In The Beat Of Your Heart II
20 Capítulo 20 - A story of a lifetime!
Notas iniciais
Eu sou tão boazinha com vocês que postei os dois né? Postei até mais cedo! Espero que gostem do hentai! A Stephanye (minha cobaia) disse que foi o melhor que já escrevi! Eu ainda estou desacostumada com esse tipo de coisa, então não fiquem me inflando, kkkkkkk. Mas realmente espero que gostem!
Ah, seja bem vinda minha nova leitora, Gikinhah Rocker!
Sabe? Fico muito feliz por ter trago taaantas pessoas para o Nyah!
Já deve ter sido umas 10 ou mais pessoas que fizeram suas contas aqui por causa de minhas fanfics, isso me deixa muito feliz!
Você que ainda não criou por preguiça, crie! É a coisa mais fácil e rápida de fazer! E além disso você interage com muita gente! E faz escritores felizes, claro!
Bem, tenham uma boa leitura! :)
Steven – Ei, ei, não confunde as coisas!
Sully – Eu achei que foi por conta própria...
Steven – Sully, se ele já não quisesse fazer isso, pode ter certeza que eu não o convenceria!
Sully – É, pode ser.
Steven – Então conta depois que você chegou na casa da banda.
Sully – Basicamente eu fiz ele entregar o jogo pra mim. Fiz ele me contar tudo o que sentia, e eu também o fiz. E agora não tem mais nada que impede a gente.
Callie – Sully, você devia ter me contado desde o início. Eu sou sua irmã, por mais que não gostasse da ideia, eu ia ficar do seu lado.
Sully – Mas é justamente por ser minha irmã que eu não quis contar – riu.
Steven – E agora, o que acontece?
Sully – Está tudo bem pra você Callie?
Callie – Claro que está Sully... Eu só queria ter sabido antes, mais nada – riu.
Sully se levantou e abraçou a irmã.
Sully – Eu te amo Callie!
Steven – Ei, ei, e eu? Eu fui um grande cupido nessa história toda aí!
Sully – Seu bobo – o abraçou – obrigada!
Callie – Se resolve com o Noah amanhã, tá?
Sully assentiu.
–--
Na manhã seguinte...
Noah buscou Sully para que fossem a escola. No meio do caminho ela foi conversando com ele. Foi uma conversa agradável, porém Noah ficou muito chateado. Ele realmente gostava de Sully e ouvir aquelas palavras era muito, muito ruim. Sully pediu para que ele não ficasse chateado com ela e também não foi ignorante ao ponto de pedir que fossem amigos, mas pediu apenas para que se mantivesse entre eles alguma comunicação. Quando terminou de conversar com ele, o abraçou e saiu do carro.
Avistou Bruna e Thalita perto da entrada da escola e foi até elas.
Sully – Eu amo o Duff! Amo ele! Sempre amei!
As meninas a olharam assustadas.
Thalita – Sully, o que você está falando?
Sully – Nada, eu só amo ele! E estou feliz!
As meninas ainda a olharam assustadas.
Sully – Vamos entrar e lá nós conversamos!
E assim fizeram.
–--
Na hora da saída...
Thalita – Sully, você está tão deslocada hoje que conseguiu se atrasar em tudo.
Sully – Eu sei, eu sei, vocês podem ir na frente, amanhã a gente se vê.
Bruna – Então tá.
Elas se despediram e saíram. Duff não avistava Sully, a escola já estava ficando vazia e nada. Saiu do carro e foi andando pela escola. Encontrou Thalita e Bruna no meio do caminho.
Duff – Meninas, viram a Sully?
Thalita – Ela está meio atrasada hoje. Está lá no vestiário do ginásio terminando de guardar as coisas dela.
Duff – Obrigado.
Duff seguiu pelo corredor.
Bruna – Será que foi uma boa ideia falar pra ele?
Thalita – Não tenha dúvidas!
Elas riram.
–--
Duff se aproximou do vestiário.
Duff – Sully, você está aí?
Sully – Estou, pode entrar, só eu que estou aqui.
Duff abriu a porta e entrou. Sully estava assentada no banco de madeira que tinha ali e amarrava o cadarço de seu tênis.
Sully – Acabei me atrasando um pouco – riu.
Duff – Conversou com a Callie?
Sully – Conversei... Ela não brigou muito, só disse que queria ter sabido desde o princípio.
Duff – Que bom... E quanto ao Noah?
