Infinito - Snamione

22 Baba de Trasgo.


Notas iniciais
Oi pessoas! Mais um cap delicioso pra vocês! Tenho que avisar que esse cap começa um pouquinho quente. Mas é pouca coisa.

Boa leitura!


–Severo Prince Snape! Onde você pensa que vai? – Eu o segui até o banheiro. – Nós ainda temos que conversar!

–Depois Hermione! – Ele gritou e fechou a porta na minha cara. Ah, mas se ele acha que se livrara tão fácil assim de uma bronca, está redondamente enganado. Com um aceno de varinha eu abri a porta. Ele estava de costas para mim, tirando a calça. Engoli em seco enquanto o admirava de cima á baixo sem pudor. Merlin, como eu desejava aquele corpo.

–Não- Sussurrei quando ele começou a tirar a cueca box preta. Ele se virou para me encarar, então meus olhos esquadrinharam cada mínimo detalhe do corpo viril. O peito forte, os braços másculos, o abdômen definido e por fim, se detiveram no volume da cueca. Umedeci os lábios, gesto que não foi ignorado por Snape.

–Quer tomar banho Hermione? – Sua voz rouca e sexy convidou. Eu balancei a cabeça de forma positiva, mas neguei com a boca.

–Não. – Ele riu. Eu fiquei ali, parada, olhando ele abrir o chuveiro quente. Ele se virou para mim e depois, numa lentidão que me incomodava, começou a tirar a cueca, dando liberdade á sua ereção. Meus olhos brilharam e meu baixo ventre se contraiu em desejo. Rapidamente, me livrei de minhas roupas, ele me puxou para junto do corpo firme, me jogando contra a parede fria. Com uma mão, ele prendeu meus pulsos acima da cabeça, enquanto á outra, descia de encontro a minha intimidade. Severo deu um meio sorriso quando percebeu o quão molhada eu estava ali.

Eu soltei um longo gemido quando ele inseriu sois dedos dentro de mim. Ele fazia um vai e vem delicioso enquanto me beijava de forma faminta e desesperada.

A agua quente escorria sobre nossos corpos, dando uma sensação divina. Eu estava enlouquecida de tesão. Livrei-me do aperto de sua mão, para poder arranha-lo. Forcei meu quadril de encontro ao dele, pra que ele aprofundasse mais as caricias. Os movimentos ritmados eram terrivelmente deliciosos.

Meus olhos giraram nas orbitas quando atingi o orgasmo.

Severo tirou os dedos de dentro de mim, e os levou á boca, sorvendo todo o liquido que estava ali de maneira ruidosa. Deslizei a mão entre nós, até que encontrei seu membro delicioso, ergui um perna na altura da cintura dele, nos encaixando perfeitamente.

–Me fode Snape! – Sussurrei. Ele sorriu, e para me provocar, colocou apenas a glande. – Me fode Snape! – Pedi com mais urgência, mas ele estava se divertindo ao me ver implorar, então enfiou-se apena um pouco mais. – Me fode Snape! — Eu praticamente gritei. Enlouquecida de desejo. E ele me chacoalhou pelos ombros.

–Me fode, por favor. – Supliquei. Ouvi-o murmurar algo com “ Bem que eu queria.”

–Acorde Hermione!

Abri os olhos, Snape estava do lado da cama, curvado sobre mim. Os cabelos molhados indicavam que ele tinha cabado de tomar banho, mas eu estava completamente seca e com as mesmas roupas. Merlin! Foi um sonho??

–Eu dormi? – Perguntei rouca.

–Acho que demorei um pouco demais no banho. – Ele disse com um sorriso sonserino nos labios. – Mas parece que você teve um sonho... interessante. – Seus olhos baixaram para minha calça. Só ai percebi que a calça jeans estava aberta e uma de minhas mãos, estava dentro da calcinha. Senti todo meu sangue subir para minha cabeça. Com certeza, estava mais vermelha que todos os Weasley’s juntos!

–Merda!

POV-Snape.

Ela se levantou e correu para banheiro. Eu me joguei na cama com um sorriso vitorioso.

