Inesperadamente
6 Capítulo 6
Notas iniciais
– acho que eu conheço você – disse em seu ouvido ao me aproximar a fazendo ficar pela primeira vez de frente pra mim, sem a mascara, e eu não estava enganado ao seu respeito, uma linda morena de olhos verdes e uma bela boca carnuda
– não, eu não te conheço – me olhou e sorriu passando a língua sobre os lábios e virou-se novamente, mais dessa vez Poly não estava
— eu acho o contrário, aliás, da ultima vez que vi você, estava atrás de mim – comecei a movimentar meu corpo no mesmo ritmo que o dela que acompanhava a musica eletrônica – mais fugiu
– e como pode ter certeza que era eu ? você deve estar me confundindo-
– olha que o seu cabelo denuncia – a fiz parar por uns minutos
–não me lembro desse dia – parou e disse séria
– mais eu lembro, lembro do que íamos fazer, e lembro de você ter me trolado– a fiz sorrir novamente, dessa vez maliciosa
– e deixa eu adivinhar o que ta na cara, veio recupera o sexo perdido –
– na verdade, sim, levando em consideração que você me deve – disse, e depois de alguns minutos saímos pelos fundos da boate ate o carro que eu tinha vindo, dirigi ate o meu prédio que não ficava distante, transaria no carro mesmo, mais estamos em L.A cheio de paparazzi infernais que adoram andar em bandos, e não to a fim de fotos pelado enquanto como essa vadia, pisei fundo e chegamos no máximo em 10 minutos, a guiei ate o elevador e em seguida já estávamos no meu apartamento, sinceramente não pude deixar de evitar que ela tinha uma ótima comissão de frente, assim que entramos a puxei pro meu corpo, e a coloquei no meu colo, segurei firme suas pernas em meu tronco e fui esbarrando e quebrando algumas coisas que estavam pelo caminho ate chegarmos na porta do meu quarto que ficava no fim do corredor, a prensei sobre a porta do quarto que estava trancada e comecei a roçar minha cintura entre suas pernas afastando cada vez mais seu vestido enquanto continuava com os beijos calorosos e violentos, a batendo cada vez com mais força sua coluna contra a porta, levei minha mão ate a maçaneta e destravei a porta, a coloquei novamente nem meu colo e a joguei na cama caindo por cima em seguida, abaixei a parte de cima de seu vestido e em seguida tirei a camisa, voltando a beijar-la e passar as mãos sobre seus seios, me olhou travessa e em poucos instantes estava de boxer entre suas penas, retirei sua calcinha de renda e em seguida minha boxer, e antes de penetrá-la peguei uma camisinha que tinha dentro da calça antes que pudesse rasgá-la a vadia me derrubou na cama ficando por cima dessa vez, retirou o vestido e o jogou em algum lugar do quarto ficando nua a minha frente (que visão) aproximando sua boca de meu ouvido
– seja um garoto obediente se for gozar, avise, e não empurre minha cabeça, sei muito bem o que fazer –
– e por que eu.... aaaahhh – abocanhou meu membro e começou a dar leves mordidas na ponta, meu gemido estava ficando relativamente muito alto, apesar da situação e do prazerque essa vadia estava me proporcionando, segurei firme na cabeceira da cama já que não pude encostar na cabeça dela ate que eu chegasse ao orgasmo – aaahh ... aaah... vou .. aaaahh – a fiz parar seu trabalho e observar enquanto eu gozava no lençol, assim que acabei aproveitei enquanto ela estava entre as minhas pernas e a lancei em um movimento rápido o bastante e eu agora esta no meu antigo posto, rasguei o preservativo e a penetrei com força — aaaaahhh... – gemeu alto com os olhos profundamente imersos de prazer enquanto encravava as unhas no lençol, comecei as estocadas fortes fazendo seu corpo ir de trás para frente junto com minha cintura, de fortes começaram as rápidas, ela passou suas pernas sobre minhas cintura deixando um espaço mínimo para as estocadas quando estávamos suados, e logo o cansaço estava tomando de conta do meu corpo, dei mais um estocada forte e parei segurando sua cintura contra a minha, já que eu ainda a penetrava apertou suas pernas me fazendo entrar cada vez mais nela e pulou no meu colo, a segurei firme e a levei ate a cômoda, a sentei e comecei novamente a estocar forte nela quando em um movimento rápido ela estava a frente , chocou forte seu sexo contra o meu e fez um movimento vagaroso, o fazendo sair lentamente de dentro de sua entrada estocou mais uma vez e levantou sua cintura vagarosamente ficando cada vez mais cansada, apertei novamente sua cintura contra a minha e a levei pra cama novamente. Acordei com uma luz em meu rosto, olhei em volta e a vadia não estava mais no meu quarto, procurei rapidamente pela calça e olhei a carteira, ela não havia pegado nada, pelo menos não e ladra >.< e pelo modo que viramos a noite ontem eu com certeza vou adorar repetir novamente, só que pra isso meu corpo ia ter que ficar dois dias na cama, vadia roubou toda a minha força (mais ez um ótimo trabalho) voltei novamente pra cama e fui dormir, nada pra fazer. Acordei eram quase 16:30, fui pro banheiro tomei um banho demorado e muito relaxante, peguei alguma coisa confortável e fui tomar café (sim, e a primeira refeição do dia, então e café, não da manhã, mais e café) encontrei Andreas comendo na mesa de jantar enquanto Bill fumava e acariciava o Kasimir que cochilava no seu colo
–pegou a Psicóloga ? — perguntei colocando um pouco de café na xícara
– e você, deixou a menina que eu nem se quer vi o rosto fugir de novo ? –
– eu a vi, e ela, Bill.. não sei onde que ela tava com a cabeça pra sair com o seu irmão –
– ta dizendo que ela merecia coisa melhor, e isso ? – perguntei
– é, e isso, algo, do meu nível, sabe não e em todo canto que se encontra alguém como ela, qual o nome ? –
– sei lá — disse tomando um gole do café
– sei lá ? – repetiu – como você sai com uma gostosa daquela e nem o nome pergunta ? –
– pelo simples fato de eu não ter tempo — peguei um cigarro do maço em cima da mesa
– como você não teve tempo? Não levou ela na porta ?
