Notas iniciais
Oi voltei, terminei de escrever esse capítulo ontem,e ja resolvi postar. Obrigado por lerem.

—Jade acorda! Chega de dormir temos algo a fazer. —Carly sacudiu-a.

—Está certo, só não faça isso de novo do contrário irei arrancar seus braços. —Jade respondeu levantando. —Que horas são?

—6h 20min, acho bom se arrumar rápido, quero chegar lá o mais cedo possível. —Carly falou apressando-a.

—Não me apresse. —Jade falou trocando de roupa.

Não demorou muito para que elas se vestissem e descessem para a sala se deparando com Beck e Freddie já prontos.

—Essa é uma cena tão incomum Jade, você acordando cedo em plena as férias. —Beck brincou.

—Haha, muito engraçado. —Ela respondeu irônica.

—Como será que ela está? —Freddie perguntou preocupado.

—Fica tranquilo sua namorada está bem, conheço a Sam a pouco tempo mais sei do que ela é capaz. —Jade respondeu.

—Eu espero. E não estamos namorando. —Freddie falou.

—Onde a Cat está? Iremos nos atrasar assim! —Carly bufou.

—Hey, estavam perguntando por mim? —Cat falou descendo as escadas, bastante empolgada.

—Sim, porque demorou tanto? —Jade perguntou ríspida.

—Ah me desculpem eu estava fazendo chapinha.

—Chapinha de manhã Cat? Pra quê? Vamos a delegacia e não a uma festa. —Carly xingou-a.

—Eu só queria que meu cabelo ficasse bonito.

—Está certo meninas, agora vamos que já são quase 7hrs. —Beck falou indo para a porta.

Os quatro entrarem no carro e já estavam a caminho da delegacia, depois que já sabiam onde ela se localizava ficava mais fácil de chegar.

—Ei nós estamos aqui! —Jade falou na entrada da delegacia.

—Viemos ver o delegado. —Carly completou.

—Trouxemos dinheiro para pagar a fiança da Sam. —Cat continuou.

—Certo naquela porta ali, é a sala do delegado. —O recepcionista falou apontando.

—Bom dia jovem em que po...

—Tire a nossa amiga desse lugar! —Jade falou batendo com a mão na mesa e bufando.

—Tem certeza que trazer a Jade foi uma boa idéia? —Beck sussurrou para Carly.

—No início parecia ser, mas já estou me arrependendo.

—Certo garota, apenas não grite. —O delegado respondia com a maior calma.

—Senhor, viemos tirar a Samantha Puckett daqui! —Carly que falou dessa vez.

—Sim. Ela está bem. Mas vocês terão que pagar a fiança.

—Certo. —Carly respondeu.

—800 dólares. —Ele falou.

—Se a Sam não morreu nesse lugar não precisam se preocupar que quando ela sair eu vou matá-la. —Jade respondeu furiosa.

—Tome o dinheiro. —Cat respondeu balançando o dinheiro no rosto do delegado.

—Hum... —ele contava —Está certo, podem soltar a garota loira da cela 6. —Ele falou para os guardas que estavam ali próximos.

Em poucos minutos eles ouviram a voz da Sam gritando com os guardas.

—Podem me soltar eu sei caminhar sozinha. —Ela falou se aproximando de nos.

—Sam! —Cat correu para abraçá-la.

—Hey Cat. —Sam correspondeu ao abraço. —Viu ruiva te disse que eu ficaria bem.

—Foram 800 dólares! Sabe quanta coisa se poder fazer com esse dinheiro? —Jade falou amargamente.

—Também estou feliz em te ver garota. —Sam respondeu dando um soco no ombro de Jade, que deixou escapar uma risada.

—Porque você tem que ficar se metendo em encrencas? —Carly advertiu-a.

—Estou relembrando os velhos tempos Carls. —Sam respondeu abraçando a amiga.

—Porque a gente sempre tem que te tirar da cadeia? —Freddie advertiu dando risada.