Sully – Eu terminei com ele.
Duff – Então agora está tudo bem com a gente?
Sully – Está – sorriu.
Ele se aproximou e a beijou ternamente.
Duff – Vamos indo? – se levantou.
Sully foi em direção a porta e a trancou.
Sully – Temos que ir agora?
Duff – Sully, você não está pensando em...
Sully – Por que não Michael? – se aproximou.
Duff – Eu não tenho camisinha aqui e...
Sully – Não tem problema.
Duff – Então você não se importa mesmo com o meu 30 e todos?
Sully – Claro que não – riu.
Após dizer isso ela o beijou. Os beijos que antes eram calmos se transformaram e agora eram completamente provocantes. Duff se entregou a ela naquele beijo. Sempre existiu entre eles uma certa tensão sexual, um desejo reprimido.
Mesmo com um pouco de medo, Sully o queria e mandava qualquer outro pensamento pra longe. O corpo de Duff já respondia fortemente aos toques e carícias de Sully. Ele começou a comandar a situação e começou a passar a mão por todo o corpo dela.
Á medida em que as carícias se intensificavam, institivamente eles iam dando passos para trás. Ela acabou batendo na parede e alguns canos que tinham ali se quebraram, fazendo com que espirrasse água para todos os lados. Eles ficaram todos molhados.
Duff – E agora?
Sully – Anda, vamos continuar! – ela riu e o puxou para uma ducha que tinha logo ali.
Ela abriu a ducha e a água começou a cair sobre eles. Aos poucos eles foram se abaixando e logo estavam deitados, envolvidos em um abraço sensual e prazeroso. Duff estava por cima. Sully enlaçava a cintura dele com as pernas, num aperto erótico e exigente.
Os gemidos e murmúrios eram sentidos na pele um do outro. Sully corria as mãos pelas costas de Duff, se excitando ainda mais com a textura e força contida ali. Duff então segurou as mãos dela afastando-as do seu corpo e com rapidez começou a tirar a roupa dela.
Duff – Você ainda tem uma chance para desistir Sally.
Sully – Não.
Duff – Não? Tem certeza?
Sully – Michael, eu não sou muito boa nisso. Eu só não quero pensar em nada, nem no amanhã. Eu só quero o agora e com você.
Um sorriso sedutor se formou nos lábios dele, fazendo algo dentro dele se remexer mais uma vez. Será que ela tinha consciência do que causava nele?
Duff beijou Sully mais uma vez. As bocas se encontraram em meio aquela paixão arrebatadora. Uma paixão que desafiava limites e imperfeições. As roupas que eram frágeis obstáculos àquela paixão, logo foram esquecidas no chão.
Eles estavam completamente envolvidos naquele clima de sedução. O único pensamento em suas mentes era o desejo que os unia. Duff percorria o corpo de Sully com a língua e as mãos, descobrindo cada recanto, cada ponto de prazer.
Ele se acomodou entre as pernas dela, beijando seu corpo, alternando lambidas e mordidas. Ora fortes, ora suaves. Sully retribua arranhando as costas dele, deixando marcas visíveis. Duff atacou com carinho o pescoço dela, deslizando a língua suavemente por ele, trazendo arrepios à sua pele, que gemia baixinho o seu nome.
Ela ficou por cima dele. Tudo o mais fora esquecido. Era apenas o desejo antes reprimido que comandava aqueles dois seres. Sully começou a distribuir beijos pelo tórax dele, descendo pelo umbigo, brincado com aquela suave depressão, arrancando pequeninos gritos do baixista.
Duff estava completamente entregue, saboreando cada caricia como se fosse a última da sua vida. Permitindo-se sentir aquele prazer. Sully voltou a beijá-lo com desejo e descendo sua mão, segurou seu membro com vontade.
Um grito escapou dos lábios de Duff, que não estava preparado para aquele gesto. A deteve ali e voltou a ficar por cima. Afastou um pouco as pernas dela, se posicionando entre elas. Ela puxou um pouco o rosto dele e murmurou em seu ouvido:
– Com cuidado...
– Você e o Noah não...?
– Não.
Duff abriu um sorriso enorme. Sully ergueu as pernas, dobrando os joelhos. Ele colocou seu membro na entrada e forçou um pouco, observando sempre as expressões dela, que mordia a boca cada vez que ele avançava um pouco. Sem muita dificuldade, logo estava todo dentro dela.
