Incondicionalmente

1 Capítulo 1 – Chicago(prólogo)


Notas iniciais
Oi galera, passando para publicar minha nova fic Quintoway de novo kkk! Acho que esses dois combinam d++++! Espero que gostem da história! Bjos!

POV Leo

Acordo com o barulho irritante do despertador e a luz da janela batendo no meu rosto, me deparo com o quarto escuro por causa da ausência de luz, são 7 horas em ponto, abro melhor as cortinas e tenho uma visão do centro da cidade onde vivo, Chicago, com a presença da luz, logo vejo minha cama e minha bandeira na parede do meu querido Chicago Bulls, meu time de basquete, apesar de morar no centro, trabalho fora dele, caçando bandidos na cidade, sou policial, foi o que escolhi ser da minha vida.

Vou até o banheiro e lavo meu rosto e fiquei a observa – lo, “mais um dia de luta” — pensei, as crianças ainda dormem, precisam acordar para ir para a escola, além de policial, sou pai solteiro e vivo com as crianças, minha mulher me abandonou para ficar com um cara ai que não conheço, me deixou sozinho aqui com os meus filhos.

— Arthur!! Acorda! – este sou eu chamando meu mais velho.

— Daisy, acorda filha! – chamo minha filha.

Depois que acordo, desço para a cozinha e preparo nosso café da manha, aqui em casa só comemos torradas e ovo com bacon, mas sempre que dá eu consigo uns donuts no serviço que trago pras crianças a noite, Arthur já esta acostumado a tomar conta da irmã, por isso, já posso deixar ambos sós em casa.

Terminamos de tomar café e levo meus filhos para a escola, depois sigo rumo a zona violenta da cidade, onde fica a DP em que trabalho, logo que entro no local dou de cara com o nosso atendente, o Louis.

— E ai amigo! – eu saúdo com um sorrisinho bobo e ele também.

— Ah, oi Leo! – ele diz.

— Então, e a gangue?

— Acharam ela ontem a noite no norte do bairro! Você vai ter que ajudar a prender os caras!

— Falou!

...

Assim que cheguei, os meus colegas da 16º DP já estavam lá, só me esperando pra ajudar a levar uma renca de traficantes de drogas, peguei um deles que estava algemado e pus na parte de trás da viatura, estava com meu parceiro Dan Winter.

— Se loco, esses foram difíceis de pegar hein! – falou ele do meu lado.

— De verdade Dan, mas os caras vacilaram feio dessa vez!

— Claro! Uns idiotas! E você, não pega mais ninguém?

— Deus que me livre! Mulheres!

— Nossa cara! Você não esquece mesmo o que a Brianna fez hein!

— Nunca! Me largou sem falar nada! Não confio mais em nenhuma delas!

— Você não vai mudar mesmo né! – ele diz – A gente vai se encontrar com a galera amanha na lanchonete, ta ligado que é o aniversario da Lana né?

— Vou ver se da tempo! E to ligado sim!

— Tá!

...

Odeio quando ele fala desse papo de relacionamento amoroso, hum, desde que aquela vagabunda me largou com as crianças, não acredito em mais nada, nem no amor, nem nas mulheres. Poxa, será que não dá pra entender que eu não quero mais nada com ninguém?

Na hora do almoço, eu e o meu parceiro fomos almoçar naquela lanchonete como sempre, e lá estava ela, a garçonete assustada, filhinha do Sr. Matthew, não entendo porque vive olhando pra mim como se tivesse com medo, mas fico na minha, Dan disse pra mim que ela é youtuber, eu gozei, uma youtuber hoje em dia é que nem atriz famosa, se ganhar likes num vídeo é o mesmo que dinheiro.

Quando o dia acabou, voltei pra casa exausto e faminto, só sobras do dia anterior foi o que eu achei na geladeira, frango frito, costeleta de porco, mas pelo menos trouxe os donuts, dessa vez consegui cinco.

Como as crianças já tinham jantado, comi o resto do frango inteiro e fui ver TV, conferir se não tinha nada no whats, então, depois de um tempo, o sono bateu e fui dormir, o dia foi cheio hoje, foi mais do que levar uma renca pra cadeia com certeza.

***

POV Emily

Acordei hoje ainda relutante, as 7 horas em ponto, no meu quarto que era todo roxo e cinza com alguns adesivos do Chicago Bulls na parede, meu estomago já tava roncando e meu pai tinha que abrir a lanchonete, mas eu tava tão cansada da noite passada, ontem era domingo e fui pra uma festa, fiquei até duas da manha, meu pai já tava chiando no meu ouvido.

— Vamos Emily, quem é que manda você ficar numa festa até tarde!

— Já vou! – falo com a voz meio fraca.

Levantei da cama com um pouco de ressaca, pois bebi um pouquinho ontem, fui no banheiro, joguei água no rosto, penteei meu cabelo longo e fiquei a olhar meu rosto no espelho, “tenho que fazer algo com a minha vida” – pensei. Meu pai volta a gritar e me traz de volta a tona.

— Droga!

Desço, tomo um rápido café e vou ate a lanchonete, meu irmão já tinha assado uns pães, o trabalho dele é bem mais cansativo, o meu é fazer o café, então pus me a fazer isso enquanto minha Irmã Lisa arrumava as mesas, de vez em quando eu ajudava meu irmão e fazia umas tortas e outras vezes, ajudava a Lisa.

Tem gente que almoça aqui, por isso que nunca paramos de trabalhar, é sempre gente compromissada que faz isso, meu pai não acha isso bom, acha que assim eles se alimentam mal, meu pai também não para, ele quer transformar o Chicago’s Coffee, nossa lanchonete num restaurante um dia, quem vem são sempre estudantes na faculdade, gente de empresa e policiais, principalmente policiais.

Falando em policiais, aquele cara ta aqui de novo hoje, veio almoçar como sempre, porque não paro de olhar pra ele? Porque ele também não para de olhar pra mim? É sempre o mesmo cara, olhos castanhos claros, cabelo curto e preto, magro e extremamente alto, aparentemente forte, nada mau, uma vez me disseram que a maioria dos policiais são gatinhos, só não imaginei que esse fosse tanto.

...

Fechamos a lanchonete as 9 de segunda a sábado, no domingo é 6, assim que fechamos voltei para casa e comecei a planejar sobre o que falaria no meu próximo vídeo, apesar de o canal ser pouco popular no Youtube.

Meu pai e minha irmã até gostam um pouco, só meu irmão que não curte muito, mas eu espero que um dia eu ganhe popularidade. Vejo umas mensagens no meu whats e vou dormir.

Notas finais
Esse foi o primeiro capítulo, espero que vcs tenham gostado! Bjos e amo vcs!