—Ei não me repreenda! —Ela respondeu dando um beijo delicado no garoto.

—Que bom que você está bem loira. —Beck saudou-a.

—Já passei por lugares realmente ruins, isso aqui não é nada. —Ela falou.

—Vamos embora logo? Eu quero voltar e terminar meu sono. —Jade falou.

—Concordo, estou morrendo de sono. —Carly falou bocejando.

Todos entraram no carro esquecendo que já estava lotado e não teria espaço suficiente para a Sam.

—Vamos fazer assim a Cat por ser a menor vai no colo de alguém. —Carly sugeriu.

—Yey. Igual um bebê. —Cat comemorou.

—Certo, vamos você, Freddie e eu sentados e a Cat vem no meu colo. —Sam falou.

Todos entraram no carro e Cat não pode deixar de brincar.

—Mamãe. —Ela falou com voz infantil para Sam.

—Cat. —Sam falou sendo ríspida e fitando Cat com um olhar mortal, o que deixou a garota intimidada.

Não demorou muito para que eles retornassem a casa, voltaram a dormir já que ainda era cedo demais.

P.O.V Jade ativado.

Eram 11h quando acordei, e pareceu que eu era a única que ainda permanecia dormindo. Eu estava com muita preguiça de levantar apesar de ser sexta-feira e ser meu dia da semana preferido, a cama estava muito receptiva permaneci deitada olhando para o teto por tempo indeterminado até Beck aparecer no quarto.

—Bom dia amor! —Ele falou se aproximando da cama.

—Ai Beck porque veio aqui agora? Acabei de acordar devo estar horrível. —Falei tapando meu rosto com as mãos.

—Ah Jay não é a primeira vez que te vejo de manhã. —Ele se aproximou deitando do meu lado. —E você está linda mesmo que seu cabelo esteja totalmente em pé. —Completou dando risadas.

—Ah não. —Falei tapando todo meu corpo até a cabeça com o lençol.

—Jade não seja ridícula, eu gosto de você de qualquer jeito, mesmo se não tivesse cabelo. —Ele falou me destapando e tentando me beijar.

—Nem escovei os dentes ainda, e preciso tomar banho. —Falei me desviando dele.

—Tudo bem... Posso ir junto? —Falou brincando.

—Não. Porque dai você ia querer brincar e não iria me deixar tomar banho. —Falei fazendo cara de má para ele.

—Tudo bem. —Respondeu triste. —Vou te esperar lá embaixo. —Falou me dando um beijo na testa e descendo para a sala.

Enquanto eu tomava banho me lembrei da minha preocupação nos últimos dias: o fato de eu poder estar grávida. Eu tenho vontade de rir disso e ao mesmo tempo chorar. Eu nunca gostei de crianças e só pelo fato de ter o Mike como irmão caçula cada vez mais eu tenho certeza de que nunca vou querer ter filhos, mas aí acabo pensando no Beck e sei que ele gostaria muito de tê-los um dia e se fosse para fazer ele feliz eu tentaria ser uma boa mãe. Mas não era a questão agora, Beck e eu não trabalhávamos e nem tínhamos terminado a escola um filho só ia arruinar nosso futuro, ia arruinar o futuro de Beck e eu nunca ia querer isso para ele. Meus pais provavelmente enlouqueceriam com isso, meu pai que já nem gosta muito de mim iria querer me matar e eu não duvidava que ele pudesse me mandar embora de casa. E mesmo tendo feito o teste dizem que não eles dão cem por cento de certeza, e minha menstruação já estava atrasada oito dias, eu não conseguia deixar de ficar um pouco preocupada com isso, já que eu não tinha idéia do que fazer. Decidi que ia esperar mais dois dias procurar um médico e fazer um exame de verdade.

Quando desci às escadas, Cat e Tori preparavam o almoço então decidi ajudar.

—Querem que eu faça algo? —Perguntei.

