Infected

20 Capítulo 20: A garota que escolhi


Notas iniciais
for karol

[Calum]

Oito dias se passaram desde, a quase, inacadreditavel batalha contra os "canibais". Reforçamos os muros da nossa mais recente "fortaleza" com a ajuda de Phill, que se provou um engenheiro de muito talento, e conseguimos uma quantidade razoavel de suprimentos em uma viagem feita por DJ, Megan e Viollet.

As coisas estavam, pela primeira vez em meses, indo bem. Conseguimos nos recuperar bem das feridas; Megan e Aria se certificaram disso, temos comida e lugares seguros para dormir, algo mais do que merecido ao nosso grupo, depois de todo o esforço e sacrificio para chegarmos aqui.

— Ei, por que você sempre tem que acordar tão cedo? — Volto minha atenção para Viollet, que acaba de acordar com os primeiros raios matinais entrando pela janela que eu observava com tanto prazer.

— Eu gosto de observar você dormindo. — Me deito novamente na cama, colocando-me para dentro do cobertor e abraçando a garota.

Os dias sem Viollet por perto foram, com certeza os piores. Em pouco tempo descobri que o que ainda me motiva a ficar no mundo dos vivos, a continuar lutando, é ela. Sempre que estamos juntos meu coração dispara como se fosse a primeira vez que eu a visse. Seu toque é melhor do que qualquer remédio para minhas feridas e seu sorriso intensifica, à cada instante, minha paixão por ela.

— Você tava olhando pra janela, babaca. Calum Lynch, não tente me comprar com palavras bonitinhas... — Violler se senta sobre minhas pernas e cola meus braços contra o colchão — eu posso ser muito pior do que aqueles canibais, docinho, não duvide... mas, prefiro não estragar o meu pedacinho de carne ainda. — a garota crispa os lábios e molda um leve sorriso antes de me envolver em um intenso beijo.

— Que belo jeito de acordar; ameaçado . Se bem que, se você continuar compensando com esses beijos, eu poderia passar a gostar disso. — mordo o lábio inferior da garota e sorrio.

— Vai sonhando. — a morena se solta de mim e se vira para o lado para voltar a dormir.

— Vai que cola... — me aproximo mais de Viollet e a envolvo em um abraço, colando minha cabeça ao lado da sua. Conseguimos pegar no sono novamente, abraçados.

[Megan]

Preparo um belo café da manhã para Shay, com cereais e até mesmo um pouco de leite (raridade), coloco tudo em uma bandeija e subo para o segundo andar de nossa casa, adentrando ao quarto.

— Bom dia, minha rainha. — Meu sorriso cresce em meus lábios enquanto coloco a bandeija sobre o colo de Shay. — Bem, tentei fazer algo gostoso pra você hoje.

— Uau! Cheia de mimos assim, talvez eu acabe realmente me sentindo uma rainha. E, bom dia, amor. — Shay segura meu queixo e me guia até seus lábios, selando-os. A voz dela continua um pouco rouca, porém o restante de suas feridas já estão, praticamente, curadas.

Tomamos café juntas e ficamos mais alguns minutos deitadas. Shay repousa sua cabeça sobre meu ombro e acaricio suas madeixas.

— Sabe, não sei se já te disse isso hoje mas, sabia que eu te amo? — Shay ergue os olhos por entre suas madeixas loiras e sorri.

— Ei! Eu é que deveria estar te mimando desse jeito, não vale! — Tiro Shay de meu ombro e me sento em sua barriga — E eu te amo também, muito. Você é a garota que escolhi para viver. E, como sou uma médica excelente, tenho uma nova receita para minha paciênte preferida.

— Epa, pensei que meu tratamento já tivesse terminado! -Shay arqueia as sobrancelhas, sem entender nada.

— Inocente você é, jovem padawan. Esse tratamento é especial. Feche os olhos e aprecie. — Passo as maos com cuidado sobre os olhos da garota, fechando-os.

Encaixo minhas mãos por dentro da blusa de Shay e sorrio enquanto vou acariciando calmamente seu tronco, até chegar em seus seios. Envolvo-os com cuidado em minhas mãos e os massageio com prazer. Shay se arrepia ao meu toque e solta um breve suspiro.

— Acho que desse tratamento eu vou gostar. — A garota sussurra sua voz rouca se destacando.

— Shhh! Eu disse que era um tratamento especial, você não deve falar nada... e nem ver. — Cesso a massagem nos seios de Shay e retiro minha própria blusa, enrolando-a como uma venda nos olhos da loira. — Apenas confie em mim.

