In High School
9 9 - Maldita Frutinha
Notas iniciais
Atualizando mais uma vez, dessa vez demorei um pouco né? hehe só pra deixar vocês mais ansiosos.
ta ae o capítulo que todo mundo esperava
Queria agradecer a AndreaChan pela recomendação LINDA que ela deixou nesta fic, e quero que ela saiba que lendo a recomendação eu fiquei pulando, dançando, gritando feito bobona... isso me fez realmente feliz, obrigada Andrea ♥
Bom, como eu sou nova por aqui vou avisar: são cenas de sexo explícito entre homens, o conteúdo é +18, fica sob sua responsabilidade ler ou não, mas pra quem gosta dos limão, isso aqui tá um prato cheio!
Não vou mentir pra vocês, sou uma pessoa que valoriza o diferencial, portanto tem algo diferente aí sim ... espero que não me matem :)
VÃO LER ... XÔ
Moendo, triturando, tirando a pequena casca que havia por cima para por em um liquidificador junto com leite e açúcar, Sanji preparava uma vitamina em suco com alguma frutinha estranha que havia achado na dispensa praticamente vazia do seu espadachim, que com certeza não era nada prendado em cozinhar, talvez nem macarrão instantâneo ele soubesse fazer direito.
Que pequena frutinha estranha era aquela ele não sabia, apenas tinha dito para Zoro que ele estava muito fraco, precisava de alguma vitamina para seu corpo, após isso aí sim ele lhe daria um banho, como uma criança.
“Eu não acredito que eu concordei em fazer isso, não acredito, não mesmo” pensava o cozinheiro enquanto olhava para Zoro praticamente jogado no sofá, ainda acordado mas parecendo lutar contra o efeito do álcool em seu sangue, ele realmente parecia estar mal, era isso que deixava o menor muito mais preocupado, e faze-lo se sentir-se obrigado a cuidar do Roronoa como se ele fosse um bebê parecia ser a especialidade do moreno de madeixas verdes.
Tendo terminado a vitamina, ele a leva em um copo para o maior, servindo-o, dizendo:
– tome isso, você vai se sentir melhor –.
– com que isso é feito? – o indagou olhando para o líquido.
– umas frutas pequenas que estavam na sua dispensa, acho que eram pitangas – diz o loiro sem ter certeza alguma.
– você não colocou sonífero nisso aqui, não é? Seu cretino – o maior desconfiava.
– baka-marimo, aonde é que eu ia arrumar sonífero a essas horas da noite? –
Parecendo convencido, ele toma uma pequena porção do suco, logo voltando a tomar outros goles maiores, até acabar com todo o copo.
– isso tá muito bom, tem mais? – diz Zoro.
– tem sim – o loiro se levanta para pegar a jarra, dessa vez servindo um copo para si mesmo provar se aquilo estava realmente bom, e estava!
– como é que você diz? Ah, isso tá bom pra diabo – diz o moreno fazendo Sanji rir.
Por um momento o sorriso do cozinheiro pareceu muito mais atraente para Zoro, seus lábios avermelhados por entre sua pele branca pareciam ficar muito mais deliciosos do que aquele próprio suco, toda essa atração repentina vinda com uma breve tontura e mal estar por parte do maior que havia tomado mais do líquido.
– Droga Cook, acho que esse suco não me fez bem, eu estou tonto e ... –
– foi o álcool, ou você tomou rápido demais, seu idiota – diz Sanji culpando-o.
Porém logo após Zoro, o loiro começara a se sentir tonto também, mas apenas uma tontura leve já o fez ficar completamente preocupado com o que era aquela pequena frutinha na realidade.
– você precisa de um banho gelado, agora mesmo, tira a roupa, fica só de cueca e vai pro banheiro – o cozinheiro ordenou.
