Império Humano

1 Capítulo 1 - Eclipse


Notas iniciais
Tá, gente, eu sou péssima para fazer começos, então espero que não tenha ficado assim tão ruim...

Em meio à chuva, a garota andava em meio aos corpos ensangüentados e aos destroços, já sabendo de uma evidente guerra. Não ligava de muito, apenas continuava andando.

Em certos momentos tomava uma nova direção, dando a impressão que andava em círculos pelo campo aberto coberto por histórias longas, curtas, bem feitas ou mal feitas tendo um final trágico que nenhum leitor gostaria de ler, ao mesmo tempo que várias vezes suspirava.

Edward Thanaran e Katharine Sighriny, estes eram os nomes dos injustiçados pela “Filosofia da Guerra” e da “Filosofia da Fúria”, sendo colocados como ficha de aposta em um destino incerto entre acabar com guerras matando todos ou salvando um único local. Nenhuma pessoa com bom senso escolheria viver assim, mas eles nunca escolheram. Era isto que os identificava, eram almas que já foram presas a correntes, mas que se libertaram e por este motivo, estão despreparadas e podem de tudo, assim envenenando sua mente aos poucos. Era como uma doença incurável que não cabia somente a eles, mas também a toda a humanidade, agora livre de correntes, envenenava sua mente e matava a si mesma aos poucos, acreditando ser esta a medida certa a se tomar.

“Katharine Sighriny, ou Riny (Projeto RINY, versão 1.7.5), cabelos até um pouco depois do meio das costas, sendo eles de cor branca cinzenta, tem olhos amarelo queimado um tanto hipnotizantes, usa sempre um cachecol cinza, preto e branco em listras em volta do pescoço, além de uma blusa de manga longa branca com detalhes cinzas no começo da manga e negros no fim da blusa. Está geralmente com uma saia rodada azul escura até o joelho e uma meia-calça preta e por fim uma sapatilha um pouco mais escura que a meia-calça.

Edward Thanaran, ou Ran (Projeto RAN, versão 1.7.5), cabelo negro, que vão até o fim da orelha, de forma que formem uma curva de leve, ou um ‘semi-oval’, um cabelo em forma de semicírculo, tem olhos castanho escuro brilhantes e expressivos, usa sempre um colar dourado com um pingente em forma de uma espada samurai no pescoço, além de uma jaqueta negra até o começo da manga longa, que é totalmente branca com o zíper aberto, mostrando sua blusa cinza. Está geralmente com uma calça jeans preta com dois bolsos e um chaveiro de uma estrela dourada pequena preso no bolso esquerdo e por fim um tênis branco com o cadarço preto”.

Riny se lembrava perfeitamente da descrição que os membros da filosofia da Fúria tinha feito dela e do moreno, mesmo que se lembrasse, não era propositalmente... Pelo menos era o que ela pensava.

Riny suspirou, falando em voz extremamente baixa e para si mesma “Ran já deveria ter chegado”. Não era mais paciente das pessoas, o fato do moreno ainda não ter chegado não ajudava de muito. Talvez ele já tivesse chegado, porém Riny admitia que andou muito desde que notou que o mesmo estava demorando, isso poderia dificultar sua localização.

A grisalha ouviu passos, rapidamente observando de onde eles vinham. Era Ran que vinha apressado e um tanto ofegante, parecia estar até mesmo correndo de um fantasma.

– Como me encontrou? – A grisalha perguntou, apenas observando o moreno respirar rapidamente e aparentemente com uma pequena dificuldade.

O moreno rapidamente se levantou e coçou a nuca, estava um pouco corado. Forçou uma risada e respondeu: “É que você tem um cheiro bom”. A grisalha rapidamente corou a ouvir tal comentário e acabou abrindo as portas para um silêncio difícil de ser quebrado entre eles.

Notas finais
Eu sei que eu deixei um romance muito óbvio etc. D: Mas eu não sabia como terminar o capítulo e já tinha jogado o caderno no chão umas três vezes e ainda por cima pisoteado de tanta raiva de não conseguir fazer um fim descente que tive que optar pelo nem tão bom clichê e é claro, aquele perfuminho em alguém.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.