Inacusável
6 Noite 'Tranquila'
Notas iniciais
ai vai o TÃAAO esperado segredinho da Barbie xD
Não me batam, por favor...
Aliás, quero agradecer aos meus leitores que mandaram reviews DELICIOSAS no último e nos outros capítulos ♥
Vamos agradecer por nomes!
-Kah
-IsabellaFT
-Mich_L_Jeevas
-Camille_Harvey
-LuhRiot
-dal16
-evellyn_cat
-yume_hana
-Tanoshi
OBRIGADA SEUS LEITORES GOSTOSOS!!!
Desfrutem...
– Segredo? – Perguntou, me fitando com o olhar curioso.
Eu já planejava dizer isso a ele desde hoje cedo. Mas sabem como é... Sempre tem alguma alma miserável para nos atrapalhar, então não tive a chance. Não tenho certeza em dizer com tanta convicção, mas posso afirmar que... Eu o amo de alguma forma que me deixa sufocado quando estou ao seu lado.
– Ontem... Quando aconteceuaquiloentre a gente no jardim... – Olhou-me como se dissesse ‘esse assunto de novo? ‘
– Eu já entendi... Mas isso não é um segre... – O calei com o dedo indicador, que tocou levemente seus lábios. E com a mão livre puxei-o pelo braço, trazendo seu corpo mais próximo do meu, aproximando também meu rosto de seu ouvido.
– Sabe Nate... – Seus olhos se arregalaram rapidamente ao ouvir seu nome sair de minha boca num tom baixo. — Eu até que me diverti com o beijo que me deu... – Falei ainda mais baixo, me aproximando mais de si. Sorri brevemente ao perceber seu rosto corado, que era perceptível mesmo tentando disfarçá-lo.
– P-porque está dizendo isso? – Ficou ainda mais vermelho. Se fazendo de desentendido né coisa branca?
– Porque é verdade... – Não tinha como eu saber na hora, mais tenho certeza que também corei um pouco, pois senti meu rosto esquentar.
Acho que sua reação não podia ser outra... Realmente não tinha como ser outra depois de ouvir aquilo. Então como já estávamos colados, delicadamente puxou meu rosto com as mãos, pousando um selinho calmo e demorado em minha boca. Não teria problema alguém nos ver ali, pois provavelmente já estavam todos no refeitório.
– VOCÊS?! – Estávamos naquele momento tão belo, tão terno e aconchegante... Mas algo empedrou meu estomago, mente, corpo... Era aquela voz, daquela pessoa que deviam chamar de Estraga Prazeres Jeevas... E se caso não fosse à do ruivo, era de alguém com um timbre MUITO parecido.
– MATT?! – Separei-me de Near, que se assustou tanto quanto eu com o grito que o outro tinha dado anteriormente.
Já repararam que isso é pura ironia do destino? Talvez se Matt não fosse TÃO PREGUIÇOSO já estaria no refeitório, e certamente isso não estaria acontecendo. OH DEUS!
– Mello... Você, Near... – Eu? – Você... Eu sabia que podia me deparar com essa cena a qualquer momento. – Matt abaixou a cabeça. Ah Mail...
Aquilo mais parecia um funeral... Talvez o meu. Matt de cabeça baixa, Near... De cabeça baixa. Só o loirasso aqui que ficou feito um idiota, apavorado e sem saber o que dizer.
– Matt, me escute! – Não teria problema em explicá-lo toda a situação, mas... O que eu ia explicar? Se nem me passava na cabeça uma boa explicação!
– Eu... Precisava entender melhor o que eu estava sentindo! É isso! – Levantou o rosto e ficou a me encarar seriamente.
– E por isso beijou Near... É isso? –
– S-sim... – Falei duro... AH COMO EU SOU IDIOTA! OLHA A MERDA QUE EU FALEI.
– Certo. – Fechou os olhos, cruzou os braços e em seguida suspirou. – Near... – Chamou para si a atenção do pequeno albino. – Agora entendo a situação de cada um de nós. Então... Não pense que por avançar assim abrirei mão da Barbie tão facilmente. – Near sorriu perversamente... SORRIO PERVERSAMENTE? QUE ISSO? Não achava que os dois tinham uma tara tão grande assim por mim!
– E eu não pretendo desistir tão cedo... – Retrucou.
Matt sorria calado enquanto descia os últimos sete degraus e passando entre a gente. Nisso me deu um leve tapa no traseiro, que parecia transmitir somente malicia e nada mais.
– Até a noite, Mello. – QUE? Iria contar vantagem só porque dormia no mesmo quarto que eu? Sim... E irá usar esse fato para enciumar o pivete. AH Matt! Seu crianção...
Percebendo que Matt já havia seguido para o refeitório, me olhou de canto, desconfiado.
– Mello... Vocês já fizeramaquilo? – Como foi direto!!
– ÃN?! Como assim Near?!! – Agora sim tenho certeza que estou completamente vermelho.