–Fode ela Snape. – Sussurrei para o quarto vazio.


POV-Sophie.

Eu andava tranquilamente em uma floresta escura. Por todos os lados, tudo o que eu podia ver eram as folhar verdes. No meio da caminhada, eu encontrava alguém, era um garoto, não muito mais alto que eu e eu não conseguia ver o rosto. Era sempre meio borrado. Me sentia completamente feliz ao lado dele. Me sentia em paz! Mas como sempre, ele me beijou na testa e foi embora.

Acordei ofegante e com medo.

Estou tão cansada desse pesadelo idiota! Não faz o menor sentido!



POV-Hermione.

Eu não consegui dormir bem naquela noite. Minha cama parecia grande demais pra um pessoas só, de repente, a cama de Severo se tornou muito, muito convidativa. Mas eu lutei bravamente contra meus instintos e consegui reprimir o desejo que sentia de me deitar com ele. Por mais que eu tivesse meus sonhos molhados com Snape, tinha que me controlar. Afinal, sou uma mulher casada!


POV-Snape.

Hermione almoçava e jantava nas masmorras, era segredo que ela estava em Hogwarts. Mais segredo ainda, que ela dividia o quarto comigo.

Os dias se passaram tranquilamente, ou quase isso. Estava ficando insuportável vê-la todos os dias e não poder toca-la. Eu já tinha desperdiçado toda uma população mundial no chuveiro, roubava alguns beijos de Hermione, mas nunca passava dos limites. Mas eu sei que Hermione será minha! Ela é minha! Mesmo que ainda não saiba disso.

–Se sente bem para sair hoje? – Perguntei numa sexta-feira. Estávamos sentados na sala, eu lia o jornal e ela, pela milésima vez, lia “Hogwarts, uma história”.

–Por quê?

–Quero ir ao ministério, tenho que passar Sophie pro meu nome de uma vez. – Ela bufou.

–Não se diz “passar pro meu nome”. Ela não é um objeto Severo. – Irritada, ela largou o livro e cruzou os braços.

–Que seja. Você me entendeu. – Dei de ombros.

–Não sei se é uma boa ideia. Todos vão saber que ela é sua filha com...

–Mais um motivo. – Arqueei a sobrancelha para ela.

–É. Só que todos vão saber que ela é sua filha com uma ex-aluna. – Completou.

–Vergonha de mim, Hermione? – Encenei uma cara de ofendido. – Antes saberem que você tem uma filha minha, do que com aquele trouxa nojento!

–O nome de é Martino. E eu adoraria que você tratasse o meu marido com mais respeito Snape. – Ela sibilou.

–Casamentos trouxa podem ser desfeitos. – Eu rebati com rispidez.

–E quem disse que eu quero desfazer meu casamento? – Ela riu sem humor.

–Seus olhos. – Eu disse suavemente. Ela abriu a boca e fechou duas vezes, não conseguia dar uma resposta. – Além disso, você se entrega quando chama meu nome dormindo. – Um sorriso malicioso brincou em meus lábios, enquanto voltava minha atenção ao jornal. Ela bufou sonoramente.


–Eu devia estar tendo pesadelos com você! – Ela disse seca, me fazendo rir alto. Pesadelos? Tá bom. Afinei a voz, numa tentativa de imita-la.

–“Me fode Snape. Me fode Snape!” – Ela corou ferozmente . – Qualquer dia desses, eu acabo atendendo ao seu pedido.

–Não se preocupe, quando meu marido voltar ele..

–Não termine a frase. – Murmurei. – Eu o mato se ele pensar em encostar em você . – Hermione gargalhou.

–Ai, ai... Acha mesmo que em anos de casamento, ele nunca tocou em mim Snape? –Respirei fundo algumas vezes, fechei os olhos com força para não perder o controle. Quando falei, minha voz era calma.

–Você me pertence Hermione. E pode deixar, vou dar um jeito de te castigar, por deixar que outra pessoa encostasse no que é meu. – Ela se levantou do sofá irritada. Arrancou o jornal de minhas mãos, e se inclinou até que nossos olhos estavam no mesmo nível.

