Impossible
11 11º - Desculpas.
Notas iniciais
- Como aquilo pode ser tão legal? - se sentindo uma verdadeira filha de Afrodite. - Por isso, vim ao estilo da Academy Awars, no meu lindo Armani Privé prateado cauda longa, segurando esse maravilhoso papel dourado para entregar os capítulos aos vencedores dele por suas recomendações maravilhosas - abrindo o envelope. - E o capítulo "Desculpas" vai paaaaaaaraaaaa.... Bianca Victoria e Bela Solace... Muuuuito, muuuuito obrigada meesmo por suas recomendações, pelos seus recados que tenho o maior prazer e honra em responder e por estar aqui lendo... Não sei de fato como agradecer, como eu sempre digo, fico meio sem ação, então esse capítulo é todo de voces pelo carinho e pela consideração, por sua presença e... Obrigada, mil obrigadas... Agora, com vocês, "Desculpas".
*descendo do palco*
11º — Desculpas.
Poseidon não se aproximou de sua pessoa durante toda uma semana.
Não o via quando andava de cabeça baixa pelos corredores, mesmo quando Ares a humilhava publicamente (sempre longe de Apolo), Artemis não via Poseidon em nenhum lugar.
Foi só quando soube o que tinha acontecido no quinto dia que ele tinha sumido.
Estava tomando um suco em caixinha, claro, depois que Atena bebericou o primeiro gole, conversando sobre a próxima competição de arco e flecha que Atena a implorava para participar e com ela negando a todo o momento no momento em que uma linda menina, com o cabelo preso em uma trança, cheirando a Chanel nº 5 e com um enorme celular na mão sentou-se bem ao lado delas na mesa.
- Meninas, eu tinha que vim aqui dividir isso com vocês – disse Afrodite extremamente ansiosa. Artemis olhou para Atena antes de se esconder mais no seu capuz. – Hey, Art, gostei do seu moletom hoje. Tão fofo.
Atena riu.
- Falei pra você que ela ia adorar sua roupa. Ainda está com raiva da Art?
O momento ficou um pouco tenso. E Artemis começou a juntar suas coisas, colocando-as dentro de sua bolsa sutilmente.
Afrodite suspirou.
- Falamos disso depois... Agora eu tenho que dividir com vocês isso, olhem.
Fosse lá o que fosse, fez Atena arfar. Então, ela estava lendo o que tinha na mensagem.
- “Dite, eu estou mandando essa msg pra avisar que estou bem, que não precisa se preocupar e que estou em Bahamas. Então, para de me ligar, só tem você na minha caixa de entrada. E, ah, mais uma coisa, como eu não tinha o numero dela, vai ser por aqui mesmo, pede desculpas para Artemis, ela vai saber do que eu to falando. Tchau. P.s.: Atena, termina com seu namorado.” – Atena levantou seus olhos do celular, sua expressão de pura surpresa. – Poseidon me mandou terminar com meu namorado ou eu li errado?
- Não, querida. – disse Afrodite roubando um pedaço da maça de Atena. – Ele realmente mandou.
- É muita ousadia mesmo, quando ele chegar aqui vou castrar aquele garoto.
- Ou beijar ele – sussurrou Afrodite, com um sorriso para Artemis.
Atena pareceu momentaneamente sem palavras.
- Eu o odeio, Dite.
- Eu e Art não estamos falando nada, estamos Art?
Segurando um sorriso, Artemis negou com a cabeça enquanto olhava o celular que Afrodite tinha deixado a sua vista.
- Vocês... Vocês... São cruéis. Querem saber? Vou estudar.
E Artemis não pode deixar de dar um sorrisinho de canto ao ver como Atena parecia tão perigosa que todos abriam espaço para ela passar. Ao que parecia, Poseidon estava mexendo com ela mais do que ela mesma esperava.
Afrodite ao seu lado riu.