Começou a se mover bem devagar, até que ela se acostumasse. Não houve qualquer sangramento, apenas uma dor suportável durante o processo. Não sentiu prazer também, mas sentiu uma sensação muito, muito boa.
Duff fazia estocadas lentas e ritmadas, Sully respondia com gemidos a cada movimento seu. Ele olhou para ela, que correspondeu ao seu olhar. Um olhar quente e cúmplice. Eles continuaram se fitando, completamente centrado um no outro. Seus movimentos aumentaram de força e intensidade, arrancando gemidos e pequenos gritos de seus lábios.
O orgasmo chegou como uma tormenta violenta e incontrolável para Duff, como uma força da natureza a varrer tudo do seu caminho, fazendo-o perder a noção da realidade. Sully não conseguiu chegar ao orgasmo como se esperado para uma primeira vez, mas sem duvida alguma o que sentiu era diferente de qualquer outra experiência já tida.
Ela o envolveu com as pernas ao sentir o líquido quente dentro de si. Abraçava-o com força. Duff saiu de dentro dela, deitando-se ao seu lado. Ficaram quietos, abraçados, esgotados. Logo ele puxou o rosto dela e a beijou.
Sully olhou para Duff e franziu as sobrancelhas, como se de repente se lembrasse de algo importante.
Duff – Arrependida?
Sully — Não... não é isso.
Duff — Então o que é Sally? Depois de tudo, seria legal saber o que se passa nessa cabecinha – riu.
Sully – Porque ficou tão feliz quando eu disse que não tinha feito nada com o Noah?
Duff – Ser o seu primeiro foi importante pra mim – sorriu.
Sully corou.
Duff – Precisamos sair daqui – riu.
Sully se levantou e foi até seu armário, voltou e jogou uma toalha pra ele. Ela se secou e trocou de roupa.
Duff – Minha camisa está encharcada.
Sully – Vai ter que voltar sem – riu.
Duff – O que vamos fazer quanto a esses canos?
Sully – Sou boa em inventar desculpas – riu.
Alguém do lado de fora bateu na porta.
– Tem alguém aí?
Os dois se assustaram.
Sully – Tem... Só um momento.
Duff – E agora? – sussurrava.
Sully – Ta vendo aquela janela ali? – apontou – É só pular e passar pela trilha que tem ali. Você vai chegar no portão da escola. Me espera no carro.
Duff – Como sabe que o caminho da lá?
Sully – Como acha que eu mato aula?
Duff riu e pulou a janela. Sully abriu a porta.
Sully – Desculpe Zeladora, eu acabei me atrasando bastante.
Zeladora – Sei – desconfiada – Já terminou? – entrou no vestiário e olhou o local.
Sully – Sim, eu já estou de saída.
Zeladora – O que aconteceu com esses canos?
Sully – Não faço ideia, quando eu cheguei já estava assim.
Zeladora – Não quero você atrasada novamente, ouviu mocinha?
Sully – Ouvi, me desculpa.
A Zeladora assentiu e Sully saiu de lá. Se encontrou com Duff no carro.
Duff – Quem era?
Sully – A zeladora da escola.
Duff – Conseguiu despistá-la?
Sully – Consegui – riu.
Duff – Vamos embora?
Sully – Vamos – sorriu.
Ao dizer essas palavras, Duff deu partida no carro e seguiram para casa.
Notas finais
Ah se tudo fosse tão perfeito como em hentais, certo? rs.
A coisa foi tão boa que rendeu 1711 palavras, hahaha.
O que acharam? Espero que tenham gostado!
Ah, me digam o que vocês acham que falta acontecer na fanfic. Pretendo escrever mais 2 hentais, mas tipo, se eu fizer o que pretendo a fic acaba bom 24 capítulos. Quero saber a opinião de vocês, se vocês tiverem alguma ideia legal eu escrevo. Se não, vou fazer como planejado. Seria legal ouvir vocês!
Ontem eu saí do Nyah com 260 e poucos reviews aqui e quando voltei tinha 309, caramba! Fiquei super feliz, obrigada pessoal! Achei que essa fic renderia menos, como disse bem no início, é uma fanfic comum e não tem um grande baque. De qualquer forma, nos vemos nos reviews! (Que não tem sido fáceis de responder. Escrevam 7 fics e tentem responder eles cada hora em um capítulo pra vocês verem u.u).
Até!
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