Infection Of Dead
1 Capítulo 1 - Tudo Começa
Fanfic Infection Of Dead 1º Temporada- 1º Capítulo — Tudo Começa
Em um dia ensolarado e calmo como qualquer outro dia de verão. Na cidade de Orleans havia um homem chamado Juan Parker, que estava em sua casa deitado no sofá assistindo o noticiário. Era aparência um pouco forte, cabelos marrom, e com barba ralada em seu rosto.Era onze da manhã, e ele já havia tomado café,até que Juan,mudando de canal consegue ver uma notícia interessante.
"varias pessoas de diversos lugares estão se reunindo no Central Park de Orleans
para fazer uma manifestação sobre a segurança que andava baixa em toda a cidade" — Repórter Adriane Lins
– Nenhuma matéria boa, a tevê está um lixo. Futebol, nada! — Diz Juan sentado no seu sofá limpo.
Ele estava totalmente acabado por dentro por está exausto do seu trabalho com caixas grandes, usadas com o guindaste. Ele entendiado, deixa em um canal qualquer e fica pensando sobre o trabalho, que era muito "puxado" nas horas extras. Naqueles pequenos devaneios, começou a pensar na sua ex-mulher que tinha deixado então, a pouco tempo.
O celular do Juan começa a tocar, que estava dentro de uma das gavetas que havia em sua sala. Ele puxa do bolso,desliza o dedo para destrancar o celular e atende-o. Era o amigo dele chamando para almoçar e tomar umas bebidas no bar.
– Ei Juan, é o Luan, estou aqui na avenida doze, tirei hoje para almoçar fora. Bebida e futebol, não gosta? — Falou e perguntou seu melhor amigo.
Luan Baker era o melhor amigo do Juan desde a infância. Passavam a maior parte do tempo juntos, se divertindo, jogando bola e principalmente, bebendo.
– Claro! — Afirmou — Estou mesmo precisando sair um pouco... — Mentiu para seu amigo, para não deixa-lo na mão.
– Beleza então, te espero aqui! — Disse seu amigo, e logo depois desligando o celular.
"tu...tu...tu"
Juan coloca um casaco em si, puxa um par de tênis da marca All Star preto, ele simplesmente curtia aquele estilo de tênis dado pela sua mãe. Pega suas chaves do carro que estava no braço do sofá e sai de casa, esquecendo a televisão ligada.
Chegando no bar, encontra seu amigo Luan, e chegando bem próximo, senta-se em um dos bancos que estava perto do balcão, pede uma cerveja bem gelada e apenas isso.
– O que foi amigo, tá cansado? — Perguntou a ele, tocando em sua mão.
–Sim, estou muito cansado,a semana toda trabalhando pesado transportando aqueles containers com aqueles gigantes guindastes.... — Falou como se quisesse desabafar -há estou exausto... — Suspirou.
– Ah que isso amigo, anima ai, vou pedir mais bebidas, e aproveitar chamar uma amiga minha que está "doida" pra te conhecer! — Falou Luan com uma cara de safado, rindo para seu amigo, pois sabia que aquilo que dizia era uma brincadeira.
– Não, não, acho que vou pra casa, descansar...Não estou me sentindo bem... — Respondeu Juan com uma cara nada agradável.
– O que é isso, vai deixar eu aqui sozinho? — Perguntou e se virou para seu melhor amigo.
– Acho que vou, talvez eu passo lá na tua casa a noite,para falarmos do seu relacionamento com a Julie, o que acha? Ou já esqueceu ela? — Perguntou com uma voz normal, Juan.
– Ta certo então... vai sobrar bebida aqui, eu mando o Quin guardar! — Falou luan, virando-se as costas e juntando as garrafas de bebidas que tinha sobrado.
Juan pega jaqueta que tinha tirado e coloca em seu braço segurando, e vai andando em silêncio até sua casa.
Chegando em casa, ele abre a porta, tranca-o e percebe que tinha deixado a televisão ligada,ele a desliga e sobe rapidamente as escadas tirando o tênis e jogando a jaqueta no chão,lá ele deixa, puxando um pano até perto do seu rosto e caindo em sua cama desmaiando-se.
"passaram-se uma semana"
– Ah que boa sensação de alivio. Que horas é agora? — Disse Juan acordando de sua cama totalmente bagunçada, mas seu quarto ainda estava do jeito que tinha deixado da última vez. Perguntou para si mesmo.