—Você Jade, querendo ajudar? —Tori perguntou franzindo a testa.

—É, diz algo pra eu fazer logo antes que mude de idéia.

—Pode ajudar cortando essa cebola e esses tomates. —Tori falou me entregando-os.

—E vocês pretendem cozinhar o que? —Perguntei pegando as verduras (e o tomate que tecnicamente é uma fruta).

—Macarrão. Receita da Cat. —Tori respondeu.

—Eu! —Cat falou dando uma daquelas risadas bobinhas dela que só conseguia me deixar irritada.

Comecei cortando os tomates que pareciam mais fáceis, Tori ficou meio preocupada de início que eu pudesse machucar alguém com aquela faca, mas eu estava de bom humor, a menos que Cat falasse algumas idiotices eu não teria motivos para ferir ninguém.

Dizem que a cebola faz nossos olhos arderem com a acidez, mas eu não estava sentindo quase nada.

—Jade como pode não estar chorando? —Tori falou esfregando os olhos. —Até mesmo eu que não estou cortando sinto meus olhos arderem.

—Eu não sei. Eles não estão ardendo muito, quase nada. —Respondi cortando as cebolas normalmente.

—Você não pode ser tão masoquista á esse ponto. —Tori brincou.

—Terminei. —Falei limpando minhas mãos em uma toalha. —Querem que eu faça mais alguma coisa?

—Não, só precisava disso mesmo, agora o resto é com a Cat. —Tori falou indo em direção ao sofá.

—Yey. Olhem eu tenho um avental cheio de tigres fofinhos. —Cat falou dando aquela risada que me irritava.

—Cat apenas cozinhe, não me dê motivos para usar uma dessas facas. —Falei e ela obedeceu se sentindo intimidada. Eu gostava assim, gosto que sintam medo mim, isso só mostrava o quanto eu era forte.

—Tori cheira a minha mão.

—Mas porque eu faria... —Ela nem teve tempo de terminar já que esfreguei minha mão na cara dela. —Está cheirando a cebola. E não repita isso. —Ela falou irritada, mas nada em Tori podia me intimidar.

—Eu sei, como faço pra esse cheiro sair? —Perguntei.

—Já experimentou lavar as mãos? —Ela respondeu irônica.

—Obviamente. Esta achando que eu sou a Cat?

—Não, se você fosse a Cat seria uma pessoa muito mais agradável.

—Engraçadinha.

—Mas sinceramente eu não sei o que fazer, tente procurar algo na internet. —Falou.

—Já sei, vou procurar algo na internet. —Falei indo buscar meu leptop.

—Essa idéia foi minha. —Tori disse desacreditada. Eu não poderia aceitar o fato de ter recebido a idéia de alguém ainda mais sendo a Tori.

Beck,Robbie, André, Freddie, Sam e Carly jogavam vôlei enquanto eu estava sentada com a Tori na sala procurando por formas de tirar o cheiro de cebola das mãos, até por fim achar algo simples e bizarro.

—Será que vai funcionar mesmo? —Tori duvidou.

—Não sei, vamos descobrir agora. —Falei indo no banheiro de baixo buscar pastar de dente. O processo era simples esfregar como se fosse sabão e depois lavar normalmente. por incrível que pareça funcionou, o cheiro de cebola havia sumido e o cheiro forte da pasta de dente tomou o lugar.

—Veja Tori, funcionou. —Falei dando minha mão para que ela cheirasse de novo.

—Nossa —Ela falou sentindo o cheiro. —Sumiu mesmo, é cada coisa que a gente descobre na internet.

—Cat essa comida está pronta? To com fome! —Sam berrou do pátio.

—Quase Sam. —Ela berrou de volta.

—Cat por acaso tem ovos na geladeira? —Trina perguntou enquanto lia algo em seu telefone.

—Sim, mas pra que você precisa? Estou fazendo almoço.