– meu ombro ainda está machucado pelo chute da sua perna assassina, será que dá pra me ajudar ao menos com a camisa? –
Vendo que não tinha escolha, ele começa a desamarrar a bandana que o maior costumava amarrar em seu braço, deixando por mais uma vez sua mão esparrar nos músculos fortes daquele corpo, porém aquele toque estava o embriagando muito mais do que da ultima vez, não era como um fino e delicado braço de uma mulher, o qual estava acostumado, era um braço bem malhado e forte. Concentrando-se em tirar a camisa branca do maior agora, exibindo sua cicatriz enorme que parecia pedir por ser tocada, toda aquela extensão naquela cor morena a qual Sanji não conseguia parar de devora-la com os olhos, mas aquilo estava muito forte, havia algo de errado...
“Será que... não, não pode ser”.
Ajudando o maior a se levantar do sofá, colocando seu braço envolta de seus ombros, sem conseguir evitar um contato menor para leva-lo até o banheiro, ele sente um cheiro maravilhosamente atrativo vindo do Roronoa, um cheiro que estava sendo capaz de hipnotiza-lo como “Um,dois ... Jango! deguste da minha pele”
Controlando-se ao máximo que conseguia, o loiro colocou-o dentro da banheira, e ligou o chuveiro no modo frio, fazendo o maior reclamar um pouco.
– droga Cook, tá gelada –.
– é pra estar, é assim que se dá banho em um bêbado – Diz Sanji, percebendo que teria que colocar suas mãos em contato com a pele do moreno se não achasse uma esponja logo.
Começando a esfrega-lo com certa ferocidade, pela raiva dos sentimentos que o moreno de madeixas verdes lhe causava.
– Por que tá me olhando assim? – indagou Zoro, confuso com o olhar que Sanji mantinha fixo em seus olhos.
– estou apenas tentando não olhar pro seu corpo – ele admitia.
– pode olhar, estou acostumado – diz o maior levando um soco no braço, pois o loiro começava a agir com as mãos quando estava nervoso com algo.
– Eu não fiquei me rolando em terra o dia inteiro pra você ficar me esfregando desse jeito, como se eu estivesse encardido — reclamou o espadachim.
– estou apenas tentando tirar esse seu perfume –
– hã? Como assim? – indagou ele, agora mais confuso do que nunca.
– esse seu perfume... Me irrita – diz o loiro, esfregando cada vez mais forte.
– mas eu não estou usando perfume nenhum –
Por um momento Sanji para e fica com um olhar pensativo, fitando o chão, agora ele estava lembrando-se de ter lido algo em um livro sobre aquela pequena frutinha.
Sem dizer mais nem menos, o loiro se retira do banheiro para tentar lembrar mais do que suas memórias poderiam dizer sobre aquele pequeno fruto, ele não lembrava ao certo, mas sabia que ela causava algum efeito um tanto ... perigoso.
Recostando-se em uma parede, ele respira ofegante, ainda tonto com aquela reação, sentindo falta do cheiro que o maior passara a exalar de uma hora para outra.
– ERO-COOK, NÃO VAI FUGIR! NÃO ME DEIXA AQUI NESSE BANHEIRO NESSA SITUAÇÃO – gritou o Roronoa
– eu já vou – Sanji tentou acalma-lo enquanto repassava a lista de ingredientes que pudessem causar tontura e ... excitação?
Algo havia acordado no meio de suas pernas.
“DROGA, MERDA, COMO É QUE EU VOU VOLTAR LÁ NESSA SITUAÇÃO?”
Agora a mente do cook estava focada apenas em achar uma solução para esconder sua visível ereção causada por todo aquele cheiro atrativo, corando mais do que nunca, ele respira fundo e volta ao banheiro encontrando um Zoro que parecia estar tão nervoso quanto ele estava, o moreno até mesmo se assustou com sua volta de modo que um espadachim bem treinado jamais se assustaria.
– Zoro, você está tonto, com a visão embasada, mas ainda sente uma ansiedade muito grande dentro de você, misturada com o álcool... – diz o loiro se abaixando ao lado da banheira, para não deixar visível seu corpo dizendo que desejava loucamente o corpo do outro.
