In High School

10 10 - Voltando a si, não por muito tempo


Notas iniciais
WAA GEMT, oi?
Fiquei muito feliz com as pessoas que apareceram pra comentar, foram várias ^^ não todas é claro mas váárias ^^
Enfim ... quero agradecer demais as lindas iDeusa Fangirl e a Acelove pelas recomendações lindas que elas deixaram nesta fanfic, chorei quando li :') é muito bom saber que vocês admiram algo que faço com tanta paixão!
Bom, mas chega de sentimentalismos, vamos ao capítulo? Está meio curto mas é apenas a introdução do que vai acontecer no próximo ^^
VÃO LER, XÔ!

Amanhecia ...

Logo as imagens iam aos poucos se formando enquanto o loiro de orbes azuis ia abrindo seus olhos serrados, se deparando com um cenário diferente do qual estava acostumado a encontrar quando acordava todos os dias.

Não era sua cama, não era sua parede, não era o cheiro de sua casa. Logo as memórias da noite passada foram voltando a sua mente, as melhores possíveis, o prazer, a luxúria de todos aqueles toques vindos ... DELE.

Ok, agora ele estava com os olhos bem abertos e bem consciente, sentou-se na cama encontrando a figura morena de cabelos verdes, dormindo profundamente, como um anjinho, o que não era nem um pouco.

Ele até sentiu certo afeto pelo moço, mas concordava que noite passada ambos estavam fora de si, fora tudo uma loucura, que deveria ser esquecida logo.

“a quem eu estou querendo enganar, aquilo nunca mais vai sair da minha cabeça”

Nunca havia acordado tão bem disposto em toda sua vida, logo percebeu sua nudez por baixo dos lençóis, e rapidamente localizou uma pequena toalha branca jogada no canto, necessária para cobrir a região de seus quadris e poder sair do quarto sem preocupações.

Adentrando o corredor que levava a cozinha, o loiro continua sua procura por suas peças de roupa que jurava tê-las jogado ali noite passada, porém que ali não estavam, nem no banheiro.

Seguindo para cozinha para investigar melhor tal sumiço, ele tem seu coração praticamente congelar.

- oh, visitas – disse a mulher – Zoro não costuma recebe-las em casa, especialmente visitas como você –.

Mas é claro, ele havia dito que tinha uma empregada, porém Sanji não havia prestado atenção, e agora se encontrava na pior das situações constrangedoras, a mulher, que aparentava ser tranquila e rotineira, perto da casa dos 40 anos de idade, acabara de ver o cozinheiro saindo nu do quarto de outro homem.

- e eu não sabia que Zoro tinha alguém que arrumasse a casa dele, ele não é capaz nem disso? – .

- realmente, eu vivo falando para ele arrumar uma namorada que faça o serviço, porém ele nunca escuta –.

- eu sei como é – diz Sanji tentando fazer com que a conversa parecesse normal, fora o fato de ele estar apenas com uma toalha sob os quadris perto de uma senhora respeitável.

- ele é um bom garoto, apesar da rebeldia de lidar com lâminas, você realmente tem sorte de ... –.

- oh, me desculpe, eu não sabia que... estaria aqui ... – diz o cozinheiro já envergonhado com tudo isso.

- tudo bem, eu entendo ... – diz a empregada compreensiva – eu tinha certeza de que essas não eram o tipo de roupa que o Zoro usaria – ela estende uma camisa preta social com uma calça elegante de mesma cor, a roupa que Sanji costumava usar.

- oh, minhas roupas estão passadas e limpas, elas estavam todas ... -.

- molhadas – ela interrompeu, fazendo o loiro corar – todas encharcadas, fazendo uma trilha, espalhadas, desde o banheiro até ...o quarto dele –.

- muito obrigada mesmo – diz Sanji enquanto pega suas roupas e saí correndo para o banheiro se trocar.

Estava tão envergonhado que sentia suas bochechas queimarem, precisava se concentrar em colocar suas roupas e dar o fora dali, quem sabe sumir por alguns dias, porém ele sabia que não era aquilo que ele realmente queria.