Selo meus lábios aos de Shay e inicio um longo e caloroso beijo, nossas línguas se encontrando com tanta facilidade que permite que o ato seja ainda mais gostoso. Mordo os lábios de Shay com cuidado e volto a massagear, não só seus seios, mas como o resto do corpo da garota.

Shay crava suas maos em minhas costas e me livra de meu sutiã em poucos segundos. Lentamente ela percorre meu corpo com as unhas, fazendo-me arrepiar.

Retiro a blusa, juntamente com o sutiã, e o short de Shay em seguida e me debruço sobre a garota, sorrindo maliciosamente. Envolvo seus seios com minha boca e percorro-os completamente com minha língua enquanto Shay enrola suas mãos em minhas madeixas, apertando-as. A loira me prende com suas pernas e começo a aumentar a velocidade dos movimentos em seus seios, sentindo o corpo de Shay se arrepiar sobre o meu.

Percorro a silhueta da garota com a mão direita até encontrar sua calcinha e a livro com facilidade, Shay solta um breve gemido. Deslizo a língua pelo corpo de Shay até seu clitóris e inicio movimentos circulares nele com a língua, aumentando a potência e intensidade dos mesmos a cada instante. A loira se agarra com força ao meu cabelo, me prendendo mais ainda ao seu corpo.

Ergo as mãos e, com os dedos indicadores e polegares, aperto levemente os mamilos de Shay, fazendo-a vibrar sobre meu toque, soltando gemidos longos e agudos.

Aumento a velocidade de minha língua ainda mais e sinto as mãos de Shay se contorcerem sobre minhas costas, de prazer.

Me ergo e me livro do restante de minha roupa. Sento Shay, ainda vendada, e uno nossas virilias em uma "tesoura". Apoio as mãos contra o colchão e inicio os movimentos, para cima e para baixo com as pernas e uma onda de calor e prazer percorre todo o meu corpo. Os movimentos vão se intensificando a cada instante e estamos ambas urrando de prazer dentre alguns minutos.

Cessamos os movimentos e deido Shay novamente, acariciando seu clitóris com os dedos. Mordo os lábios de Shay novamente e a penetro, com movimentos longos e rápidos até que ela exploda em prazer sobre meus dedos.

Sorrio maliciosamente e cesso os movimentos, selando todo o processo com um longo beijo.

— Oh. Meu. Deus. Isso. Foi. Surpreendente! — Shay tenta recuperar seu fôlego enquanto tiro-lhe as a "venda".

— Eu sou uma médica extremamente competente, senhora. — Arfo um pouco e abraço Shay, deitando ao seu lado.

— Eu não tenho dúvidas quanto a isso, e aguardo nossa próxima consulta com grande ansiedade. — Shay sorri maliciosamente e me beija.

[Calum]

Os dias em Fortnox (sim, esse foi o nome escolhido para a nossa nova casa e, apesar de clichê, todos gostmos. Aliás, ideia da Sam), passam rápidos e felizes. Todas as noites nos reunimos na praça do bairro e conversamos. Dessa vez conseguimos algumas bebidas na ronda que fiz pela redondeza.

Bebemos três garrafas de whisky e meia vodka antes de ficarmos completamente bêbados.

Dan começou a imitar todos os animais do planeta (fazendo Sam soltar a maior e mais gostosa gargalhada que existe no planeta. Os dois realmente se apegaram um ao outro e até ouvi a garotinha chamá-lo de "papai" uma vez), enquanto Phill tenta advinhar qual o animal da rodada.

DJ e Aria trocam beijos e caricias a todo momento, ela sentada sobre o colo dele e, vez ou outra, mordiscando seu pescoço, provocando-o.

Shay e Megan estão abraçadas, dançando uma espécie de "valsa sem fim", trocando sorrisos o tempo todo, sem dúvidas hoje foi um dia muito feliz para elas.

Viollet deita sobre minhas pernas e acaricio suas madeixas levemente enquanto ela sorri para mim, a ponta de seu nariz vermelha e os olhos piscando mais rápido que o normal. Tento manter minha visão focada na garota, mas é impossível eu não observar ela. Seus olhos azuis fixos em mim e um breve sorrido formado no canto de sua boca. Beijo-a com vontade e passamos boa parte da noite ali.

Todos podemos agir como adolescentes normais essa noite, como uma grande e unida família, o que fez realmente esse dia, e todos os anteriores a esse, valerem a pena.

Notas finais
see ya.