—É um tratamento que vi na internet, se eu bater alguns ovos e passar sobre meu rosto, ajuda a prevenir a acne e deixa a pele mais macia. —Trina falou pegando dois ovos e subindo para o quarto.

—Sua irmã fica cada vez mais nojenta. —Falei para Tori.

—É eu sei.

Enquanto o almoço não ficava pronto entrei na minha página no The Slap que fazia dias que eu não atualizava. Cat havia me marcado em duas ou três fotos que eu não sabia que ela havia tirado, não a repreendi nem a matei porque as fotos ficaram boas, e eu fiquei bonita. Eu já estava morrendo de fome quando Cat anunciou que o almoço estava pronto.

—Cat você cozinha bem. —Carly falou.

—Tudo que ela sabe aprendeu com a mamãe aqui. —Sam se gabou.

—Quem bom que gostaram.

—Hey gente, o que vão fazer hoje? Pensei em irmos todos a praia desde que chegamos não fomos nenhuma vez juntos. —André propôs.

—Eu concordo, não fui muitas vezes a praia desde que chegamos. —Tori falou.

—Por mim tudo bem. Beck também concorda. —Falei pelo meu namorado já que obviamente eu não iria a lugar nenhum sem o Beck e vice versa.

—Eu vou, mesmo que não quisesse Jade provavelmente me obrigaria. —Beck disse.

—Você falando assim me faz parecer uma pessoa má. —Falei.

—Você é má Jade. —Beck disse.

—Ótimo, se eu sou má porque não terminamos? —Falei. Beck não pode me destratar assim ainda mais na frente de um monte de pessoas.

—Não seja ridícula Jade. Você é má e é assim que eu gosto. Pare de agir igual criança. —Falou tentando se desculpar.

—Agora está me chamando de criança? Beck...

Nem tive tempo de terminar já que ele me puxou para um beijo. Ele sabia a maneira exata de me calar, e era impossível ficar brava com ele.

—Não vamos brigar está bem? Estou muito feliz com você. —Falou pedindo trégua e eu assenti sorrindo para ele.

—Então está certo vamos todos a praia. —Tori falou.

—Vamos a pé? A praia não é longe e assim não sobrecarregamos o carro. —Freddie sugeriu.

—Sim, não teríamos muitas opções mesmo já que não caberia todo mundo no carro. —Tori concordou.

Subi com a Sam e a Carly para trocarmos de roupa, o que não demorou muito e logo descemos para a sala onde já estavam todos prontos. O problema de caminhar até praia nem era caminhar em si já que não levava mais do que 10 minutos, o problema mesmo era o sol que está incrivelmente quente fazendo com que eu suasse o que eu nunca gostei.

Beck que estava carregando minha cadeira de praia armou o guarda sol para nos.

Sam foi dar uma volta para caminhar com Freddie eu resolvi seguir o conselho chamando Beck para conversar, afinal eu tinha que contar a ele sobre o que estava acontecendo comigo.

—Beck vamos comprar sorvete? Estou com calor. —Convidei.

—Claro. —Ele falou me seguindo.

Eu não podia deixar de querer matar cada garota que olhava para o Beck,

elas não conseguiam ver que estávamos de mãos dadas e que isso significava que estávamos namorando?

—Então, você quer comprar sorvete? Eles talvez vendam sorvete ali. —Beck falou apontando para um bar.

—Não, na verdade eu queria conversar, te contar algo. —Falei chamando a atenção dele.

—Ai Jade não diga que matou ou feriu ninguém, e que andou fazendo coisas ilegais. —Beck perguntou se precipitando preocupado.

—Não é nada disso. Eu só... —hesitei um pouco antes de falar. —A alguns dias eu suspeitei que talvez, com mínimas chances, quase nenhuma —Falei tentando fazer com que a situação fosse menos preocupante. —Pudesse estar grávida.

—Como assim? —Ele perguntou soltando minha mão.