- Esses dois, eu me lembro de como se fosse ontem quando Poseidon deu um beijo nela e Atena quase o socou. Às vezes acho que é por isso que ela começou a fazer essas lutas meio Jackie Chan, entende?
Como sempre, conversar com Afrodite era fácil. Mas ainda estava receosa demais de dizer algo. Provavelmente ela quisesse estrangular sua pessoa.
Ou pior.
Artemis se preparou para o que fosse.
- Art... – Afrodite suspirou. Sua voz era baixa. – Eu sei o que aconteceu de verdade, naquele dia... E estou envergonhada por ter pensado algo assim de você e tudo mais... Eu só... Não esperava isso vindo de Poseidon, ele era o melhor amigo dos dois, sabe? E Apolo nunca me trairia... Eu... – então os olhos verdes dela encaravam os seus, estavam arrependidos. – Me desculpe, Art, por ter duvidado de você e te julgado, ok?
Artemis assentiu, puxando para frente às mangas do moletom.
- Sem problemas, Dite.
- Não, teve problemas sim. Eu fiz o que não devia. Mas, prometo recompensá-la.
Corando, Artemis escondeu o rosto no capuz.
- Não precisa, Dite – um fio de voz. – Não me importo.
- Mas, eu me importo, ok? Hey, Art, olha pra mim, por favor. – e, lutando contra si, Artemis fez o que Afrodite me pediu. Essa sorriu. – Como a viagem ainda está de pé, apenas adiada, eu prometo te comprar os moletons mais bonitos que acharmos em Paris, tudo por minha conta, pode ser? Sei que é feio comprar os outros, mas é o único jeito que eu sei.
Percebendo a verdade nas palavras de Afrodite, Artemis assentiu e deu um sorriso mínimo.
- Pode.
A garota deu um pequeno gritinho.
- Aah, vai ser muito legal, olha aqui os hotéis que eu achei, pensei em ficar em um...
E Afrodite continuou dizendo e dizendo os preparativos da festa. Pela primeira vez, não se importou em alguém pagar tudo aquilo por ela.
Simplesmente, sorriu.
*****
Dois dias se passaram e Artemis nunca tinha ficado tão perto de alguém como ficara de Afrodite, talvez Atena, mas ainda assim, conversa com elas sempre era bom.
- Hey, Atena. – dizia Afrodite, olhando suas unhas imaculadamente feitas. – Você ficou sabendo do que aconteceu?
Atena olhou para a garota, curiosa. Com o passar dos anos, Artemis começara a notar que Atena não era muito levada a fofocas.
- Não, era pra eu saber?
- Bem, era, porque está relacionado a você.
- A mim? O que eu fiz?
Artemis, que já sabia de tudo, ficou a fitar o seu sanduiche.
Naquela manha, Apolo havia feito aquilo por ela, com ela, pra que não precisasse que ninguém mordesse primeiro.
Apolo.
Seus olhos encontraram os dele, que do outro lado do refeitório, sentado com Hermes, Ares e Dionísio. Ali só faltava Poseidon.
Um sorriso apareceu no rosto do loiro. E Artemis desviou o olhar, corando.
Até agora estava envergonhada do que acontecera dias atrás.
O mesmo dia em que Poseidon misteriosamente sumira.
Seus dedos se apertaram.
Mas a voz histérica de Atena trouxe ela de volta a conversa. Afrodite sorria, batendo os cílios.
- Foi isso que eu ouvi, sabe? – brincava a Barbie. – Que um certo gênio tinha terminado com o Malcolm pra poder ficar com Poseidon?
- Como é? – o rosto de Atena estava pálido. – Não, isso não tem nada a ver. Eu e Malcolm brigamos antes de ontem.
- Interessante, bem na semana em que Poseidon ordena que você faça isso... Coincidência?
- Não, nada a ver, Dite, por favor né? Eu faço o que alguém me manda? Art, por favor, me salva dessa.