–Eu não sou sua! Sou casada, e muito bem casada! Você nunca vai me tocar de novo! Entendeu bem? – Aproximei meu rosto do dela, nossos lábios quase se encostando.

–Você vai implorar por mim, vai rezar para que eu a tome em meus braços, pra que eu me afunde dentro de você! Pode escrever Granger! – Sussurrei. Ela estremeceu, mas continuou com a fúria no olhar. Marchou em direção ao quarto e antes de fechar a porta gritou:

–É Vignoli! – Suspirei. Logo, logo, será Snape. Hermione Snape.

....

Eu corrigia algumas redações, só para matar o tempo. Me levantei de má vontade quando alguém bateu á porta.

–Boa noite Snape. – Disse Lupin sorridente. – Eu vim pegar a mata cão.

–Ah, claro, claro, eu tinha me esquecido. – Fiquei de lado pra dar passagem á Lupin. –

–Entre, eu vou ter que convencer uma certa dama a abrir a porta do quarto, pra poder pegar a poção. –Disse com um tom cansado.

–Problemas no paraíso? – Perguntou Lupin rindo.

–Hermione Granger, sofre de TPM vinte e nove dias por mês meu amigo.

–É Hermione Vignoli, — eu o olhei com fúria, fazendo-o recuar alguns passos. .Lupin chacoalhou a cabeça. – Se você quer alguma coisa com ela, tem que falar com ela. – Ele disse sussurrando.

–Merlin! Como se eu não tentasse. Mas a cada duas palavras que ela diz pra mim, três são xingamentos. – Sussurrei. Desabafar com Remus Lupin não era bem o que tinha em mente, mas as palavras saíram sem que eu conseguisse me refrear. – Ela nunca vai me perdoar pelo que eu fiz no passado. Ela fica mentindo pra si mesma, dizendo que é feliz com aquele trouxa idiota. Como se fosse possível, ela ser feliz longe de mim. – Joguei as mãos pro alto.

–Parece ter certeza de que ela te ama.

–Claro que sim. Eu sinto.

–Mas você a ama?

–Com toda a minha alma!- Ótimo, falando de sentimentos com o vira-lata.

–Bem Snape, se você tem certeza de que ela te ama, vai ter que ser paciente, e esperar que ela descubra isso. Que ela descubra que não pode ficar longe de você! – Revirei os olhos.

–Eu já esperei onze anos. – Sibilei. Lupin riu. – Onde está a graça?

–Você. Apaixonado. Merlin,- Ele suspirou- Não é uma coisa que se vê todo dia. –Hermione abriu a porta, tinha um travesseiro e um cobertor nas mãos.

–Ah. Oi Remo, não sabia que estava aqui. – Ela disse com um sorriso amarelo. – Tudo bem com você ? Como vai Tonks e Teddy ?

–Bem, tudo muito bem. Vim pegar a poção mata cão...

–Hermione eu preciso entrar no quarto pra pegar a po...

–Não! Você vai ficar bem ai.- Ela jogou o cobertor e o travesseiro no chão. Entrou no quarto e depois de alguns segundos, voltou com a poção, atirou ela para Lupin, que quase a deixou cair. – Boa noite Lupin. – ela disse sorrindo. -Durma bem Snape.- Ela disse seca, antes de fechar a porta outra vez.

–É, parece que essa vai ser uma longa noite. –Massageei as têmporas com a ponta dos dedos.

–Bem, eu já vou então. – Lupin andou até a porta, mas parou antes de atravessa-la. Ele tinha um sorriso no lábios ao se virar pra mim. –O que você sabe sobre o Baba de Trasgo?

POV-Hermione

Eu me dei por vencida quando não consegui dormir, pelo simples fato de que ele não estava ali.

–Severo? – Chamei. – Snape? Onde você está? – Uma busca rápida pelo laboratório particular me mostrou que ele não estava ali. –Pelas bolas de Merlin, onde esse homem pode estar?

POV-Snape.