– Vocês dormem no mesmo quarto, e você sabe que ele gosta de você... E pelo que sei, você também sente algo por ele... Então tenho a conclusão de que já fizeram algo. – Fiquei quieto, queria dizê-lo a verdade... Mas deixe-o tirar suas PRÓPRIAS conclusões.
– Já entendi... – Disse sem aumentar ou diminuir a voz.
Parecia querer ignorar o que acabara de descobrir, então segurou-me pelo pulso e me arrastou para o refeitório. Lá jantamos na mesma mesa de sempre, a do canto. Matt devia ter somente pegado um simples lanche, pois não estava ali.
Quando terminamos fomos cada qual para seu quarto, pois já era quase hora de dormir. Caminhei até minha porta, mas antes que eu entrasse no quarto, hesitei. Não queria de forma alguma encarar Matt.
– O que estou pensando? Nós nem mesmo tivemos algo sério além... Além do que aconteceu noite passada... – Pois é, mesmo assim eu havia dito em outras palavras, ou até em atos que eu o amava, só que sabe... Eu não estava muito certo da cabeça... MALDITA hora que cedi a suas ‘provocações’. Tsk...
Abri vagarosamente a porta, pois se estivesse dormindo eu não o acordaria. As luzes estavam apagadas, e aparentemente não tinha sinal de vida ali, entrei e acendi o abajur que estava na mesinha, vendo que estava errado. Encarei então Matt, que estava sentado na cama com um olhar digamos... Um pou... Muito pervertido!
– M-Matt? – Perguntei assustado. – O que está fazendo aqui no escuro? – Não sabia se aquele frio na barriga era medo, ou mau pressentimento... Iria descobrir infelizmente.
Ele se levantou e veio em minha direção, fechando e trancando a porta, o que fez meu estômago gelar DE VEZ! Permaneci imóvel, e ele calado. O que mudou quando subitamente abraçou-me por trás, fazendo-me pular para longe de si. Na-na-ni-na-não! Até parece que vai me seduzir de novo seu demônio!
Veio novamente até mim, dessa vez ficando parado à minha frente.
– Ei... – Sussurrou. – Você e o Near fizeram algo mais do que trocar aquele beijo? – Da licença né Matt! Ta pensando que sou uma vadia que troca de homens desse jeito?
– Não interessa. – Retruquei, me virando de frente para ele. Eu devia ter dito a verdade, pois agora pensará besteiras, mas isso é uma pequena vingança por ser tão possessivo.
– É claro que interessa... – Levou uma mão até minha nuca, puxando-me para perto de seu rosto. Assim que o fez, sua outra mão desceu até minha cintura, apertando-a levemente. – Porque se caso tenham feito algo... Terei de deixar a situação empatada certo? – Engoli seco, não quero nada com ele, não depois daquilo acontecer entre mim e Near.
– N-não diga besteiras Matt... – Gaguejei, não sei o que entendeu com isso, mais sei que o ‘atiçou’ ainda mais. – Você já teve um pouco de Mello... —
Puxou-me ainda mais para perto de seu rosto, deixando o seu a poucos centímetros do meu, mas dessa vez estranhamente começou a cheirar meu pescoço, roçando a boca nele, e as vezes beijando-o carinhosamente.
– P-pare Matt! – Gemi baixo, o que não o fez parar de JEITO nenhum. Droga! O que posso fazer se fico excitado tão facilmente?
– Não irei parar até confessar que não sente nada por Near. – Ah meu bem, então acho que não vai parar tão cedo...
Nisso foi lentamente me empurrando até sua cama, deitando-me nela, mas sem parar um minuto sequer com as ‘caricias’. Ficou de quatro sobre meu corpo, e a mão que antes massageava minha cintura, desceu até minha coxa, arrastando-se de cima a baixo nela.
–Matt! – Gemi mais alto, mas com intenção de fazê-lo parar. Ele pareceu entender, mas mesmo assim não me deu ouvidos e continuou com os toques maliciosos. E agora a outra mão, que pairava em minha nuca, foi para baixo da minha blusa, passando com a ponta dos dedos por todo meu tórax, parando em meu mamilo, apertando-o.
– Pare Matt! Já disse pra parar! – Disse com dificuldade, pois já começava a arfar por efeito dos toques. Eu ainda tinha um pouco de sã consciência para tentar me livrar dele, mesmo que meu corpo já estivesse praticamente entregue.
Percebi que também estava prestes a atender meus pedidos, pois já não falava mais, e suas ações começavam a parecer forçadas, e foi ai que fiz uma última e infalível tentativa.
– Por favor... Matt. Pare. – Falei baixo, já cheio daquilo. Minha voz saiu como se seus toques em minha pele já não fizessem mais diferença, até que enfim parou.
– Desculpe. – Cuspiu um pedido de desculpas, saindo de cima de mim e se sentando na beira da cama.
– Matt... – Eu não sabia o que dizer a ele. Pois eu não acreditava que tinha conseguido intervir naquilo, nas suas caricias, em seu toque quente e aconchegante que eu tanto gostava... Eu simplesmente me senti incomodado, sentiria ânsia de mim se continuasse a ter essa relação com Matt sem sentir o mesmo. Será que isso significa que amo realmente Near? Hum, não sei...