Mas tudo o que Artemis podia fazer era dar de ombros. O que ela diria? Que talvez, só talvez, ela tenha ajudado isso a acontecer porque entregou o segredo de sua amiga?
- Poxa vida em Art, você acha que eu...
Sua voz morreu ao ver algo atrás de sua pessoa.
Afrodite sorriu absurdamente pela garota ter engolido as palavras. Artemis, sem saber o que fazer, apenas continuou olhando suas unhas ruídas. Tinha um certo pressentimento de quem era. E estava lutando contra o pânico que ameaçava dominar seu peito.
Esta tudo bem, Artemis, você está em local publico, pensou enquanto esperava algum toque ou coisa assim.
- Oi, Dite – a voz de Poseidon saiu baixa, um pouco desanimada. – O que aconteceu com Atena?
- Podemos dizer, Posei, que Atena seguiu a risca o que você ordenou pela mensagem e oi, como foi lá?
- Bom, legal... Hum... Artemis.
Todo o corpo dela ficou tenso com ele chamando seu nome. Da ultima vez que o encontrara, tivera uma crise, não queria repetir a dose, tampouco piorar seu estado delicado que se encontrava.
Mas tudo o que pode soltar foi um:
- Sim, Poseidon? – tão baixo que ela não soube se ele ouviu.
Afundou suas unhas na sua palma, sentindo que seu corpo começava a tremer.
- Eu... Posso conversar com você?
Antes que pudesse responder, notou algo bem ao seu lado.
Por um segundo, não acreditou e no outro tudo o que podia fazer era olhar ansiosa para Apolo. Incrivelmente, ele tinha pulado cinco mesas tão rápido, ainda que ninguém tivesse notado, claro, se ele não se sentasse ao lado dela.
Artemis abaixou a cabeça.
- Fala, Apolo.
- Oi, Poseidon.
Artemis não tinha certeza se alguém tinha notado o tom frio de Apolo, para todos os casos, manteve-se quieta, ansiosa demais para fazer algo.
- Artemis, por favor... – a voz de Poseidon era um murmúrio. – Eu não sei como fazer isso, mas eu preciso conversar com você... Prometo não te tocar... Nem te ameaçar... Só conversar.
- Hum, Poseidon, eu acho melhor na...
Mas, não deixando que Apolo terminasse a frase, Artemis se levantou ainda que rígida e colocou as mãos na frente da sua blusa de frio. Como bem se lembrava, Poseidon era uma cabeça maior que sua pessoa, mas naquele dia, vendo-o, ele não parecia muito ameaçador.
- Artie...
- Eu não vou machucá-la, Apolo.
- Por que será que não acredito em você, Poseidon?
- Por favor... – sussurrou Artemis, não desejando que aquele bate boca se prolongasse. – Sim, Poseidon?
Os olhos verdes do garoto varreram a mesa, provavelmente enxergando Atena, Afrodite e Apolo como telespectadores. Ele engoliu a seco.
- Pode ser lá no gramado? É... – ele coçou a nuca. – É meio que particular.
Por aquilo, Artemis não esperava.
Assim como todo mundo que começou a negar ao mesmo tempo. Ainda que amigos, estava claro que nenhum deles o queria perto dela. Odiava admitir, mas gostava da ideia.
Só que ele parecia tão... Triste.
Atena colocou-se entre eles.
- Poseidon, eu não sei o que diabos está planejando, mas se você ousar machucar um pedacinho que for, eu juro que estrucido.
- Pode deixar, Atena, eu já entendi. – e então ele encontrou seus olhos, implorando. – Por favor, Artemis.
Artemis apertou os lábios um contra os contra o outro, pesando quais seria a consequências daquilo, antes de assentir.
Sem ninguém dizer nada, Poseidon chamou-a com um aceno de cabeça para acompanhar seu passo e, dando a volta por uma pasma Atena, Artemis começou a segui-lo por um refeitório em puro silencio.
