In The Beat Of Your Heart

17 Capítulo 17 - Afraid to Love.


Notas iniciais
Olá pessoal!
Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito cedo não é? 13:00h '-'
Pois é, mas prefiro postar cedo hoje do que atrasar.
É aquele momento tenso que sua prima grávida te chama pra ir na casa dela, aí você vai e fica viajando nas coisas do bebê. Pois é. Sem hora pra voltar.
Clichê o nome do capítulo... Medo de amar '-'
Espero que se divirtam com esse hentai *o*
Me diverti pra caramba escrevendo...
Bem... Boa Leitura!

Callie seguiu o olhar de Steven, que ia até o ultimo da esquerda, e quando olhou para lá...

Callie – Eu não acredito nisso...

Cassie – O que foi?

Callie – Guns N’ Roses está aqui.

Cassie – O quê? – exclamou.

Callie – Shhh... Fala baixo.

Do outro lado e em sua direção, Duff acenou para Callie. Ela por sua vez, apenas com o movimento dos lábios disse “O que estão fazendo aqui?”. Duff respondeu “Depois nós conversamos”. Steven prosseguiu com a missa, mas ficou um tanto atordoado. Assim que terminou, Steven foi falar com eles...

Steven – O que estão fazendo aqui?

Axl – Nós é que te perguntamos...

Steven não respondeu.

Duff – Eu disse que ele ia acabar se apaixonando pela garota – apontou para Callie que chegava com Suliana no colo.

Callie colocou Sully no chão.

Callie – E então? Como descobriram?

Slash – O Izzy seguiu o pateta.

Steven – Agora que já saber, o que vão fazer? Nada.

Duff – A gente só queria saber mesmo.

Nesse momento passou uma das alunas atrás deles e Duff a seguiu com os olhos.

Duff – Mas acho que quero ficar por aqui uns dias... Steven seu espertão!

Steven – Sempre fui o mais inteligente – sorriu.

Callie – Steven!

Sully – Steven?

Callie – Só faltava essa…

Steven – Longa história Sully... Amanhã a gente te explica direitinho, tá?

Sully assentiu e ficou de frente para o Duff. O encarava com as duas mãos na cintura.

Duff – Que foi miniatura?

Ela não disse nada.

Duff – Que foi?

Sully – Como se chama?

Duff – Duff.

Sully – Isso não é nome. Fala a verdade!

Duff – É Duff!

Sully – Mentiroso!

Duff – Tá, tá. Meu nome é Michael.

Ela voltou a o encarar.

Duff – O Slash é assustador mesmo – apontou pra ele – mas ele não faz nada não.

Sully começou a gargalhar.

Axl – Você leva jeito com pirralhos.

Sully chutou a canela de Axl.

Axl – Ai! Tá ficando doida menina?

Callie – Sully!

Sully – Foi sem querer – disse irônica.

Callie – Acho melhor irmos.

Izzy – Digo o mesmo. A festa acabou pessoal. Aliás, ótimo padre você Esponja!

Os outros rapazes debocharam.

Callie – Vamos indo. Tchau rapazes!

Eles se despediram.

Sully — Tchau Michael!

Duff – Não é Michael, é Duff!

Sully deu de ombros e começou a andar.

Callie – Mais tarde a gente se vê – sussurrou para Steven.

Ele assentiu e elas saíram. Os rapazes da banda fizeram o mesmo.

–--

Callie chegou ao dormitório e explicou tudo o que tinha acontecido para Cassie. Quando percebeu que todos já haviam dormido, se despediu dela.

Callie – Me deseja boa sorte?

Cassie – Boa sorte... Eu acho.

Callie saiu do quarto em passos leves. Atravessou toda a escola até chegar ao quarto de Steven. Bateu à porta e ele a abriu. Ele estava somente com uma calça larga, e sem camisa. Ela entrou. Continuou o observando. Sentia um calafrio na espinha e ela pela primeira vez soube o que era desejar alguém.

Callie – Isso que estamos fazendo é loucura.

Steven – Eu não estou preocupado com isso agora, e você? – sorriu.

Callie – Também não – retribuiu o sorriso.

Ele a puxou e a beijou. Sua boca foi preenchida pela língua quente em um beijo apaixonado. Deram alguns passos até que entrassem no quarto. A mão dele que tocava de leve seu pescoço branco, foi deslizando para a nuca a puxando para mais perto, colando seus corpos.

Com um movimento suave, Callie tímida baixou a cabeça, se separando dos lábios que o devorava de desejos, ofegava ainda mais desesperada. Steven sorriu vendo que ela estava gostando, e com cuidado, começou a tirar as roupas do belo ser que o fazia suspirar apenas em olha-lo.

Callie não se afastou, mas começou a tremer visivelmente num estranho medo.

– Não posso... – murmurou dando um passo para trás, como que preocupada pelo pior.

– Aceite o meu amor, Callie... Só quero te fazer feliz...

Ela balançou a cabeça dolorosamente, mas seu corpo não se mexia, não conseguia sair de perto de Steven, precisava sentir o calor do outro, como se fosse sua única fonte de vida.

"Por que rejeitar seus próprios sentimentos? Não consigo entendê-la – pensou”.

– Se eu te amar... Você vai me abandonar... – os olhos tristes o fitaram cheio de lágrimas — Eu vou dizer que te amo... E nunca mais vou poder ficar junto com você...

– Callie...

As mãos fortes seguraram seu rosto com carinho, a deixando indefesa para tragar-lhe um beijo terno.