—Mas agora já está tudo bem, eu fiz um teste de farmácia, e deu negativo. —Falei tentado tranquiliza-lo.

—Pretendia me contar isso quando? —Ele perguntou parecendo bastante irritado.

—Na verdade eu não queria te contar.

—Porque Jade?

—Pra não te deixar preocupado. Isso era um problema meu e...

—Problema seu? Desde quando se faz filhos com o dedo? —Beck perguntou tentando parecer calmo.

—Se tivesse feito com o dedo eu não estaria passando por isso agora. —Tentei brincar com a situação.

—Porque você tem a mania de achar que os problemas são sempre só seus?

—Eu só não queria te deixar preocupado, não tinha necessidade.

—Claro que tinha Jade. Tem coisas pelas quais vale a pena se preocupar e você é uma delas. Quando decidimos começar a namorar você sabia que os seus problemas passariam a ser meus também.

—É só que, uma notícia dessas poderia arruinar sua vida, seu futuro, e eu nem tenho certeza ainda.

—Pare de achar que eu sou mais importante que você, porque não sou. Jade eu não me importo com o que poderia acontecer com o meu futuro por causa disso, eu não to nem ai pra como será o futuro eu só quero que você esteja nele.

Eu sei que você está preocupada com isso mesmo que não demostre, eu só quero que saiba que é um problema nosso e seja como for vamos cuidar dele juntos, vai dar tudo certo, pare de guardar as coisas pra você, pare de ser só “você” e comece a pensar nas coisas como “nos”.

—Beck eu...Sou idiota. —Foi a única reação que eu tive, nunca fui boa pra expressar meus sentimentos, e Beck era a única pessoa que compreendia isso. Ele me compreendia por inteira e mesmo assim eu hesitava um pouco em me abrir.

—Está tudo bem. —Falou me puxando para um beijo. —Estamos juntos nisso, agora mais que nunca, somos praticamente casados esqueceu? —Ele brincou.

—Okay. Vou tentar não me preocupar. —Falei correspondendo aos seus beijos.

Sentamos na beira do mar, permanecemos lá nos beijando, conversando e curtindo a presença um do outro durante muito tempo, eu já nem sabia mais que horas eram e eu não me importava porque qualquer momento que eu passasse com o Beck era o melhor de todos.

Deviam ser uma 17h quando Beck sugeriu algo.

—Jade, Freddie me ajudou com um assunto alguns dias atrás e eu queria retribuir o favor.

—Já entendi. O que sugere? —Perguntei.

—Podemos simplesmente sair pra jantar e depois ir a uma festa. Sei que todos concordariam. —Ele respondeu.

—Acho uma boa ideia, estava mesmo querendo sair pra dançar e beber algo. —Concordei.

Não demorou muito para que nos voltássemos para onde nossos amigos estavam, pois já estava na hora de retornarmos para a casa, e fazer com que o plano de Beck desse certo.

Sugeri a Tori que fossemos a uma festinha, e que ela convidasse Carly e os outros para que Freddie e Sam tivessem um momento para curtir a sós. Como eu havia planejado todos toparam e trataram de se arrumar logo, eu pus um vestido preto colado e aberto nas costas, junto com meia calça arrastão, o que pareceu deixar Beck bobo, cheio de desejo por mim. André,Cat e Robbie pegaram um Taxi já que não cabíamos todos em um carro só. Eram 20hrs quando saímos da casa.

P.O.V Jade desativado.

P.O.V Sam ativado.

Quando eu sai do banho e desci as escadas não encontrei ninguém na sala a não ser Freddie sentado assistindo TV.

—Ei cadê o resto? —Perguntei.

—Parece que saíram, para uma festa ou algo do tipo.

—Como assim? E porque não nos chamaram?

—Bom, talvez eles achassem que precisássemos de um tempo a sós. —Ele respondeu malicioso.

—O que está assistindo? —Tentei mudar de assunto sentando ao seu lado.

—Breaking Bad.