Se eles soubessem que ela devia aquilo a ele. Fora ela que começara e o fizera sumir por sete dias, ele merecia ao menos a atenção dela.
- Causamos uma cena e tanto ai atrás. – Poseidon foi o primeiro a falar quando estiveram do lado de fora, com as portas fechadas, com um sorrisinho de lado. Artemis se autoabraçou enquanto esperava que ele começasse o que vinha dizer. – Eu acho que devo começar pedindo desculpas, não é?
- Não sei. – sussurrou.
Tudo o que sentia era o medo de ele tocá-la.
- Artemis, eu não sei como isso funciona... Esse seu... Você sabe...
- Sei.
Ele suspirou.
- Eu só... Sinto muito.
Por isso, Artemis não esperava, então, apenas assentiu.
- Sem problemas.
Poseidon chutava um pequeno papelzinho enquanto falava.
- Depois daquele dia, eu pensei muito no que você falou – sua voz era baixa. – E eu tinha que admitir que você estava certo, Artemis. Sobre tudo. Quando eu e Atena namorávamos, eu a afoguei na merda que era a minha vida. Eu... Eu fui um idiota completo. Acho que ainda sou, mas esse tempo que estive fora, eu repensei melhor sobre minha vida, sabe?
Artemis anuiu.
- Sei.
Poseidon sorriu em sua direção, um sorriso calmo e que o deixou com cara de bem mais novo do que às vezes parecia.
- É, eu acho que você entende sim. Melhor do que qualquer pessoa. – ele suspirou. – Somos dois fudidos. Eu com tudo que eu sou, você com os toques e coisa e tal. Pense pelo lado positivo, se não gostar do garoto, é só dizer que ele tocou em você e Apolo vai logo socar ele.
Artemis sorriu do que ele disse, relaxando um pouco em sua presença. Ela tinha que lhe dar o direito da duvida e estava até gostando desse Poseidon divertido.
Por aquela brecha, ela notava o que Atena gostava nele.
- Verdade.
Poseidon deu um passo para o lado, para mais longe dela.
- Desculpe, estava meio perto. Onde eu parei?
- Na parte em que somos dois fudidos na vida.
- Não sabia que você tinha senso de humor. – Poseidon sorria tristonho. – Eu só espero que a sua dê mais certo que a minha.
Artemis apertou mais as mãos, puxando coragem e disse:
- Você sabe que Atena terminou com o Malcolm, não sabe?
Surpresa brilhou nos olhos verdes de Poseidon.
- Terminou?
- Ontem.
- Ela não aceitaria uma ordem direta minha, ela nunca aceitou.
- Não acho que foi você. – sua voz era baixa. – Acho que Malcolm fez algo com ela, algo que ela não gostou. Eu não sei o que foi, mas... Ela ligou chorando... Pra mim.
A raiva em Poseidon era algo admirável, Artemis tinha de admitir. Ele ficava parecendo maior, mais velho e, logicamente, mais perigoso. Mas ela viu a diferença daquela vez. Poseidon não estava com raiva dela, então, nada daquilo era dirigida a ela.
E só tarde foi perceber que foi dirigida a Malcolm.
- Eu vou matar aquele garoto, Artemis, juro que vou.
E procurou mudar o assunto, pois via que era verdade o que ele dizia.
- Onde você estava?
Ele pareceu um pouco confuso com sua pergunta.
- Na fazenda do meu pai, em Dallas.
- Hum... Não era Bahamas?
Ele negou com a cabeça.
- Eu não podia contar pra ninguém que estava tão perto. Uma hora depois teria alguém na minha porta brigando comigo por eu fugir daqui. Precisava de um pouco de espaço.
- Ah... – Artemis escondeu as unhas dentro do moletom. – E ajudou?
Ao que parecia, Poseidon havia esquecido momentaneamente sobre Malcolm. Teria de avisar aquilo a Apolo depois. Um sorriso de escárnio apareceu nos lábios do moreno.