– Independente do que aconteça... Eu não vou te deixar nunca.

Sentiu um calor gostoso a envolver novamente, afastando a tristeza que invadiu seu peito. Não queria mais pensar, seu corpo insistia em apenas sentir, o que a levou a surpreender o baterista. Retirou toda a roupa, sem esconder qualquer parte de sua extraordinária pele macia.

Não pôde deixar de sorrir ao notar a reação do outro, que como um transe, o devorava com os olhos, estremecendo por inteiro.

Aproximou-se sensualmente, enlaçando ao corpo igualmente nu. Seu peso fez com que Steven caísse na cama, sorrindo com a atitude de sua Callie. Estava tão ansioso e ao mesmo tempo surpreso que só pensava em amá-la e mais nada.

– Você assusta... – sorriu tentando conter a excitação.

– Não o agrado? – ficou entristecida.

Steven sorriu ainda mais, relando ao peito alvo, sentindo em seu corpo contatos carinhosos. Callie estremeceu num suspiro rouco.

– Pelo contrário, me enlouquece...

Beijos molhados pelo seu corpo o fizeram quase perder a razão. Era inacreditável como aquele ser delicado conseguia arrancar tais sensações, já não podia se conter, sons incompreensíveis saiam de sua boca. Callie deslizou para o lado e Steven ficou por cima dela, observando a beleza quase irreal daquela menina.

Sem se importar com nada, deitou-se sobre o corpo encantador, sentindo cada parte, acomodando-se entre as pernas que se afastaram para melhor envolve-lo.

– Não aguento mais... – ele murmurou com a voz entrecortada pelo desejo.

O dele se esfregava ao corpo abaixo de si, querendo mais, sentir o prazer junto ao amor que sentia por aquela menina. Callie compreendeu claramente a necessidade que o consumia num tormento desesperado, no olhar que ofuscava em um brilho inexplicável e que denunciava assim como seu membro, a excitação.

– En-tão v-em – sussurrou ao ouvido dele.

Já com o preservativo e com cuidado, ele abraçou o seu corpo já suado e se posicionou no meio de suas pernas. As respirações ofegantes, os tremores... Ela teve que se conter já na primeira investida, os gemidos já escapavam de seus lábios.

Gritou extasiada sentindo-se completa, finalmente estavam unidos, dividindo os mesmos sentimentos, as mesmas emoções. E tudo com muito carinho, com toda a preocupação que Steven sempre demonstrava ter em relação a ela, querendo dar apenas prazer.

Os movimentos ficaram intensos, em busca de um prazer intenso... Os lábios se tocando levemente para depois arrancar a delícia de um beijo devastador, enquanto o falo se aprofundava na carne quente, cada vez mais rápido, e se esfregavam trocando o suor que fluíam de suas peles, entrelaçando num abraço louco, até o orgasmo transbordar de seus corpos, em espasmos e gemidos roucos.

Buscavam retomar o fôlego que os esgotaram naquele ato, após alguns minutos para se revigorarem.

– Você está bem?

Callie sorriu adorando a preocupação e o cuidado com que era tratada.

– Quero mais... – murmurou maliciosa.

– Eu disse que isso iria acontecer...

Ela sorriu.

– Finalmente tenho você por completo.

Callie encostou a cabeça ao peito protetor suspirando cheio de emoção, não podia mais negar o que sentia, não queria... Finalmente teria a retribuição de seu amor, esqueceria os medos que sentia. Com cuidado, Steven acariciava as costas dela, vendo a extraordinária beleza e lascívia que dela transbordava, ficando ainda mais tentadora...

Callie acabou adormecendo. Ele achou melhor não a acordar.


Notas finais
Gostaram?
Geeeeeente, finalmente já decidi o final!
Putz, esse demorou demais. Mas é MUITO diferente. (Novidade né?).
Mas é sério. Não sei se ganha da Marjorie com o bebê chorando dentro da barriga dela, mas pra uma "irmã", esse final é bem tenso, hahahaha.
Tudo bem, chega de falação.
Até amanhã!
Confissão ao pé do altar!
(Depois da confissão de hoje, provavelmente não sei com que cara vou aparecer aqui, hahaha. Acho que sempre com um -> '-').
1 - Eu moro na cidade de Santos Dumont e minha mãe na cidade de Juiz de Fora. É pertinho. E como em SD não tem nada, eu sempre venho pra JF, aqui tem de tudo. Aí de vez enquando eu trago umas amigas pra cá, aí a gente dorme aqui na minha mãe e tal. (Na hora que minhas amigas lerem isso vão me zoar eternamente, hahaha). É sério pessoas, se vocês acham ridícula essas confissões, não prossigam a partir daqui, hhahaha. Aí por motivos de problemas técnicos, eu entupi o vaso sanitário da minha mãe. kkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu não aguento, começo a rir disso. Já tinha entupido uma vez e tal. Aí a minha amiga tava aqui aí eu disse "Merda... Isso nunca aconteceu". Daí a minha mãe chegou e foi no banheiro. Quando ela saiu ela olhou pra mim e disse: ELLEN, VOCÊ ENTUPIU O VASO DENOVO? Eu quase morri, hahaha. Falei que nunca tinha feito isso e minha mãe me vem falando uma coisa dessas, hahaha. Choro de rir lembrando. Até mais pessoal :)
[Pessoas, conto essas coisas pra vocês para nos entrosarmos melhor, eu amo conversar com meus leitores ;)]