Inesperadamente
11 Capítulo 11
– onde você foi Annelize ? –
– o que ta fazendo acordado uma hora dessas Bryan ? –
– eu não consegui dormir, e de onde você vem ? –
– eu não te devo explicações — peguei o copo de suco e fui pro quarto — e vai deitar! – mandei antes de trancar a porta, coloquei copo na cômoda e me joguei na cama, mais antes programei o despertador pras 6:00 e fechei os olhos. Acordei com aquela maldita máquina fazendo barulho ao lado da cama , abri os olhos e esperei que a coragem tomasse de conta do meu corpo, o que não aconteceu, me levantei vagarosamente e fui fazer minha higiene matinal e vestir
Anne :
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Fiz um rabo de cavalo e fui pra cozinha fazer o café de Bel e Bryan pra poderem ir pro colégio, fiz panquecas recheadas com refrigerante (adoro) e fui acordar Bryan, tirei seu uniforme do armário e o coloquei sobre a poltrona, abri sua mochila e olhei seu horário, peguei todos os livros e os cadernos que ele iria precisar e os joguei dentro da mochila em seguida fui acordar-lo
– hey acorda ta ficando tarde esqueceu que hoje e segunda ? – o sacudi de leve mais não teve resultados – Bryyyyan acorda –
– Anne –
– exato, e você tem que levantar, sua roupa já ta ali e já arrumei a sua mochila, só falta você entrar no banheiro, seja rápido e eu vou acordar a Bel to te esperando na cozinha – sai do quaro e fui pro de Bel onde ela dormia parecendo uma bonequinha abraçada a uma bonequinha de pano com aquele cabelinho curto e coma franjinha bagunçada Beeeel *----*
– hey Bel acorda — retirei sua franjinha do rosto – você tem que ir pro colégio – abriu seus olhinhos azuis
– Anne — abriu os bracinhos pra uma abraço e dei-lhe uma abraço apertado – aaai Anne vuxê mi aperta –
– e! – sentou-se na cama, a levei pro banheiro e ajudei a tomar seu banho, coloquei o uniforme e prendi sua franjinha deixando seu cabelo curto solto e fomos tomar café, Bryan já estava a mesa comendo as panquecas e coloquei e Bel foi pro outro banco onde o prato já estava servido, coloquei uma pra mim também e foram escovar os dentes, fiz um lanchinho e coloquei na lanxerinha dela junto com dois brigadeiros que tinham na geladeira, já prontos fomos pro elevador ate a recepção esperar o carro, Bryan ficou o tempo todo calando e evitando me olhar mesmo que fosse por segundos, assim que o carro chegou peguei na mão dos dois mesmo que ele não quisesse e fui com eles ate o carro –
– Tenha uma bom dia Bel –
– vuxê também Ann — me deu um beijo
– e eu quero conversar com você quando você chegar – o avisei antes dele entrar, entregues voltei pro elevador e encontrei com Tiago que vinha da caminhada
– bom dia Anne! — sorriu
– bom dia Tiago – o imitei correndo
– que tal irmos pelas escadas pra perdemos mais calorias? –
– ta – aceitei e comecei a correr de salto pelas escadas e quase cai, Tiago me segurou e voltamos a correr novamente parei por alguns instantes pra pegar ar retirei o salto e comecei a correr novamente, meu coração quase pulando pra fora da boca quando finalmente cheguei no 6 andar
– eu acho .. acho... acho que vou morrer – me apoiei na parede
– você e sedentária isso sim, topa corridas matinais comigo Anne? prometo não pegar pesado com você –
– não obrigada, isso não-
– por que ? –
– que tal fazermos um piquenique no domingo ? –
– acho ótimo –
– eu posso chamar dois amigos pra ir com a gente ? –
– aaa queria que fosse em família – fez biquinho
– família ? -perguntei
— sim, eu você e os nosso três lindos filhos — -
–HAHAHAHAHAH -
– não falei nem uma piada ‘-‘ -
– ta bom, vou indo agora cuidar do MEU bebe ate outra hora –
– vou te esperar na minha humilde residência Anne –
– fique esperando, sentado, por que em pé vai dar dor no joelhos — ri e abri a porta, Charlie já estava pronto pra ir trabalhar e estava tomando café e Sofi continuava dormindo, comecei a arrumar a casa começando pelos quartos de Bel e Bryan que estavam uma zona, e em seguida fui pro meu quarto
– Anne – chamou dando três batidas na porta – eu vou chegar tarde hoje, eu deixei dinheiro caso vocês queriam sair, e pra alguma emergência -
