In Famous : Iron Chronicle

1 Capítulo 1 Prólogo 01 / 19


Notas iniciais
Esse capitulo é uma sinopse da vida do personagem principal antes de ela mudar devido aos poderes de condutor .

" The Iron Bay " , a grande baía de ferro é o meu lar e também lugar de um dos maiores acontecimentos da história , a " War of the Conductors " ela aconteceu a mais ou menos três anos e eu vou lhes contar o legado de Iron Bay .

Iron Bay — 5 anos após a Besta

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Iron Bay , uma cidade ilha cercada por água e cadeias de cavernas submarinas onde o acesso ao exterior só se dá através de pontes suspensas , ela é dividiada em cinco principais regiões ( barreiras ) :

Os Bairros — Portos : onde transportes por barcos ou caminhão levam cargas e mais cargas de , adivinha , Ferro .

Os Canais de navegação : passam embaixo da cidade , são tunéis ou passagens a céu aberto que passam em baixo da cidade e que podem ou não conter água .

As Praias : um bom lugar pra se passar o tempo , desenhar , andar de Skate , fazer grafitti , um paraiso deserto e perto das maiores reservas de ferro e outros minerais da ilha .

O centro : A parte '' Chique " , é onde tem a verdadeira informação , modernidade , escolas , lojas e centros comerciais , os ricos moram por perto e tem visão pro mar e pra região mais , digamos , INFAME .

Favelas : A parte mais extrema de Iron Bay , não é necessariamente feia mas é rústica . Casas médias e pequenas em um lugar perto do mar e bem perto tem um cratera formada pela queda de um avião a muito tempo .

Meu lar e onde eu ainda faço muita confusão , bastante confusão mesmo e ando de Skate e a mesma tatuagem que uso é o shape do mesmo , e passeio pelos tuneis por ter os melhores obstáculos mas neste momento eu , Rowan Shawn estava putamente atrasado para uma prova estadual que poderia me tirar daquele buraco do mundo esquecido por Deus .

Como desde pequeno eu fico na praia minha pele é bem bronzeada e uso um gorro laranja estúpido com cara de sapo , um casaco com capuz preto com o Símbolo de dois cães nas costas sendo um preto e outro branco , um rosnando e um sorrindo e uma calça jeans que parava na altura do tornozelo .

– Qual a sua idade mesmo Row ? — Um garoto aparentemente mais velho em um Skate com uma lata de tinta de spray no Shape * prancha * me seguia .

– 17 , Nathan . — fiz um board slide em um cano , estavamos nas passagens subterrâneas .

– Ah , corta esse cabelo . Tá tapando minha vista . — não era um cabelo grande mas sim bagunçado .

– Vem cortar , arregão . — Acelerei mas quase fui atingido por um babaca de cabelo castanho .

Nathan Sthils era meu melhor amigo , se não fosse pelo fato do cabelo dele ser castanho ele seria meu irmão e ainda estava com uma jaqueta verde com um Head Phone nas costas e uma calça preta longa .

Aprontavamos desde pequenos e ele me apoiava a ir fazer essas provas pra melhorar a minha vida se bem que ele também tá indo fazer a prova mas o castanho nem estudou .

– Hey babacas ! — esse era o Zeke , tem a minha idade , é mais inteligente mas é claro convencido até o osso e cabelo estilo Skatista .

Além de loiro era irritante e costumava ser meio narcisista e olha que nem rico ele é mas a arrogância dele fazia ele se misturar no centro .

Ainda um éximo skatista , ainda uma amigo fiel que nunca nos deixou na mão . Entre uma manobra e outra pra escapar dos obstaculos e em impotância a água nós fomos com tudo esquivando de canos , de ratos e possivelmente de algo sem importância , a morte . Vimos uma luz no fim daqueles tuneis era um salto e pronto : centro .

– Cara — disse Zeke — vamos voar . El foi o primeiro a pegar impulso e se jogar do cano até a rua da ponte , a altura do chão pro solo era de cinco metros mas não impediu ele de pular direto no concreto .

– Ae ! Vez de vocês — foi em direção a prova . — Sai de baixo !

Eu desci em muro caído de concreto que tinha por perto e vi que do nosso lado passava acreditem ou não , uma limusine chique que ficou businando pra gente .

– Perai seus merdas ! — Nathan ralhou puto por ter sido deixado pra trás .

Pronto o Nathan já tava se juntando a festa das manobras idiotas que podem quebrar dentes , bater sacos escrotais e moer ossos do ouvido . O gênio desceu quase batendo na limusine e Deus sabe lá como ele pulou tão longe .

O porque de uma Limosine estar businando pra um bando de pés rapádos que nem nos ? É que nós frequentavamos como bolsistas uma escola chique do centro , e claro a pessoa que mandou businarem pra gente era tão esnobe quanto qualquer pessoa da área rica .

