mais tem aí?

S: Coloquei dois pesos aqui e aqui.

Steve indicou o topo do saco e o fundo do mesmo.

S: Não está tão pesado assim, eu acho que você quem anda fraca.

Steve estava bem atrás do saco de boxe e quando ele mencionou isso, Natasha socou novamente o saco de boxe e ele se movimentou, acertando Steve e o fazendo perder o equilíbrio e tropeçar.

S: Bom. Raiva e competitividade sempre melhoram o seu desempenho.

N: Não me provoque, Rogers.

S: Se eu provocar, o que vai acontecer?

N: Você terá que pagar pra ver.

S: Ah é?

Steve ergueu as duas sobrancelhas, enquanto enrolava uma malha branca na mão. Natasha ergueu uma sobrancelha e deu um sorriso de canto de boca.

Steve jogou uma malha para Natasha, ela segurou e jogou longe.

N: Isso é para os fracos.

Steve riu e fez positivo com a cabeça.

S: Eu sou fraco, então?

N: É o que parece.

S: Tudo bem, Romanoff.

Natasha sorriu novamente e enquanto Steve dava passos na direção dela, ela deu pequenos saltinhos, caminhando para trás para sair de perto do saco de boxe.

Assim que se moveram para uma área mais livre, Natasha se abaixou e esticou a perna na direção de Steve, com a intenção de dar uma rasteira nele, mas Steve pulou na hora e tentou chutar a cintura dela quando ela se ergueu novamente, mas Natasha abaixou rapidamente e passou por baixo da perna de Steve, e antes que a perna de Steve voltasse a tocar o chão, ela esticou o braço e acertou o pescoço dele com o antebraço.

Steve também estava preparado para esse golpe, mesmo ela tendo acertado ele, ele segurou no pulso dela e o torceu para trás do corpo de Natasha, imobilizando o corpo dela. Steve teve que deixar o corpo dela colado no dele, para que ela não conseguisse usar as pernas para contra-atacar.

S: Viu? Fraca.

N: Cala a boca.

Natasha jogou a cabeça para trás e golpeou a boca de Steve, que foi forçado a soltar os braços dela, para limpar o sangue do corte no lábio que o golpe causou.

S: Eu achei que era apenas um treino.

N: O que? Você vai chorar?

Steve riu e fez negativo com a cabeça. Natasha removeu a blusa que estava vestindo, porque ela estava usando um top curto por baixo, ela dobrou a cabeça para um lado e para o outro e tornou a saltitar para manter o corpo aquecido.

Steve não evitou de direcionar os olhos para a barriga de Natasha, ela já sabia que isso iria acontecer, ela aproveitou a chance para jogar enrolar rapidamente a blusa que estava e correu na direção de Steve. Ela usou o seu famoso golpe, saltou e prendeu as pernas em volta do pescoço de Steve e ainda usou a blusa para apertar contra o pescoço de Steve.

Depois que conseguiu se posicionar sentada sobre o ombro de Steve, Natasha puxou a blusa com ambas as mãos com força.

N: Quem é o fraco, agora?

Steve nem tentou impedir o sufocamento pela blusa, ele agarrou no cós da calça de Natasha e a arremessou longe com a maior facilidade. Natasha deu com as costas contra um banco de madeira e caiu no chão, ela permaneceu imóvel e fez uma cara de dor.

S: Você precisa treinar mais suas feições se você quer me convencer que se machucou.

Natasha ficou de quatro no chão e colocou as mãos nas costas, na área onde sofreu a contusão. Steve não estava levando a sério, porque ela é craque em encenar, mas ele viu a marca do hematoma nas costas dela e imediatamente ficou preocupado e se sentindo culpado, ele correu até ela e agachou perto dela.

Steve pôs a mão perto do hematoma.

S: Natasha? Você está bem?

Natasha olhava para baixo e fazia negativo com a cabeça.

S: Me desculpe, eu não medi a força, venha, vou te levar para a enfermaria.

No momento que Steve tentou pegar Natasha no colo, ela montou por cima dele novamente, mas como ele ainda estava agachado, o peso dela, fez ele cair no chão, Natasha aproveitou para dar uma chave de perna no pescoço de Steve, ela manteve o braço dele esticado para imobilizar o movimento do corpo dele.

S: Isso é proibido.

N: Pra quem?

S: Você me enganou.

N: Está surpreso?

S: Não mesmo.

Steve disse enquanto fazia o possível para esticar as pernas e tentar se soltar do golpe, mas parecia que quanto mais se mexia, mais preso ficava.

Steve bateu com o braço no chão três vezes porque já estava ficando roxo com a falta de ar. Natasha o soltou e saiu de cima dele.

Steve levantou.

N: Você quer parar?

S: Eu posso fazer isso a noite inteira.

Notas finais
Não esqueci de Before Memories, amanhã ou quinta terá capítulo novo.