– Você ainda está confuso não é? – Então ele sabe sobre isso... Não é atoa que sempre foi meu melhor amigo e me conhece muito bem. – Maldito pivete aquele Near! Eu sabia que não ficaria parado. Sabia que tentaria cedo ou tarde outras coisas com você, mesmo assim eu não interferi... – É ele parece mesmo estar com raiva, muita raiva.
– Não tenho culpa... – Falei. – Não posso fazer nada se você foi tão possessivo e frio nas horas erradas. –
– Como assim Mello!? – Falou meio irritado.
– Oras! Tirando-me de perto do Near quando enfim começava a me dar bem com ele, ou até tendo conclusões precipitadas. O problema é que agora não tenho culpa já que sinto algo pelo branquelo... Algo que você não se deu ao trabalho de receber de mim. – Traduzindo... Dançou meu bem.
– Você tem razão. Eu disse que te amava, mas meu propósito até agora foi somente vigiá-lo em vez de confiar em você... Eu mereço. – Own... Apesar de tudo, ele é tão fofinho! AH, QUE ISSO?! EU SOU M-A-C-H-O, e machos não falam assim, mesmo que eu seja do tipo... Que geme feito uma garotinha.
– Mas Mello! Saiba que mesmo eu tendo errado feio com você, não desisti, pois eu ainda o amo, só não sabia demonstrar completamente. Então... Me aguarde minha Madonna! –
– Ah! Está bem, está bem. – Falei naquele leve tom de pouco caso sobre seu grande discurso, indo até minha cama e pegando minhas coisas.
– O que está fazendo? – Perguntou confuso.
– Ué! Vou dormir BEM longe de você... – Lógico, bem lógico. Não quero correr o risco de ser comido durante meu sono de beleza. – Então... Até! – Com a coberta e o travesseiro debaixo do braço, sai do quarto, me despedindo e fechando a porta.
Pronto, primeira etapa concluída, agora é... Para onde eu vou?
– Sala de brinquedos! – Não, não... Lá eu corro um risco ainda maior. Um desses garotos monstros pode tentar desfrutar da minha imensa beleza e sensualidade...
– Quarto do Near! – Oh sim... O único lugar em que eu dormiria tranqüilo, aliás, mesmo o branquelo sendo meio sem vergonha, tem juízo. Então é pra lá que eu vou!
Fui até a porta de seu quarto, chutando-a.
– Ei Near! – Chamei, girando a maçaneta. A porta estava destrancada então entrei. – Oi Near... – Disse um pouco sem jeito em ver aquela cena. Ele estava sentado no chão com aqueles bonequinhos... O motivo de eu ter ficado incrivelmente tímido era porque o boneco que parecia comigo, aparentemente estava encenando com o de Near, e... Ah... Eles pareciam bem ‘íntimos’ na brincadeira. Ele corou e imediatamente se livrou dos bonecos, jogando-os dentro do baú de brinquedos.
– O-oi Mello. – Cumprimentou-me envergonhado
– Desculpe chegar assim sem avisar... É que preciso de um lugar pra passar a noite. Posso ficar aqui? – Que milagre, eu sendo gentil...
– Claro... Só que não tenho outro colchão. –
– Sem problemas! – Joguei minhas coisas sobre sua cama. – Vou dormir aqui! – Ele estranhamente sorriu de um jeito bobo.
– Você dorme ali! – Apontei para a pequena poltrona no canto, vendo seu sorriso se desmanchar num bico chateado.
– Que foi moleque mirrado? Acha a poltroninha espaçosa demais pra você? – Uma piadinha medíocre só pra animar...
– Não, não é nada. – Parecia mesmo emburrado.
Joguei encima dele suas cobertas e seu travesseiro, e ele os ajeitou na poltrona, se encolhendo nela. Pois é, mesmo ele sendo pequeno, aquilo era ainda menor e parecia ser bem desconfortável...
– Boa noite! – Falei
– Boa noite. – Disse baixo. Por impulso fui até ele, e lhe dei um beijo na testa. Voltei para a cama e me deitei. Ah... Dormiria tranqüilo e sem preocupações, com certeza. Mas minha convicção se foi quando ouvi passos lentos vindo até a cama.
– Mello... – A voz sussurrou baixa e manhosa. – Quero dormir com você. –
...
Notas finais
Sei que não foi muito 'ÓOOH!!!' mais mesmo assim acredito que tenha sido um capítulo mais quente née??? :3
Espero que tenham gostado !
e desculpem por parar nessa parte também...
é que se eu não fizer isso, não ganho minhas reviews u.u
Enfim... MANDEM MAIS NESSE CAPÍTULO???
saaabe, a Nako ia ficar feliz e ia pensar em colocar um lemon MARAVILHOSO no próximo, ESFORCEM-SE e comentem ta?
(OBS: Deixei para que imaginassem sobre o que faziam os tão inocentes bonequinhos do Near!)
É isso, BEIJO BEIJO. Obrigada por ler ♥
ATÉ O PRÓXIMO! ~
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