Senta na cama,pega seu relógio e olha a hora que já era seis da manhã. Juan então pega o seu celular que estava do lado do relógio e ver várias mensagens do seu amigo Luan,até que olhando para a data das mensagens ,percebeu que já era Terça, uma semana após ter possivelmente desmaiado.
– Já se passou uma semana?e eu estava dormindo esse tempo todo?! — Arregalou os olhos pela a surpresa de ter "dormido" tanto. Olhou para todos os lados e alguns gritos do lado de fora suava seu ouvido.
Pensando que era a confusão da sua cabeça estar girando, não liga para o pequenos gritos, até que um barulho mais alto fez lhe tomar um susto. Era o som de uma das ambulância do bairro. Ela passa em alta velocidade, como se quisesse sair daquela rua imediatamente.
Juan vai até a janela e ver vários carros destruídos, e um conjunto de pessoas andando em direção a um cachorro que estava perdido do dono,ele também ver uma mulher correndo e direção a sua casa pedindo socorro,até que uma daquelas pessoas conseguem alcançar a mulher. Curioso ele continua a ver, e se surpreende com a cena que ver. A mulher perseguida é alcançada e morta pelo o bando.
Ficando chocado e abismado com a cena que ver de sua janela, sai rapidamente dali do cantinho da janela, fecha a porta branca e logo após a cortina que ultimamente estava suja de terra.
– O que está acontecendo com esta cidade? O que aconteceu com a cidade durante esses cinco dias que eu estava dormindo? — Perguntou-se Juan mais ainda depois de ver tudo lá em baixo.
Ele se senta na cama , colocando a mão sobre a cabeça e fica pensando sobre a cena que viu....a mulher sendo morta brutalmente por seres que ele mesmo pensava que fossem humanos racional.
A partir dai, tem uma ideia de pegar seu celular que estava quase acabando a força da bateria e ver as mensagens que tinha visto minutos antes. Deslizando o dedo para cima e para baixo e vendo a quantidade de mensagens seu amigo mandou,ele resolve abrir uma das mensagens que dizia:
"Amigo, não sei oque houve, estava tranquilo no transito, até que umas pessoas saíram gritando, correndo, das ruas que dava acesso à Central Park, não sei te explicar,mas todos estão fugindo da cidade..."
Ainda surpreso, Juan clica em abrir a próxima mensagem bem ágil e apressado, que dizia:
"Estou a caminho do centro de controles montado na cidade de Boston, eles dizem que ouvindo o rádio é um grande recurso para ficar ligado as notícias..."
Quando Juan vai com curiosidade para abrir a terceira mensagem, o celular desliga automaticamente, por falta de recarregamento. Ele coloca o celular na cama e calça um sapato marrom que costumava ir para o trabalho e vai até a porta do quarto,pois ele queria pegar o rádio que se encontrava em sua sala.
Juan abre a porta do quarto, vai descendo as escadas devagar ,passa por trás do sofá e pega um rádio velho movido a pilha, mas só que estava sem pilha, nisso Juan vai até o pequeno quartinho que tinha do lado da sala,abre e procura pilhas para o rádio. Sem perceber um homem vem devagar arrastando o pé indo em direção ao Juan,até que ele percebe que tinha outra pessoa além dele,por causa do barulho Juan se vira bruscamente e ver o homem com a boca totalmente torta,gemendo bastante.
Puxando um taco de basebol que mantinha guardado no pequeno quarto desde a sua infância, Juan empurra o zumbi até a parede, com o impulso que deu, o homem cai com a cabeça entre o chão e o sofá,assim partindo do corpo.
Fazendo uma cara horrível, Juan chega mais perto do homem e ver a cabeça mexendo. Ainda com nojo, e sem saber o que fazer,ele pega o rádio que tinha deixado no sofá enquanto procurava as pilhas e sobe até seu quarto e tranca com ferrolho.
– O que foi isso, essas pessoas não são mais gentes normais, estão agindo de forma canibais!! — Exclamou bem alto, como se estivesse várias pessoas ali no seu quarto, ouvindo-o.
Juan pega as tal pilhas,liga no rádio, mas para piorar as coisas, o rádio estava apenas no barulho de sem sinal. Nervoso mais ainda que possa existir mais daquelas pessoas dentro de sua casa, resolve sair daquela casa e buscar ajuda no hospital, ou algo parecido.
– Tenho que sair deste lugar! — Decide Juan.
