\"Wendy Juliet\"

Já se passavam das onze da manhã quando eu cruzei a fronteira da Califórnia. Era bom voltar a minha infância, reviver as coisas boas dela. Eu nasci em Los Angeles e viver lá até os meus dezesseis anos, quando passei para a Universidade de Direito de Washington e me mudei para lá. Fazia cerca de quarto anos que eu não vi a os meus quase – inseparáveis – amigos.

Depois que acabamos o ensino médio, cada um seguiu o seu rumo: Marie Clara se mudou para o interior da Califórnia para cuidar da doença de sua avó, Catarina. Summer foi estudar moda na Universidade de Nova York. Bruno foi servir o exercito. David cursou engenharia química na ULCA e Lucas medicina em Yale.

Nós iríamos nos encontrar na casa de Summer a beira-mar da cidade de Long Beach, onde passaríamos juntas as férias de verão. Eu estava bastante ansiosa para revê-los, jogara conversa fora, não ter nenhuma obrigação e nem acordar cedo, seria ótimas férias; não perfeitas, pois o meu celular não pega aqui e ainda teria serviço acumulado lá no escritório fundo de quintal, no qual estágio.

Já estava na estrada vinte com a um zero, faltando 30 km para chegar a casa da Summer, o carro começou a sair fumaça do capô, encostei o carro num canto da estrada e desci do mesmo.

Como é que um carro pode sair tanta fumaça? E por que ele tinha que quebrar justo agora?

Abrir o capô, como se eu soubesse alguma coisa sobre essa parafernália.

“Lucas”

O mais certo ditado que existe no mundo é esse: “mulher no volante perigo constante”, não que eu seja machista, mas é certo. A mulher num fusca verde limão me trancou e eu quase bati no carro que estava na minha frente.

Estava escutando Bom Jovi na estrada com a 1 O, quando eu vi um carro parado no encostamento da estrada, com uma garota com um belíssimo corpo encostado do carro. Ela trajava uma calça jeans colada e uma camiseta branca largada e por cima um colete jeans. Não dava para ver seu rosto, pois ela estava de costa inclinada para o motor do carro.

Estacionei o carro para ajudá-la, com as melhores das intenções. Acompanhá-la até a sua casa, o seu quarto de preferência até a sua cama. Caminhei até a dona do Audi 2010 vermelho sangue, a fim de proporcioná-la o melhor fim de tarde da sua vida. Passei a mãos pelo os meus cabelos e chamei a sua atenção.

- Você precisa de ajuda? – perguntei com a minha voz mais sexy possível.

Ela virou para mim. Parecia câmera lenta.

O seu rosto era perfeito, cabelos: cor castanha clara, lisos de franja jogados displicentemente pelo o seu rosto de porcelana. O seu nariz fino, sua boca carnuda e vermelha, e os sues olhos extremamente azuis e brilhantes. Eu conheço essa garota de algum lugar. O traço delicado do seu rosto me lembrava a alguém.

“Wendy Juliet”

- Você precisa de ajuda? – uma voz extremamente sexy falou no meu ouvido.

Vir-me-ei para encará-lo. O rapaz era lindo: branco, mais ou menos 1,95, cabelos rebeldes e lisos cor castanho escuro, seus olhos eram azuis – esverdeados. Seu corpo era incrível: músculos na medida certa. Imaginei por trás daquela camiseta escondia uma maravilhosa barriguinha tanquinho.

- Andy? Wendy Juliet? – por Deus era o Lucas. O meu Lucas.

- Lucas Castilhes? – perguntei.

- Morena! – ele me abraçou rodando no ar.

- Que saudades! – falei encostada no seu ombro.

- Também estava – ele me soltou me observando – UAU! Como você ta muita gata? – correi extremamente – Que isso Wendy? – ele deu uma maravilhosa gargalhada.

- To morrendo de rir! – dei duas tapinhas do seu ombro.

- Por Deus, Ju. Você está linda! – ele falou.

- Quer dizer que eu era feia? Em doutor Lucas Castilhes? – falei fingindo está aborrecida.

- Você sabe que não, rainha do gelo.

“Lucas”

Ela revirou os olhos, gesto típico dela.

- Eu não sou rainha do gelo, eu pensei que você tivesse esquecido esse apelido ridículo.

Todos os garotos de Los Angeles High School tentaram ter alguma coisa com a Wendy, só que a garota era ruim na queda, ninguém conseguia domar o coração e o gênio dela, por isso o apelido rainha – referente ao poder que ela exercia sobre os garotos da escola – do gelo – que era irredutível.

- Impossível de esquecer, você está cada vez mais linda – ela corou.

Eu deveria está me sentido mal por está contando, indiretamente, a minha melhor amiga, mas eu não estava.

- Olha quem fala? Você está perfeito, como sempre foi! – ela falou corada e eu sorri colocando uma mexa do seu cabelo para trás da sua orelha.

- O que ouve com o seu carro? – perguntei.

Ela inconseqüentemente bufou fazendo a sua franja bagunçada subiu pelo ar e jogou a cabeça irritada. Numa forma extremante sexy.

- Não sei! – ela respondeu mordendo os lábios carnudos. Ela quer-me enlouquecer? Só pode. Lucas Castilhes, essa é a Wendy a sua melhor amiga de infância.

Desviei o olhar do seu belíssimo rosto e virei a minha atenção para o motor do carro. Olhei atentamente por todo motor, o problema era claro, ela não tinha colocado água no radiador.

- Você não colocou água no radiador. – falei e ela passou a mão no meu ombro se pendurando, delicadamente, para olha por cima do meu ombro.

- O que é radiador? – ela me perguntou e eu revirei os olhos.

- Isso aqui! – apontei. Ela pareceu analisar e depoi bufou irritada.

- É grave?

- O carro não é paciente. – falei e ela se inclinou ainda mais sobre mim. Realmente ela quer-me enlouquecer.

- Mas ele não morreu NE? Acabei de terminar de pagá-lo.

- Não você só precisa colocar água! – ela perguntou.

- Você tem água?

- Não, rainha do gelo! – a provoquei.

- Idiota! – ela saiu de perto de mim fechando o capô do carro.

- Eu te dou uma carona até a casa da Su! – falei. Ela revirou os olhos.

- Su? – pude sentir o tom de deboche na sua voz.

- Vai começar de novo, não? – perguntei-me referindo quando eu comecei a namorar a Summer e ela implicava conosco. Todos diziam que ela tinha ciúmes de mim, o que eu não duvido nada.

- Eu não fiz nada. Só não acho certo você chamá-la de Su! – ela falou abrindo o porta-malas e retirando de lá duas malas de carrinho. Depois ela pegou uma bolsa preta e ativou o alarme do carro.

- Tudo bem, morena! – falei vencido e puxei as malas e coloquei no meu carro.

- Eu posso te fazer uma pergunta?

- Até três! – falei abrindo a porta do carro, ela entrou e eu fui para o lado do motorista.

- Você gostava da Summer? – ela perguntou diretamente.

Ser direta, claras e objetivas essas era umas das características que eu amava e admirava na Wendy.

- Como amigo! – falei tirando o carro do acostamento.

- Ela gostava de você! – ela aprecia um pouco chateada.

- Eu sei, mas a Summer é volúvel.

Ela suspirou e olhou para a estrada.

Notas finais
N/B
Vamos lá garotas vocês sabem o que queremos *reviews* comentem bastante para sabermos que estão gostando
bjus

N/A
Espero que vocês tenham gostado, comentem para eu saber o que eu tenho que mudar.
bjsss
Lay