Vestido e com as madeixas louras devidamente arrumadas do jeito que costumava arrumar, ele saiu do banheiro, passando pela cozinha, e não resistindo a preparar um café da manhã para o espadachim, afinal ele ainda estava machucado, ou pelo menos o loiro achava que estava.

- então a arte na cozinha era sua? Realmente você é muito elegante e tem talento – elogia a empregada.

- ora ...obrigada – diz ele enquanto prepara a primeira refeição do dia para o moreno das madeixas verdes.

- Zoro tem sorte de ... –

- nós não somos ...hã... –

- ah esses jovens – fala a empregada rindo – não querem compromisso nenhum, antigamente apenas um olhar bastava para estarmos casados -.

- hoje em dia eles guardam afrodisíacos em casa –

- como? –

- nada não... – o loiro disfarçou.

Colocando tudo o que compunha um belo e delicioso café da manhã em uma bandeja acima da mesa, tudo feito com o maior carinho apesar do loiro negar tal coisa.

- entrega pra ele quando ele acordar –

- oh, que amor ... –

- não somos namorados, jovem senhora –.

- claro, e o que digo sobre você? –

- diga que eu estou em outra galáxia, e obrigado pelo terno – diz o loiro se retirando da casa, se dirigindo a seus aposentos, esperando algum dia nunca mais lembrar daquilo.

Porém não conseguia tirar a imagem de sua cabeça, não conseguia simplesmente não sentir falta de todos aqueles toques, daquela sensação que jamais mulher nenhuma havia lhe proporcionado.

Não sentia atração por nenhum outro homem, e as mulheres já não pareciam tão interessantes, aquele espadachim realmente havia conseguido mexer com toda sua estrutura.

Chegando em casa, encontrando o velho Zeff sentado na mesa, tranquilamente, até o loiro adentrar a porta, marchando até o sofá, se jogando nele como uma criança manhosa.

- passou a noite fora e achou que não preocuparia ninguém, moleque? –

- não estou com cabeça pra falar sobre isso agora –

- você não era de fazer isso, passou a noite aonde? –

- na casa de um amigo, estudando, aí a gente começou a beber e... –

- ah você não tem jeito mesmo – reclamou o cozinheiro mais velho enquanto observava o mais novo acender o primeiro cigarro do dia com certa urgência.

E ali ele ficou, tragando sua nicotina por horas e horas, trocando de canal na tv sem assistir nada, ainda com aquelas borboletas no estômago apenas de lembrar de tudo aquilo.

Precisava esquecer, precisava seguir com a vida como se aquilo nunca tivesse acontecido ...

Não iria para a escola naquele dia, não estava com vontade de se deparar com várias pessoas lhe olhando torto, como se soubessem de seu trabalho como “babá” do Roronoa.

Ficara o dia inteiro como um inútil ali sentado, fumando, tentando afastar aqueles pensamentos de sua mente o mais rápido que conseguisse.

Tentou se ocupar com outras coisas, como cozinhar, mas sempre havia alguma fruta pequena ou alguma receita com saquê ou rum que o fazia sentir falta daquele cheiro que o levou a fazer a pior das loucuras de sua vida.

Até o entardecer dar inicio á noite, ali ele ficou entediado, com a cabeça sendo o playground das lembranças maliciosas daquela pele morena o envolvendo e...

A campainha toca interrompendo todos aqueles pensamentos, por um lado o loiro agradeceu, por outro ...ora, havia um tempo em que o cozinheiro havia deixado de gostar de visitas, principalmente as inesperadas.

Abrindo a porta ele se depara com a única pessoa que desejava manter distância por um bom tempo, mas parece que o moreno das madeixas verdes não havia aguentado a vontade de fazer uma pequena visita ao seu amigo...

Notas finais
EEEEEE aí? o que acharam?
Deixa eu contar uma coisa pra vocês: A partir desse capítulo, a fanfic vai ficar bem HOT (risos) do jeito que vocês gostam xD bom ... não vou estragar as surpresas.