In The Beat Of Your Heart

4 Capítulo 4 - A Hard Day's Night.


Notas iniciais
Olá pessoal!
Boa notícia, voltei para o mesmo horário. Não vou continuar no emprego por n motivos. Foi muito cansativo também e cidades diferentes foi um ponto forte para que eu desistisse. Pois bem...
Ontem me bateu uma crise existencial de fanfics, e como eu mesma disse no twitter, estou com nostalgia da In The Beat. Perdi totalmente a vontade de escrever ela, mas vou continuar porque eu não sou dessas que para por motivos imbecis. (Eu admito que esse motivo é imbecil, e sim, isso me torna uma imbecil). Mas estou com medo de comprometer a qualidade dela =/
Bem... Vou fazer uma brincadeira pra descontrair! Pois bem... De quem é essa boca? http://yfrog.com/nfbw1pj. Não vale abrir uma foto do Guns pra responder tá? Quero que me falem de cara sem conferir. É mais divertido.
Boa leitura!

Steven – E o que eu posso fazer com uma religiosa?

Callie – Eu ainda sou uma pessoa qualquer, só tenho algumas crenças.

Steven – E até onde vão essas crenças? – ele colocou a mão na coxa esquerda dela.

Callie se assustou e a tirou de lá correndo.

- Isso vai bem, bem além das crenças.

Steven – Eu suspeitei – tirou o cigarro da boca.

Callie – Deus...

Steven – Pode ficar tranquila, não vou fazer nada que você não queira.

Callie suspirou.

Steven – Mas o que vamos fazer durante o dia?

Callie – Bem... Já que vamos passar o dia juntos, quero ver qual é a sua rotina.

Steven – Bem, então vamos direto pra casa da banda.

Callie assentiu.

Steven dirigiu até lá e durante o percurso eles ficaram conversando. Chegando à casa, Steve abriu a porta e Axl estava no sofá com uma garota em cima dele.

Callie – Meu Deus do céu! – tampou os olhos.

Steven – Vamos subir pro meu quarto.

Axl – Essa daí já veio prontinha hein Steven? Com roupa escolar e tudo. Isso é bem sexy.

Steven – Fica quieto Axl.

Steven segurou na mão dela e eles subiram até o quarto dele. Assentaram-se na cama.

Steven – Me desculpe por isso.

Callie – Tá tudo bem... Eu acho.

Steven sorriu.

Steven – Mas devo concordar que essa roupa é bem sexy mesmo.

Callie – Steven!

Steven – Tá, tá, foi mal.

A roupa escolar de Callie era uma blusa social branca, gravata, colete, saia de prega preta, meias cumpridas.

Callie – Aquela garota que estava lá em baixo é a que ganhou na promoção do Axl?

Steven – Sim, ela é daqui de Los Angeles mesmo.

Callie – E os outros rapazes?

Steven – Cada um foi pra um lugar diferente.

Callie – Entendo.

Steven – Bem, você queria saber como é minha rotina. São 08:00h agora, quando for 13:00h eu acordo.

Callie sorriu.

Steven – Brincadeira, vamos fazer alguma coisa para o tempo passar. Sabe tocar bateria?

Callie – Não!

Steven – Então vem comigo.

Eles desceram para a parte de baixo da casa, onde tinha um pequeno estúdio. Steven foi até a bateria e Callie encostou-se à parede para ouvi-lo tocar. Após alguns minutos...

Steven – Sua vez!

Callie – Mas eu não sei.

Steven – Anda, vem.

Ele se levantou e apontou para o banco para que Callie fosse até lá e sentasse. Ela o fez e ele entregou as baquetas a ela. Ela começou a bater desordenadamente, os barulhos que saiam eram estrondeantes. Steven ria.

Callie – Eu disse que não sabia!

Steven – Então vou te ensinar, levanta.

Ela se levantou e ele assentou no banco.

Steven – Agora senta na minha perna esquerda.

Callie – Não acho que seja uma boa ideia...

Steven a puxou e fez com que ela se assentasse em sua perna esquerda. Ela ficou extremamente corada.

Steven – Você fica com uma baqueta e eu fico com a outra.

Callie assentiu.

Steven foi a explicando onde ela deveria bater, em que horário e quantas batidas por vez. Ficaram um tempo ali dessa forma.

Steven – Decorou o que te ensinei?

Callie – Sim.

Steven – Então espera só um minutinho.

Ele se levantou, pegou um pequeno rádio, colocou um cd que ao que parecia era playback e voltou a se assentar em frente a bateria com Callie em seu colo.