—Já assiste alguns episódios mais não achei interessante, é o tipo de seriado feito para nerds, especificamente você. —Falei brincando.

—Muito engraçadinha. —Ele deu uma risada irônica.

Não demorou muito para que nossa conversa se transformasse em beijos quentes, que só me faziam desejá-lo ainda mais, cada parte dele, seus braços fortes, sua personalidade que conseguia me irritar mais que qualquer outra.

Nossos beijos foram se intensificando e ficando mais selvagens ele me puxava para mais perto de si e alisava meu corpo, ele era pervertido de uma forma fofa e isso me fazia amá-lo cada vez mais, foi passando a mão pelos meus quadris até me pegar no colo e levar-me até o quarto onde os meninos dormiam, permanecemos nos beijando na beirada da cama, eu sabia o que estava prestes acontecer naquele momento, não queria admitir mais estava nervosa.

—Tudo bem? —Ele perguntou quando parei os beijos.

—Sim. —Menti.

—Não Sam, você não está bem, algo está te incomodando e só vou poder te ajudar se você se abrir comigo.

—Bom é que... O que vamos fazer agora, bem eu... Não sei como agir, sou virgem. —Completei quase sussurrando.

—E por acaso te passa na cabeça que eu também sou?

—Na verdade não, você é garoto, para homens essas coisas são muito mais fáceis.

—Mas depois de você não existiu mais ninguém, não tinha porque existir. Eu sou virgem também, mas não vou forçar nada, eu amo você e sabe disso, espero o tempo que for. —Ele me disse tentando fazer com que eu ficasse menos nervosa. Ele fazia eu me sentir tão bem, era impossível resistir, deixei o nervosismo de lado e voltei a beija-lo. Beijávamos-nos enquanto eu me despia e ele fazia o mesmo, logo estávamos apenas de roupa intima deitados na cama, eu por cima do seu peito musculoso, arranhando sua nuca e ele distribuindo chupões pelo meu pescoço, e em segundo todo a insegurança que eu tinha foi embora, nos beijamos durante um longo tempo até eu sentir o membro dele já ereto e eu soube que não podia fazê-lo esperar mais, brinquei com seu membro roçando nele um pouco tentando tortura-lo até por fim deixar que ele me penetrasse, no começou doeu um pouco, mas era uma dor a qual eu podia suportar e que em pouco tempo se transformou em prazer, eu dava chupões fortes em seus pescoço como reação ao prazer intenso que eu estava sentindo, não me controlei e tive de gritar um pouco não me importei já que éramos apenas nos dois na casa. Eu gemia mais alto conforme ele ia mais rápido, eu sentia que ele estava gostando o que me fez gemer baixinho no ouvido dele, não demorou para que ele ejaculasse. Estar ali com ele naquele momento me fez perceber que mesmo que um dia eu me casasse com algum cara que não fosse ele eu nunca me sentiria tão amada. Nossa primeira vez juntos foi a demonstração de que jamais poderíamos pertencer a outra pessoa.

—Você está bem? —Foi o que ele me perguntou ao fim de tudo, não o culpo eu também estava sem palavras.

—É eu estou. Você aqui comigo nada poderia me deixar mais feliz. —Falei dando um selinho nele.

—Eu nunca pensei que esse momento ia chegar.

—Eu também, mas... Ainda sim, daqui uma semana teremos de voltar pra casa, esse momento vai ser só uma lembrança, e tudo voltará a ser como era. —Falei cortando o clima bastante decepcionada.

—Na verdade tem algo que eu queria te contar. —Ele me surpreendeu.

—O quê?

—Depois que terminar a escola lá em Seattle, vou me mudar pra L.A, montar meu negócio lá por ser uma cidade maior fica mais fácil de crescer nos negócios. —Ele falou me deixando completamente de boca aberta. —E também pra ficar mais perto de você, não pense que vai se livrar de mim não Princesa Puckett.

