Soldado5: Olá,linda.(ajeitando o cabelo)

Soldado2: Esse cara é louco e abusado.Quero nem ver no que vai dar.

Soldado8: Deixa ele com essa raridade.Vamos ver no que vai dar (sorri)Mostra quem é que manda,Soldado5.

Soldado5: Ouça,princesa.Acho que você não vai mais precisar disso,não é?(pega a arma da Manu)Comigo aqui,você nunca correrá perigo.

Aquele sorriso sarcástico no rosto dele,fazia Manu suspeitar de que ele fosse capaz de tudo.E sentia que não podia contar com os outros soldados.7 homens que passaram 3 anos sozinhos sem ver mais ninguém além de pessoas mortas,não prestava.Gui,que olhava pela janela,olha para os soldados.O sargento somente observava,como ele sempre fazia.Carol estava atrás da Manu e segurava Clarice.Os gêmeos dormiam no quarto.Era somente a Manu e o soldado ali.

Soldado5: Sabe qual arma que você poderá pegar daqui pra frente?Essa daqui(colocando a arma em frente a parte intima dele)

Manu: Vá se ferrar,seu estúpido.

Soldado5: Estúpido é?Vou te mostrar o quão estupido posso ser.

O soldado agarra Manu.Gui avança pra cima dele,mas um dos soldados dá uma coronhada na boca dele,o fazendo cair.O sargento dá uma coronhada na cabeça do soldado e um chute no que agarrava Manu.O tenente aparece pra apartar a briga.

Tenente: Posso saber o que ta havendo aqui?

Soldado5: Nada,senhor.

Tenente: Soldados,vão tirar os corpos dos zumbis do gramado.(os soldados saem)Você também,Sargento.(o sargento sai)Mil desculpas,moça (pega a arma e a devolve)Posso conversar com você,Guilherme?

Gui: Tudo bem.

Manu leva Carol e Clarice para o quarto e dá outra coisa pra elas comerem.Gui e o Tenente entram na sala e o Tenente fecha a porta.

Gui: Deveria segurar as rédias desses seus soldados.

Tenente: Você matou alguém para poder está vivo.

Gui: Eu?Claro que não.

Tenente: Não matou ninguém?

Gui: Errr...eu...matei.Eram 2 amigos meus,mas estavam infectados.

Tenente: Não matou ninguém que não estivesse 'doente'?

Gui: Sim,um homem.Ele sequestrou minha esposa e parte do meu grupo.Mas não fiz por querer,fiz porque tinha que...

Tenente: Fazer?

Gui: Sim.

Tenente: Uma vez eu vi um dos meus soldados com uma arma apontada para a cabeça.Eu perguntei o que ele fazia e ele disse que não tinha mais porquê seguir vivo.Não tinha família,não tinha mundo,não tinha vida.O que eu poderia dizer?Eu disse que encontraríamos a cura,que tudo voltaria ao normal,mas ele disse que mesmo assim seguiria sozinho.Então prometi mulheres para ele.Não só para ele,mas para os outros soldados também.Porque mulheres são muito importantes,necessitamos delas.Faz anos que não víamos uma e por isso eles ficaram daquele jeito.

Gui: Dane-se isso.Eles que peguem uns aos outros.A mulher é minha.Ninguém toca nela além de mim.Não vou aceitar aqueles homens tocarem na Manu.

Tenente: Acho que não poderá impedir.Guilherme,você está livre para fazer o que quiser.Ta livre para ir embora em busca de seus amigos.Manuela não pode sair daqui,nem as meninas.

Gui: O que?

Tenente: Agora,elas são nossas.