O Baba de Trasgo. Um dos mais requintados bordéis bruxos. Só Merlin sabe o que acontece naquele lugar. A pior das prostitutas parecia a madre Tereza perto daquelas bruxas. Nessa noite, uma festinha entre os homens da ordem aconteceria lá. É claro, eu não pretendia ir. Sabia que essas festas aconteciam regularmente, mas nunca me interessou. Mas pra quem está no inferno, porque não abraçar o capeta?

Já tinha falado de sentimentos com Lupin, isso depois de levar um “toco” de Hermione e ser expulso do próprio quarto. Quis jantar com Sophie, mas a menina estava numa “missão de salvamento”. Segundo palavras dela. Jubileu tinha desaparecido.

Sendo assim, resolvi aceitar o convite que Lupin me fizera. Na hora marcada, nós nos encontramos em frente aos portões de Hogwarts.

Era cedo ainda, cerca de onze horas da noite, quando aparatamos em frente ao bordel. Mas lá dentro as coisas já estavam á todo vapor.

Parecia uma casa trouxa comum, vista de fora, mas quando entramos, nos deparamos num lugar enorme. Parcialmente escuro, um palco no meio, com vários postes de pole dance, onde veelas dançavam nuas de forma sensual. Nos cantos, haviam vários sofás confortáveis, algumas mesas também, e mais bruxas dançando pelo local. Uma bruxa com uniforme colegial, nos trouxe uma bandeja com bebidas. Peguei uma dose de firewisk e segui Lupim até o canto oposto.

Os homens da família Weasley já estavam lá, assim como, o Potter, Moody e Dumbledore. Algumas bruxas dançavam para eles, se é que podia se chamar aquilo de dança.

–Ei, rapazes! – Saudou-os Lupin entusiasmado. Eles o cumprimentaram e depois olharam para mim com um certo choque. Fred Weasley foi o primeiro a falar.

–Rá! Quer dizer que o morcegão finalmente deixou as masmorras, para se juntar aos mortais? – Ele me olhava com um sorriso simpático.

–É Fred, acho que o inferno finalmente congelou. – Acrescentou o gêmeo.

–Severo, meu garoto! – Disse Dumbledore sorrindo. Ele estava sentado com uma bruxa em seu colo, se levantou tão rápido que a bruxa caiu no chão. – Que bom que veio. Fico minto feliz, queria expressar aqui, caros amigos, o quanto admiro esse homem. Ele lutou bravamente semp...


–Chega Alvo. – Interrompeu o Sr. Weasley rindo. – Depois de uma dose ou outra, tudo vira discurso pra ele. – Contou dando de ombros, enquanto apertava a minha mão.

–Sabia que eu tenho a testa rachada? – Perguntou Harry Potter, em visível estado de embriaguez.

–Nunca percebi. – Respondi com um arquear de sobrancelha. Quando vi Ronald Weasley tentando pegar Alastor Moody no colo, tive certeza de que a noite seria, pelo menos, interessante.

Sentamos num sofá de canto, uma bruxa dançava em cima de nossa mesa, outras duas se revezavam em nossos colos. Menos no meu.


–Ah não! Nem pensar Snape, hoje você vai se divertir. – Exclamou Lupin quando me viu dispensar a meretriz. – Toma aqui. –Ele me entregou um copo com um liquido fumacento e colorido.

–Porque eu tomaria isso? – Cheirei o copo, parecia bom.

–Pode acreditar, até Voldemort sorriria se bebesse isso. – Disse Fred.

–Cara, você comeu mesmo a minha mãe? – Perguntou Potter do outro lado da mesa. Eu ri, e virei o copo.

Depois de muitas doses do liquido colorido, eu e Harry Potter já estávamos abraçados e chorando.

–Você sempre tirava po-pontos de mim. – Ele me disse soluçando.

–Que tinha que fingir – Arrotei sonoramente. – Pra bicha louca do Voldie.

–Quer dizer que você gosta mesmo de mim?

–Merlin, que momento lindo! – Começou Dumbledore. Ele subiu em cima da mesa, expulsando a bruxa que estava ali. – O amor, ah o amor! É o maior poder do mundo. Meu coração fica feliz em saber que vocês se gostam caros amigos. Pelo menos agora, o Severo pode dormir com a Hermione sem que o Harry fique..- Alastor puxou Alvo da mesa.