O vidro da janela baixou lentamente e revelou uma dita beldade de cabelos loiros , olhos azuís e lábios rosados * não , eu não sou gay mas quando é pra descrever alguém que se faça direito * e usando uma camisa cor azul claro curta que parava na altura do umbigo , lá estava a Helen Ridges .

– Ola garotos — a voz dela podia ser doce mas ... — querem uma carona , desse jeito seus pais vão virar pó antes de vocês conseguirem chegar nessa prova .

– Valeu , mas prefiro pular de cabeça do Porto — Disse Zeke .

– Quem falou com você convencido ignorante ? Já vi cães mais dignos entrarem naquele colégio , mas logo um bolsista como você pensar em entrar neste carro é uma afronta . — os olhos dele faiscaram .

– Pelo menos ele não é uma patricinha vadia que conta vantagem por ser filhinha de papai . — Repudiou o Nathan .

– Não me dirija a palavra , seu pai não passava de um bebâdo de beco , filho de pobre morre pobre . — Eu tive de segura — lo para ele não avançar em cima dela .

– Ô Poison Girl ! — bati com as rodas do skate na porta da Limosine — Vamos apostar corrida se você tem tanta confiança ?!

– Porque eu faria isso ? Vocês não tem nada que eu possa querer . — Mentirosa , ela tava de olho em um de nós mas não admitiria isso nem sob tortura .

– Se você vencer um de nós vai fazer as suas vontades durante um mês , aonde quiser e quando quiser .

– Mas ..... — espertinha .

– Se nós ganharmos você vai pagar pelo resto do ano nossas mensalidades escolares , incluindo alimentação e material .

– Porque eu me arriscaria ? Eu poderia simplesmente pedir que meu pai me providencia — se um empregado durante esse tempo .

– Então que tal nós , bolsistas utilizarmos o uniforme padrão : Camisa sem graça , shorts sem graça e a gravata que enforca enquanto te servissemos no colégio como seus bichinhos ? — Maldito Zeke .

– Bom então acho que nós podemos fazer um acordo . Feito — me estendeu a mão .

– Feito — me puxei de leve e lhe beijei a mão deixando — entrigada com a situação .

A nossa direita tinham materiais diversos e uma pilha feita por apoios de concreto remanescente da obra que fizeram na ponte a duas semanas e o que eu ia fazer com aquele material inutilizado ? Utilizar como obstáculo como o bom sempre quis .

– Nathan ! Empurra — apontei para o peso .

No mesmo segundo ele correu rápido e empurrou o que estava em cima e ele deslizou na direção de quem estava do lado esquerdo , nós três que estavam em Skates só precisamos pular o concreto mas duvido que um carro possa fazer tal façanha .

Só ouvimos o baque e a Limosine ficou prensada contra a lateral da ponte e os pneus pararam enquanto a garota do carro ficava puta da vida com a gente , enquanto nós pobres cidadãos honestos estavamos a alguns meros minutos da prova .... Conseguimos chegar ? Sim , fizemos a prova , muito pelo contrário ...

Uma hora depois

Estavamos barrados na diretoria e fomos chamados para prestar explicação , simplesmente por que nós três haviamos passado dos limites quanto ao vandalismo e a destruição de propriedade alheia .... talvez ....

– ...... 17 queixas sobre destruição de patrimônio , 12 invasões de propriedade e 35 pichações !

– Pichação não ! Grafite , que fique claro . — corrigi .

– Grafite é como pequenos punks como você chamam esse vandalismo , como se fosse algum tipo de arte .

– E você entende muito de arte ? Não reconheceria arte nem a tinta te acerta se no meio da cara .

– E por falar em meio da cara , a sua cara de pau em estar tentando se retratar é memoravel . Você não só destruiu a Limosine da senhorita Ridges como também quebrou parte da ponte .

Me levantei da cadeira pronto para acertar um murro na fuça do vice diretor mas me contive antes de fazer merda .

– Prove ! Seu hipocrita de merda .

Ele me puxou pelo pulso e tentou apertar mas ele não contava com minha força de adolescente e mandei a mão dele pro lado .

– Dessa vez você tem uma testemunha , quando você a fez bater o carro na saída da ponte . — hã ?

– Como assim , quando a gente viu ele não estávamos nem no meio da ponte ?

Uma mulher entrou pela sala e olhou ambos eu e o Vice diretor e dirigiu se a mim , e o que vem a seguir tem que resumir .

Duas horas depois

Eu sai pela porta da sala cabisbaixo e entristecido , e com uma ponta de raiva ao carregar minha mochila . Eu a joguei pro alto e dei uma bicuda em direção a cadeira onde meus amigos estavam , ela quicou alto e eles sabiam o porque ..... fomos expulsos .....