- Não... Minha família é uma coisa engraçada, digna de seriado, Artemis.[n/a: eu tive que fazer esse trocadilho com o seriado Dallas]. E ficar lá só piorou a situação. Mas, ainda assim, cuidando dos cavalos, eu consegui pensar melhor.
- O que... – hesitou. – O que há de errado com sua vida, Poseidon?
Ele a encarou por um tempo. Os olhos verdes pareciam pesar se devia ou não contar. Por fim, ele suspirou e sussurrou:
- Sou um pouco possessivo. Um pouco não, muito. Acho que não sei compartilhar. Posso ficar violento caso algo aconteça com aquilo que chamo de posse.
- Como Atena.
Ele apertou os lábios, assentindo, ao mesmo tempo em que fitava o nada.
- Principalmente, Atena. – ele passou a mão no rosto. – Ela me tira do sério porque odeia as minhas ordens, o meu jeito de viver e tudo mais. E eu fico nervoso, incontrolável e... Fodo com tudo... Não é culpa dela, é tudo uma merda mesmo. Mas... Não sei...
- Hum... Então... – Artemis engoliu a seco, forçando-se a encarar os olhos verdes dele e sussurrar: — Você quer minha ajuda pra... Sabe... Conseguir ela de volta?
A esperança brilho nas orbes do garoto, contudo, somente por alguns segundos antes dele mesmo apagar aquilo, tornando-se aço. Artemis nunca havia notado, provavelmente porque tinha (tem) medo dele, mas Poseidon raramente tinha os olhos mostrando as emoções dele.
Aço.
- Eu te humilhei tanto... Por que você me ajudaria?
Ela apertou mais as mãos contra seu próprio corpo. Sua voz era baixa.
- Porque eu quero ver Atena feliz... E... Ela ficava feliz ao seu lado, apesar de brigarem. – mordeu o lábio inferior. – Ela sempre me ajudou, em tudo, então... Nada mais justo... Não acha?
- Se pensar assim, sim. Você estaria fazer por ela.
- E por você, Poseidon – e encarou os olhos gelados dele. – Como você disse, somos dois fudidos na vida, acho que te entendo.
Demorou um pouco, ele sondando seus olhos até que ele balançou a cabeça negativamente ao mesmo tempo em que sorria.
- Acha que a gente ainda pra recomeçar a nossa amizade, Art?
Ele chamando seu nome a fez sorri um pouco.
- Nunca é tarde demais, Poseidon.
A cabeça dele balançou-se em um aceno nobre.
- Então, como iremos fazer?
- Vamos começar com a parte de psicopata.
E Poseidon riu.
Ali começava uma boa amizade.
[..................................................................]
Próximo Capítulo:
[...]
Após a inspeção completa, Atena ergueu uma sobrancelha, tentando ignorar o pouco nervosismo que apareceu em seu estomago.
- Oi – respondeu ela, educadamente, encostando o quadril na batente da porta. – Hum... sei que não é bonito, mas, o que você está fazendo aqui, Poseidon?
Sob aquela sua pergunta, o garoto de olhos verdes desceu o olhar para seus pés.
E ela já sabia que vinha bomba.
Todas as vezes que ele fazia aquilo era porque tinha algo a confessar. Algo como trair ela com a “Medusa”, uma garota cruel.
Conhecia-o tão bem.
- Eu... preciso conversar com você.
[...]
Notas finais
Beijinhos açucarados,
Nívea ;*
Ps: Mais uma vez, muuuuuito obrigada, meninas, pelas suas recomendações *o*
Ps: Não querendo dar uma indireta, mas eu aceito muuuuuuuuuuuitas recomendações no meu coraçãozinho, é apertado, mas semp cabe mais um *rindo* Ok, ok, vou parar de indiretas suaves... Anyway, muuito obrigada pelos comentários, em todos os capítulos, e como sempre, fico honrada em responder, então, não esqueçam o recadito aqui embaixo pra mim, please, please *--------------*
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