Notas iniciais
Acabei de escrever o capítulo agora e ele ficou mara *-* Eu queria colocar já o início dos estudos em dupla deles aqui, mas ficaria grande demais e é melhor poupar para o próximo capítulo.
BOA LEITURA!!

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Hermione acorda assustada. Olha para a cabeceira da cama e vê no relógio a hora: dez horas e quarenta. Pula da sua cama e procura seu celular, até que se lembra de que o mesmo pulou para o chão na noite passada. Por isso o despertador não funcionou.

Ah, noite passada haviam ligado dizendo que hoje encaminhariam um aluno. Hoje... O que teria hoje, mesmo?...

Ah, droga, pensou, Vitor. Teria o encontro com Vitor hoje, mas também precisava conhecer o aluno. Que droga de compromissos, até parece que o destino não quer que ela seja feliz!

Pegou o seu celular no chão e deu uma mexidinha na bateria. O celular ligou.

– Alô, Vítor? — fala Hermione ao celular, após discar os números do búlgaro.

– Oi, Herrmione. Porr que não veio parra a aule?

– O despertador não tocou, mas não é isso o que importa agora... Será que dá para desmarcar o shopping de hoje?

– Porr que?

– A escola me ligou e preciso ir lá hoje de noite, de verdade. Sinto muito, eu...

– Se você não está com vontade de sairr, é só falarr!!

Vitor desligou na cara de Hermione.

A morena deu um muxoxo mas desligou a chamada e se deitou na cama.

Só agora que havia percebido: faltara na aula. Isso queria dizer tarefas atrasadas, e como todos da sala eram baderneiros e não queriam saber de nada... Que droga.

Afinal, por que é que sua mãe não havia lhe acordado?

Hermione foi até a cozinha e reparou em um pedaço de papel sobre a mesa.

"Hermione, vou ao mercado. Boa aula."

Ótimo. SUPER ótimo. De repente tudo estava dando errado...

**

Rony estava feliz. Mas aquele tipo de feliz que ocorre quando você está triste. Ele havia se inscrito nas aulas extras com tutores, e hoje iria conhecer o tutor. Só não queria que fosse um cara impaciente, porque, de verdade, Rony não sabia nada sobre sílabas, classificação disso e daquilo, letras e tudo o mais.

Começaria na nova escola na próxima segunda, e hoje era quinta. Do mesmo jeito, acordou cedinho.

Passaria o dia escrevendo. Dava inspiração e, logo mais tarde, serviria.

As horas passavam devagar, e o ruivo não podia esperar.

Comeu uma fatia de pizza, tomou um banho, se vestiu e foi para a escola. Lá, apenas três pessoas esperavam: um menino magricela e baixinho que usava óculos, que parecia da quinta série, uma menina bem alta com cabelos que iam até os pés, que parecia já estar na faculdade, e o professor, talvez de português.

Não conversaria com a menina, ela era muito estranha. Por isso, se dirigiu ao menino magricela.

– Oi. — disse, olhando para o relógio.

– Ah, oi! — fala o menino.

– Em que ano está, rapaz?

– Terceiro.

Rony ficou perplexo. O cara era um metro menor que ele e estava no ensino superior?

– Qual o seu nome? — pede o garoto, se apoiando na parede. Ele tinha uma voz afeminada e olhava para cima para falar com Ronald.

– Ronald Weasley. E o seu?

– Harry, Harry Potter. Mas me chama de Herr.

– Herr?

Rony se esforçou para segurar o riso. Aquilo era nome de gay.

– Sim, Herr. Eu prefiro. E antes que fique me olhando atravessado, sim, sou homossexual.

– Tudo bem, crianças, podem entrar. — disse o professor, abrindo a porta da sala.

Todos entraram, e Harry se sentou ao lado de Rony.

– Então, Ronald... Está aqui como tutor ou aluno?

– Aluno. Ah, e me chama de Rony. Mas eu não sou... Você entendeu.

– Entendi, Rony. E eu sou tutor.

– Legal.

Harry, incomodado com o silêncio que se seguiu, olhou para o teto.

– Legal. — repetiu.

Os alunos da escola iam entrando aos poucos. Os mais estranhos já haviam chego, que eram os que esperavam, o restante eram todos normais. Muitas meninas bonitas e caras que poderiam ser bons amigos, analisava o ruivo.

– Muito bem. — começa o professor — A maioria de vocês aqui sabe o meu nome, mas, terei de falar ele para que o restante não se incomode. Meu nome é Alvo Dumbledore, professor de português da instituição escolar Stanford. Tenho aqui comigo uma lista com os pares: tutor, aluno. Gostaria que cada aluno procurasse o tutor que vai estar com um crachá. Tutores, peguem seus crachás aqui na mesa enquanto digo o nome dos alunos.

Harry se levanta e vai até a mesa. Coloca seu crachá e volta, assim como todos os outros tutores presentes.

"Angelina Johnson, Harry Potter.

Gregório Madsen, Sofie Lutheuz.

Luna Lovegood, Neville Longbottom..."

Hermione, que se sentava na frente, fez uma cara triste e acenou para a amiga.

"...Draco Malfoy, Parvati Patil.

Ronald Weasley, Hermione Granger..."

Rony deu um pulo na cadeira ao ouvir seu nome. Se levantou e começou a procurar pela sala por uma Hermione Granger.

A Hermione Granger do seu pensamento era uma menina gorda e espinhenta com óculos gigantes e cabelo cacheado ruim.

Olhou para o crachá de uma garota que tinha a mão levantada e leu o nome "Hermione Granger". Logo, olhou para o rosto dela.

Não era tão ruim quanto pensava: os cabelos eram cacheados mas eram bem-cuidados e castanhos, ela era magra e baixa, mas usava um suéter que de tão feio deu pena.

O ruivo foi de encontro a ela e deu um sorriso, estendendo a mão.

– Prazer, sou Ronald Weasley, o burro que precisa da ajuda do seu brilhante português.

Ela deu um pequeno sorriso e também estendeu a mão.

– Sou Hermione Granger, a sua tutora. E você não é burro, só precisa treinar.

Eles apertaram as mãos e se sentaram em suas cadeiras.

– Então, Ronald, você vai preferir aulas na sua casa ou na minha? — disse Hermione, relendo suas anotações para o primeiro dia.

– A que ficar mais perto. — o ruivo deu um sorriso mas a morena continuou lendo a folha. Logo seu sorriso saiu do rosto. — Pode ser a minha. E me chame de Rony.

– Tudo bem, então vamos. Só vou me despedir do professor. — a morena levantou os olhos e os fixou no senhor que tinha barbas longas, o professor. Pôs-se em pé e se dirigiu a ele.

– Até mais, professor. Já estou indo dar a primeira aula. — disse, animada.

– Até mais, Hermione. Ah, e, só pra lembrar, teremos aula semana que vem.

A morena sabia do que ele falava. As aulas extras.

Olhou de relance para Ronald, que entendeu.

Os dois saíram da sala lado-a-lado e, sem dizer uma palavra, se encaminharam para a estrada que ia até a casa de Rony.

Notas finais
Vocês estão gostando dos banners do capítulo? Sou eu quem faço ^^ Se não ficar legal podem comentar que eu mando pra uma designer que já é experiente na área fazer...
Comentem!!