Saimos pelo hall de entrada e encontramos a miss simpatia nos esperando com um sorriso amarelo estampado na cara , estava prestes a cuspir veneno em nós que derrotados pelo fato de não termos mais onde estudar já não tinhamos por que falar algo .

– Então quer dizer que os incriveis bolsistas favelados já não vão mais compartilhar de sua presença durante as aulas ? — Vaca — Que pena , ainda mais quando o que denunciou vocês nem ao menos é uma uma testemunha ....

– Como é ? — Nathan já estava puto quando virou a car pra ela .

– Isso mesmo que você ouviu , tanto me importa que eu perdi uma condução ... mas conseguir alguém que pudesse me livrar de vocês valeu a pena .

– Repete isso porra ! — Eu a ergui pela camisa no meio da entrada .

– Vocês favelados não valem nada . Eu só precisei encontrar uma mulher necessitada que soube se ler para falar o que vocês ouvira , deixe me lembrar ... :

" Eu vi este jovem e seus amigos derrubando uma pilastra de concreto em direção ao carro onde estava a senhorita Ridges , por sorte somente a ponte foi danificada em frente ao sua saída . Se eles tivessem acertado o carro enquanto ela estivesse no meio da ponte era capaz de ela ter sido derrubada da ponte "

A vadia repetiu palavra por palavra mas não era só por ela ser filhinha de papai que eu ia deixar ela ter feito isso em vão , ela ia pagar . Joguei ela no chão e peguei a minha mochila que por milagre o material que ela continha não se rompeu com o chute que eu acertei .

– Errou feio sua vaca , agora que nós não somos mais estudantes daqui ..... não tem nada que nos impede de te atingir...

Joguei as latas pro Zeke e pro Nathan enquanto os mesmos subiam pela parede do hall e derrubavam os retratos dos alunos " exemplares" , em especial a da loira . Com a '' tela limpa " eles colocaram na parede papel adesivo para colocar rápidamente o grafite e depois de preencher a forma com tinta vermelha e preta nós seguramos a loira .

– Por alguma razão nunca gostei de loiras ... e você Nathan ?

– Muito pouco eu , já nem vou com a cara do E-Zeke imagina outra loira .

– Antes de malharem os loiros , esse esteriótipo de loira burra é um saco . Que tal verde ? — apontou Zeke .

– Por que não azul ? — indagou Nathan .

– Calma aí crianças , porque não vermelho ?

– O que vocês vão fazer ? Me soltem ! — ela tentou se soltar .

– Vamos terminar essa tela — Meus olhos adquiriram um brilho maligno .

– NÃO !!!!!!!! Fiquem longe seus favelados .

– Você não tem poderes aqui !!!!!!!!!!

Saímos de lá depois de ela gritar e tentar nos esmurrar por colorir o cabelo dela de diversas cores , e colocar a tatuagem que eu carrego no ombro direito na parede do Hall de entrada do colégio além de deixar a loira com o cabelo todo ferrado quase compensou a expulsão .

Claro que depois disso chamaram a policia e nós saímos correndo do centro em direção a " favela " mas os policiais nos encontraram perto da cerca que dividia a queda do avião que ocorreu a cinco anos da divisa do centro para as ditas favelas .

Ao pular a cerca nos encontramos a asa do avião que fazia uma decida em direção ao centro da queda e nós descemos por ela a utilizando de rampa mas não imaginavamos que passar por aqueles escombros , irrônicamente nos traria algum perigo .

– Acelera Zeke , se eles nos pegarem agente vai preso ! — olhei para trás enquanto ele tentava nos ultrapassar .

– Vambora loirinho . — O Nathan apressou o Zeke .

– Calado seu filho de uma p ......

Chegamos perto de uma queda de em direção ao interior dos escombros do avião mas a estrutura cedeu e eu cai em direção ao subsolo mas o Nathan tentou me segurar pelo braço mas acabou sendo derrubado junto comigo .

– Nathan ! Rowan ! — Zeke gritou quando viu tudo ceder .

Doze horas depois

Eu tentei me levantar mas minha cabeça doia e não só pelo fato de ele estar sangrando mas o Nathan tava desacordado a uns quinze metros de distância mas havia algo errado além do sangramento e queimaduras , dos braços dele estavam saindo um tipo de fumaça branca e ela estava corroendo o metal ao redor .

Outro desabamento estava para acontecer então eu corri para impedir que ele fosse esmagado pelos escombros mas no momento em que o a placa de metal ia atingilo ela se estilhaçou e foi absorvida pelos meus braços e meu ferimento na cabeça foi curado mas todo o metal ao meu redor começou a me soterrar em uma pilha de sucata .

Notas finais
Comentem e avaliem esse trabalho .