– tudo isso mais seu cheiro – diz o espadachim, fitando os orbes azuis do menor com incerteza – você também está com um cheiro muito bom, viciante -.
Sanji fica perplexo. Suas suspeitas tonaram-se reais, estava calculando algo para fazer quando é surpreendido pelos lábios molhados do maior roçando no pé de seu ouvido junto com sua mão que agora segurava em sua nuca, justo como acontecera da ultima vez, fazendo os batimentos cardíacos do loiro aumentarem de 90 para 120 em questão de milésimos de segundo, ele poderia ficar mais excitado ainda apenas com aquela respiração batendo na curvatura de seu pescoço, com todo aquele perfume vindo da pele do maior o embriagando cada vez mais, o encorajando a fazer loucuras.
– seu cheiro é tão bom, Sanji – sussurra o espadachim.
– do que me chamou? –
– não te xinguei de nada –
– não... Você me chamou de Sanji, pela primeira vez desde... Ah, sei lá – diz o menor, rindo um pouco da situação – Zoro... Seu cheiro também é bom... Eu não estou com vontade de me afastar de você – fala o menor, começando a acariciar as madeixas verdes do Roronoa, enquanto se vicia pelo seu cheiro.
– eu também não – diz o maior enquanto morde de leve o lóbulo da orelha do menor.
– Zoro... – diz ele afastando-o para encara-lo nos olhos – eu já havia lido sobre aquela fruta em um livro antes, ela ajuda na regeneração, tem muitas vitaminas e... – ele fez uma breve pausa como se estivesse preparando-se para dizer algo -... E ela tem afrodisíaco natural, famosa por fazer a pessoa a quem você deseja exalar um cheiro bom, se ingerida em altas quantidades -.
(...) O silêncio reina por alguns instantes (...)
– então você vai ter que arcar com as consequências de suas ações outra vez , sobrancelhas de bigode –.
Antes que Sanji pudesse indagar sobre o que aquilo significava, o maior atacou seus lábios com ferocidade, iniciando um beijo cheio de desejo, e logo a duvida do loiro foi deixada de lado, começando assim a ceder aos lábios do espadachim, que dançavam nos seus, enquanto suas línguas ansiavam por espaço na boca um do outro.
Praticamente puxando-o para dentro da banheira, fazendo ambos de molharem com aquela agua fria que agora corria por seus rostos, molhando seus cabelos, deixando ainda mais quente o beijo ali consumado.
Separando o toque entre seus lábios apenas pela falta de ar, o loiro, mais corado do que jamais estivera ainda arranja pretextos para reclamar.
– você tá me molhando todo, seu idiota ... eu não deveria ... ah -.
– você me deixou assim me dando aquele suco, eu não vou querer me livrar dessa ereção sozinho –
– O QUE?! –
Zoro então retomou o beijo, levantando-se, pressionando seu corpo molhado contra o corpo do menor na parede do banheiro, agora fora do chuveiro, por mais que Sanji hesitasse por instantes, ele sempre cedia, efeito daquele suco maldito, tavez.
Não conseguia ficar por muito tempo longe do calor do corpo do maior, seu próprio corpo agora implorava por carícias, enquanto ele as recebia de bom grado por parte do Roronoa que mordia e degustava de toda sua pele branca na região do pescoço, enquanto o loiro apenas cerra seus olhos e respira ofegante, soltando alguns gemidos de vez em quando, aquilo era irresistível.
Já sentindo o membro do maior rígido por baixo da única peça de roupa que cobria seu corpo, o loiro se sente mais excitado ainda, não tendo coragem de impedi-lo, a parte racional de seu cérebro parecia estar apagada, havia apenas alguma na região do córtex que dizia “não pense, apenas sinta”.
– eu ... eu vou arcar com as consequências ... eu... mas não aqui – disse o loiro, ofegante, proferindo apenas as palavras que conseguia.