–não. Quando acordei já tinha ido embora –
– Tom seu idiota você trouxe uma estranha pra casa e dorme ? você não aprende a lição não e ? –
–não. Ela não me roubou como aquela vadia fez, e ela só fez o favor de ir sozinha ate a porta, qual o problema ? –
– não acredito que tenho o mesmo sangue que essa besta —
– eu que não acredito que você e meu irmão, não consegue nem pegar a vizinha ¬¬ —
– olha, vou ali no banheiro – disse Andreas se retirando da mesa, fiquei ali trocando lindas palavras com o meu irmão adorado e depois de um tempo liguei a TV e deixei ele falando sozinho ¬¬
[Tom]
[Anne]
Poly me ligou pedindo pra que eu a acompanhasse em uma casa noturna essa noite, e eu aceitei, já que Charlie ia levar os seus filhos pra jantar fora e não me convidou, me arrumei e fui junto com Poly em seu carro
Anne :
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=42843977&.locale=pt-br
sinceramente eu não sei onde que eu tava com a cabeça pra transar com aquele convencido do andar de baixo, que concertesa deveria ser o irmão que o Bill tanto falava, quando acordei no outro dia ele estava por cima de mim me prendendo na cama, o joguei pro lado recolhi tudo que me pertencia e fui pra casa, assim que entrei no elevador dei de cara com Tiago que parecia que ia fazer um piquenique em família
–Bom dia Anne – deu um lindo sorriso ao me ver
– bom dia Tiago — correspondi ao seu sorriso — vai.. fazer um piquenique?
– bom, na verdade, eu to vindo de um – sorriu novamente
– hum.... – foi a única coisa que consegui responder, com certeza Charlie já deveria estar acordado e percebido que não tem ninguém pra fazer Sofi parar de chorar — ok, então tenha um bom dia -
– pra você também, topa um piquenique outro dia ?
– talvez, quem sabe?! – disse correndo pra porta, arrumei o cabelo e a roupa e abri a porta, que estava trancada ¬¬, bati três vezes mais ninguém abriu, não demorou muito pra que o barulho de chaves do outro lado destrancassem a porta
– onde você tava ? – perguntou Charlie assim que me viu
–eu dormi na casa da Poly —
–não quero você dormindo fora –
– jura ?? – perguntei incrédula – não me quer dormindo fora por que precisa de uma babá pra quando o bebê chorar de madrugada é ? –
– não seja idiota, não a quero dormindo fora pelo simples fato de na minha casa ter regras as quais você deve cumprir e chegar no horário e uma delas –
– que ótimo, então por que você mesmo não tenta seguir a sua própria regra ? — o deixei na sala e fui pro quarto tomar banho e trocar de roupa
Anne :
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Em seguida fui ver se tava tudo bem com Sofi, a encontrei no quarto de Bryan que jogava vídeo game enquanto Bel a segurava no seu colo em cima da cama -
– bom dia – disse indo em direção a elas
– bom diiiaa Anne — disse Bel
– Bryan vocês já tomaram café ? —
– papai tava indo fazer o nosso – disse sem ao menos olhar pra mim
– e você sua pequenina ? ta com fominha tá ? – perguntei a Sofi que sorria com aqueles olhinhos azuis brilhantes
– ela nun fala nun Anne – disse Bel
– a mais alguma hora ela vai falar – a coloquei no colo – né ? vai falar e vai chamar pela A-n-n-e – ri junto Bel chamando a tenção de Bryan e um barulho saiu de dentro do estomago de Sofi
– vai chuver Anne ? – perguntou Bel confusa olhando pra janela
– não Bel, e só a Sofi que ta faminta —
– ela vai comer a gente Anne ? – perguntou assustada me fazendo gargalhar
– não não Bel e que.. –
– você acha que não ta na hora de você ir fazer o café Anne? – perguntou Vera da porta
– o papai disse que tava fazendo o nosso café –
– calada, seu nome não e Anne e so fale quando for ordenada -
– ordenada ? vem cá, quem você ta pensando que e pra ta falando com ela desse jeito ? ela não e nem um animalzinho de estimação pra ser ordenada, muito menos cão sem dono – me rgui ficando de frente pra quela cobra
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