Indiferença
1 Indiferença
Um ser frioDesce as montanhasÁgua corre em sua faceA indiferença por ele é negadaMesmo que seja faladaAquele ser que morriaE não se importava com nadaAmava floresPrincipalmente as lycoris vermelhasEstampavam-se como pentelhasE naquele tempoEle cresciaSeus amores tambémNão um amor de namorarMas um amor pelo mundoE pela sorte de viver bemDe por fome não ter que chorarDe por dor não ter que sofrerDe um menino mimado, serEle via as raças, iguaisPersonalidades tambémEram todos seres humanosPodiam pensar igual um dia (também)E essa ideia infantil que não desgrudavaNão saia de sua cabeçaEra tão linda se pensasse
Era tão esplêndida para uma pessoa sóEra tão pura, de dar dóE mesmo assim seguia em frenteCom pensamentos quentesNão iriam em vãoUm dia ele iria morrer e voltarO que importa é mudarE fale, nãoNão se importeNão perca tempo com eleEle não perde com vocêsPorque tem coisas melhores para fazerE aquele ser, liberalNão tinha nenhum arrependimentoComo podia, dizer aquilo dele.Como podia alguém que ama tantoSer um ser frio?
Notas finais
Bom, mais uma poesia, espero que tenham gostado ^^ deixem seus comentários o
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
Fale com o autor