–Já chega Alvo. – Todos nos rimos.

–Você tem que ver isso. – Ronald chamou minha atenção. Apontando para uma bruxa loura que se aproximava.

–Elize! – Todos se levantaram para cumprimentar a loura. Uma bruxa muito bonita, usando um vestido preto mais justo que a lei de Merlin.


–Esse é Severo Snape. – Alguém me anunciou.

–Prazer. – Ela disse com a voz adocicada. Ela era muito bonita, mas não entendi o motivo de tanto estardalhaço. Porque todos estavam tão interessados nela? Não era uma veela, com certeza. E tinha bruxas muito mais bonitas que ela por perto.

Dumbledore cochichou algo no ouvido dela, e todos riram quando ela se transformou em Minerva. A velha estava de lingerie e orelhas de coelho. Fiquei meio de longe, assistindo Elize se transformar em madame Rosmerta para Ronald, depois em Gina para Harry, em Tonks para Lupim... Quase vomitei quando ela se transformou numa mulher absurdamente gorda e peluda para Mood. Percebi que era isso que a bruxa fazia. Se transformava na pessoa por quem você tivesse mais desejo.

Depois de muitos suspiros e beijos na mulher gorda, Alastor se virou para mim dizendo:
–Mostre seus encantos a ele querida. — Ela abriu um sorriso, e me empurrou de volta ao sofá, se inclinando para falar ao meu ouvido – Feche os olhos. – Fechei. Um minuto inteiro se passou, até que ele ouvi assobios e a voz adocicada dizendo –Abra- Senti uma tontura, que não tinha nada a ver com a bebida. Parada á minha frente, estava ninguém menos, que Hermione Granger. Os cabelos cacheados caindo sobre o ombro, a pele branca fazia contraste á uma lingerie verde musgo com detalhes prata. O salto agulha, combinava com a lingerie.

–Merlin! É por isso que você pegou ela ? – Disse Fred, literalmente, babando.
–Caramba, se eu soubesse que a Mione era tudo isso, eu mesmo tinha pego. – Disse Gorge.
Hermi-mi-mione ? – Foi tudo que pude dizer. Então a bruxa se sentou em meu colo, com as pernas ao lado de minha cintura pressionando o quadril contra mim. Fiquei ofegante, e entreabri os lábios para tomar ar, mas a bruxa aproveitou e tascou-me um beijo de tirar o fôlego. No começo, respondi ao beijo, apertei ela junto ao meu corpo, enquanto enfiava a língua na garganta da moça. Mas tinha uma coisa muito errada no beijo, não era o mesmo gosto, não era o beijo de Hermione.

Afastei-me da bruxa e me levantei, ela me encarou indignada, enquanto voltava a ser Elize. Todos fizeram um coro de “aaaaaaah” quando Hermione desapareceu.

Eu praticamente corri para a saída. Perto da porta, havia um cartaz laranja com os dizeres: “SE BEBER NÃO APARATE! VÁ DE FLU!” ´Parecia mesmo mais seguro. Depois de pagar pelo pó, adentrei nas chamas, dizendo:-Aposentos do professor Snape, Hogwarts!”- e fui consumido pelas chamas verdes.
Tive que olhar três vezes no relógio, para entender que eram 03:46 am.
Um sorriso malicioso apareceu em meu rosto, ao perceber que Hermione estava dormindo no sofá.

A camisola de cetin, era curta e tocava sua pele com suavidade. As pernas brancas e torneadas estavam a mostra, a alça fina escapava pelo ombro, o braço estava caído pra fora do sofá, uma mecha de cabelo estava sobre seu rosto angelical e a boca rosada estava entreaberta.

Eu estava tentando controlar o impulso de não toma-la em meus braços, quando um gemido escapou dos lábios de Hermione.


-Severo– Ela sussurrou.


–Merlin sabe que eu tentei!

Notas finais
Eu e minha habilidade de parar na parte boa! tsc tsc u.u
spaokspaok
No próximo, a primeira noite de amor de verdade...

Reviews? Por favor! Beijos queridos, até amanha.