Falando isso , caminha em direção a janela e abre um pouco a cortina que tinha fechado, e vê um casal correndo ao lado oposto de sua casa, e várias pessoas que não estavam agindo de forma humana andando atrás delas. E naquele momento, percebe que não havia cinco ou seis, mas centenas.
Vendo aqueles acontecimentos horrorizantes, o rádio começa a funcionar,e então ele corre até a cama onde havia deixado o rádio.
"...... pois o mundo está tomada por essas criaturas,que por sinal podemos denominar
de algum tipo de zumbis. Receio a todos que estão ouvindo está mensagem,que fiquem
em suas casas trancados e bem protegidos,entretanto há um Centro de controles em
Boston que está começando a abrigar pessoas para uma proteçã........."
"Conexão cai"
–Não pode ser, zumbis?! — Suspirou em voz super baixa, não acreditando nas palavras do jornalista de rádio.
Passando as duas mãos na cabeça e ficando sem reação,senta encostado no"pé"da cama e no chão frio.. Ficou refletindo as palavras que passou em sua cabeça quando ditas na transmissão do rádio. E lá começa a chorar...Chorar de medo.
Passam meia hora, então Juan levanta-se, vai até o espelho do banheiro que ficava do lado do quarto.
– É tudo verdade, isto está realmente acontecendo! Eu preciso fazer algo a respeito, ou a qualquer momento morrerei aqui! — Falou olhando fixamente Juan, ao seus olhos refletidos do espelho.
Aproveitou que estava olhando o espelho do banheiro ,tira a roupa e vai para baixo do chuveiro para relaxar o cérebro,pois estava transtornado com todo esses acontecimentos. Puxa a toalha que estava na porta e se enxuga, e logo em seguida veste uma roupa branca, pega sua jaqueta de couro marrom colocando por cima da branca. Também pega uma bolsa velha que tinha em cima do guarda-roupa, guarda uns três pares de roupas,lanterna e despeja uma grande quantidade de remédios que mantinha guardado em uma das gavetas de sua cômoda.
–Pronto,agora tenho que sair desta casa, e ir até Boston! só preciso arranjar um plano. — Definiu sua jornada até Boston, onde estava seu amigo.
Ele abre a porta do quarto com o taco de basebol na mão e segue descendo a escada novamente lentamente até que chega na sala,passando pela sala, ele ver retratos da mulher dele,então ele vai até a porta de entrada e abre devagar com muita cautela e com a bolsa em suas costas para fácil locomover.
Com a cor do céu bem fraco,como se tivesse todo amarelado, Juan vai descendo a pequena escada que tinha do lado do canteiro de sua casa,até que escuta barulhos perturbadores de zumbis que tinha sentido o cheiro dele.
– Nossa!!! nesta rua tem vários deles!!! — Gritou Juan, amedrontado com o que via a sua frente.
Sem noção da quantidade de "zumbis", denominado assim pelo o jornalista, que havia na frente da casa dele,entra de volta para a casa rapidamente e tranca a porta e começa a pensar encostado na parede. Apesar disso, ele tira uma conclusão que haveria alguma saída pelo o quintal, e resolve conferir.
Olhando pela uma brecha que tinha na janela da sala ele ver um carro antigo do outro lado da rua.
– Tenho que chegar naquele carro,ele precisa ter gasolina! Eu preciso sair daqui! — Diz Juan suando muito já.
Juan abre a porta que dava acesso ao quintal e começa a correr, pula a cerca que dava entrada a rua e os zumbis o ver. Sentido o cheiro de Juan, os zumbis que estavam muito perto a cerca começa a andar rapidamente atrás de Juan, até que Juan chega até o carro, abre a porta e se depara com uma pessoa morta, talvez um zumbi que ainda não re-surgiu. Ele pega a pessoa e sem pensar duas vezes joga no chão, fecha a porta do carro e tenta ligar o carro.
Os zumbis alcança o carro e ficam batendo no vidro.
– Pega por favor! Pega! — Gritou ele batendo na parte superior da chave injetada.
Até que o motor começa a vibrar e o carro acelera com toda velocidade atropelando os demais que estavam em sua frente.
– Me desculpem! — Repetiu várias vezes chorando Juan ao volante.
Colocando o carro na velocidade normal,se lamentando sobre as vidas perdidas que ninguém sabe o que aconteceu. O Carro onde ele tava, estava com gasolina pela metade,não saberia se duraria muito,mas continuou a estrada que dava acesso a fora da cidade de Orleans.
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