—Eu... —Não tive reação apenas o beijei.

—Só diga que está contente. —Ele me incentivou.

—Melhor que isso, vamos comemorar. —Falei partindo pra cima dele maliciosamente, pelo visto mal tínhamos começado e já íamos para a segunda vez numa mesma noite.

P.O.V Sam desativado.

P.O.V Jade ativado.

Ja tínhamos jantando e estávamos a caminho de uma festa que ficava no centro da cidade, uma festa realmente boa, com musicas agitada e bastante bebida.

—Beck vamos beber? Faz tempo que não fico bêbada. —Falei chamando meu namorado para o bar.

—Tudo bem, você pode beber Jade, mas eu estou dirigindo. —Beck respondeu cortando meu barato.

—Tudo bem, seja certinho enquanto eu bebo esse copo de Vodka. —Falei provocando meu namorado.

Tori e André estavam bebendo juntos em alguma mesa próxima de onde nós estávamos, Cat e Robbie se beijavam em algum canto da festa enquanto Trina e Carly ficavam com desconhecidos. Se eu não namorasse com Beck estaria fazendo o mesmo, nenhuma garota fica sozinha a menos que ela queira, mas eu estava muito feliz por ter o melhor namorado de todos. Tomei vários drinques e não demorou para que tudo ficasse embaçado e minha cabeça ficasse dormente.

—Jade melhor parar agora não acha? —Beck me repreendeu.

—Tudo bem. —Falei largando o copo na mesa e sorrindo para o Beck, tudo parecia tão engraçado e eu não entendia o porque, não conseguia nem me focar em algo. —Amor, vamos dançar?

—Não sei se é uma boa ideia Jade.

—Por favor. —Supliquei fazendo cara triste para ele.

—Okay Jade. —Ele respondeu segurando minha cintura.

P.O.V Jade desativado.

P.O.V Beck ativado.

Jade estava bastante confusa, ela não havia bebido muito, mas eu a conhecia e sabia que bastavam dois copos pra ela começar a enxergar dobrado. Estávamos dançando e nos beijando, eu só espero que caso a polícia nos pare isso não queira dizer que eu bebi, já que provavelmente o gosto de bebida de Jade ficaria em minha boca. Eu adorava estar com ela, sentir ela, aquele corpo lindo naquele vestido colado que só realçava mais as curvas dela. Jade parecia bem desnorteada então continuei os nossos beijos em uma mesa onde podíamos ficar sentando assim não corria perigo de ela tropeçar ou algo do gênero. Muito caras iriam detestar que suas garotas ficassem bêbadas, mas eu não me importava amava cada parte da Jade e se ficar bêbada deixava ela feliz por mim tudo bem.

P.O.V Beck desativado.

P.O.V Tori ativado.

Eu estava bebendo com André, não tínhamos conversado muito nessas férias, ele era meu melhor amigo e gostava da companhia dele trocamos muito risadas e conversas, e ficamos tão bêbado que chegou a passar disso, não sei como mas estávamos nos beijando, e eu não conseguia para ou melhor eu não queria e André parecia também não querer, e eu não entendia porque, eu não sentia nada além de afeto de amigo por ele, mas eu estava gostando daquele momento e torcendo para que ele não acabasse, não tinha ideia do que falar quando os beijos cessassem.

—Tori eu...

—Tudo bem, eu também quis. Ninguém precisa saber.

—Então continuamos só melhores amigos?

—Claro. Melhores amigos bêbados. —Concordei fazendo piada.

Rimos muito do que tinha acabado de acontecer, eu e André não poderíamos ser nada além de amigos, ele beija bem e foi o que me atraiu, mas só. Passamos o resto da noite só bebendo e conversando.

P.O.V Tori desativado.

P.O.V Robbie ativado.