Aproveitando que o quarto ficava logo do outro lado do corredor, o maior lhe empurra contra a outra parede, sem conseguir desviar a atenção de seus lábios aos lábios do loiro, enquanto suas mãos desabotoavam sua camisa, dando liberdade para as mãos do espadachim percorrerem todo seu peitoral, em toques que por mais ásperos que pareciam, pela mão do maior ser muito mais calejada do que a sua, ele se sentia cada vez mais quente e foi ali em que viu que não adiantava lutar contra aquilo, sabia que se arrependeria se parasse aquilo agora, foram preciso todos esses toques para vencer seu orgulho monstruoso, e se render ao prazer que o moreno das madeixas verdes poderia lhe proporcionar.
Jogando a camisa de Sanji em qualquer canto, eles adentram o quarto, deitando na grande cama que havia ali, Zoro por cima e o loiro ficando por baixo, eles retomam o beijo, com as mãos do menor segurando a nuca do moreno, tentando por mais uma vez aprofundar tudo aquilo, enquanto o maior já invade os botões de sua calça, abaixando-a aos poucos, já manipulando seu membro que se encontrava rijo por baixo dos tecidos que ali cobriam, fazendo o loiro soltar gemidos abafados de prazer e ansiedade.
Sanji nunca se imaginara na cama com outro homem, nem em um bilhão de anos, porém aquele garoto estava lhe proporcionando o prazer que mulher nenhuma jamais conseguira proporcionar, tudo era tão mais forte, mais intenso, os sentimentos, os toques...
Agora ele estava ali, entregue a todas aquelas carícias, com a mente apagada e o corpo inteiro implorando por mais e mais prazer.
O loiro, agora com seus lábios na pele morena do maior, degustava dela também, como se aquilo houvesse um gosto único, peculiar, e intrigantemente vicioso, porém se assustou um pouco quando sente a mão do espadachim invadir sua intimidade, desta vez indo por baixo do tecido de seu calção, fazendo movimentos de vai e vem com seu membro em mãos, aumentando cada vez mais o prazer sentido, ao mesmo tempo em que o loiro arqueia suas costas, e jogando sua cabeça para trás soltando um gemido gutural, jeito o qual jamais imaginara que conseguia gemer.
Sentido a ausência dos toques dos lábios do maior em seu pescoço, ele é tomado pela maior onda de ansiedade do dia, ao perceber que sem ao menos autorização, ele abocanha seu membro já exposto, fazendo movimentos de vai e vem, e quando Sanji pensa que não conseguiria sentir mais prazer que aquilo, ele sente.
A carne dos lábios dele friccionando contra a parede sensível de sua masculinidade ali ereta lhe levava a completa loucura, ele gemia o mais alto que seus sentidos mandavam, pouco se importando se alguém ouviria ou não. Seus movimentos de vai e vem junto com uma de suas mãos estavam fazendo o loiro se sentir em um paraíso, enquanto o maior leva sua outra mão até a boca do menor, o qual chupa seus dedos com todo desejo de possui-lo, faze-lo lhe proporcionar cada vez mais daquele prazer viciante.
Não conseguindo se segurar, o cozinheiro libera todo seu líquido branco na boca do maior, o qual o engole com gosto, subindo para beija-lo calma e ternamente, de um modo apaixonado, fazendo o menor sentir seu próprio gosto na boca do moreno das madeixas esverdeadas, misturada com o álcool e o gosto daquela frutinha que havia proporcionado tudo isso.
– você é gostoso, loirinho ... quero mais de você! -
Ainda mantendo aquele beijo calmo, o maior desliza uma de suas mãos até as coxas do loiro, puxando-as para o lado, abrindo passagem para o membro do espadachim invadir seu interior.
É claro que na hora, Sanji ficou assustado e mais ansioso ainda com o que estava por vir.
– Zoro, vá com calma ... eu nunca fiz isso com um homem antes -.
– não se preocupe – o maior sussurrou em seu ouvido – agora você é meu -.