– ok — disse e voltei ao meu trabalho e quando terminei de fazer a cama escutei Sofi “pedindo pra tira — lá do berço” – já acordou nanica ? – a peguei no colo, apoiei sua cabeça em meu ombro pra que se acalmasse e fomos pra cozinha pegar a mamadeira, Sofi tava quase acabando de terminar a mamadeira quando o telefone começou a tocar, sentei no sofá com cuidado e a apoiei no ombro
– alô ?-
– Anne ta em casa ? – perguntou Poly com a voz chorosa
– to sim, o que houve ?-
– a Sofi já acordou ?—
– ta tomando a mamadeira agora, Poly o que foi ? –
–pode vir aqui quando ela acabar ? – fiz mais uma mamadeira pra Sofi coloquei em sua bolsa, dei-lhe banho e troquei sua roupinha
Sofi :
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A coloquei no carrinho tranquei a porta e fui pro elevador, e como já tava virando costume mais pessoas perguntando se ela era minha filha, e em todo a trajetória ate a casa de Poly as pessoas me olhavam com censura , olhei pra Sofi pra ver se ela estava suja mais sorria o tempo (todo bando de doidos ¬¬) dei apenas uma batida na porta de Poly e ela abriu
– o que aconteceu? — perguntei ao ver seu estado
– me ajuda por favor – pedia em meio as lágrimas, deu passagem pra que eu entrasse com o carrinho e sentei junto com ela no sofá
– a minha cabeça parece que vai explodir — voltou a chorar
– quer que eu te leve pro hospital ? –
– e a Sofi ? –
– será que o Bill ta acordado uma hora dessas ? –
–aaaai — gemeu novamente com a mão sobre a cabeça, peguei o carrinho e fui ate a casa dele, bati na porta quatro vezes e ninguém atendeu, apertei a campanhia mais nem um resultado, girei meus calcanhares pra ir embora e escutei o barulho das chaves e ele apareceu do outro lado com o cabelo bagunçado e com os olhos quase se fechando de sono
– Anne – disse com voz rouca
– Bill, você, pode olhar a Sofi enquanto eu levo a Poly no hospital? –
– o que aconteceu com ela ? – perguntou parecendo despertar
– ela ta com muita dor de cabeça, e ta gemendo muito, e eu queria que você se puder, olhasse a Sofi –
– claro! Eu olho sim, e se precisar de ajuda pra levar ela eu to aqui –
– obrigada, eu não vou demorar muito – puxou o carrinho pra dentro — ela e super quietinha e não chora, só se tiver fome
– qualquer coisa me liga –
– ta bom – dei um beijo em Sofi e corri pra pegar Poly, que se apoiou em mim ate a garagem, com certeza se formos pra algum hospital vamos passar uma eternidade esperando, liguei pra Charlie e pedi pra olhar Poly, me deu o endereço da clinica e cheguei lá em 5 minutos, Poly gemia o tempo todo e estva me deixando nervosa e preucupada ao mesmo tempo, a apoiei novamente e chegamos no segundo andar da clinica quase caindo, liguei novamente pra Charlie que foi na recepção onde estávamos e ajudou Poly, me barraram e eu fiquei esperando ela sair do consultório, o que demorou 15 longos minutos, mais pelo menos ela saiu andando. Charlie a acompanhou ate a porta e depois se trancou novamente
– o que você tinha ?
– enxaqueca forte, grassas a bebida de ontem -
– só foi a conseqüência de ontem — Polly pagou a consulta e passamos em uma farmácia no caminho pra comprar os seus remédios, pedi pra Poly ir buscar Sofi na casa do Bill enquanto eu dava meia volta e ia pegar Bel na escola, ligaram pedindo que fosse buscar-la, cheguei no colégio e fui ate a direção da escola onde Bel estava , bati na porta e uma mulher loira media abril –
– você e que e a responsável por ela ? –
– sim, o que aconteceu ? –
– houve um pequeno problema, e eu pedi que lhe chamassem, me acompanhe por favor — a segui ate uma sala que parecia um lugarzinho do castigo
– por que ela ta sentada ali ? – perguntei ao ver Bel pela janela de vidro de costas pra porta abraçando os joelhinhos
– como eu lhe disse houve um pequeno problema que já foi resolvido, e peço que tenha paciência e não tome decisões precipitadas –
– e que problema foi esse ? –
– alguns coleguinhas de sala a jogaram na realidade –
– o quer dizer com isso ? –
– ela irá lhe explicar, só peço que não tome nem um a decisão precipitada, apenas isso – saiu e voltou novamente pra sala de onde saiu vaca ¬¬ , entrei e fui com cuidado ate Bel que chorava baixinho
– hey o que aconteceu ? -
– Anne quelo ir pra casa — me abraçou forte em meio as lágrimas
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