Notas iniciais
EEEEEEEEEEi, fannibals! ~velho, adoro digitar isso HEUEHEUE~

Cá estou eu com uma fanfic que eu estou para postar a zilhões de anos ~e que eu postei no Social Spirit primeiro :v ~que eu perdi e reescrevi o prólogo já umas seis vezes. Enfim, só para dar uma ambientada:

Se passa nos anos 50 em Paris, ou seja, é na época do Ulliel em "Hannibal - A Origem do Mal";
É sobre como se estabeleceu a conexão entre o Hannibal e a Bedelia ~aquela gata~ quando os dois ainda eram jovens;
Bedelia Du Maurier é representada pela Dianna Agron e Hannibal Lecter por Gaspard Ulliel ~avá HUEEHUE~

Aviso obrigatório:

Enredo totalmente meu. Nada descrito aqui é verídico ~em relação ao shipp Bedelia + Hannibal~
Plágio é crime. Copia a história que eu mando o Hannis plagiar a tua cara ♥ ~momento The Silence Of The Lambs~
Irei atualiza-la ~ou pelo menos tentar, já que em Little Talks eu tô cumprindo isso ♥~ toda semana e os capítulos terão em média 1.500 ou 2.500 palavras, só pra compensar HUEHEU
BORA FUGIR DAS FICS HANNIGRAM O/ ~momento @MaisonGray HUEHEUE~
Baseada na música "In My Veins" ~EU ME ARREPIO COM AQUILO~ do Andrew Belle. Porém, não é uma songfic. Ou é? Nunca me dei bem com isso :v
Embrace The Madness, little fannibals ♥

Qualquer erro ou dúvida, avisem nos comentários ^^

Boa leitura e até lá embaixo ♥ ~tenho que parar com esses coraçõezinhos~

Prólogo

Paris, Década de 50

Concentrou-se em dividir o coração com precisão. Estava sozinho no laboratório da faculdade e registrava sua anatomia no bloco ao lado com tamanha perfeição. Hannibal Lecter ouvia passos no corredor. Não desviou sua atenção quando Bedelia, já exaurida, atravessou as portas duplas à procura de uma colega de classe. Bedelia Du Maurier cursava psicologia há alguns meses. Era pouco comum uma mulher fazer faculdade na época, mas ele não esboçou reação. Talvez ela fosse incomum, não que acreditasse nisso. Não deu atenção novamente quando a moça inclinou-se sobre a mesa, bloqueando a luz sobre o órgão.

— Partindo corações, uh? – tentou ser engraçada. Contra sua vontade, um sorriso apareceu no duro rosto de Hannibal, formando uma covinha em um dos cantos. Não fora um sorriso falso.

— É o que tenho para hoje, Du Maurier.

Surpreendeu-lhe o fato do doutor saber seu nome – alguém que ela sequer conhecia –, mas não demonstrou. Era uma mestra em disfarçar o que se passava em sua cabeça, mas aparentemente, o rapaz a sua frente estava em uma escala mais alta nesta hierarquia.

— Você por um acaso não viu uma garota ruiva e baixa passar por aqui, Dr...?

— Hannibal Lecter.

— Você por um acaso não viu uma garota ruiva e baixa passar por aqui, – refez sua pergunta – Dr. Lecter?

— Não.

— Ah.

Então ele iria jogar assim. Seria curto e grosso. Bedelia não iria ceder, mas também não fazia ideia do porque estava fazendo aquilo. Orgulho feminino era a explicação plausível no momento. Puxou uma cadeira junto ao corpo e sentou-se ao lado de Hannibal. Concentrou-se em observar o modo como se portava e olhava. Pela breve avaliação da garota – que não era muito exata e nem muito detalhada, já que não possuía conhecimento suficiente para isso –, ele deveria ter sofrido bastante quando menor e não gostava de falar sobre isso. Era um gênio solitário. Extremamente solitário.

Por impulso, passou a dar pequenos chutes nas pernas da cadeira em que o doutor estava sentado. Sentia-se um pouco nervosa perto dele, pela aura que exalava, porém controlava-se. Lecter continuava a desferir golpes cuidadosos no órgão com a lâmina e Du Maurier começara a prestar atenção em suas habilidades. O rapaz provavelmente trabalhara em algum açougue para tamanha perfeição de corte, já que não parecia fazer faculdade há menos de três meses. Para isso, eram necessários alguns anos de prática. A forma como deslizou o bisturi pela carne em um último movimento, remeteu a Bedelia um pescoço se abrindo e jorrando sangue.

— Algum problema? – questionou-a.

Só quando ouviu sua voz, percebeu que estivera prendendo a respiração. O ar expeliu devagar de seus pulmões.

— Nenhum.

Hannibal ostentava um sorriso cínico. Continuava esboçando no papel e percebeu que a moça não sairia dali tão cedo. Tentando enxotá-la, para não ser mais rude, perfurou um ponto no órgão em que ainda restava um pouco de sangue. O líquido jorrou ínfimo o suficiente para atingir a barra da saia de seu vestido claro. Um grito sufocado de pavor subiu-lhe a garganta, mas não escapou de seus lábios.

— Algum problema agora? – seus olhos faiscavam.

Ele estava tentando fazê-la perder o controle.

— Apenas um vestido arruinado, nada demais. – ironizou.

— Posso lhe pagar outro, se quiser. — seu cavalheirismo exagerado fez Bedelia ter vontade de rir. Brincando, entrou em seu jogo.

— Ora, querido, não precisa me comprar coisas para me ganhar. – ela se inclinou para frente na cadeira.

— E quem disse que estou querendo ganhar você? – aproximou seu rosto do dela. Por incrível, Bedelia não corou com sua provocação.

— Eu sou uma psicóloga – seria uma psicóloga, mas não importava -, posso ler as pessoas.

— Você pode chegar a conclusões sobre outras pessoas.

— Mas posso obter as minhas.

Por essa, Hannibal não esperava. Suas respostas à altura prenderam sua curiosidade. Uma garota qualquer teria simplesmente virado ás costas em seu primeiro ato de rudeza, ofendida, mas não Bedelia. Ele se perguntava, intrigado, o porquê de tamanha teimosia. Talvez ele estivesse vendo-se refletido em um espelho. Uma imagem mais doce, inexperiente e suave de sua própria criatura e, talvez, até um pouco mais bela.

Notas finais
Ui, Hannibal se vendo no espelho em forma de girl. Cuida com as influências do Buffalo Bill do futuro, vlw flws ~WTF?~

Isso que dá ter hormônios jovenzinhos, fica todo curiosinho sobre a menininha gostosinha na sua frente. Cara, eu tô muito fora. MDS.

Digam o que acharam nos comentários e lembrem-se: qualquer erro ou dúvida, me comuniquem.

And is that. :v

Beijinhos,
Lecter.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.