Inconsequentes

4 Capítulo 4 - Você é como uma droga para mim.


Notas iniciais
Oi gente, tudo bem? Bom, tenho alguns avisos.
- Quero agradecer aos poucos comentários que tenho.
- Eu sei que a fic está no início, e eu tenho 11 leitores que eu amo. Mas vocês podiam comentar não é? Até para mim saber o que estão achando do que escrevo.
- Agora eu vou passar a postar mais seguindo, eu acho.
É isso amores, boa leitura.

Pela manhã a escola foi calma. Não tive aula com Edward. Isso ocorreria somente de tarde.

[...]

Saí da escola e deu tempo somente para mim passar em casa e trocar minha roupa. Prendi meu cabelo e saí apressada. Peguei um táxi, que me deixou no portão de seu prédio.

Toquei o interfone e ele atendeu, com sua voz que me enlouquecia. Controle-se Isabella, murmurei para mim mesma.

– É Bella. Eu disse.

Eu subi, e ele me esperava na porta. Pelo vista havia acabado de sair do banho.

Estava com o cabelo molhado e bagunçado. O cheiro de perfume masculino era fácil de inalar dentro do pequeno apartamento.

– Oi, tudo bem Bella?

– Oi, tudo sim e com você Mr. Cullen?

– Tudo. Por favor, me chame de Edward.

– Só estava tentando ser um pouco mais formal.

Ele riu e mexeu em meu cabelo. Qual era a dele? Em um dia ele me beijava, em outro vinha dizer que aquilo não levava a nada e agora resolvia ficar tocando em meu cabelo.

Ele não sabe que é convidativo demais para mim? Eu queria chegar mais perto, tocar aquela boca. Mas resolvi me controlar. Para ele, eu deveria ser uma adolescentezinha fácil. Mas eu não era.

– Bom, qual matéria começamos? Perguntei.

– Vamos começar com matemática hoje.

– Ótimo. Murmurei mal-humorada.

Ele me deu algumas lições para eu fazer rapidinho, e ver o que eu sabia. Enquanto isso, ele servia um café para ele.

– Quer um gole? Perguntou.

– Quero. Disse sem pensar. Afinal, se não tomasse algo com cafeína logo dormiria mesmo.

Tomei um gole do seu café. Com certeza ele tinha algo contra açúcar, porque não havia nem meia colher naquilo.

– Forte demais? Ele provocou.

– Não, estou bem. Disse olhando para o livro

[...]

Terminei matemática e geografia, e agora faltava somente história. Já eram cinco e meia da tarde.

– Que horas eu vou sair daqui?

– Umas sete horas. Ele disse.

– Quando terminarmos.

– Não posso pegar taxi essa hora, o que meu pai vai pensar? Ou muito menos andar a pé por aí sozinha, acabei de chegar na cidade.

– Eu posso te dar carona. Ele disse, se aproximando.

– Ah, muito obrigada. Sorri timidamente.

– Venha aqui.

Ele me chamou para sentar no sofá da pequena sala onde a TV estava desligada.

– Tudo bem. Eu disse.

E fui, sentei no sofá ao lado dele.

– Sabe, dar aulas para você é um tanto difícil para mim.

– Por que? Perguntei confusa.

– Porque é difícil ficar longe de você. É como um imã, como uma droga que me puxa para perto.

Eu fiquei sem reação. Simplesmente pelo fato de que era difícil acreditar que ele também sentia isso. Mas eu não poderia me entregar, n...

Eu fui calada por um beijo. Ele me deitou no sofá e deixou seu corpo cair sobre o meu. Isso é o que eu desejei desde que paramos de nos beijar na biblioteca aquele dia.

Passei a mão entre seus cabelos e o puxei mais para perto. Ele envolvia minha cintura de modo que era impossível eu parar. E eu não tentaria.

Ele foi me soltando devagar. Nosso beijo quente foi interrompido por selinhos, a medida que ele se afastava.

– Desculpe. Ele murmurou ao meu ouvido.

– Não se desculpe. Eu retruquei baixinho.

– Droga Bella, isso é errado. Pode por tudo a perder!

– Não quero te prejudicar em nada. É só que você é como uma droga para mim também. É difícil ficar longe.

Ele me abraçou, e ficamos em um longo abraço. Tempo suficiente para me tocar de uma coisa. Nele eu achava a proteção. Seus braços me envolviam tão facilmente que era muito fácil se sentir como se nada de ruim fosse acontecer.

– Você é linda. Ele disse, enquanto colocava uma mexa do meu cabelo para trás de minha orelha.

Eu o abracei de novo. Era por impulso. Mas novamente eu me senti blindada. E esse sentimento era muito convidativo.

Eu sabia que estava errada, claro que eu sabia. Mas eu não queria admitir. Parecia tão fácil imaginar que isso tudo era perfeito.

Ele me deu um selinho demorado de novo.

– Eu lamento isso ser tão errado. Ele admitiu.

– Eu também. Disse, tímida.

– Continuarei vindo aqui?

– Sim, aluninha. Ele riu.

Não pude evitar rir junto, afinal, era o que tínhamos para agora.

Como Edward Cullen poderia ser tão perfeito, tão certo para mim, mas ao mesmo tempo ser tão errado?

Eu precisava de sua proteção. Precisava dos seus braços em minha volta. Precisava da sua boca na minha.

Saímos daquele momento a dois e saímos para ele me deixar em casa.


Notas finais
Bom, é isso, eu espero que tenham gostado do capítulo, porque ele é uma chave para as coisas começarem a se desenvolver.