Inesperado
13 Just Living Happy
Notas iniciais
–Rach... Já são 14h! Acorda amor. – eu ouvi Finn dizer e indo se deitar ao meu lado.
–Ah! A minha cabeça está doendo muito... – eu disse. Era quase um gemido.
–Quer dormir mais? – perguntou Finn delicadamente.
–Não, está tudo bem, só a minha cabeça que dói muito. – tirei as cobertas e percebi que eu estava só usando um sutiã branco de renda e uma calcinha da mesma cor. – Eu nem percebi que estava sem o vestido...
–Claro, queria que eu te deixasse dormir com aquele vestido vomitado? – disse ele provavelmente rindo da minha cara. Eu ri com ele também e fui direto ao banheiro lavar meu rosto e me trocar. Na verdade nem coloquei roupa... Só uma camiseta do Finn que servia de vestido e tinha o cheiro dele então fiquei com ela. Saí do banheiro Finn pediu comida para nós, pois ele ainda não tinha almoçado e eu lógico, também não. Me sentei no colo dele enquanto esperávamos a comida chegar.
–Paguei muito mico ontem? – eu perguntei dando risada.
–Não muito... – ele disse gargalhando – só gritou que eu era gostoso para a balconista e para o resto da boate.
–Ah amor desculpe, não devia ter bebido... – eu disse lamentando o meu fiasco – Mas bem, eu não falei mentiras pelo menos. – dei um beijo na sua covinha perto da boca. Bateram na porta e era a comida. Finn foi abrir a porta e eu não acreditei quem estava de entregadora. A garota loira de olhos azuis da festa de ontem. Eu poderia me lembrar de pouca coisa, mas daquela vadia eu não ia esquecer. Para piorar a situação Finn estava só usando uma bermuda e sem camiseta.
–Olha se não é o bonitão... Se a namoradinha bêbada ainda estiver dormindo eu posso entrar e... – interrompi a garota que fitava o corpo de Finn maliciosamente:
–Olha aqui sua vadia, pega esse dinheiro e some daqui porque a namoradinha bêbada aqui está muito cansada depois de uma noite inteira transando com o bonitão aqui. – puxei as caixinhas com comida da mão dela, joguei o dinheiro para ela e bati a porta. Finn se jogou na cama rindo muito. –Finn eu não estou achando graça nenhuma. – ele se levantou e me abraçou por trás tirando as caixas da minha mão e colocando no chão em um canto. Finn deu um beijo no meu pescoço e foi subindo até chegar ao meu ouvido e sussurrou:
–Eu já te disse que você fica mais sexy do que o normal quando está com ciúmes? – senti arrepios no corpo inteiro ao ouvir isso. Não consegui responder nem fazer nada a não ser me virar e pular no colo dele e beija-lo. Agarrei minhas mãos nos cabelos dele e invadi de vez sua boca com a minha língua, Finn retribuiu meu beijo e se sentou na cama. Aproveitei e coloquei minhas pernas em volta dele. Finn depositou suas mãos nas minhas costas e foi descendo até a bunda. Empurrei ele na cama e me deitei por cima de Finn. Ficamos assim em clima de “pegação” um bom tempo até eu não aguentar mais de fome. Paramos nossos beijos e fomos almoçar já eram quase 15h30. Depois assistimos um pouco de televisão misturado a outra dose de nossa pegação e já era quase noite quando Finn me convidou para ir a piscina:
–Rach quer ir pra piscina?
–Claro, alcança meu biquíni, acho que deixei naquela gaveta – eu disse apontando para a cômoda. Finn pegou meu biquíni roxo e jogou para mim que fui direto ao banheiro me trocar, quando acabei Finn já estava pronto me esperando. Lindo como sempre. Antes de sairmos para a piscina Finn passou protetor solar em mim e eu nele porque se não depois não dava para transar direito por causa dos queimados, e também por que doía muito. Ao chegarmos na piscina Finn deu um pulo que eu não conseguiria imaginar que ele fez aquilo. Respingou água em mim e ele continuou jogando água para eu entrar. Dei um pulo também e fui parar no colo dele dentro d’agua. Nadei até a beirada da piscina e perguntei?
–Quer apostar corrida? – eu disse dando um sorriso. Finn fez que sim e nadou até mim. Quando eu disse “JÁ” nós dois nadamos o mais rápido possível até a outra ponta da piscina. Finn chegou primeiro como eu já esperava. Pulei no colo dele na piscina e passei a mão no rosto dele. Ele ficava ainda mais lindo todo molhado, tinha um corpo e um rosto incríveis e era só meu. Era difícil de acreditar, mas era meu. Eu dei um sorriso de orelha a orelha e o beijei, Finn retribuiu o beijo e ficamos ali, assim até escurecer. Quando escureceu fomos para o quarto, tomamos um banho juntos e fomos ver um filme, estava dando uma comedia romântica legal até. Quando acabou o filme eu estava chorando porque o casal do filme não ficou junto.
–Nossa Rach, não acredito que você chorou...
–Eu sou uma manteiga derretida mesmo. – eu disse rindo
–Vou até conferir se eu não virei gay depois de assistir isso. – ele disse sério. Começamos a rir juntos e Finn sugeriu para irmos em um restaurante porque nadar dá fome, e eu estava com mais fome ainda porque tentei apostar corrida com um cara enorme de quase dois metros de altura. Trocamos de roupa e saímos.
Fale com o autor