Aquilo deu certa segurança para Sanji, porém seu orgulho estava tão atropelado que ele se sentia uma boneca nas mãos do Roronoa, a qual ele podia brincar e abusar com o que bem entendesse, estava completamente possesso.
Roçando seu membro na entrada do menor, ele começa a invadir seu interior, aos poucos, sem ansiedade, afinal ... estava tratando aquele cozinheiro como se ele fosse feito de vidro, mas não era aquilo que ele queria.
Doía sim, é claro, principalmente para Sanji que era completamente inexperiente nesse tipo de sexo, mas logo sua ansiedade implorava para que o maior se mexesse dentro dele, queria abusar de todas aquelas novas sensações que estava tendo.
– mexa-se, seu idiota –.
– tem certeza, Sanji? – certificou-se Zoro.
– eu não sou de vidro –
Começando os movimentos de vai e vem dentro do menor, o espadachim logo estava delirando com o prazer que as paredes da entrada do menor em atrito com seu membro, também soltando seus gemidos graves e masculinos pertos dos ouvidos do loiro, que se sentia ainda mais excitado com todos aqueles sons.
Logo toda a dor incomoda foi se convertendo em puro prazer, uma vez que ao mesmo tempo em que o maior lhe estocava, ele lhe masturbava, levando-o quase a loucura.
Atingindo pontos sensíveis que nem sequer o cozinheiro sabia que tinha, ele delirava cada vez mais com os movimentos do maior dentro de si, atingindo esses pontos com tanta precisão que nem parecia a primeira vez de Zoro com um homem, de tão minucioso que ele estava sendo em atingir os pontos de maior prazer daquele cozinheiro.
Chegando ao seu ponto máximo de prazer, o maior derrama seu líquido ainda dentro da intimidade de Sanji, e ofegante, o Roronoa deita-se ao lado dele, cerrando seus olhos, sendo vencido pelo cansaço de tamanho prazer, quando é surpreendido pelo loiro invertendo suas posições, ficando por cima do maior, fitando-o nos olhos como se ele fosse a presa, e Sanji o predador.
– eu ainda não acabei com você – diz ele, iniciando outro beijo de forma mais desejosa, cheia de luxúria, encoberto por prazer, enquanto marca a sua vez de deslizar suas mãos pela pele morena do espadachim, chegando a suas coxas, e... Abrindo espaço entre elas para ter sua vez de invadir o interior do Roronoa fazendo-o ficar com uma expressão de espanto em seu rosto.
– você não ousa ... Você não vai... –
– eu não vou deixar você me dominar por completo, eu tenho meu orgulho, e agora é minha vez de te invadir – falou ele invadindo a entrada do moreno, como prometido, mostrando que seu orgulho não havia morrido por completo, apenas que ele havia aceitado Zoro em sua constituição de “objetos de prazer”.
Começando sua vingança, estocando-o cada vez mais profundamente, fazendo-o gemer, ora de dor ora de prazer, tendo certeza que o moreno estava agora provando de sua própria provocação. Não se pode dizer que não estava gostando, estava adorando aquilo, ele gostava de pessoas com atitude, e Sanji era uma delas.
Chegando a outro orgasmo, o loiro deita-se ao lado do maior, agora sim sendo vencido pelo cansaço de todo aquele prazer vivido naquela única noite, que jamais sairia de sua memória, o moreno aprendera a lidar com o orgulho do loiro, agora ele admitia que apreciava a presença do espadachim, e assim ficaram, sentindo a presença um do outro naquela cama, até amanhecer, como dois verdadeiros amantes.
“Como o destino é imprevisível, eu jamais me imaginaria com um homem, e estou aqui agora, quase amando um, mais do que já amei qualquer mulher na vida... eu não sei o que há nele, algo diferente dentro daqueles olhos escuros me encanta, o que sei é que apenas quero descobri-lo cada vez mais”.
– esse será nosso segredo, Roronoa Zoro –susurrou ele, antes de adormecer em seus braços.
O cozinheiro já não se importava com mais nada ...
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