Steven – Vou contar até 3 e você começa a tocar junto comigo. Tá?

Callie confirmou.

Steven – Um... Dois... Três!

Eles começaram a tocar, e logo ela percebeu que eles estavam tocando Mr. Brownstone.

Callie – Uau!

Steven sorriu.

No final da música...

Callie – Não é tão difícil assim!

Steven – Eu disse.

Eles se encararam por um tempo. Steven aproximou seu rosto do dela e...

Callie – E então? Vamos fazer outra coisa? – ela se levantou de seu colo correndo.

Steven confirmou.

Steven – Quer sair pra almoçar?

Callie – Quero.

Os dois saíram, foram para um restaurante beira-mar.

Steven – Me fala, o que você costuma fazer todos os dias?

Callie – Minha vida não é nada divertida.

Steven – Por quê?

Callie – Praticamente vivo pra minha religião.

Steven – Isso realmente deve ser ruim.

Callie – A semana inteira fico naquele colégio só estudando e estudando. Não temos com o que nos divertir, embora toda vez que eu quero sair de lá minha amiga me acoberta e eu saio andando no meio do campo. Ou vou andar à cavalo, eu gosto.

Steven – Eu gosto de cavalos.

Callie sorriu.

Steven – E o que acontece depois que vocês se formam?

Callie – Ou ajudamos naquela escola, ou vamos para uma faculdade, mas é tudo muito restrito.

Steven – E vocês não tem nenhum tipo de relação com ninguém lá não?

Callie – Não, homens em uma escola, mulheres em outra. É quase uma ditadura aquilo.

Steven – Eu não aguentaria ficar sem sexo.

Callie corou.

Steven – E ao que parece vocês não falam muito sobre isso também.

Callie – Essas são as famosas coisas do capeta antes do casamento.

Steven caiu na gargalhada.

Steven – Provavelmente vou para o pior lugar do inferno.

Eles riram.

Steven – Tenho vontade de conhecer mais um pouco sobre sua religião.

Callie caiu na gargalhada.

Steven – O que foi?

Callie – Um membro de uma banda de rock querendo saber mais sobre religião? Desculpa, mas isso é muito engraçado!

Steven – Você acha que eu não consigo me adaptar?

Callie – Tenho certeza.

Steven – Poderíamos fazer um trato então, eu tento aprender um pouco mais sobre suas crenças e você tenta ser um pouco menos cristã.

Callie – É impossível isso acontecer, como vou fazer isso? Nós somos de mundos completamente diferentes, além do mais, não saio daquele colégio, como iríamos nos ver?

Steven – É, você tem razão... Mas eu ainda vou pensar em alguma coisa.

Callie riu.

Steven – De qualquer forma vamos aproveitar o dia de hoje, tá?

Callie assentiu.

Callie – Sua programação já está fora da rotina, mas como seria se eu não estivesse com você?

Steven – Acordar 13:00h, comer qualquer coisa, fumar bastante droga, beber bastante, ensaiar com o rapazes, ir pro bar, voltar com uma stripper e transar a madrugada toda.

Callie – Nossa!

Steven – Mas tudo bem, uma dia que eu ficar sem isso não vai me matar.

Callie – É, sem dúvida alguma você não se adaptaria às minhas crenças.

Eles riram.

Steven – Mas se você mudar de ideia, nós podemos transar a noite toda.

Notas finais
Como acham que vai ser a reação da Callie depois do que o Steven disse?
Ah, alguém me mandou uma MP perguntando porque não escrevo por pontos de vista. A resposta é simples.
Eu prefiro narrativas. Acontece que em um ponto de vista, você tem que escrever o pensamento da pessoa na suposta narração. E embora eu escreva as vezes o que meus personagens pensam, eu não gosto disso. Como escrever o pensamento de um personagem? Mesmo ele sendo meu, não consigo estar na cabeça dele, se é que me entendem. É a mesma coisa que eu escrever "POV Izzy: Eu acordei precisando de um banho" mas na verdade o que ele realmente pensaria é "Eu acordei melado", então tipo... Não gosto de meter no pensamento dos outros, mesmo que "me pertençam", rsrs. Prefiro ter certeza, por exemplo "Izzy olhou para suas pernas e... - Merda - pensou".
Espero que tenha esclarecido.
(Me desculpem pelo exemplo, foi o primeiro que me veio à cabeça, hahaha).
E quanto à boca... É do Steven!
Claro que eu prefiro a do Duff, mas a do Steven é muito gostosa, huhu.
Até amanhã!