Eu estava saindo com a Cat. Não sei explicar como aconteceu mas nessas férias o meu maior desejo se realizou que era ter a ruiva mais incrível de todas do meu lado. Quer dizer, não estávamos namorando, mas eu já sabia e sentia que Cat gostava de mim, e eu estava disposto a tudo por ela. Passamos a noite juntos nos beijando e bebendo um pouco, eu não podia deixar Cat beber muito, ela não era uma pessoa que batia muito bem da cabeça normalmente, eu não podia nem imagina-la bêbada.

—Robbie. —Ela chamou minha atenção.

—Tudo bem Cat?

—Sim, eu só queria te dizer algo. Eu já me decidi, quando voltarmos para Los Angeles eu vou te dar uma resposta. Consegue esperar?

—Claro, por você qualquer coisa. —Concordei beijando-a.

Pela primeira vez eu queria que essas férias acabassem logo, eu mal, pois esperar para saber o que Cat havia decidido. Chamei-a para dançar, eu não sabia dançar muito bem mas com a Cat eu não tinha medo de tentar e só por saber que ela gostava disso eu me esforçava mais, por ela.

Eram 4h da manhã quando decidimos ir embora, Tori e André estavam rindo sem parar, extremamente bêbado, Beck estava cuidando de Jade enquanto ela parecia estar reclamando de dor de cabeça, Trina e Carly estavam aparentemente bem. Eu peguei um taxi com Cat e André. Pela primeira vez os dois riam juntos, eu percebi o quanto a bebida podia mudar as pessoas. Eu bebi também, mas não tinha surtido quase efeito nenhum. Quando chegamos Freddie Sam estavam dormindo no sofá da sala.

P.O.V Robbie desativado.

—Sam, acorda. —Jade chamou a loira cutucando-a.

—Ahh —Sam bocejou. —Jade você está bêbada?

—Não. —Jade respondeu rindo.

—Ela está sim. —Beck respondeu enquanto Tori,Trina e Cat subiam para o quarto cantando Make it shine.

—Imaginei. Freddie acorda, eles chegaram. —Sam berrou.

—Ah, o quê? — Ele acordou desnorteado. —Sim, vamos subir para o quarto. —Ele falou dando um beijo de despedia em Sam e subindo para o quarto.

—Jade você vai subir pro quarto e dormir agora está bem? —Beck falou beijando a namorada no rosto.

—Pode deixar Beck, eu tomo conta dela agora, vai deitar. —Sam ordenou.

—Okay. —Ele falou seguindo André e Robbie já sonolentos pela escada.

—Carly, não durma aqui nesse sofá, suba e vá dormir lá no quarto. —Sam acordou a amiga que estava quase dormindo no sofá.

—Está com dor de cabeça Jade?

—Nossa, pareça que ela vai explodir. —Jade fazia gestos impossíveis de identificar com as mãos.

—Certo vou fazer café, e pegar algo doce pra você. —Sam respondeu.

—Porque está sendo legal comigo? —Jade perguntou.

—Porque irei cobrar o favor depois. —Sam falou enquanto passava o café. —Coma esse chocolate.

Não demorou muito para que o café ficasse pronto e Jade bebesse.

—Vai ajudar a não ter uma ressaca tão forte amanhã.

—Como sabe disso?

—Já fiquei bêbada várias vezes, tem coisas que a gente vai aprendendo. Agora vamos subir logo.

As duas se deitaram, Jade ficou falando um milhão de coisas sem sentido enquanto Sam ouvia e apenas concordava, não demorou para que as duas adormecessem.

Notas finais
Pra compensar tudo eu coloquei Seddie viram? Amei escreve-lo pra mim eles nunca deveriam ter terminado,e o Dan não deveria ter posto aquele beijo Creddie ridículo no final da série. Eu não shippo Tandré, mas acho que alguns "momentos" são legais de acontecer, e talvez eu coloque mais. Esse capítulo ficou compridinho mas espero que gostem. P.S: Cada dica dada nesse capítulo é verdadeira podem testar haha Beijos da Charlie
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.